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Primavera: saiba quais são as doenças e alergias mais comuns e como evitá-las

Coriza, espirros, coceiras no nariz, olhos e garganta. Esses são alguns dos sintomas que um alérgico costuma sentir na primavera, que começou ontem, 22 de setembro. Nem é preciso o anúncio da estação mais florida e colorida do ano para quem sofre com alergias respiratórias. A beleza das flores e plantas também carrega os pólens pelo ar, que são responsáveis por provocar algumas doenças durante essa época do ano.

O azevém é uma planta da família das gramíneas bastante comum durante a primavera / Foto: Pixabay

Segundo o otorrinolaringologista e professor de Medicina da Universidade Positivo, Vinicius Ribas Fonseca, nesse período do ano, principalmente no Sul do país, há um número maior de plantas da família das Gramíneas, principalmente o Azevém, que libera muito pólen e, por isso, a alergia que mais costuma aparecer é a respiratória, que causa a rinite.

“Os principais sintomas são os espirros, coceiras no nariz, nos olhos, na garganta, nariz trancado e também uma dificuldade maior de respirar”, explica. Ele lembra que alguns sintomas podem ser parecidos com os da covid-19, mas são poucos, já que no quadro de alergia não se enquadram tosse, febre, dores no corpo nem sintomas gastrointestinais.

De acordo com o professor, para o tratamento de qualquer tipo de alergia é preciso reconhecer e se afastar do alergeno que causa o mal-estar. “Caso você não possa se afastar da substância causadora da alergia, o tratamento é feito com antialérgicos, corticoides nasais e uso de soro fisiológico nasal, e também o tratamento preventivo com algumas medicações que ajudam a diminuir a intensidade da crise, além das vacinas”, aponta Fonseca.

De acordo com a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), cerca de 30% dos brasileiros têm algum tipo de alergia, sendo que, aproximadamente 20% são crianças. “Existe uma variedade muito grande de patologias respiratórias em crianças e bebês durante essa época do ano. Além da rinite alérgica há os vírus sazonais, adenovírus, rinovírus, vírus sinciciais respiratórios, e também o coronavírus, entre outros”, comenta Fonseca. Nesses casos, o professor recomenda fazer lavagens nasais, evitar o contato com outras crianças infectadas, hidratá-las bastante, além de garantir uma boa alimentação com vitaminas e proteínas suficientes para fortalecer o sistema imunológico da criança.

Coriza, espirros, coceiras no nariz, olhos e garganta são alguns dos sintomas da alergia – Foto: Pixabay

Segundo Fonseca, além dos fatores como o ambiente, estações do ano e mudança de clima, os fatores genéticos também influenciam nos casos alérgicos. “Existe uma tendência genética relacionada à alergia, então, crianças com pais com rinite alérgica têm mais chances de ter rinite. Por isso, quando chega essa época há uma conjunção de fatores para o aparecimento de sintomas alérgicos”, ressalta o professor.

Fonte: Universidade Positivo

“Coronofobia”: a nova vilã da saúde mental

Psiquiatra alerta para medo excessivo relacionado à Covid-19

O coronavírus continua trazendo muitos problemas nesses 17 meses de pandemia – o número de mortes por conta do vírus, juntamente com o medo da população mundial, continua crescendo. Essa aflição, quando excessiva, ganha um novo nome: coronofobia.

Sintomas de ansiedade e medo de contrair o vírus da Covid-19 têm feito com que pessoas se sintam inseguras em todo e qualquer lugar. Um estudo feito pela National Library of Medicine analisou 500 casos de ansiedade e depressão e certificou que todos estavam ligados à crise da Covid-19. O termo “coronofobia” foi criado no final de 2020 e traduz uma ansiedade grave diante do vírus e da pandemia, tanto em contraí-lo, quanto em disseminá-lo.

