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App de relacionamento Inner Circle oferece selo que indica se o crush está vacinado

Iniciativa quer dar mais transparência para os membros decidirem sobre encontros presenciais

A pandemia está sendo um grande desafio para os solteiros. Os encontros em bares, as baladas e as idas a restaurantes foram substituídos por encontros virtuais e trocas de mensagens. Com a chegada do frio, a solidão e a carência aumentam enquanto as temperaturas caem. É o momento perfeito para encontrar seu cobertor de orelha, aquele alguém com quem dividir momentos de carinho. Mas como fazer isso com segurança?

A vacinação está avançando no Brasil, permitindo que os mais jovens sejam vacinados. Mas, até que a população esteja totalmente protegida com as duas doses da vacina, ainda existe um risco. Portanto, para ajudar os solteiros a tomar decisões seguras sobre encontrar ou não o crush, o Inner Circle , aplicativo global de relacionamento, criou um selo para ajudar a descobrir se a pessoa em quem você está interessado já foi vacinada.

O selo já está disponível e é o primeiro do tipo em aplicativos brasileiros. A iniciativa permitirá que os membros mostrem seu estado de vacinação em quatro opções: Estou totalmente vacinado, estou aguardando minha segunda dose, pretendo receber a vacina e não vou receber a vacina.

“O selo permite que os solteiros tenham mais transparência na hora de flertar com outras pessoas e possam tomar melhores decisões na hora de decidir se encontrar presencialmente. É um assunto sobre o qual eles estão falando. De abril para maio, percebemos um aumento de 35% nas menções à palavra ‘vacina’ nas conversas, justamente quando as gerações mais jovens estão tomando suas primeiras doses da vacina”, disse o CEO e fundador da Inner Circle, David Vermeulen.

Com mais pessoas sendo vacinadas, o otimismo com os encontros presenciais aumenta. O aplicativo também descobriu que os solteiros que mencionaram ter sido vacinados em seus perfis têm 45% a mais de chances de encontrar um match do que aqueles que ainda não foram imunizados. É o poder da vacina.

Mesmo com o aumento do otimismo, é importante seguir as recomendações dos órgãos de saúde: usar máscaras, lavar as mãos com frequência, utilizar álcool em gel e manter o distanciamento social.

Sobre o Inner Circle

Inner Circle é um aplicativo de relacionamentos diferente, criado a partir da crença de que qualidade é melhor do que quantidade. 3.5 milhões de solteiros focados em suas carreiras – de todas as esferas da vida – em 57 cidades de 27 países, formam a comunidade do Inner Circle. A equipe por trás do aplicativo analisa cada perfil através de critérios de segurança, esforço e mindset para que os membros vejam apenas perfis detalhados de pessoas com quem eles realmente gostariam de sair.

Os membros são incentivados a se encontrarem por meio do aplicativo, em eventos exclusivos do Inner Circle e na vida real. A empresa de tecnologia autônoma e independente foi fundada em 2012 em Amsterdã e foi classificada na lista FT 1000 2021 como uma das empresas de crescimento mais rápido na Europa.

Lojas da Drogaria São Paulo são pontos de vacinação gratuita contra Covid-19

Rede de farmácias fecha parceria com a Prefeitura de São Paulo para ajudar a ampliar o plano de imunização

A partir desta sexta-feira, 19 de março, 14 lojas da Drogaria São Paulo começam a receber idosos entre 72 e 74 anos para a vacinação gratuita contra a Covid-19. A iniciativa é uma parceria entre a rede de farmácias, que integra o Grupo DPSP, e a Prefeitura Municipal de São Paulo, e tem por objetivo ampliar a rede de distribuição das vacinas.

A ideia é ampliar o número de lojas participantes conforme a disponibilização de novos lotes de vacinas e continuar a parceria em todas as etapas de imunização, para novas faixas etárias, de acordo com os grupos prioritários estabelecidos nos planos de imunização do governo.

O serviço será prestado de maneira gratuita e as imunizações serão aplicadas respeitando o grupo prioritário – seguindo cronograma municipal. Toda a operação foi estruturada de acordo com os protocolos de higiene recomendados pelas autoridades de saúde para garantir rapidez e segurança no momento da aplicação.

“O momento agora é de pensar no coletivo, colocando a saúde e o bem-estar das pessoas em primeiro lugar. O nosso objetivo é ampliar essa parceria e, para isso, colocamos nossas redes 100% à disposição dos governos municipais e estaduais em todo o país conforme o plano nacional de imunização avançar”, afirma Marcelo Doll, presidente do Grupo DPSP, fusão das redes Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo.

Para receber a vacina nas farmácias, inicialmente os idosos entre 72 e 74 anos, é preciso apresentar um documento original (RG ou CPF) que demonstre que você faz parte do grupo prioritário. A carteira do SUS também poderá ser utilizada.

