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Solon V: tecnologia para tratar todo tipo de vasinhos, varizes e manchas

Com o laser MultiStation (ND: Yag 1064nm), Vektra QS (Q-Switched 532 e 1064nm) e a Luz Intensa Pulsada Expert Light, Solon V reúne vários métodos que, juntos, possibilitam um resultado melhor e com menos efeito colateral

Acaba de chegar ao mercado a plataforma Solon V, equipamento que faz o tratamento de vasos sanguíneos e de hiperpigmentações pós-procedimento e dispõe de três tecnologias exclusivas: laser MultiStation (ND:Yag 1064nm), Vektra QS (Q-Switched 532 e 1064nm) e Expert Light (Luz Intensa Pulsada).

“Os vasos sanguíneos são multiformes: grandes, pequenos, tortuosos, profundos, superficiais, vermelhos, arroxeados e azulados. Cada tipo de vaso responde melhor a um tipo de tratamento. A plataforma reúne as tecnologias para tratar todos os tipos de vasos, desde os pequenos até os mais calibrosos. Para conseguir tratar o vaso sob medida, as três tecnologias ainda podem ser associadas a técnicas de espuma e aplicação líquida chegando em uma fórmula ideal para tratar o vaso especificamente de acordo com sua característica”, afirma o cirurgião vascular Marcelo Zanoni.

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Foto: Winzy Lee/Shuttestock

De acordo com o médico, o grande benefício dessas tecnologias em uma mesma plataforma é reunir vários métodos que, juntos, possam chegar em um resultado muito melhor que antigamente e com menos efeitos colaterais. “De uma forma geral, as tecnologias para tratamento vascular do equipamento provocam uma lesão térmica somente na parede de dentro da veia, que é absorvida pelo organismo, pois não passa mais sangue por ela”, explica Zanoni.

As três ponteiras têm características muito diferentes, segundo o médico. “A ponteira 1064 MultiStation faz os vasos mais calibrosos, profundos e arroxeados. Na mesma ponteira, nós temos spot sizes diferentes que vão tratar vasos mais finos e de uma coloração mais avermelhada”, afirma o cirurgião vascular.

A ponteira de luz pulsada, que é a MultiWave, é indicada para tratar vasos muito finos e superficiais. “A luz pulsada vai possibilitar o tratamento de vasinhos pequenos, aqueles que quase aparentam ser pequenas manchas avermelhadas na pele, mas que no fundo são microvasos”, diz o médico. A associação da Expert Light mais o MultiStation consegue tratar uma mescla de vasos grossos e finos em uma mesma região.

Além disso, o Vektra QS é indicado para o tratamento de manchas da pele, dermatite ocre e pigmentos de melanose, que pode ser associado ao tratamento dos vasos, clareando manchas no mesmo procedimento.

“O Vektra QS também vai nos ajudar no tratamento da dermatite ocre, que é aquela inflamação que a pele tem por insuficiência das veias. Essas pigmentações vão ser tratadas por ele principalmente em pacientes de fototipo elevado e manchas devido ao sangue acumulado nas porções mais profundas da pele, enquanto que a luz pulsada também vai ajudar no tratamento dessas manchas, mas nas hiperpigmentações mais superficiais de pele e nos fototipos mais claros, como 1, 2 e 3”, diz.

Como a doença venosa e os vasos sanguíneos são muito diferentes entre uma pessoa e outra, o tratamento em si, o número de sessões, vai depender da quantidade, da profundidade, do tipo de veia que a pessoa tem e dos métodos associados para fazer esse tratamento.

“Mas, de uma forma geral, o tratamento da paciente que vem tratar os vasos finos de pele, as telangiectasias, conseguimos com uma média de duas a três sessões resultados muito bons, sendo que na primeira sessão a pessoa já vai ver uma diferença. Então a média de sessões varia entre três e quatro sessões e conseguimos resultados muito bons. Elas são feitas com intervalo de 30 dias”, afirma o médico.

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A sessão dura, em média, de 30 a 45 minutos. E é possível associar a outros métodos, como espuma e aplicação líquida. “A combinação de métodos é a forma mais atual e que apresenta os melhores resultados”, finaliza Zanoni.

Fontes:

LMG – Laser Medical Group: é uma empresa experiente e transparente que atua e conhece o mercado nacional e tem, como objetivo, trazer soluções inovadoras à classe médica. Este segmento foi escolhido porque o sucesso no resultado dos tratamentos com os pacientes é o reflexo dos anos de estudo, comprometimento e respeito pela saúde. Portanto, trata-se de uma empresa realmente comprometida com esta classe, que trabalha constantemente para aumentar o escopo de tratamentos já realizados e melhorar a desempenho dos já existentes.