Freepik

Segundo a psiquiatra e professora de Saúde Mental no curso de Medicina da Universidade Positivo, Raquel Heep, quem tem essa fobia não percebe e acredita que o seu comportamento está correto e os outros é que estão errados, causando um sofrimento muito grande para a pessoa.

“É importante ressaltar que esse tipo de ansiedade não é saudável, fugindo dos padrões de incertezas que todos nós temos. É normal ter um certo grau de ansiedade, mas essa preocupação excessiva traz prejuízos físicos e funcionais. É claro que lavar as mãos, usar álcool em gel, máscara e manter o distanciamento social são atitudes necessárias, mas quem sofre com a coronofobia possui comportamentos como lavar as mãos a ponto de machucá-las e usar máscara dentro de casa, ou até mesmo para dormir. São pessoas que não saem de casa mesmo quando necessário”, aponta.

Pessoas com coronofobia também dão muita importância a sintomas que não são preocupantes e acabam até mesmo se automedicando, podendo gerar crises de pânico e problemas físicos. A professora recomenda que, quem identificar sinais de medo excessivo deve agendar uma avaliação com um profissional especializado em saúde mental, principalmente psicólogo ou psiquiatra, que vai avaliar a necessidade, ou não, de medicação para o controle da ansiedade.

“Esse segundo ciclo da pandemia trouxe mais inseguranças a todos nós, mas temos que nos manter esperançosos e não deixar que toda essa situação nos traga ainda mais prejuízos”, salienta.

Fonte: Universidade Positivo

Pesquisa brasileira relaciona folha de pitangueira ao combate do Alzheimer

Encontrar medicamentos e compostos que ajudem a tratar e prevenir a doença de Alzheimer, caracterizada pela deterioração cognitiva e perda de memória, é um desafio para a ciência. Desde 1998, segundo a Associação Internacional de Alzheimer (ADI), mais de 100 remédios foram testados, mas apenas quatro mostram algum benefício contra a enfermidade, que atinge 35,6 milhões de pessoas em todo o mundo – 1,2 milhão somente no Brasil.

Preocupados com o tema, pesquisadores do Mestrado e Doutorado em Biotecnologia da Universidade Positivo desenvolvem uma linha de pesquisa que investiga o potencial de substâncias que podem ajudar na luta contra a doença, em especial os compostos naturais, que apresentam menos efeitos colaterais. E eles descobriram que uma árvore típica brasileira, a pitangueira, pode ser uma boa aliada no combate ao Alzheimer.

“Observamos que o extrato das folhas da pitangueira, que possui diversas propriedades medicinais, como antioxidantes e anti-inflamatórias, apresenta um efeito neuroprotetor, prevenindo prejuízos de memória em ratos de laboratório”, disse o biólogo Ilton Santos da Silva, professor do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia da Universidade Positivo e responsável pela pesquisa, feita em parceria com estudantes.

Metodologia

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Foto: Universidade Positivo

Para chegar às respostas obtidas com o estudo, Silva e seus alunos de graduação e pós-graduação utilizaram ratos de laboratório que apresentam características semelhantes à doença de Alzheimer. “Vale ressaltar que o trabalho foi aprovado previamente pelo Comitê de Ética em Uso de Animais em Pesquisa da Universidade Positivo e seguiu as recomendações do Colégio Brasileiro de Experimentação Animal (Cobea) para garantir toda cautela e cuidados éticos com os animais”, enfatiza o pesquisador.

Parte dos ratos recebeu uma substância que induz prejuízos e sintomas do Alzheimer e, então, foram tratados com o extrato das folhas da pitangueira por trinta dias. Depois eles passaram por uma série de avaliações de memória em labirintos construídos especificamente para esse fim. “Os resultados mostram que os animais com os sintomas da doença tratados com o extrato da folha de pitangueira foram capazes de manter a memória sobre experiências prévias no labirinto tão bem quanto os animais saudáveis”, disse Silva.