Vacinação Gratuita contra Covid-19 | Drogaria São Paulo
Público inicial: 72 a 74 anos (respeitando cronograma da prefeitura)
Lojas participantes: consulte aqui
Horário: segunda a sexta, das 8h às 17h

Para saber mais sobre a Campanha de Vacinação contra a Covid-19 em São Paulo, acesse Vacina Sampa no portal da prefeitura ou baixe o app e-SaúdeSP.

Cuidados para se proteger de doenças nas festas de fim de ano

Covid-19, meningite, pneumonia e coqueluche são doenças contagiosas e o risco é aumentado em aglomerações

Com o final do ano, chegam as comemorações de Natal e Ano Novo, momentos em que familiares e amigos costumam se reunir para celebrar. Porém, com a pandemia do novo coronavírus tornando a crescer no Brasil desde o início de novembro, o sinal de alerta aumenta e as precauções precisam ser redobradas.

Uma das lições que o ano de 2020 deixou foi que aglomerações, mesmo que pequenas, podem ser ambientes de transmissão de Covid-19 e outras doenças com formas de contágio similares, tais como meningite, pneumonia, coqueluche e sarampo.

Pensando em como as famílias podem aproveitar as festas sem descuidar da saúde, Jessé Reis Alves, infectologista e gerente médico de vacinas da GSK, destacou seis cuidados importantes..

Prevenção por meio da vacinação

Foto: Fernando Zhiminaicela/Pixabay

Muitas doenças infectocontagiosas são preveníveis pela vacinação e o Programa Nacional de Imunizações (PNI) oferta gratuitamente, desde os recém-nascidos até a terceira idade,19 vacinas que protegem contra mais de 40 doenças. Na rede privada estão disponíveis vacinas para a imunização de todas as faixas etárias, complementando o calendário vacinal do PNI.

Porém, nos últimos anos o país vem registrando baixos índices de cobertura vacinal, o que torna a população vulnerável. Esse cenário foi agravado ainda mais pela pandemia, que também evidenciou uma nova contradição de saúde pública que compromete a qualidade de vida de todos: se por um lado a população anseia pela chegada de uma vacina contra a Covid-19; por outro, ela negligencia todas as outras imunizações que já estão disponíveis.

Dados do PNI apontam que, em 2020, até o décimo mês do ano, nenhuma das vacinas que integram o PNI ultrapassou os 71% do público-alvo imunizado.16 Esses índices estão bem abaixo da meta de 90% ou 95% de cobertura para cada uma, estabelecida pelo Ministério da Saúde.

“Vacinar é um ato de proteção para si mesmo e para quem amamos, pessoas com quem estaremos juntos nas festas de fim de ano. O coronavírus não é a única ameaça atual. Várias outras doenças infectocontagiosas também são perigosas, mas já têm prevenção por vacinas eficazes disponíveis no PNI e na rede privada. É fundamental manter a caderneta de vacinação em dia para minimizar riscos e garantir a proteção”, pontua o médico.

Acompanhar a rotina de vacinação é um cuidado não apenas para as crianças, mas para todas as faixas etárias.5 Além de saber quais vacinas tomar, é necessário se atentar para a quantidade de doses em cada fase da vida. Assim, a vacinação cumpre seu papel na saúde pública: mais do que uma proteção individual, seus efeitos são coletivos, beneficiando toda a sociedade.19 Com a chamada “imunidade de rebanho”, quando uma alta porcentagem da população está imunizada, até quem não pode receber algum tipo de vacina se beneficia da proteção.

Evitar abraçar e beijar

Nada mais típico do brasileiro do que ser afetuoso com as pessoas. Porém, é importante lembrar que, ao abraçar, beijar ou até mesmo apertar as mãos, expõe-se ao risco de entrar em contato com vírus, bactérias ou outros agentes infecciosos. “Quando beijamos ou abraçamos alguém, ficamos muito próximo de mucosas como boca e nariz, que contém secreções que podem estar infectadas. As mãos são partes do corpo que intuitivamente levamos ao rosto e têm grande potencial de também estarem contaminadas. Lembrando que nem todas as pessoas que estão doentes e transmitindo a infecção apresentam sintomas. Por isso devemos tomar cuidado em todas as situações. Precisamos ainda nos reeducar a ter um comportamento afetuoso sem contato físico”, explica Jessé.

Higienizar as mãos

Hábito que ganhou força este ano, o ato de lavar as mãos parece simples mas foi revolucionário na medicina e na saúde pública.7 Lavar as mãos é ato reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um dos principais instrumentos contra epidemias e capaz de evitar casos e óbitos de várias enfermidades. A lavagem das mãos deve ser feita com água e sabão, por cerca de trinta segundos, sempre que assoar o nariz, tossir ou espirrar, tocar o rosto, tocar outra pessoa, tocar superfícies em ambientes comunitários, depois de usar o banheiro, antes e depois de comer. Em situações em que não há como lavar as mãos, o álcool em gel é uma alternativa de desinfetante.