Marcelo Zanoni: cirurgião vascular

Procedimentos para definir músculos, elevar glúteos e tratar gordura, varizes e estrias

Saiba o que há de mais novo para tratar alterações estéticas como gordura localizada, celulite, estrias e varizes

Definir os músculos, perder medidas e elevar os glúteos, tudo isso sempre pareceu uma tarefa árdua, mesmo para quem é acostumado a passar horas na academia. Mas agora, novas tecnologias prometem dar um empurrãozinho para que você tenha o corpo dos sonhos. Confira:

Trate gordura localizada, celulite e flacidez 

Celulite

Total Sculptor é o único equipamento do mundo a associar criolipólise, ultrassom macrofocado, corrente de estímulo muscular, radiofrequência multipolar e criofrequência para tratar de forma efetiva a gordura localizada, promover remodelação corporal e definir o músculo, além de atuar na firmeza da pele e contra a celulite. “O protocolo começa com o congelamento das células (criolipólise) de gordura com consequente morte celular. Mas na mesma sessão, logo após a criolipólise, algumas células de gordura ainda são destruídas por um potente ultrassom macrofocado, que potencializa muito a perda de gordura localizada”, afirma o dermatologista Abdo Salomão Jr, membro da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia). Enquanto isso, a corrente de estímulo muscular age, em uma tecnologia que faz a paciente ‘malhar’ de forma passiva. “Enquanto a paciente está parada, o equipamento começa a contrair e soltar o músculo várias vezes até fazer a definição da área muscular”. O médico enumera as vantagens: “Essa criolipólise é mais potente, já que tem vácuo mais intenso e área de congelamento maior; o ultrassom não dói porque vem logo depois da criolipólise e a gordura e os nervos estão congelados; não há cuidados especiais pós-tratamento e nem downtime, ou seja, após o procedimento, o paciente pode voltar normalmente para suas atividades normais; uma sessão é necessária para atingir os resultados”, completa.

Defina a musculatura e reduza medidas 

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A tecnologia do EmSculpt é a única que ajuda a construir músculos e queimar gordura. “A tecnologia não invasiva Hifem (High-Intensity Focused Electromagnetic) induz contrações musculares supramáximas não alcançáveis por meio de contrações voluntárias. Quando exposto a essas contrações, o tecido muscular é forçado a se adaptar a essa condição extrema. Ele responde com uma profunda remodelação do interior da estrutura que resulta em construção muscular e queima de gordura”, afirma a dermatologista Claudia Marçal, membro da SBD. Uma das novidades é que, além da definição muscular, o tratamento também é indicado para lifting não invasivo dos glúteos. São necessárias de quatro a seis sessões.

Apague estrias 

estrias

Eletroderme é uma radiofrequência microagulhada com excelentes resultados para estrias. No método, as agulhas ultrapassam a epiderme, emitindo ondas eletromagnéticas apenas nas camadas mais profundas da pele, preservando a superfície. Isso faz com que a temperatura da derme chegue até a 70ºC, estimulando a produção de colágeno e refazendo as fibras rompidas, explica Salomão. “A ação do Eletroderme provoca o estímulo da regeneração celular por meio do processo de cicatrização, a proliferação de células-tronco e estímulo da síntese de elastina, da neocolagênese (produção de colágeno) e angiogênese (proliferação de vasos sanquíneos)”, completa. São necessárias, em média, quatro sessões com intervalos mensais.

Eleve o glúteo

corpo mulher

O glúteo recebeu destaque no último congresso da academia americana de dermatologia e o mundo deseja copiar o padrão brasileiro. “Agora, resultados discretos de melhora do formato e elevação do glúteo são conseguidos com os bioestimuladores do colágeno, aplicados no ápice e lateral do bumbum. Para um efeito mais marcante, maior quantidade do produto é necessária e não há riscos nessa aplicação, já que o produto não reage com o nosso organismo”, afirma a dermatologista Kédima Nassif, também membro da SBD.

Trate as varizes 

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Foto: Winzy Lee/Shuttestock

O procedimento Clacs utiliza laser não-invasivo e injeções de glicose, para aumentar eficácia do tratamento contra as varizes e reduzir os efeitos colaterais. “Com o método combinado, o laser pode ser aplicado com energia mais baixa (o que diminui a dor no tratamento) emitindo pulsos de luz que penetram no corpo do paciente e são absorvidos pelo sangue – agindo nas varizes sem causar dano à pele”, explica Aline Lamaita, cirurgiã vascular e membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. Logo em seguida, a glicose é aplicada nos mesmos locais onde foi realizado o laser, potencializando seu efeito e secando as varizes. Sendo assim, o método inovador reduz a quantidade de sessões. “Outros tratamentos também podem ser indicados, dependendo do grau das varizes”, acrescenta. “Em apenas três sessões, é possível notar uma melhora significativa, de 70%”, comenta a médica.