Ineditismo

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Pixabay

O artigo científico referente à descoberta foi aceito para publicação em revista especializada e deve estar disponível nas bases de dados nos próximos meses. Segundo Silva, é o primeiro estudo que investiga o uso das folhas de pitangueira na área de neuroproteção, um campo de pesquisa que busca formas de tratamento para reduzir ou evitar a perda de neurônios, que é comum ao envelhecimento e mais ainda no caso de doenças neurodegenerativas.

“A descoberta é um grande começo e abre um leque de possibilidades para a pesquisa na comunidade científica, que pode investigar mais detalhadamente os mecanismos de ação dessas substâncias naturais, com grande disponibilidade no Brasil”, afirmou o professor.

Fonte: Universidade Positivo

Como não deixar a ressaca atrapalhar a folia

Já no ritmo de feriado e chegada do Carnaval, muita gente traçou planos para aproveitar os dias de folga. Seja em casa, no litoral ou no interior, as comemorações não param e, muitas delas, vêm acompanhadas de cerveja, drinques e outras bebidas alcoólicas. Mas, depois de muita festa, é importante pensar na chamada ressaca.

Sintomas comuns após a ingestão exagerada de bebidas alcoólicas são as dores de cabeça, sensibilidade à luz, enjoo e vômito, falta de apetite e sede. De acordo com o cardiologista Luiz Bettini, professor do curso de Medicina da Universidade Positivo, os efeitos são causados por conta da absorção do álcool no organismo.

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“Para metabolizar o álcool, diversos órgãos do corpo, principalmente o fígado e o pâncreas, precisam trabalhar mais, causando os sintomas conhecidos da ressaca”, explica o cardiologista.

Outro efeito muito conhecido após a ingestão de bebidas alcoólicas é o aumento da necessidade de urinar. Esse sintoma é explicado pelo estímulo causado pelo álcool na diurese. “Quando a pessoa ingere altas doses de álcool, a bebida aumenta a vontade de ir ao banheiro e, não ocorrendo a ingestão adequada de líquidos, isso acelera o risco de desidratação”, conta Bettini.

A glicose também deve ser um ponto de atenção ao ingerir álcool. “A metabolização do etanol sobrecarrega as células do fígado, que acabam deixando de lado a produção de glicose e aumentam o risco de hipoglicemia”, explica Bettini. De acordo com o professor, o ideal, ao ingerir álcool, é não ultrapassar mais de dois drinques por dia. “A ingestão moderada corresponde a 30 ml de álcool, sendo, em média, 720 ml de cerveja, 300 ml de vinho ou 60 ml de uísque 100% puro”, ressalta.

E como evitar ou curar todos esses sintomas? Seguem algumas dicas do cardiologista:

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Pixabay

=Beba bastante água intercalando com a ingestão de álcool e também durante a ressaca.

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Foto: Dvir;/Morguefile

=Tome suco natural de frutas: um copo de suco de laranja, por exemplo, contém frutose, açúcar que ajuda o corpo a eliminar o álcool.

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=Repouso. Descansar bastante. A maioria das ressacas some dentro de 24 horas.

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=Azeite. Nos países do Mediterrâneo, um remédio popular é tomar uma colher de azeite de oliva antes de beber, para diminuir a absorção do álcool. Mas é preciso cuidado, pois a gordura pode levar ao desenvolvimento de outras doenças.

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Foto: Tulsa Lifestyle

=Uma das práticas adotadas em prontos socorros para tratar a intoxicação por álcool é a ingestão de compostos de carvão. Comer uma fatia de torrada queimada funciona como uma versão muito mais leve desse tratamento.

O principal conselho para evitar a ressaca é “beba com moderação!”.

Fonte: Universidade Positivo

Nove promessas e um desejo para não passar 2019 no vermelho por Leide Albergoni*

Na passagem do ano, muitas pessoas costumam fazer desejos para o ano seguinte, ou promessas. Que tal usar as promessas a seguir para não passar 2019 no vermelho?