Etiqueta respiratória

Ao tossir ou espirrar, deve-se cobrir nariz e boca com a parte interna do cotovelo, e não com as mãos, para diminuir os riscos de contaminação. Para a higiene nasal, utilize um lenço descartável. “É importante, ainda, que quem esteja com sintomas de infecções, como febre, tosse, secreções e dores, se ausente da reunião e fique em casa para se recuperar.
Sabemos que são momentos que todos gostamos de participar, mas a saúde deve ser prioridade diante as comemorações, preservando a si mesmo e às demais pessoas”, recomenda Jessé.

Precauções alimentares

Natal e Ano-Novo são festas com fartura de comida, quesito em que o cuidado também é
essencial. Toda a ceia e utensílios devem permanecer cobertos ou tampados; ao se servir, as pessoas devem usar máscara e luvas descartáveis nas mãos; deve-se lavar as mãos antes e depois de se servir; e não gerar aglomeração no ambiente onde a comida está. Outra precaução é não compartilhar talheres e copos.

Usar máscara

Getty Images

Mesmo em reuniões mais intimistas, com número reduzido de convidados, como é o recomendado atualmente, é fundamental o uso da máscara.11 Ao retirá-la, nos momentos de refeição, o item deve ser guardado devidamente e trocado a cada duas horas.11 Cuidados complementares como o distanciamento entre as pessoas e a boa ventilação do ambiente também são indispensáveis.

Referências
Fiocruz Brasília / Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia / Ministério da Saúde / Organização Mundial da Saúde.

Fonte: GSK

Verdades e mentiras a respeito das vacinas contra a Covid-19

Profª Drª Lúcia Abel Awad, imunologista com pós-doutorado em doenças infecciosas, esclarece as dúvidas

Há muitos mitos e inverdades sobre as vacinas que estão sendo produzidas para o combate da Covid-19. Para esclarecer as dúvidas, a Profª Drª Lúcia Abel Awad, imunologista com pós-doutorado em doenças infecciosas, respondeu algumas perguntas a respeito do tema.

O Ministro da Saúde afirmou em outubro que, em janeiro de 2021, vai começar a vacinar todo mundo. Mas o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, disse que a vacina não deve ser disponibilizada para toda a população. A vacina deve ou não ser para todos? Ou só para os grupos de risco?
R. Sim, a vacina deve estar disponível para todos. Porém, estamos diante de um enorme desafio, que é o de avaliarmos as vacinas em plena pandemia. Temos que compreender o tempo da ciência, as vacinas nunca foram testadas com tanta rapidez. Antes de qualquer situação, precisamos saber se elas irão conferir proteção, ou seja, se serão capazes de induzir a produção de anticorpos neutralizantes contra o SARS- CoV-2. Para termos esta resposta, temos que aguardar os resultados dos estudos da fase III. É compreensível que a pressão seja enorme para termos uma vacina, mas ressalto a importância de termos os resultados dos estudos para, de fato, comprovarem seu efeito, segurança e toxicidade e, a partir daí, iniciarmos o processo de imunização em massa. Está previsto que as primeiras doses das vacinas sejam disponibilizadas entre dezembro deste ano e janeiro de 2021. O Ministério da Saúde assumiu inicialmente a compra de 30 milhões de doses da vacina de Oxford, enquanto aguardamos a finalização dos testes clínicos. Sendo assim, esta quantidade de doses estará disponível para 15 milhões de pessoas, visto que serão necessárias duas doses da vacina, com prioridade aos profissionais da saúde, pessoas de grupo de risco como idosos, indivíduos com diabetes, obesidade, hipertensão e outras doenças nas quais exista algum comprometimento do sistema imunológico. Uma vez comprovada a segurança e a eficácia da vacina de Oxford, estão previstas mais 70 milhões de doses. Enquanto aguardarmos as vacinas com os resultados da fase III, investimentos em fábricas, logística, distribuição, infraestrutura e qualificação de profissionais são fundamentais para o início do processo de imunização em massa.