Fontes:
Abdo Salomão Jr: doutorando em Dermatologia pela USP (Universidade de São Paulo). É sócio Efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Membro da Sociedade Brasileira de laser em Medicina e Cirurgia e da American Academy of Dermatology. Diretor da Clínica Dermatológica Abdo Salomão Junior.
Aline Lamaita: cirurgiã vascular e angiologista, é membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia, do American College of Phlebology, e do American College of Lifestyle Medicine. Formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, a médica participa, na Universidade de Harvard, de cursos de pós-graduação que ensinam ferramentas para estimular mudanças no estilo de vida nos pacientes em prol da melhora da longevidade e qualidade de vida. A médica possui título de especialista em Cirurgia Vascular pela Associação Médica Brasileira / Conselho Federal de Medicina.
Claudia Marçal: médica dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), da American Academy Of Dermatology (AAD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD). É speaker Internacional da Lumenis, maior fabricante de equipamentos médicos a laser do mundo; e palestrante da Dermatologic Aesthetic Surgery International League (DASIL). Possui especialização pela AMB e Continuing Medical Education na Harvard Medical School. É proprietária do Espaço Cariz, em Campinas – SP.
Kédima Nassif: dermatologista e tricologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica e da Associação Brasileira de Restauração Capilar. Graduada em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais, possui Residência Médica em Dermatologia também pela UFMG; realizou complementação em Tricologia no Hospital do Servidor Público Municipal, transplante capilar pela FMABC e em Cosmiatria e Laser pela FMABC. Além disso, atuou como voluntária no ensino de Tricologia no Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo.

Inverno é a melhor estação para cuidar das varizes

As varizes causam incômodo e, muitas vezes, são motivo de vergonha entre as mulheres. Mais do que uma questão de estética, cuidar das veias também é saúde afinal, quando alteradas, podem causar dor, desconforto e risco de desenvolver doenças circulatórias. O inverno é a estação perfeita para tratar das varizes. Isso porque, a temperatura mais amena possibilita o tratamento com mais conforto, principalmente, nos pós-cirúrgicos.

Ao contrário do verão, é mais confortável manter a boa aparência durante o tratamento nos dias frios pois, o uso de calças para não deixar os hematomas à mostra auxilia na parte estética. “Além disso, é imprescindível o uso de meias compressivas durante o pós-operatório e evitar a exposição ao sol que pode causar manchas na pele”, ressalta o médico especialista Robert Guimarães.

Mas o que são as varizes? São anormalidades nas veias, geralmente nas pernas, que causam refluxo do sangue (ao invés de seguir o caminho normal, ele retorna dilatando a veia). Cerca de 80% da população pode apresentar a forma mais leve da doença, sendo que, na maioria das vezes, não causa sintomas. O incômodo ocorre mais devido os chamados vasinhos ou as veias superficiais esverdeadas ou azuladas que ficam mais aparentes.

Alguns dos fatores que podem colaborar com o aparecimento são obesidade, história familiar, idade e ser do sexo feminino. O tratamento consiste desde medicações que ajudam no alívio dos sintomas associado a meias elásticas até procedimentos cirúrgicos.

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Foto: Winzy Lee/Shutterstock

Dentre os procedimentos utilizados para o tratamento das varizes estão a escleroterapia, realizado não só em vasinhos superficiais (telangectasias) mas até na veia safena, com o uso de substâncias na forma líquida ou na forma de espuma que irritam a veia fazendo com que ela “seque”; a cirurgia de termoablação que emprega fibras de laser ou radiofrequência para tratar a veia por dentro; e a cirurgia convencional, com cortes mínimos para a retirada das veias doentes.

Nos tratamentos venosos, é necessário que evitem exposição ao sol por, pelo menos, 30 dias podendo-se estender esse período se ainda houver hematomas (manchas roxas). Por todas estas razões, este é o período propício para um procedimento. Porém, consulte sempre um cirurgião vascular, especialista em tratamentos de varizes.

Fonte: Robert Guimarães é Cirurgião Vascular e Endovascular formado pelo Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, com ampla experiência em procedimentos de alta complexidade e fleboestética. Atualmente atua em alguns dos principais hospitais de São Paulo (Beneficência Portuguesa de São Paulo, Hospital Santa Catarina, Hospital Alemão Osvaldo Cruz, Hospital São Luiz Itaim, Hospital São Luiz Jabaquara, Hospital Bom Clima Guarulhos).

Atendimento vascular gratuito domingo no Parque Villa-Lobos em São Paulo

São Paulo será a terceira cidade a receber o Circulando Saúde, que oferece atendimento vascular gratuito à população com médicos da especialidade. Domingo, 16 de setembro, o Parque Villa-Lobos (SP) sediará, das 9 às 14 horas, o projeto promovido pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), que este ano já passou por São Luís (MA) e Recife (PE).

A ação tem como objetivo oferecer informações a respeito das principais doenças vasculares, formas de prevenção e tratamento. Esta edição, na capital paulista, será junto ao 12º Dia Vascular de São Paulo, organizado pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular – Regional São Paulo (SBACV-SP).