Prometo anotar tudo o que gastar
Parece uma promessa simples, mas requer muita disciplina. Um caderninho para os analógicos ou um aplicativo para os digitais. Qualquer centavo deve ser anotado, bem como a data do gasto.

Prometo cortar gastos para meu orçamento “caber” na minha renda

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Pixabay

Essa promessa complementa a primeira, pois anotar por si só não faz sentido. Com as anotações, é possível analisar gastos desnecessários ou que podem ser evitados para reduzir as despesas. A partir disso, você deve estabelecer uma meta de gastos mensais e dividir semanalmente ou diariamente, para ficar mais fácil de controlar. Determinadas semanas gasta-se mais, em outras menos, então a meta pode variar ao longo do mês.

Prometo controlar meus gastos pelo menos semanalmente
Com base nas anotações, a cada semana você deve analisar os gastos e verificar se cumpriu a meta da semana e o que mais pode ser cortado ou substituído para se manter na meta. De início, é recomendada a análise diária, mas com o tempo pode-se aumentar o intervalo de análise para semanal.

 

Prometo usar o cartão de crédito com parcimônia

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O cartão de crédito é um excelente instrumento de planejamento financeiro com baixo custo. É possível comprar itens parcelados e estabelecer limites de gastos mensais para evitar cair no cheque especial. Porém, deve ser usado como se fosse seu dinheiro daqui a 1 mês: os gastos da fatura devem caber no seu orçamento para que você possa pagá-la integralmente.

Prometo pagar a fatura integral do cartão de crédito

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Pagar o valor mínimo, jamais! As taxas de juros do cartão de crédito são as maiores do mercado. Pague o valor integral e sacrifique algo do seu gasto mensal. Esse exercício te ajudará a pensar melhor antes de passar o cartão da próxima vez.

Prometo controlar minha conta corrente pelo menos 3 vezes por semana para não cair no cheque especial
O cheque especial é a linha de crédito que tem a segunda maior taxa de juros. Então fique de olho na sua conta corrente e evite usar essa opção. Caso você não utilize cartão de crédito, prefira fazer compras em dinheiro ao cartão de débito, pois a sensação do dinheiro físico saindo de sua carteira é mais impactante do que olhar um número no aplicativo do celular ou no computador.

Prometo planejar minhas compras e não comprar coisas por impulso

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Quem nunca comprou aquela blusa na vitrine e depois se arrependeu? Não se deixe enganar pelas palavras “oferta” e “desconto”, pois você economiza mesmo é se não comprar por impulso. Planeje suas compras e o momento de realizá-las para aproveitar os “descontos”. Olhe as vitrines, anote os preços do que gostou e volte quando iniciar a temporada de descontos. Se a paixão surgir, dê a volta, sente-se em um local isolado e faça uma lista de motivos para comprar e uma para não comprar. Não vale “eu preciso”, pois se você realmente precisasse estaria em sua lista de planejamento.

Prometo reservar pelo menos 10% da minha renda mensal para poupança

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O ideal é viver na regra 80/20, isto é, viver com 80% do que ganha e poupar 20% para o futuro. Mas 10% já é um bom começo. A poupança é um planejamento e deve ser um dos “compromissos” mensais anotados em seu planejamento financeiro. Não espere sobrar, o primeiro “gasto” do mês é com seu futuro.

Prometo guardar meu 13º de 2019 para pagar à vista as contas de 2020
Sim, o planejamento de 2020 começa em 1º de janeiro de 2019! Com o orçamento equilibrado, você decide o que fazer com seu 13º salário e a melhor opção é poupar para o futuro. A segunda melhor opção é usar para pagar à vista as contas de início de ano de 2020.

Desejo curtir 2019 sem culpa

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Gastar é tão bom quanto comer, mas já imaginou gastar sem sentir a culpa de ter se excedido depois? Então curta 2019 com seu orçamento sob controle!