Foto: Fernando Zhiminaicela/Pixabay

No mundo há grupos contra a vacinação, inclusive com correntes, nos Estados Unidos, se manifestando contra as vacinas. No caso da Covid-19, qual a sua opinião?
R.
Eu acredito que esses movimentos antivacinas estão perdendo força neste momento da pandemia, por se tratar de uma doença de curso rápido e alta letalidade para alguns pacientes. Uma pesquisa feita recentemente, mostrou que cerca de metade dos adultos nos EUA (51%) receberia a vacina, caso estivesse disponível, ao passo que 49% disseram que não tomariam ou provavelmente não receberiam. Comparativamente às pesquisas anteriores, o número de norte-americanos a favor da vacina vem aumentando, indicando uma maior aderência ao processo de imunização. Aqui no Brasil, graças ao acesso gratuito à uma ampla variedade de vacinas, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Programa Nacional de Imunizações (PNI), as pessoas acreditam nos benefícios das vacinas, visto que as campanhas de vacinação resultaram na erradicação de doenças importantes. O Japão está entre os países com maior desconfiança com relação às vacinas, de acordo com trabalho publicado na revista The Lancet no mês de setembro. Hoje, a maior preocupação das pessoas está no fato de que os interesses políticos e das indústrias farmacêuticas estejam à frente das etapas que devem ser cumpridas com os testes vacinas, temendo uma aprovação precoce antes mesmo da finalização dos testes clínicos. Por outro lado, os movimentos antivacinas comprometem os esforços de imunizar a população visando acabar com a pandemia. Existem grupos alegando que as vacinas com RNA mensageiro, cujo propósito é promover a produção de resposta imune contra o Sars-Cov-2, podem alterar o DNA das nossas células, mas essas informações são falsas e não têm embasamento científico.

O presidente Jair Bolsonaro afirma que a vacina não pode ser obrigatória. Na sua opinião, deve ser ou não?
R.
Na minha opinião, o presidente não foi feliz nesta fala, já que criticou a obrigatoriedade da vacinação. Vale lembrar que ele mesmo sancionou uma lei que prevê a obrigatoriedade da vacina em fevereiro deste ano, na gestão do então ministro Luiz Henrique Mandetta. Não vejo isso como uma questão de opção, uma vez que, caso alguém se negue a tomar a vacina, poderá transmitir a doença para outra pessoa. É dever do nosso presidente e das autoridades públicas conscientizarem a população e mostrarem a importância do procedimento, visando não apenas a proteção individual, mas também a coletiva.

Pixabay

Com relação aos idosos, a vacina será 100% eficaz?
R.
À medida que envelhecemos as condições de saúde associadas ao envelhecimento como aparecimento de doenças cardíacas, câncer, doenças metabólicas e autoimunes, podem surgir com maior frequência. A senescência do sistema imunológico trabalha em condição menos efetiva e mais inflamatória em idosos, o que poderia prejudicar a resposta às vacinas contra a Covid-19. Entretanto, se os outros grupos de pessoas mais jovens tomarem a vacina, estarão protegidas e protegerão os mais idosos. Os testes em andamento com a vacina de Oxford ampliaram a idade para maiores de 65 anos, com o objetivo de avaliar se a vacina será efetiva. As outras vacinas também contemplam a inclusão de grupos de pessoas idosas; a ideia é que proteja também essas pessoas, assim como outras vacinas hoje disponíveis.

Há alguma contraindicação com relação à vacina? Ou todos podem tomar?
R.
As vacinas são contraindicadas para pessoas com imunodeficiências que façam uso de corticoides, a pacientes imunossuprimidos, como, por exemplo, transplantados, ou que tenham doenças autoimunes. Imunidade pré-existente em resposta a algum componente vacinal pode interferir na eficácia das vacinas.

Há algum efeito colateral? As vacinas contra influenza apresentam alguns. A vacina da Covid pode apresentar efeitos adversos mais severos?
R.
As reações adversas mais comuns até agora evidenciadas nos testes vacinais foram dor e inflamação no local da aplicação da injeção. Os efeitos menos comuns e de curta duração: febre, fadiga, dor de cabeça e dor muscular. A maioria dos eventos adversos relatados foram de gravidade leve ou moderada. Processos alérgicos decorrentes de algum componente vacinal podem ocorrer, mas são raros. Outro risco que merece atenção, e foi observado recentemente em um voluntário com a vacina de Oxford, foi o desenvolvimento de uma resposta autoimune. Estes casos devem ser avaliados com muita atenção. Mas, um dos principais temores dos cientistas está na possibilidade da vacina provocar uma doença mais aguda para quem tomá-la, caso seja infectado pelo SARS-Cov-2. Esse receio tem origem em estudos feitos com outros tipos de coronavírus, que mostraram que animais imunizados com vacinas contra outros tipos de coronavírus, nos testes pré-clínicos, tiveram uma doença pior em relação àqueles que não foram vacinados. Isso é um fenômeno que acontece quando não detectamos uma resposta imune com produção de anticorpos neutralizante do vírus. Todos os testes pré-clínicos realizados com as vacinas contra a Covid-19 em andamento, mostraram que essas vacinas promoveram a produção de anticorpos protetores.