O atendimento, feito por cirurgiões vasculares, residentes da especialidade, acadêmicos e alunos ligados à SBACV-SP, será em tendas de apoio. Os médicos realizarão uma triagem das principais doenças venosas e arteriais periféricas, bem como exame Doppler de onda contínua nos pacientes que apresentarem alguma alteração.

Os participantes também receberão orientações dos profissionais quanto aos sinais e sintomas dessas doenças, para ficarem alertas aos perigos de alguns comportamentos de risco e às devidas precauções a serem tomadas. Ainda poderão conferir a exposição de banners explicativos sobre trombose venosa, doença arterial periférica, aneurisma de aorta e obstrução de artérias carótidas.

Para quem estiver passeando pelo parque no dia da ação, serão distribuídas cartilhas com orientações e haverá convite para participar de uma aula de aeróbica.

“O objetivo do Circulando Saúde é aproximar a nossa especialidade da população, possibilitar que os cidadãos conheçam os fatores que mais contribuem para o desenvolvimento de doenças vasculares e oferecer atendimento com Angiologistas e Cirurgiões Vasculares a uma parcela da população que tem difícil acesso ao especialista. Esta é a terceira edição do projeto, que já passou por São Luís, Recife e até o fim do ano ainda vai contemplar mais duas cidades”, afirma o presidente da SBACV,  Roberto Sacilotto.

O Circulando Saúde tem apoio da Kendall e da FQM Farma. A próxima cidade a receber a ação será Fortaleza (CE), no dia 19 de outubro.

Causas e sintomas das principais doenças vasculares

Sedentarismo, má alimentação, cigarro, pressão alta e estresse do dia a dia são algumas das causas mais recorrentes das doenças vasculares.

As varizes são as mais comuns e estima-se que 30% da população mundial têm varizes (conforme região do mundo), afetando mais as mulheres (70%) do que os homens (30%). Os sintomas mais frequentes são: dor, cansaço e sensação de peso nas pernas, ardência, edema (inchaço), câimbras, dormência e áreas de pele inflamada com prurido (coceira).

Antes de qualquer cirurgia, em alguns casos, tenta-se o tratamento das varizes com o uso de meias elásticas, principalmente durante a gestação, e a utilização de medicamentos flebotônicos que melhoram o fluxo venoso, exercícios e emagrecimento.

Além do tratamento clínico das varizes, alguns procedimentos podem ser necessários para minimizar o problema. Escleroterapia, a famosa secagem dos vasos, procedimento este que deve ser sempre realizado por médico especialista vascular, trata-se da injeção de substâncias na forma líquida ou com mistura gasosa (mais conhecida como espuma) para desaparecimento das telangiectasias ou aranhas vasculares (vasinhos).

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Foto: Winzy Lee/Shuttestock

Outra técnica para este tipo de doença é a utilização do laser que também pode ser realizado nos pequenos vasos. Em alguns casos pode ser realizada a aplicação de espuma ou também utilizada a técnica de ablação (queimar para secar a veia), como no uso do laser ou de fibras de radiofrequência.

“Para as varizes de médio e grosso calibre nas pessoas com sintomas de peso, cansaço e queimação a técnica cirúrgica para retirada destas veias ainda é a mais utilizada em nosso meio. A escolha da alternativa mais adequada pode variar dependendo do caso, mas sempre sob realização do médico especialista Vascular”, destaca o presidente da SBACV-SP, Marcelo Calil Burihan.

Outra doença que está se tornando mais frequente é a arterial periférica, conhecida como má circulação. A prevalência é atingir de 3 a 5% da população depois dos 50 anos e de 500 a 1.000 indivíduos por ano por milhão de habitante. Tudo isso aponta para um alerta: a isquemia de membros (amputação). Em torno de 120 a 500 casos por milhão de habitantes, dependendo da região – Consenso Mundial.

Burihan explica que o tratamento clínico é a primeira abordagem. Já o cirúrgico, com a realização de pontes utilizando-se a safena ou materiais sintéticos; e as angioplastias, desentupimento da circulação com cateteres ou com stents; devem ser reservadas para os casos mais graves. “A cessação do tabagismo, o controle rigoroso do diabetes e da dislipidemia (aumento do colesterol), a mudança do hábito alimentar e a realização de exercícios físicos regulares são essenciais para que não haja a progressão da doença”, salienta.