*Leide Albergoni é professora da Universidade Positivo (UP) e autora do livro Introdução à Economia – Aplicações no Cotidiano.

Setembro Amarelo: Positivo lança guia de combate ao suicídio

De acordo com Organização Mundial da Saúde (OMS), o suicídio causa 800 mil mortes por ano no mundo. Essa é a principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos e, para cada uma, seis pessoas próximas sofrem consequências emocionais, sociais ou econômicas.

Para alertar alunos e colaboradores sobre o assunto, a Universidade Positivo (UP) participa do “Setembro Amarelo”, uma campanha de valorização da vida. Por meio de diversas ações, como iluminação do Teatro Positivo – Grande Auditório na cor amarela em apoio à campanha, capacitação de professores, palestras, “cinedebate”, entre outras, o Serviço de Informação e Apoio ao Estudante (SIAE), em parceria com o curso de Psicologia e os centros acadêmicos da UP, alerta a comunidade acadêmica sobre o tema e sobre as formas de ajudar o próximo.

Como parte das atividades, o SIAE, com apoio dos cursos de Medicina, Enfermagem e Psicologia, desenvolveu o guia “Uma vida que vale a pena ser vivida: como fazer a diferença e ajudar pessoas”O material, que aborda estatísticas, mitos e verdades, como identificar alguém que precisa de ajuda e como ajudar, pode ser acessado clicando aqui.

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O SIAE é um setor da Universidade que conta com uma equipe multiprofissional para apoiar o estudante em todas as situações de risco. Ele pode ser contatado por meio dos seguintes canais: e-mail siae@up.edu.br; telefone (41) 3317-3442; e WhatsApp (41) 99252-4596.

Ensino Superior conquista público mais velho

Com maior poder de compra e participação no mercado de trabalho, estudantes com mais de 50 anos são aposta das universidades privadas

Em 2002, a porcentagem de brasileiros empregados com 50 anos ou mais era de cerca de 18%, e, dez anos depois, esse número passou para aproximadamente 22%. Em 2016, o IBGE registrou 26,3% dos idosos empregados. Mas falta qualificação. Apenas 11,2% dos brasileiros entre 55 e 64 anos possuem Ensino Superior, segundo dados do Ministério da Educação (MEC – EAG 2016/OCDE).

Nos Estados Unidos, esse número ultrapassa os 40%. “Isso significa que há um grande mercado a ser explorado pelas universidades brasileiras”, afirma o pró-reitor acadêmico da Universidade Positivo (UP), Carlos Longo.

Na vida adulta, a obrigação com a família é uma das razões para adiar o retorno às aulas. Perto da terceira idade, essas responsabilidades diminuem: os filhos estão criados e a disponibilidade de tempo geralmente é maior. Com mais disposição para investir e fazer planos de vida, a entrada do público idoso nas universidades começou a ser observada com mais força a partir do início da década passada. De um total de três milhões de estudantes do Ensino Superior no Brasil que ingressaram na universidade em 2001, por exemplo, cerca de 11 mil já eram de alunos com 50 anos ou mais, segundo o Censo da Educação Superior.

O acesso à internet também tem aproximado a terceira idade do Ensino Superior. Aos 69 anos e moradora do Estado do Pará, Lídia de Barros Braga conseguiu concluir o curso de Psicopedagogia da Universidade Positivo, com sede em Curitiba, graças à Educação a Distância (EAD). “Com a possibilidade de fazê-lo online, abracei ao curso com muito gosto, mesmo não tendo muita habilidade na compreensão de TI, que para mim é um desafio”, contou Lídia. “O curso ampliou minha visão de mundo”, acrescenta.