Pete Linforth/Pixabay

Após tomar a vacina, quanto tempo a pessoa fica imunizada?
R.
Estudos realizados pela Instituto de Biotecnologia de Pequim, em parceria com a empresa Cansino, e publicados na revista The Lancet, demonstraram que, utilizando um vetor viral, ou seja, um vírus do resfriado humano vivo, porém enfraquecido pelo adenovírus 5, a vacina é tolerável e imunogênica, com resposta de anticorpos após 28 dias da vacinação, com resposta de células T evidenciadas, 14 dias após a vacinação. Entretanto, alguns pacientes apresentaram uma resposta imune a parte do adenovírus (AD5) da vacina e não contra a SARS-Cov-2, ou seja, contra a proteína da espícula. Por conta disso, vacinas com este vetor AD5 foram descontinuadas. A vacina de Oxford, por sua vez, que utiliza o adenovírus de macaco expressando a proteína da SARS-Cov-2 (proteína da espícula), os resultados mostram uma forte resposta de anticorpos neutralizantes após 28 dias da imunização, com resposta imune de linfócitos T específicas no 7o dia, com pico no14 o dia, e mantidas até o 56 o dia, de acordo com os resultados publicados na revista Lancet. A vacina se mostrou imunogênica e bem tolerada; estudos com pacientes idosos e crianças com maior número de voluntários expostos ao vírus estão sendo analisados neste momento. O uso de vacina com adenovírus de chipanzés garante não existir uma imunidade pré-existente em voluntários, o que torna a vacina de Oxford muito promissora.

A vacina terá que sofrer alterações por causa das mutações do vírus?
R.
Um estudo recente publicado na revista PNAS, mostrou que o vírus da Covic-19 sofreu mutações mínimas desde dezembro de 2019, o que nos mostra que não teremos problemas na elaboração de vacinas contra a Covid-19. A presença de mutações em vírus é um fator limitante no desenvolvimento de vacinas como no caso do HIV, influenza e dengue

Há algumas vacinas que estão sendo produzidas. Oxford, Butantan, americana… Há alguma melhor, mais eficaz? Ou as informações são ainda muito prematuras?
R.
O Brasil tem quatro vacinas contra a Covid-19 em fase III de testes clínicos em andamento. A vacina desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca e a Universidade de Oxford do Reino Unido, a vacina das farmacêuticas Pfizer (EUA) e Biontech (Alemanha), e a vacina Coronavac da empresa Chinesa Sinovac e a da empresa Johnson & Johnson. A vacina de Oxford e a Coronavac estão em fase mais adiantada, a fase III dos testes clínicos, e são as vacinas candidatas para registro. Os resultados da vacina de Oxford apresentaram resultados muito promissores e foram publicados recentemente. Na minha opinião é a mais promissora.

A Covid-19 ‘do futuro’ deverá ser sazonal como outros vírus respiratórios. Artigo recente publicado no periódico Frontiers in Public Health, indica que, após a imunidade coletiva ser atingida, a Sars-CoV-2 poderá ser mais problemática em determinadas épocas do ano.
R.
Ao que tudo indica esse novo coronavírus também se tornará uma doença respiratória sazonal, como outros tipos de coronavírus, possivelmente trazendo mais problemas no inverno. A Covid-19 veio para ficar e continuará a causar surtos ao longo do tempo até que a imunidade coletiva seja atingida. As pessoas precisarão aprender a viver com a doença e a continuar praticando as medidas de prevenção, principalmente o uso de máscaras, evitar aglomerações, manter o distanciamento social e a higiene das mãos. Apesar de sabermos muita coisa sobre esse novo coronavírus, ainda estamos aprendendo sobre a doença.

Foto: Fernando Zhiminaicela/Pixabay

No caso da vacina, o objetivo inicial é proteger contra a doença, mas também protegerá contra a infecção?
R.
Por isso há a importância de se testar a vacina em um grande número de pessoas; não sabemos se isso vai gerar uma resposta imunológica boa o suficiente para proteger contra a Covid-19. Espera-se que a vacina seja capaz de induzir a produção de anticorpos neutralizantes impedindo a entrada do vírus nas células e, consequentemente, a disseminação da doença. A outra possibilidade é que o vírus consiga infectar a pessoa, mas graças à vacina, provoque uma manifestação menos grave da doença. O vírus continuará a circular na população porque não está sendo impedido de infectar, mas sua capacidade de causar os sintomas e as consequências mais graves da infecção será reduzida. O ideal é que a vacina proteja as pessoas do grupo de risco.

Fonte: Lúcia Abel Awad é imunologista, professora e doutora em doenças infecciosas

Combate à meningite: vacinação é maneira mais efetiva de prevenir doença

Manter a carteirinha de vacinação em dia mesmo durante a pandemia é uma atitude recomendada para evitar a volta de surtos de doenças imunopreviníveis

Ainda que um dos temas mais comentados atualmente seja a busca por uma vacina contra o novo coronavírus, a imunização de doenças preveníveis têm historicamente diminuído no Brasil. De acordo com um levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS), realizado em parceria com a Unicef,14 milhões de crianças não foram vacinadas em 2019, sendo que dois terços delas estão concentradas em países de média e baixa renda, entre eles, o Brasil. Outra constatação feita sobre a cobertura vacinal é a diminuição da adesão às doses de reforço, importantes para manter o nível de imunidade alto.