Circulando Saúde – 12º Dia Vascular de São Paulo
Data: 16 de setembro de 2018
Horário: Das 9 às 14 horas
Local: Parque Villa-Lobos
Endereço: Av. Professor Fonseca Rodrigues, 1025 – Pinheiros, São Paulo (SP)
Informações: (11) 5087-4888 |secretaria@sbacvsp.org.br

 

Conheça algumas opções de tratamento de varizes mais internas

Angiologista e cirurgiã vascular esclarece alguns pontos que devem ser analisados na escolha do melhor método para tratar veias safena e outras internas

Atualmente, vários são os recursos para tratar as temidas varizes — veias dilatadas e tortuosas que perderam sua função causando danos estéticos e circulatórios. A cirurgiã vascular e angiologista Aline Lamaita, Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, explica que — de cirurgias a tecnologias não-invasivas —, na hora de escolher o tratamento ideal, o médico deve considerar alguns fatores: “O calibre da veia, o tom de pele da paciente, a localização na perna e se a veia está mais profunda ou superficial”.

No caso da veia safena e aquelas mais internas, esse tipo de varizes pode causar danos à circulação. “Então elas devem ser tratadas por questões de saúde, são geralmente mais calibrosas”, explica. No geral, três tipos de tratamento podem ser feitos: cirurgia convencional, endolaser e radiofrequência e a espuma densa. A angiologista comenta as vantagens e desvantagens de cada procedimento:

Cirurgia convencional

Como é feita: “É realizado um corte pequeno (0,5 cm) no tornozelo e outro em torno de 2 a 3 cm na virilha. Pelo corte do tornozelo é introduzido um aparelho que se chama fleboextrator, que vai correr pela safena e ser exteriorizado pela virilha. Depois esse aparelho é arrancado juntamente com a veia”, explica a médica.
Vantagens: “Ainda é o método mais realizado no Brasil, consagrado e com bons resultados”, comenta.
Desvantagens: “Como a veia é arrancada, geralmente temos uma área maior de hematomas e consequentemente mais dor pós-operatória. O tempo de recuperação costuma ser em torno de 15 dias”, diz a angiologista.

Endolaser e radiofrequência

Como é feita: “Sem cortes, a veia safena é puncionada e uma fibra é colocada através de um introdutor dentro dela. A ponta da fibra é posicionada na virilha (guiada por ultrassom). A outra extremidade da fibra é então conectada a um aparelho de laser ou radiofrequência que vai liberar uma energia que queima a veia. A fibra então é retirada lentamente enquanto a veia vai sendo cauterizada em todo o segmento a ser tratado. O interessante é que a veia não é retirada, ela vai ser queimada e se transformar em um cordão fibroso (uma cicatriz) não participando mais da circulação das pernas”, comenta.
Vantagens: “Recuperação mais rápida, menos hematomas, sem cortes. De 4 a 6 dias para retorno as atividades”.
Desvantagens: “A maioria dos convênios ainda não prevê cobertura”.

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Espuma Densa

Como é feita: “A espuma densa é uma mistura de ar ambiente com um produto chamado polidocanol. Feito com duas seringas e uma torneirinha de rosca, esse produto é então aplicado na veia a ser tratada, sempre guiado por ultrasson para acompanhar a progressão do produto. Conforme a espuma entra em contato com a parede do vaso, ela vai criar um processo inflamatório intenso que vai cicatrizar a veia que se tornará um cordão fibroso e desconectará essa veia da circulação”, explica.
Vantagens: “É um procedimento simples, apenas uma injeção. Sem necessidade de internação hospitalar”, conta.
Desvantagens: “Como o processo inflamatório é intenso, existe um risco alto de manchas. O processo de cicatrização pode ser bastante incômodo em alguns casos, pois fica um cordão inflamatório na perna durante um tempo. Existe risco mais raro de trombose venosa profunda e embolia pulmonar”, finaliza.

Fonte: Aline Lamaita é cirurgiã vascular e angiologista, formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia e do American College of Phlebology. A médica possui título de especialista em Cirurgia Vascular pela Associação Médica Brasileira / Conselho Federal de Medicina. 

Mitos e verdades: tratamento de vasinhos e varizes no outono&inverno

Com a chegada das estações mais frias, os shorts e as minissaias são deixados no armário e entram em “cena” as calças, vestidos, saias longas e peças mais pesadas. As pernas ficam mais escondidas, os vasinhos e as varizes que incomodam nas estações mais quentes são esquecidos temporariamente. Porém, é justamente nesta época do ano que o tratamento é aconselhável e terá aproveitamento integral.

O cirurgião vascular e endovascular Robert Guimarães esclarece alguns mitos e verdades sobre tratamentos de vasinhos e varizes na época mais fria do ano.

É verdade que o outono e o inverno são as melhores épocas para tratar as varizes e os vasinhos?
Verdade: no outono e no inverno a exposição das pernas é muito menor o que evita a exposição aos raios solares, que são prejudiciais à recuperação da pele após as aplicações para vasinhos e para as pequenas cicatrizes e da cirurgia para varizes. Além disso, durante o período de recuperação, pós-procedimentos, a pele da perna pode apresentar manchas roxas e outras alterações desagradáveis, temporariamente. Com o frio, as pernas estarão necessariamente cobertas e protegidas (durante o tratamento e recuperação). E ainda, o uso (quando necessário) de meias elásticas de compressão se torna mais confortável.