Lídia faz parte de um público da terceira idade que incorporou a internet à rotina de vida. Uma pesquisa nacional do IBGE apontou que, entre 2005 e 2011, o grupo de pessoas acima dos 50 anos foi o que mais cresceu no acesso à internet. O estudo apontou incremento de 222,3%, no período de seis anos, por parte do público acima de 50 anos. Mais de 5,6 milhões de pessoas nessa faixa etária passou a usar a web nas suas atividades cotidianas.

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“Hoje, tudo acontece online. Você se comunica, compra, vende, se informa. Então, por que estudar online não pode ser também uma opção? A educação a distância cresce cada vez mais, com resultados superiores a presencial em várias áreas de ensino”, destaca a coordenadora da Graduação em Pedagogia da UP, Josemary Morastoni. Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) apontam um aumento de 2,2% no número de matriculados no EAD, de 2015 a 2016, um total de 843.181 alunos do ensino superior a distância.

“A Educação a Distância vem na esteira do avanço da tecnologia, fazendo com que as pessoas com mais de 60 anos possam se atualizar no uso de novas ferramentas para adquirir conhecimento”, afirma a coordenadora de EAD da Universidade Positivo, Kátia Ethienne dos Santos. “Pela comodidade proporcionada ao aluno, que pode acessar todo o conteúdo do seu computador de casa, o EAD surge para essa parcela da população brasileira como uma oportunidade natural para quem quer voltar à universidade ou ter a chance de fazer um curso superior pela primeira vez”, completa.

Universidades privadas são o alvo

Os números mostram que os estudantes com mais de 50 anos encontram mais espaço nas universidades privadas. Uma das explicações para a situação é que esse público não tem disposição para se dedicar à preparação necessária a fim de enfrentar a concorrência por uma vaga nas universidades públicas. No vestibular da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em 2016, por exemplo, dos 810 inscritos com mais de 41 anos, apenas 100 conquistaram uma vaga.

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Foto: wiseGEEK

Carlos Longo justifica que é mais fácil para esse público estudar numa instituição privada até mesmo pelo fato de já estarem no mercado de trabalho e sustentarem suas próprias despesas. “Nos momentos mais turbulentos da economia, é o público da terceira idade que responde pela menor taxa de inadimplência nas universidades. É um público que tem poder de compra, independente da crise econômica ou mudanças no financiamento estudantil”, conta. O poder de compra de pessoas com mais de 60 anos de idade chega hoje a R$ 2,4 bilhões por ano, no Brasil.

Saiba mais: Os seis erros comuns de quem estuda online

Fonte: Universidade Positivo

 

 

 

 

 

 

 

Design: de artigo de luxo à necessidade, por Marcelo C. Gallina*

A garrafa de água que você bebe está mais fina, pois usa cerca de 20% menos plástico em sua composição, sem alterar a qualidade do produto entregue ao consumidor. A mudança no design da embalagem economiza matéria prima, tanto para o planeta como para a indústria. Por ser mais leve, a economia também aparece no transporte das garrafas e no esforço de reciclagem.

Da mesma forma, a indústria automobilística utiliza o design para se diferenciar no mercado. Reduzir custos, otimizar a linha de produção e garantir a segurança e conforto do passageiro dentro do veículo é função de designers de diferentes áreas que se preocupam sobre como as peças do automóvel serão armazenadas da melhor forma possível, montadas da maneira mais rápida e ofereçam o maior nível de segurança para o motorista e passageiros. Tudo isso com um visual que seja atrativo ao consumidor.

O telefone celular que está no seu bolso também é um forte representante da importância do design na vida do consumidor atual. Com peso cada vez menor e materiais mais resistentes, os smartphones atingiram um nível de tecnologia tão similar entre os concorrentes, que a saída é buscar diferentes layouts que facilitem o seu uso e se diferenciem no mercado, tudo isso, sem elevar os custos, claro.