“Historicamente, a cobertura vacinal em adolescentes é muito baixa. É uma faixa etária diferente do bebê, que tem o calendário de imunizações discutido durante as consultas com o pediatra. Além disso, geralmente as gerações mais jovens não tiveram pessoas próximas com doenças como paralisia infantil, meningite, tétano e difteria e, por isso, tendem a acreditar que a vacinação não é necessária”, explica o pediatra e presidente do Departamento de Imunizações da Sociedade de Pediatria de São Paulo, Marco Aurélio Sáfadi.

Mas, estar em dia com o calendário vacinal e ficar atento às doses de reforço é um passo importante para a manutenção da saúde. Essa é a mensagem trazida pelo atleta de voleibol sentado da Seleção Brasileira e do Sesi-SP, Daniel Yoshizawa. Ele sentiu a sua vida mudar por conta da meningite meningocócica. Aos 21 anos de idade, Daniel acordou com uma forte dor de cabeça e entrou em coma em questão de poucas horas. No hospital, foi diagnosticado com a doença e, após 14 dias em estado de coma, acordou e foi informado que teria que amputar as duas pernas e parte de cinco dedos, sendo quatro da mão direita e um da mão esquerda.

“Independentemente das dificuldades, é possível reverter situações adversas com muito foco e dedicação. Mas isso não invalida o fato de eu ter tido a vida completamente transformada e impactada pela meningite. Por isso, levo comigo a importante mensagem de manter a vacinação em dia”, alertou o atleta.

Atenção à doença

Causada por vírus, bactérias, fungos ou outros agentes infecciosos, a meningite é considerada uma das mais temidas doenças imunopreveníveis. A doença pode ser causada por diversos agentes, sendo que os mais comuns são os vírus e, os mais severos, as bactérias. Entre as principais bactérias que causam a enfermidade está a Neisseria meningitidis, também chamada de meningococo.

A meningite meningocócica é uma doença grave que, mesmo com tratamento adequado, leva à morte entre 8% e 15% dos pacientes entre 24 e 48 horas após os primeiros sintomas, além de deixar sequelas irreversíveis entre 10% a 20% dos pacientes que sobrevivem5, como surdez, cegueira, amputação de membros e alterações neurológicas.

A meningite tem um alto poder de contágio, visto que algumas pessoas podem ser portadoras assintomáticas da bactéria e transmitirem a doença sem estarem doentes. Por isso, a melhor forma de prevenção é a vacinação, que protege não apenas o imunizado, mas quem está ao seu redor.

“É possível hospedar a bactéria sem adoecer e, ainda assim, transmitir a doença. Essas pessoas são chamadas de “portadoras”. Adolescentes e adultos jovens estão entre os principais portadores do meningococo, sendo que os adolescentes são os que mais transmitem a doença”, explica a diretora médica da Sanofi Pasteur, Sheila Homsani. Por esse motivo, a vacinação dos adolescentes é um dos grandes aliados no combate à meningite meningocócica.

Devido ao alto grau de letalidade da doença, ao perceber os primeiros sintomas que podem dar indícios de meningite, como início súbito de febre, dor de cabeça e rigidez do pescoço, a orientação é procurar imediatamente o atendimento médico.

O Brasil possui um dos maiores programas públicos de imunização do mundo e, no Calendário Nacional de Imunização, está disponível a vacina contra a meningite meningocócica causada pelo sorogrupo C da bactéria Neisseria meningiditis, com doses aos 3 e 5 meses, com reforço aos 12 meses, e entre 11 e 12 anos de idade.

Em 2017, especificamente para esta vacina, as taxas de imunização também caíram, respectivamente, de 87,04%, para 82,13%, até que em adolescentes atingiram 51%. Em 2020 o sistema público de saúde começou a oferecer a vacina conjugada quadrivalente para adolescentes entre 11 e 12 anos. O imunizante tem uma proteção ampliada, abrangendo os sorogrupos A, C, W e Y da bactéria Neisseria meningiditis.

Fonte: Sanofi

Shopping Praça da Moça recebe posto de vacinação da febre amarela

Neste sábado, 23, a cidade de Diadema estará mobilizada para a imunização contra a febre amarela e os clientes do Shopping Praça da Moça podem aproveitar o passeio para tomar a vacina.

O empreendimento terá um posto de vacinação com uma equipe especializada, técnicos de enfermagem e agentes de saúde da Prefeitura. A imunização estará aberta para o público a partir dos 9 anos de idade das 10h às 17h do sábado. É importante levar a carteirinha de vacinação e o cartão do SUS (é possível fazer na hora também) e é obrigatório apresentar o RG ou documento com foto.