É verdade que a exposição ao sol depois de ter realizado uma cirurgia de varizes e ter cicatrizes recentes pode deixar essas pequenas cicatrizes escurecidas?
Verdade: um estudo publicado por pesquisadores da Dinamarca, em 2007, que comparou a pigmentação das cicatrizes de pessoas que foram expostas aos raios ultravioletas e pessoas que não sofreram esta exposição,  mostrou que a cicatrizes expostas eram significativamente mais pigmentadas do que as não expostas. Em outras palavras, tomar sol tendo uma cicatriz recente deixa a cicatriz mais escura e evidente.

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É verdade que o frio facilita a cicatrização após a cirurgia de varizes?
Mito: a temperatura ambiente não influencia a cicatrização e nem a recuperação após a cirurgia de varizes. O tempo de repouso e uso de meia elástica é o mesmo em qualquer época do ano.

É verdade que após a aplicação (escleroterapia) ou laser para vasinhos não devemos expor as pernas ao sol?
Controverso: não há nenhum trabalho científico que estudou especificamente o resultado da exposição da pele humana ao sol após o tratamento dos vasinhos comparando com a não exposição. Sendo assim, não é possível afirmar que o sol prejudique ou não o resultado estético do tratamento. Porém, por conta de resultados de estudos que mostraram maior pigmentação e tendência a manchas em peles que foram expostas ao sol logo após tratamento com outros tipos de laser, orienta-se evitar a exposição nos primeiros dias após a sessão.

É verdade que a pessoa que está bronzeada deve evitar fazer tratamento para vasinhos com laser?
Verdade: a luz do laser utilizado no tratamento dos vasinhos (Nd:YAG 1064 nm) é mais absorvida pelo pigmento vermelho do sangue (hemoglobina) do que pelo pigmento que dá cor à pele (melanina). Porém, quando a melanina está em grande quantidade, ela pode absorver parte dessa luz, levando ao aumento de temperatura e queimaduras da pele. Portanto, peles bronzeadas, morenas e negras têm maior propensão a complicações como essas no tratamento a laser. Nesses casos, geralmente, o médico precisa usar uma potência menor na máquina de laser ou até contraindicar o procedimento.

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É verdade que não se deve realizar a cirurgia de varizes no verão?
Mito: não há impedimento para realizar a cirurgia de varizes em nenhuma estação do ano. Porém, a exposição ao sol não é recomendada nos primeiros meses após o procedimento para evitar o escurecimento das cicatrizes e deixando-as menos perceptíveis. Sendo assim, fica mais difícil ser operado na durante o verão, pois não será possível usar roupas como saia e shorts, muito menos ir à praia e piscina ou realizar outras atividades que exijam a exposição das pernas aos raios de sol após a cirurgia. Além disso, o tempo quente torna desconfortável o uso da meia elástica de compressão que é recomendado por pelo menos 30 dias após o procedimento cirúrgico. Por isso, vale a pena tratar as varizes e os vasinhos durante períodos de baixa temperatura, pois quando o próximo verão chegar as pernas estarão prontas para serem exibidas e admiradas.

Fonte: Robert Guimarães é Cirurgião Vascular e Endovascular Cirurgião Vascular e Endovascular formado pelo Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, com ampla experiência em procedimentos de alta complexidade e fleboestética. Atualmente atua nos principais hospitais de São Paulo como Beneficência Portuguesa de São Paulo, Hospital Santa Catarina, Hospital Alemão Osvaldo Cruz, Hospital São Luiz Itaim, Hospital São Luiz Jabaquara, Hospital Paulistano, Hospital Unimed Guarulhos.

Trabalha sentada? Veja como evitar risco de trombose venosa e varizes

A mesa, a cadeira e o computador; são esses os três itens mais comuns na jornada de trabalho da maioria dos brasileiros empregados. O problema é que trabalhar sentado oito horas por dia (ou mais) aumenta em 10% o risco de morte, segundo estudo publicado na revista médica britânica The Lancet.

“Além disso, como a panturrilha é o coração das pernas, a cada contração muscular bombeamos o sangue e ativamos a nossa circulação. Situações onde essa musculatura fica parada muito tempo podem causar uma retenção de líquido nas pernas, levando a inchaço, pernas pesadas, cansadas e aumentando a predisposição de desenvolver varizes e trombose venosa”, explica a cirurgiã vascular e angiologista Aline Lamaita, médica do corpo clínico do Hospital Albert Einstein.

De acordo com a pesquisa, que analisou 16 relatórios sobre idosos dos EUA, Europa Ocidental e Austrália, para cada oito horas sentado, é necessário praticar uma hora de atividade física para resistir aos efeitos negativos desse “sedentarismo”. “Embora muitas pessoas com a rotina de trabalho muito pesada não tenham tempo e disposição para realizar atividade física em outro horário, isso é necessário para que haja um desenvolvimento da musculatura efetiva, que poderia de certa forma protegê-los dos efeitos deletérios do trabalho sentado”, afirma a médica.

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“O hábito de realizar atividade física regular está relacionado a melhor controle de peso, melhora do diabetes, controle de pressão arterial e níveis de colesterol, além de um condicionamento cardiopulmonar”, completa.

Mas para pessoas com propensão a problemas vasculares, segundo a médica, o ideal é também introduzir alguns hábitos para ativar a circulação, como:

– Realizar exercícios movimentando os pés a cada hora de trabalho sentado;
– Levantar a cada hora e andar para movimentar um pouco as pernas;
– Para alguns casos, usar meias de compressão para conforto e melhor rendimento.

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Segundo a angiologista, os hábitos de vida saudáveis, como a prática de atividades físicas, são indicados desde cedo e com cuidados especiais após os 40 anos. “Como depois dessa fase da vida temos uma mudança na estrutura corporal, perdendo massa magra (musculatura), aumento da incidência de outras doenças associadas (hipertensão, diabetes), além do processo normal de envelhecimento, esse grupo deve estar mais atento aos cuidados do dia a dia”, comenta.

Fonte: Aline Lamaita é cirurgiã vascular e angiologista, médica do corpo clínico do Hospital Albert Einstein. Formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, é Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia e do American College of Phlebology. A médica possui título de especialista em Cirurgia Vascular pela Associação Médica Brasileira / Conselho Federal de Medicina.

Procedimentos eficazes para microvarizes e varizes mais internas

Médica angiologiosta explica quais os procedimentos para tratar problemas estéticos vasculares nas pernas; com breve tempo de recuperação, eles são indicados para tratamentos rápidos e efetivos

“Microvarizes e varizes mais internas nas pernas já contam com procedimentos extremamente eficazes (e de última hora) como ClaCs e laser endovenoso — os mais requisitados para os pacientes que buscam resultados rápidos e com pouco tempo de recuperação sem exposição ao sol”, conta a cirurgiã vascular e angiologista Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. A médica explica mais sobre as novidades:

ClaCs para microvarizes e varizes

Por que fazer: dá resultados mais rápidos do que a aplicação convencional e requer pouco tempo sem exposição solar (sete dias).
Como age: procedimento une laser não-invasivo e injeções de glicose (e não há problema para diabéticos). “Após a utilização do laser, a glicose é aplicada na veia (que já está sensibilizada com o disparo do laser). O fluxo de sangue fica lentificado e permite que a glicose permaneça mais tempo em contato com o vaso — que vai secar”, explica. No geral, de uma a três sessões, com intervalo mensal, resolvem o quadro.

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Laser Endovenoso para varizes mais internas

Por que fazer: permite um retorno mais rápido as atividades e gera bem menos hematomas do que a cirurgia convencional.
Como age: sem cortes, a veia safena é puncionada e uma fibra é colocada através de um introdutor dentro dela, explica a médica. “A ponta da fibra é posicionada na virilha (guiada por ultrassom). A outra extremidade da fibra é então conectada a um aparelho de laser ou radiofrequência que vai liberar uma energia que queima a veia”, conta. A fibra então é retirada lentamente enquanto a veia vai sendo cauterizada em todo o segmento a ser tratado. O interessante é que a veia não é retirada, ela vai ser queimada e se transformar em um cordão fibroso (uma cicatriz) não participando mais da circulação das pernas”, comenta. Recuperação de 4 a 6 dias.

Fonte: Cirurgiã vascular e angiologista, Aline Lamaita é médica do corpo clínico do Hospital Albert Einstein. Formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, é Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia e do American College of Phlebology. A médica possui título de especialista em Cirurgia Vascular pela Associação Médica Brasileira / Conselho Federal de Medicina. 

Carnaval: procedimentos prometem deixar pernas e rosto lindos

Médica explica quais os procedimentos queridinhos do verão para tratar problemas estéticos vasculares nas pernas e face; com breve tempo de recuperação, eles são indicados para tratamentos rápidos e efetivos, deixando a face a as pernas lindas para a passarela

A tecnologia evoluiu e já propicia tratamentos vasculares eficazes e com resultados hiper-rápidos, ideais para preparar as pernas (e o rosto) para sambar no carnaval. “Microvarizes e varizes mais internas nas pernas e até os vasinhos na face já contam com procedimentos extremamente eficazes (e de última hora) como ClaCs, laser endovenoso e laser transdérmico — os mais requisitados para os pacientes que buscam resultados rápidos e com pouco tempo de recuperação sem exposição ao sol”, conta a cirurgiã vascular e angiologista Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. A médica explica mais sobre as novidades:

ClaCs para microvarizes e varizes

Por que fazer no verão: dá resultados mais rápidos do que a aplicação convencional e requer pouco tempo sem exposição solar (sete dias).
Como age: procedimento une laser não-invasivo e injeções de glicose (e não há problema para diabéticos). “Após a utilização do laser, a glicose é aplicada na veia (que já está sensibilizada com o disparo do laser). Com o disparo do laser, o fluxo de sangue fica lentificado e permite que a glicose permaneça mais tempo em contato com o vaso — que vai secar”, explica. No geral, de uma a três sessões, com intervalo mensal, resolvem o quadro.

Women dancing

Laser Endovenoso para varizes mais internas

Por que fazer no verão: permite um retorno mais rápido as atividades e gera bem menos hematomas do que a cirurgia convencional.
Como age: sem cortes, a veia safena é puncionada e uma fibra é colocada através de um introdutor dentro dela, explica a médica. “A ponta da fibra é posicionada na virilha (guiada por ultrassom). A outra extremidade da fibra é então conectada a um aparelho de laser ou radiofrequência que vai liberar uma energia que queima a veia”, conta. A fibra então é retirada lentamente enquanto a veia vai sendo cauterizada em todo o segmento a ser tratado. O interessante é que a veia não é retirada, ela vai ser queimada e se transformar em um cordão fibroso (uma cicatriz) não participando mais da circulação das pernas”, comenta. Recuperação de 4 a 6 dias.

Laser Transdérmico em vasinhos no rosto

Por que fazer no verão: técnica não invasiva que retira veias e vasinhos do rosto e corporal sem necessidade de afastamento do sol.
Como age: o Laser Nd Yag 1064 é o que existe de mais específico para tratamento de lesões vasculares apresentando maior efetividade no tratamento, explica. A sessão é feita com os disparos do laser, que vai emitir luz em comprimentos de onda que serão absorvidos pela hemoglobina (pigmento do sangue) causando aumento de temperatura e queimando o vaso. O tratamento apresenta bons resultados, segundo a médica, é feito em média em uma a cinco sessões (dependendo do tipo de lesão) e tem grande nível de segurança, já que a dor é amenizada com uso de aparelhos resfriadores de pele.

Fonte: Cirurgiã vascular e angiologista,  Aline Lamaita é formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia e do American College of Phlebology. A médica possui título de especialista em Cirurgia Vascular pela Associação Médica Brasileira / Conselho Federal de Medicina.

Verão: procedimentos eficazes para microvarizes e varizes mais internas

Médica Angiologista explica quais os procedimentos queridinhos do verão para tratar problemas estéticos vasculares nas pernas; com breve tempo de recuperação, eles são indicados para tratamentos rápidos e efetivos

É hora de preparar o biquíni, porque nem mesmo as veias mais calibrosas irão impedir mostrar as pernas na praia. “Microvarizes e varizes mais internas nas pernas já contam com procedimentos extremamente eficazes (e de última hora) como ClaCs e laser endovenoso — os mais requisitados para os pacientes que buscam resultados rápidos e com pouco tempo de recuperação sem exposição ao sol”, conta a cirurgiã vascular e angiologista Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. A médica explica mais sobre as novidades:

ClaCs para microvarizes e varizes

Por que fazer no verão: dá resultados mais rápidos do que a aplicação convencional e requer pouco tempo sem exposição solar (sete dias).
Como age: procedimento une laser não-invasivo e injeções de glicose (e não há problema para diabéticos). “Após a utilização do laser, a glicose é aplicada na veia (que já está sensibilizada com o disparo do laser). O fluxo de sangue fica lentificado e permite que a glicose permaneça mais tempo em contato com o vaso — que vai secar”, explica. No geral, de uma a três sessões, com intervalo mensal, resolvem o quadro.

Laser Endovenoso para varizes mais internas

Por que fazer no verão: permite um retorno mais rápido as atividades e gera bem menos hematomas do que a cirurgia convencional.
Como age: sem cortes, a veia safena é puncionada e uma fibra é colocada através de um introdutor dentro dela, explica a médica. “A ponta da fibra é posicionada na virilha (guiada por ultrassom). A outra extremidade da fibra é então conectada a um aparelho de laser ou radiofrequência que vai liberar uma energia que queima a veia”, conta. A fibra então é retirada lentamente enquanto a veia vai sendo cauterizada em todo o segmento a ser tratado. O interessante é que a veia não é retirada, ela vai ser queimada e se transformar em um cordão fibroso (uma cicatriz) não participando mais da circulação das pernas”, comenta. Recuperação de 4 a 6 dias.

veias-pernas

Fonte: Aline Lamaita é cirurgiã vascular e angiologista do corpo clínico do Hospital Albert Einstein. Formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, é Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia e do American College of Phlebology. A médica possui título de especialista em Cirurgia Vascular pela Associação Médica Brasileira / Conselho Federal de Medicina.