O sistema operacional dos aparelhos é um capítulo à parte na evolução do design. Com foco no layout, na usabilidade e na experiência do usuário, os desenvolvedores do Android, iOS e Windows Phone brigam para conquistar um lugar no coração dos consumidores, assim como diversos aplicativos disponíveis nas lojas de um dos sistemas.

celular

Ter uma boa ideia ou uma boa solução não é mais o bastante. Ter uma boa interface, com um projeto que foque na experiência do usuário é fundamental. A diferença é o que pode fidelizar o cliente ou não. O design é o elemento que influência a percepção do público sobre a sua marca e sobre o serviço que sua empresa oferece. Se o produto for difícil de achar, de usar ou tiver informações incompletas, por exemplo, o consumidor irá escolher o concorrente que ofereça essas características.

O foco na experiência do usuário é o motivo do grande sucesso de sites de busca e de aplicativos de localização geográfica, por exemplo. Aplicativos como o Waze se diferenciam pela interface amigável e intuitiva, com um boa hierarquia da informação e usabilidade, pois aplicativos de localização existem vários, mas poucos conseguem se popularizar como ele.

Muito além da redução de custos e da beleza dos projetos, o design atua como protagonista em cada vez mais áreas e assume o papel de ferramenta de gestão e inteligência nas empresas. Desde a formação da empresa, sua identidade visual, até a organização de produção, tudo pede a gestão estratégica do design, que será o principal responsável pela diferenciação no mercado e competitividade.

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Assim como David Butler e Linda Tischler apresentaram na obra “Design para Crescer – Aprenda com a Coca-Coca sobre Escala e Agilidade”, design, inovação e desenvolvimento andam juntos e quem não utiliza e aplica esses conceitos está ficando para trás.

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*Marcelo C. Gallina é coordenador dos Cursos de Design – Projeto Visual / Projeto de Produto / Design de Moda e da Pós-Graduação em Branding da Universidade Positivo.

 

Câncer em animais de estimação é tema de palestra em Curitiba

A Universidade Positivo (UP) recebe nesta quinta-feira, 27 de outubro, a palestra de conscientização sobre o câncer em animais de estimação, com os médicos veterinários Thaís Andrade Costa Casagrande e Robson Pasquale, da Oncovet.

Segundo Pasquale, que atua na área de oncologia desde 2006, “o diagnóstico tardio, infelizmente, ainda é um desafio enfrentado na rotina da oncologia veterinária, especialmente pela falta de cuidado do proprietário que busca o atendimento quando a doença já está bastante avançada”. Por isso a necessidade de conscientização sobre a relevância de exames periódicos e de diagnóstico precoce da patologia, período em que normalmente não há sinais de desconforto ou dor.

O câncer pode acontecer em qualquer região do corpo do animal, da ponta do focinho à ponta da cauda. Entre as neoplasias mais comuns destacam-se os tumores de mama, os tumores de pele e o linfoma. Assim como nos humanos, a idade ou propensão genética podem ser desencadeadores de neoplasia. Mas os distúrbios também podem ser influenciados por questões hormonais, ambientais e fatores de risco como a exposição à radiação solar.

Entre os cães mais propensos ao desenvolvimento de neoplasias estão os das raças Rottweiler, Golden Retriever e Boxers. Os sintomas mais comuns são perceptíveis visualmente como o aumento de volume em regiões como a face, pele, ossos e abdômen. Em alguns casos os sintomas são inespecíficos e podem ser confundidos com outras doenças pois acarretam perda de peso e apetite, tosse e sangramentos na região nasal ou genital.

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Foto: Mika Morrow

O evento acontece a partir das 19 horas, no auditório do Bloco Azul do câmpus Ecoville. A entrada é gratuita, com vagas limitadas.

Serviço
Palestra de conscientização sobre o câncer em animais de estimação
Data: 27 de outubro, quinta-feira, às 19h
Local: Universidade Positivo – Câmpus Ecoville – Auditório Bloco Azul | Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Ecoville
Investimento: gratuito