“Apoiar iniciativas de saúde e bem-estar da população está sempre nos objetivos do shopping. Afinal somos o ponto de encontro de muitas famílias da cidade. Trazer para dentro do empreendimento uma campanha tão séria, em parceria com a prefeitura, fortalece nosso compromisso com a sociedade”, comenta Daniel Lima, gerente de marketing do Shopping Praça da Moça.

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Vacinação contra a Febre Amarela
Sábado, 23/02, das 10h às 17h
Shopping Praça da Moça Loja 262 – Piso Araucária (em frente a Livraria Curitiba)
Rua Manoel da Nóbrega, 712 – Centro, Diadema

Shopping Frei Caneca faz campanha contra Febre Amarela nesta quinta-feira

O Shopping Frei Caneca abre as portas para Campanha de Vacinação contra Febre Amarela no próximo dia 15. A expectativa é a de imunizar mais de 500 pessoas neste dia de campanha.

A vacinação no Shopping Frei Caneca ocorre das 10 às 16 horas no posto volante montado no piso TS. Para se vacinar, os interessados precisam ser maiores de 15 anos e apresentar documento de identificação no local.

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Campanha de Vacinação Febre Amarela – Shopping Frei Caneca
Gratuita
Idade: 15 ou mais
Data: 31 de janeiro e 15 de fevereiro
Horário: Das 10h às 16h
Local: Posto Volante – Piso TS
Endereço: Rua Frei Caneca, 569 – Cerqueira César
Mais Informações: (11) 3472-2075 

 

Campanha de vacinação contra raiva começa segunda-feira (20) em São Paulo

Obrigatória para cães e gatos, vacinação é a forma mais eficaz de prevenir a doença; serão mais de 1.900 postos na cidade

A Campanha de Vacinação contra a Raiva para Cães e Gatos no município de São Paulo terá início na próxima segunda-feira (20) e se estenderá até o dia 2 de setembro. Serão mais de 1.900 postos de atendimento distribuídos pela cidade – entre fixos e volantes –, que funcionarão entre 10 e 16 horas, para vacinar os animais de estimação da população. Vale reforçar que a imunização anual é a mais eficaz e importante medida de prevenção e controle da doença.

O serviço, ofertado pela Divisão de Vigilância de Zoonoses (DVZ), da Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa), órgão da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de São Paulo, é gratuito e obrigatório para cães e gatos, conforme a lei municipal 13.131/01. O proprietário do animal deve se atentar quanto ao transporte correto: no caso, cães na coleira e guia e gatos em caixas de transporte apropriadas (ou similar), para evitar fugas e/ou acidentes.

Todos os animais com mais de três meses devem ser vacinados, exceto os doentes (diarreia, secreção ocular ou nasal, falta de apetite, convalescentes de cirurgias ou outras enfermidades). Para cadelas prenhes, apesar de não haver contraindicação, a orientação é de que o tutor busque pela vacina fora da campanha, devido ao risco no transporte e no manejo. Bichos no cio também podem causar transtornos nos postos volantes; por isso, é indicado que se procure por um dos postos fixos de vacinação.

Sobre a doença

A raiva é uma doença transmissível, caracterizada pelo contágio direto; ou seja, pela mordida, arranhões ou lambedura de cães, gatos ou outros mamíferos, como, por exemplo, morcegos infectados.

O proprietário deverá identificar, no comprovante de vacinação, os dados do animal, como o nome e nº do Registro Geral Animal (RGA). É importante destacar que somente adultos com condições de conter os animais devem conduzi-los ao local de vacinação, para evitar possíveis transtornos.

A relação completa de postos, com local e data da vacinação, pode ser obtida clicando aqui ou pelo telefone 156.

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Campanha de Vacinação contra a Raiva para Cães e Gatos
Data: de 20 de agosto a 2 de setembro de 2018
Horário de funcionamento dos postos: das 10h às 16h
Informações: Prefeitura/Covisa ou pelo telefone 156

Vacina de gotinha ou injetável protege os pets contra a gripe

Assim como a campanha de vacinação contra gripe para as pessoas, a imunização de cães e gatos é fundamental para a prevenção da doença. Os cães podem contrair a traqueobronquite infecciosa canina e os gatos, a rinotraqueite. Ambas, se não tratadas no começo, podem levar a complicações respiratórias mais graves. Por isso, a prevenção é a melhor proteção.

“Para os cães, há duas formas de vacina: a intranasal, que pinga uma gotinha no nariz do pet; e a injetável, aplicada embaixo da pele. Ambas têm a mesma eficácia e devem ser aplicadas todos anos”, afirma o veterinário Felipe Chaguri, da Petz. Nos gatos, a proteção é feita com a vacina v4 anualmente, que previne também contra panleucopenia, calicivirose e clamidiose.

Indicações

Para os filhotes, a vacina de gripe deve ser aplicada junto com a segunda dose da vacina múltipla, com aproximadamente 80 dias de vida, e é feita duas vezes, com intervalo de 21 a 30 dias. Após a segunda dose, só é necessário o reforço anual.

Para os gatos, a imunização contra é feita junto com a vacina múltipla felina, com três doses em filhotes a partir dos 45 dias de vida e com reforço anual. Em pets idosos, que estejam bem de saúde, basta somente o reforço anual.

O veterinário explica que o efeito se dá de 7 a 15 dias após a aplicação, quando o sistema imune se adapta e protege o animal por um ano, até o próximo reforço. A única contraindicação é para pacientes debilitados, imunossuprimidos ou com doença crônica.

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Foto: Doglistener

Transmissão

A gripe canina, também chamada de tosse dos canis ou traqueobronquite infecciosa canina, é transmitida por meio de vírus pelo ar, secreções respiratórias, contato direito com o cão infectado e objetos contaminados. Não transmite para o ser humano e para outras espécies. Ela pode ser causada pelo vírus da Para influenza, pela bactéria Bordetella bronchiseptica ou ainda pela combinação dos dois tipos de agentes. Os sinais são tosse persistente, espirros, secreção nasal e ocular, febre, prostração e falta de apetite. A rinotraqueíte felina é transmitida entre os próprios.

Os dois casos são tratados com antibióticos e tratamento da imunidade, além de serem realizados exames como hemograma e raio X de tórax, pois os problemas podem evoluir para uma doença mais grave, como pneumonia, se não forem tratados adequadamente.

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Foto: Cityofchicago

Como evitar

Além da vacinação em dia e das visitas periódicas ao veterinário, é importante também ter alguns cuidados para manter a imunidade do pet em alta. ”No outono e inverno, vale colocar umidificadores pela casa por causa do ar seco; evitar passeios em dias muito frios ou logo após o banho; colocar mais potes de água pelos ambientes para aumentar a oferta de hidratação; dar alimentos úmidos como sachês específicos e cobertores para o pet ficar sempre aquecido”, explica o veterinário.

Fonte: Petz

Hoje é o ‘Dia D’ para atualizar carteira de vacinação de crianças e adolescentes

Postos fixos ficarão abertos das 8 às 17 horas; Campanha de Multivacinação de SP disponibiliza vacinas contra 18 tipos de doenças

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo realiza neste sábado, 16 de setembro, o ‘Dia D’ da Campanha Estadual de Multivacinação de crianças e adolescentes até 15 anos.

Estarão disponíveis doses contra 18 tipos de doença, entre as quais tuberculose, rotavírus, paralisia infantil, febre amarela, sarampo e HPV. O objetivo é colocar em dia a caderneta de vacinação de cerca de 9,8 milhões de paulistas que compõem o público-alvo (dados regionais abaixo).

A campanha continuará até 22 de setembro e os profissionais dos postos de vacinação atuarão para conferir e atualizar as cadernetas dos menores de 15 anos e aplicar as doses em atraso de acordo com cada faixa etária, caso seja necessário.

Neste sábado, das 8 às 17 horas, 314,7 mil profissionais estarão distribuídos em 5,1 mil postos fixos e volantes em todo o Estado de São Paulo. Também serão mobilizados, em parceria com as prefeituras do Estado, 1.749 carros, 17 ônibus, três barcos, um trem e outros 13 tipos de veículos.

“O ‘Dia D’ é mais uma oportunidade para que os pais ou responsáveis se programem para levar as crianças e adolescentes aos postos de vacinação. Aproveitamos essa data para reforçar a importância da imunização para proteger esse público contra as doenças e complicações”, afirma a diretora de Imunização da Secretaria, Helena Sato.

Em situações de perda da caderneta de vacinação, a recomendação é de que os pais ou responsáveis compareçam ao mesmo posto de saúde onde vacinaram as crianças anteriormente, para que seja possível consultar quais doses já foram aplicadas na ficha de registro arquivada na unidade.

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Foto: Portal Brasil

Público-alvo da Campanha Estadual de Multivacinação:

REGIÃO PÚBLICO ESTIMADO
CAPITAL e GRANDE SP 4.789.703
ARAÇATUBA 153.129
ARARAQUARA 203.977
BARRETOS 91.092
BAURU   377.522
CAMPINAS 928.149
FRANCA 157.765
MARÍLIA 235.717
PIRACICABA 324.408
PRES PRUDENTE 161.614
REGISTRO 77.939
RIBEIRÃO PRETO      306.128
BAIXADA SANTISTA 405.176
SÃO JOÃO DA BOA VISTA 171.000
SÃO JOSÉ DO RIO PRETO 303.069
SOROCABA 567.324
VALE DO PARAÍBA 554.854
TOTAL 9.808.566

Fonte: Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo