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Problemas sérios que quem não consome frutas e vegetais pode ter (e dicas para inclui-los na dieta)

Não se engane: vegetais e frutas são componentes importantes da dieta humana, ricos em macro (carboidratos, gorduras e proteínas) e micronutrientes (vitaminas e minerais), e você pode ter sérios problemas ao optar por não consumi-los

Apenas um em cada três brasileiros consome frutas e vegetais regularmente, um número baixo. Mas ainda há aquelas pessoas que não comem esses alimentos de jeito nenhum, o que pode ser extremamente perigoso. “Frutas e vegetais contêm importantes compostos bioativos que demonstraram ter efeitos benéficos na saúde humana. Eles são fontes e ricos em vitaminas A, C, E e K e minerais como potássio, magnésio, cálcio. Além disso, também são uma boa fonte de fibras alimentares e possuem propriedades antioxidantes, além de fornecer também macronutrientes, como proteínas, carboidratos e gorduras boas”, explica a médica nutróloga Marcella Garcez, professora e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

“Sabemos que é impossível obter todos esses nutrientes de uma única fruta ou vegetal; portanto, é necessário incluir uma variedade de frutas e vegetais na dieta. Mas quem não consome frutas e vegetais está mais sujeito a deficiências e uma infinidade de doenças”, completa a médica.

De acordo com Marcella, algumas das doenças causadas pela deficiência de vitaminas incluem: escorbuto (causado pela deficiência de vitamina C), cegueira noturna (causada por deficiência de vitamina A), doença hemorrágica ou distúrbio hemorrágico (causado pela deficiência de vitamina K), anemia, osteoporose e bócio, que são doenças causadas pela deficiência de minerais (ferro, cálcio e iodo, respectivamente), entre outras.

Abaixo, a médica explica mais seis sérias consequências ao não consumir frutas e vegetais:

Problemas cardiovasculares: uma dieta rica em frutas e vegetais reduz o risco de problemas cardiovasculares e complicações futuras. “Estima-se que o risco de doenças cardíacas entre os indivíduos que ingerem mais de cinco porções de frutas e vegetais por dia seja reduzido em 20%, em comparação com aqueles que comem menos de três porções por dia”, afirma a médica. De acordo com a revisão Effects of Vegetables on Cardiovascular Diseases and Related Mechanisms, o consumo de vegetais está inversamente correlacionado ao risco de doenças cardiovasculares.

“Pesquisas de vários estudos epidemiológicos mostram que vegetais como aspargos, aipo, alface, brócolis, cebola, tomate, batata, soja e gergelim têm grande potencial na prevenção e tratamento de doenças cardiovasculares. Esses vegetais apresentam ação protetora do coração principalmente por seus efeitos antioxidantes, anti-inflamatórios e antiplaquetários”, diz a médica nutróloga.

“Frutas e vegetais ajudam a regular a pressão arterial e a glicose no sangue; eles também têm um efeito favorável no perfil lipídico. Além disso, previnem danos ao miocárdio, modulam as atividades enzimáticas, regulam a expressão gênica e as vias de sinalização associadas a doenças cardiovasculares”, conta a médica.

Problemas digestivos: frutas e vegetais são uma boa fonte de fibras, o que estimula o bom funcionamento do intestino, melhorando a saúde imunológica, e ajuda na digestão adequada e fácil dos alimentos. “Frutas ricas em vitamina C e potássio, como maçãs, laranjas e bananas, são particularmente boas para a digestão. De acordo com um estudo publicado na revista Nature Chemical Biology, vegetais de folhas verdes contêm sulfoquinovose, um açúcar que atua como fonte de energia para a bactérias benéficas da microbiota intestinal, formando uma barreira protetora que impede o crescimento e a colonização por bactérias ruins, que podem causar constipações, distensões, dores abdominais e cólicas”, diz a médica.

Câncer: as evidências sugerem que a inclusão de frutas e vegetais na dieta reduz o risco de câncer. As bagas (uvas, pepino, abóbora, melão e melancia, por exemplo) contêm antocianina, que demonstrou um efeito inibidor no câncer de cólon. “Os vegetais crucíferos (brócolis, couve-flor, couve de Bruxelas, nabos e folhas verdes escuras) também demonstraram ter um efeito preventivo contra o câncer. Um estudo publicado no Journal of Food and Drug Analysis descobriu que o polifenol floretina presente nas maçãs inibe o crescimento das células do câncer de mama”, explica a médica.

Distúrbios metabólicos: segundo Marcella, a síndrome metabólica é caracterizada por glicose no sangue aumentada, pressão arterial elevada, dislipidemia e obesidade abdominal. “Uma dieta rica em frutas e vegetais está associada a um risco reduzido de diabetes mellitus, dislipidemia, hipertensão e obesidade. A ingestão de vitamina C, devido ao seu efeito antioxidante, demonstrou ter uma associação inversa com a síndrome metabólica. Alimentos ricos em fibras ajudam a reduzir a lipoproteína de baixa densidade e equilibrar os níveis de glicose no sangue”, diz a médica. Uma dieta que promove o consumo de vegetais e frutas para melhorar o controle da pressão arterial é particularmente útil na prevenção de doenças metabólicas.

Visão: vegetais de folhas verdes e frutas coloridas contêm carotenoides, que aumentam o desempenho visual do olho e ajudam a prevenir doenças oculares relacionadas à idade, segundo a médica nutróloga. “Os carotenoides luteína e zeaxantina têm ação protetora contra cataratas; também ajudam na prevenção de doenças oculares relacionadas ao envelhecimento e degeneração macular”, completa.

Depressão: numerosos estudos encontraram ligações entre o consumo de frutas e vegetais e a depressão. Estudos mostram que a depressão é menos provável em pessoas que consomem uma variedade maior de frutas e vegetais.

Como incluir na dieta?

Muitas pessoas simplesmente não gostam do sabor de frutas e vegetais, mas é improvável que elas não gostem de todos. “O ideal é tentar achar frutas e vegetais cujos sabores agradem ao paladar”, diz a médica. Abaixo, ela dá pequenas dicas de como adicionar mais vegetais e frutas à dieta:

*Experimente sucos de frutas com verduras (por exemplo morango com couve);
*Invista nas vitaminas de frutas, que podem ajudar a diversificar os nutrientes;

Foto: Cook For Your Life


*Inclua vegetais folhosos, como o espinafre, na omelete;
*Tente comer verduras e vegetais em sopas;
*Faça preparações em receitas que incluam vegetais, como o macarrão com brócolis ou couve;

*Refogue e acrescente mais temperos aos vegetais.

Por fim, a médica diz que em casos em que o paciente não consegue mesmo disfarçar o gosto das frutas e verduras, ainda é possível consumir alguns desses alimentos na forma liofilizada. “A liofilização ou criodessecação é um processo de desidratação em que o produto é congelado sob vácuo e o gelo formado, sublimado. Esse processo é utilizado em alimentos que apresentam um alto teor de água. O resultado é um pó que pode ser adicionado ao arroz, feijão, macarrão, molho e preparações caseiras, conferindo os nutrientes do alimento sem interferir no sabor”, diz a médica. “O mais importante é buscar um meio de incluir esses alimentos, que são fundamentais para a saúde”, finaliza.

Fonte: Marcella Garcez é médica nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Lanche do bem: boas opções para comer entre as refeições

Renata Guirau, especialista em nutrição do Oba Hortifruti, lista opções fáceis e saudáveis para incluir em uma rotina corrida e também ensina receitas para diversificar o cardápio da semana

Manter o funcionamento do organismo, controlar o apetite e a glicemia, dar energia e até minimizar sintomas de refluxo e gastrite. Esses são alguns dos benefícios de incluir os lanches entre as refeições principais. Renata Guirau, nutricionista do Oba Hortifruti, esclarece que comer pequenas porções antes do almoço e do jantar pode ser a chave do sucesso para ter uma alimentação equilibrada, a saúde em dia e o corpo em forma.

“Os lanches são uma boa estratégia para garantir o fracionamento da alimentação, evitando que se coma demais em refeições após longos períodos em jejum. Também podem ser interessantes para pessoas com problemas gástricos, que precisam comer aos poucos, ao longo do dia”, ressalta Renata.

Entretanto, um cuidado importante é na escolha do que consumir. Priorizando a praticidade, muitas pessoas acabam recorrendo aos produtos industrializados que, na grande maioria das vezes, apresentam alto valor calórico e são ricos em gorduras e açúcares – o que pode pôr em xeque todas as vantagens dos snacks.

Para quem sente aquela fominha bater nos intervalos entre refeições principais, a nutricionista do Oba Hortifruti listou cinco escolhas mais saudáveis e que também são fáceis de serem incluídas na rotina:

Freepik

=Frutas em geral: são boas fontes de fibras, vitaminas e minerais, além de baixas em calorias. (Exceto o abacate e o coco, que possuem valor calórico mais alto).

Foto: Goshadron/Pixabay

=Frutas secas: além das propriedades das frutas em si, são opções fáceis de carregar na bolsa e que não precisam de refrigeração.

Pixabay

=Oleaginosas: castanhas, nozes, amêndoas, avelãs são ótimos snacks para matar a fome e também são fontes de fibras, minerais e gorduras boas que ajudam a prevenir doenças.

=Iogurte e queijos: são escolhas ricas em proteínas em vitaminas do complexo B. Para o transporte e armazenamento, vale apostar em uma bolsa térmica.

=Vegetais: pode parecer estranho, mas vegetais também são excelentes opções.

“Palitinhos de cenoura e de pepino, tomate cereja, brócolis cozido, podem e devem fazer parte do lanche da manhã ou lanche da tarde. São ótimos por serem de baixa calorias e boas fontes de nutrientes”, salienta Renata.

Não sinto fome, e agora?

Renata esclarece que para pessoas saudáveis, não há prejuízo em pular os lanchinhos. O mais indicado é sempre respeitar a fome. “Uma dica é se manter organizado e com boas opções à mão. Com consciência de que, se sentir fome, existem opções saudáveis, mas também que, para a maioria das pessoas, tudo bem não realizar os lanches todos os dias”.

Além das indicações anteriores, a nutricionista também sugere receitas simples e nutritivas para incrementar o cardápio:

Bolo integral de banana

Ingredientes
2 xícaras de farinha de aveia
4 bananas nanicas maduras
4 ovos
1 xícara de uvas passas
1 xícara de leite desnatado ou leite vegetal
1 col de sopa de canela
1 col de sopa de fermento em pó

Modo de preparo
Deixe as uvas passas hidratando no leite por 20 minutos. Bata tudo no liquidificador, deixando 2 bananas para decoração. Corte as bananas restantes em rodelas e coloque por cima da massa. Leve ao forno por cerca de 30 minutos.

Barrinha de cereal caseira

Ingredientes
1 xícara de aveia em flocos
1/4 xícara de semente de linhaça
1/4 de xícara de coco ralado
1/2 xícara de castanha do Pará picadas
1/4 xícara de nozes picadas
1/2 xícara de ameixas secas sem caroço
1/2 xícara de uvas passas
6 col de sopa de mel
1 pitada de canela em pó

Modo de preparo
Hidrate as ameixas e bata no mixer com o mel.Misture os demais ingredientes em uma vasilha separada e, após bater o mel com a ameixa, misture com a parte seca da receita. Acomode em uma forma coberta com papel manteiga. Leve ao forno, em fogo baixo, por cerca de 15 minutos. Retire do forno e deixe esfriar bem antes de cortar.

Vegetais com patê

Ingredientes
1 lata de atum (opcional)
3 col de sopa de creme de ricota
2 col de sopa de cheiro verde picadinho
1 cenoura ou 1 pepino cortado em formato palito

Modo de preparo
Misture o creme de ricota e o cheiro verde. Quem desejar, pode acrescentar a lata de atum. Acrescente sal e pimenta (ou o tempero que você preferir). Consuma os palitos de cenoura e/ou pepino com o patê.

Fonte: Oba Hortifruti

uNeVie lança perfumes sólidos em embalagem de madeira

Produto tem três opções de aroma: Fleur, Terre e Citrique

Você vai adorar os novos perfumes sólidos, 100% naturais, vegetais, biodegradáveis, feitos à mão, compactos, sem fixadores sintéticos e com blend de óleos essenciais que não agridem o olfato. À base de manteiga, o produto é mais profundamente absorvido pela pele do que versões líquidas, e sua fixação é de cerca de seis a oito horas, dependendo de cada organismo. E também vai se encantar com a bela e delicada embalagem composta por duas partes independentes que facilitam sua reutilização e reciclagem: madeira (na parte externa) e alumínio (interna).

São três aromas que contam com hidrolatos agroflorestais brasileiros para escolher aquele que mais combina com sua personalidade ou adquirir os três para usar de acordo com suas emoções e estado de espírito:

Fleur – blend floral com notas suaves e toque romântico que remetem à a sensação de beleza natural

Terre – blend amadeirado com notas fortes e marcantes que sugerem o frescor e a energia de árvores e plantas

Citrique – blend cítrico com notas refrescantes e efervescentes que instigam o olfato

Os perfumes são produtos multifuncionais, pois podem ser utilizados como hidratante de cutícula e leave-in para cabelo e barba. E como todos os produtos uNeVie são livres de petrolatos, silicone, sulfatos, parabenos e lauril.

Valores: de R$ 40,90 a R$ 43,80 (dependendo do aroma)

uNeVie Saboaria e Cosméticos Naturais vendas: varejo e atacado

Informações: SAC – sac@unievie.com.br; (11) 96792-1789 (WhatsApp)

Desafio de leites vegetais: ONG incentiva pessoas a adotarem dieta mais saudável e sustentável

Projeto ajuda intolerantes e novos adeptos do vegetarianismo a substituir o leite

A ONG internacional Sinergia Animal lançou o Desafio dos Leites Vegetais, uma ferramenta gratuita pensada para as pessoas que querem ou precisam parar de consumir laticínios de origem animal. Durante sete dias, os inscritos recebem comunicações diárias com dicas, receitas com substituições e informações sobre os impactos na saúde e no meio ambiente causados pelo consumo de leite animal.

“O projeto visa ajudar vegetarianos, que de acordo com pesquisa Ibope já são 14% da população brasileira, a fazerem a transição para o veganismo, estilo de vida que exclui o consumo de todos os tipos de produtos de origem animal. Além disso, também contempla pessoas que sentem desconforto digestivo após a ingestão de lactose, que segundo levantamento do Instituto Datafolha representam 35% dos brasileiros acima de 16 anos, e aqueles que desejam simplesmente explorar novas receitas”, explica Mirelle Coppi, coordenadora de ativismo e comunicações da Sinergia Animal.

Ela destaca que retirar o leite de origem animal da alimentação faz muitas pessoas descobrirem novos ingredientes e sabores. “Uma das vantagens dos leites vegetais é a diversidade: você pode fazê-lo com diversos insumos, desde soja, aveia, passando por todos os tipos de castanhas e sementes. Essa variedade pode tornar nossa alimentação muito mais nutritiva e também mostra que as alternativas podem muitas vezes ser baratas e acessíveis”, lembra Coppi, destacando que no desafio os inscritos aprendem não apenas a fazer o próprio leite vegetal, mas também diversas receitas como molhos, tortas e patês. 

Os hábitos de consumo dos brasileiros estão mudando

Foto: Steve Buissinne/Pixabay

Uma pesquisa realizada pela Euromonitor revelou que preocupações com a saúde, meio ambiente e bem-estar animal estão mudando os hábitos de consumo de produtos animais no Brasil. Entre 2013 e 2018, por exemplo, o consumo de bebidas vegetais como leite de coco, arroz, amêndoas e de outras castanhas registrou um crescimento de 35% ao ano no Brasil.

Não são poucos os motivos que explicam essa transformação. Segundo estudo realizado pela Universidade de Oxford, as emissões de gases de efeito estufa causados pela produção de leite de origem animal são até três vezes maiores do que as de alternativas vegetais. Ao mesmo tempo, estudos têm relacionado o consumo de leite de vaca com desenvolvimento de cânceres de próstata e de mama e de diabetes. Além disso, a produção de leite animal levanta preocupações a respeito da forma como as vacas são tratadas na pecuária industrial.

Conheça os benefícios de algumas das principais alternativas:

Leite de amêndoas

O leite de amêndoa é um dos mais utilizados e tem um sabor especial de nozes! É baixo em calorias, menos gordura saturada e mais gordura insaturada do que o leite de vaca. Quando feito em casa, é um dos leites vegetais que mais agrada as pessoas. Além de ter benefícios para a saúde, como gorduras saudáveis e alto índice de vitamina E. 

Leite de soja

É uma das alternativas com maior teor de proteína e menor impacto na pegada de carbono (muito menor que o leite de vaca!). As pessoas também consomem leite de soja por conter isoflavonas, que, de acordo com pesquisadores, têm efeitos anticâncer. Rico em cálcio e fósforo, pode ajudar a prevenir doenças cardíacas e osteoartrose. Também possui alto teor de ferro e vitaminas do grupo B, como folato e B6.

Leite de aveia

Foto: Antonis Achilleos – Food Stylist: Rishon Hanners

Você verá que a aveia produz um leite cremoso com sabor suave, perfeito tanto para bebidas quentes quanto para ser utilizado em várias receitas! Pode ser feito facilmente em casa e, portanto, é uma alternativa barata. Fornece mais vitamina B2 do que o leite de vaca e é rico em fibras e carboidratos de absorção lenta.

“Ainda é comum encontrar pessoas com receios sobre dietas vegetais, especialmente quando se trata de sabor — o que é absolutamente normal, já que a maioria de nós cresceu mergulhado em uma cultura alimentar muito dependente do consumo de animais. Mas o universo da alimentação vegetal é imenso e possui opções para todos os gostos. E é tendo em mente essa enorme variedade de sabores e das diferentes preferências das pessoas que propomos o desafio”, conta Coppi. 

Informações: Desafio dos Leites Vegetais da Sinergia Animal

Dieta baseada em vegetais e pouca quantidade de carne e laticínios ajuda a diminuir pressão arterial

Queijos e outros produtos lácteos, além da carne, são alimentos que devem ser consumidos com muita moderação por pacientes hipertensos. Estudo, publicado em julho no Journal of Hypertension, avaliou que mais importante que não comê-los é priorizar os vegetais na dieta.

“Segundo o estudo, qualquer esforço para aumentar alimentos à base de plantas em sua dieta e limitar produtos animais provavelmente beneficiará sua pressão arterial e reduzirá o risco de ataques cardíacos, derrames e doenças cardiovasculares”, diz a médica nutróloga Marcella Garcez, professora e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

Os pesquisadores da Universidade de Warwick conduziram uma revisão sistemática de pesquisas anteriores de ensaios clínicos controlados para comparar sete dietas à base de plantas, várias das quais incluíam produtos de origem animal em pequenas quantidades, a uma dieta de controle padronizada e o impacto que estes tiveram na pressão arterial dos indivíduos.

Foto: Olga’s Flavor Factory

“As dietas à base de plantas sustentam o alto consumo de frutas, vegetais, grãos integrais, legumes, nozes e sementes, limitando o consumo da maioria ou de todos os produtos de origem animal (principalmente carne),” afirma a médica. A pressão alta é o principal fator de risco global para ataques cardíacos, derrames e outras doenças cardiovasculares. Uma redução na pressão sanguínea traz importantes benefícios à saúde, tanto para indivíduos quanto para populações.

Segundo a médica, dietas não saudáveis são responsáveis por mais mortes e incapacidades, globalmente, do que o uso de tabaco, alto consumo de álcool, uso de drogas e sexo inseguro juntos. Segundo o estudo, um aumento no consumo de grãos integrais, vegetais, nozes, sementes e frutas, como alcançado em dietas à base de plantas, poderia evitar até 1,7, 1,8, 2,5 e 4,9 milhões de mortes globalmente a cada ano, respectivamente, anualmente, de acordo com pesquisas anteriores.

“Já se sabe que dietas vegetarianas e veganas com total ausência de produtos de origem animal diminuem a pressão arterial em comparação com dietas onívoras. Sua viabilidade e sustentabilidade são, no entanto, limitadas. Até agora, não se sabia se era necessária uma completa ausência de produtos de origem animal nos padrões alimentares baseados em plantas para obter um efeito benéfico significativo na pressão sanguínea”, diz Marcella.

O estudo estima que uma redução na escala da pressão arterial causada por um maior consumo de dietas à base de plantas, mesmo com produtos de origem animal limitados, resultaria em uma diminuição de: 14% nos acidentes vasculares cerebrais, 9% nos ataques cardíacos, e 7% na mortalidade geral. “Esta é uma descoberta significativa, pois destaca que a erradicação completa de produtos de origem animal não é necessária para produzir reduções e melhorias na pressão arterial. Dessa forma, fica mais fácil para o paciente colocar em prática uma mudança em direção a uma dieta baseada em plantas”.

A pesquisa ainda sugere ações multissetoriais por parte de governos e sociedade para aumentar a disponibilidade e diminuir os custos de alimentos vegetais com a intenção de promover mudanças de políticas com foco na sustentabilidade ambiental da produção de alimentos, coleta de informações científicas e consequências para a saúde. “Introduzir mais vegetais à dieta trará uma série de benefícios à saúde. Independente da opção alimentar pessoal, as escolhas devem compor um hábito de consumo variado, equilibrado e o mais natural quanto possível”, finaliza a médica.

Fonte: Marcella Garcez é médica nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Nestlé lançará mais de dez itens plant-based ao longo de 2021

A primeira novidade chega em março, com a marca Nescafé Dolce Gusto, que trará ao mercado as primeiras opções de bebidas vegetais em cápsulas

No ano em que completa 100 anos de presença no Brasil, a Nestlé vai investir na ampliação de seu portfólio plant-based, como parte de seu compromisso de ajudar a levar soluções nutricionais para atender diferentes perfis e necessidades da população brasileira. No total, serão mais de 12 novos itens lançados no mercado brasileiro ao longo de 2021. Nos últimos três anos, a companhia investiu cerca de R$ 40 milhões nesta frente.

As inovações são parte de uma estratégia global da Nestlé para estar ao lado dos consumidores em suas opções, tanto para aqueles que adotaram a alimentação vegana ou vegetariana, quanto para os flexitarianos – ou seja, pessoas que seguem uma mudança de comportamento para reduzir o consumo de itens de origem animal -, além daqueles que buscam adotar hábitos alimentares e estilos de vida diversificados.

Segundo pesquisa da GFI Brasil em parceria com o IBOPE, realizada em 2020, 49% dos brasileiros declaram terem reduzido o consumo de carne e 59% já incluem bebidas vegetais em sua dieta, sendo que 39% afirmam que já consomem alternativas vegetais pelo menos três vezes por semana. Os motivos para o consumo de produtos plant-based acompanham tanto um aumento da população vegetariana quanto um maior envolvimento das pessoas com questões ambientais e busca por novas opções mais equilibradas. No caso das bebidas vegetais, o consumo também é motivado por uma parcela da população que possui intolerâncias ou alergias relacionadas ao leite animal.

Pioneirismo no mercado de cápsulas

O primeiro lançamento plant-based da Nestlé no ano será com Nescafé Dolce Gusto, a primeira marca de cápsulas a adentrar esta categoria. Serão dois novos itens do portfólio de Lattes.

O Macchiato Amêndoas é um produto marcado pela combinação da leveza das notas de amêndoas com o sabor de café levemente tostado.

Já o Macchiato Coco, traz uma mistura de grãos de café do sudeste asiático com o sabor delicioso e a cremosidade do coco. Ambos os produtos têm torrefação média e intensidade 5, além de serem opções zero lactose.

As novidades já estão disponíveis para o consumidor em caixas com 12 cápsulas, exclusivamente no e-commerce de Nescafé Dolce Gusto.

Sorvete Vegano

Em junho de 2019, a Nestlé trouxe para o Brasil mais de 20 opções de produtos plant-based da marca Nature’s Heart, produzidos pela equatoriana Terrafertil, da qual a multinacional suíça é sócia majoritária desde o início de 2018. Agora em 2021, a marca inova ao lançar o primeiro sorvete vegano para a rede Bacio di Latte. O produto será feito com bebida vegetal de aveia da linha Nature’s Heart e estará disponível nas lojas da marca em todo o Brasil a partir de março.

Jornada Plant-based

As novidades vêm somar ao portfólio da companhia nessa frente, que já conta com opções como o Ninho na versão pronta para beber, o primeiro produto plant-based para atender necessidades específicas de crianças no Brasil, lançado em setembro de 2019. Desde 2015, a marca Nesfit também já traz opções nessa frente para o consumidor, sendo a primeira marca a lançar produtos plant-based da companhia no país. Em 2020, a Nestlé lançou Nesfit Sabor Natural, produto com 7g de proteína, além de versões vegetais em pó de Ninho e Molico.

Fonte: Nestlé

Vegetais que são fontes saudáveis ​​de carboidratos

Confira alguns vegetais que são fontes poderosas de carboidratos.

Brócolis

Foto: JPPI

Quantidade: 1 xícara picada, crua ou cozida
Carboidratos: 6 gramas
Você não tem que fervê-lo pode experimentar assá-lo com um pouco de azeite e uma pitada de queijo parmesão. Você continuará voltando para este deleite que fica com sabor de nozes.

Cenouras

Foto: Scarletina/Morguefile

Quantidade: 1 xícara, cru
Carboidratos: 12 gramas
Se cenouras cozidas empapadas não inspiram você, coma-as cruas. Deixe aquelas pequenas inteiras. Corte as maiores em um ângulo para tornar cada fatia maior. Use um ou ambos para obter um molho saudável e rico em proteínas feito de iogurte desnatado, suco de limão e endro fresco.

Milho

Foto: Alvimann/Morguefile

Quantidade: 1 xícara picada
Carboidratos: 30 gramas
Isso é muito carboidrato, mas também há cerca de 4 gramas de fibra, o que ajuda seu corpo a absorvê-los mais lentamente. É difícil superar o milho fresco assado na grelha no verão. Experimente espigas inteiras com casca no micro-ondas por alguns minutos antes de grelhá-las. Isso reduzirá o tempo de cozimento e evitará que sequem.

Batata doce

Pinterest

Quantidade: 1 xícara, picada ou amassada, crua ou cozida
Carboidratos: 27 gramas
Assim como as cenouras, este vegetal com amido é rico em fibras. Também é carregado com outros nutrientes como potássio, cálcio e vitamina C. Corte em fatias finas e leve ao forno com uma leve pincelada de azeite de oliva como acompanhamento ou lanche para mastigar, crocante e de sabor delicioso. Experimente como um substituto saudável das batatas fritas.

Beterraba

Quantidade: 1 xícara, picada ou fatiada
Carboidratos: 13 gramas
Se você quiser reduzir o tempo de cozimento, não cozinhe as beterrabas inteiras como muitas receitas sugerem. Descasque-as e corte-as em oito pedaços. Coloque-os pedaços em uma assadeira e leve ao forno a 210 graus por cerca de 20 minutos. Assim que estiverem prontas, você pode servi-las em uma salada com um pouco de rúcula, nozes e queijo feta desnatado.

Pastinaca (cherivia ou cherovia)

Lebensmittelfotos/Pixabay

Quantidade: 1 xícara
Carboidratos: 23 gramas
Embora a contagem de carboidratos seja alta, eles têm 6,5 gramas de fibra por porção. Asse a 180 graus por uma hora. Misture-os com outros vegetais de raiz, como batatas, rutabagas, nabos e beterrabas para um acompanhamento colorido que é um banquete para seus olhos e sua barriga.

Couve-de-Bruxelas

Kalhh/Pixabay

Quantidade: 1 xícara, cru ou cozido
Carboidratos: 12 gramas
São 8 gramas de fibra que ajudam a equilibrar os carboidratos. Se você tem más lembranças do vegetal sem gosto e cozido demais, não tenha medo. Misture-os em uma tigela com azeite, sal e pimenta. Asse a 260ºC por 20 minutos e regue com vinagre balsâmico.

Abobrinha

MootikaLLC/Pixabay

Quantidade: 1 xícara, fatiada
Carboidratos: 3,5 gramas
Você pode usar fatias cruas, junto com aipo e pepino, em vez de chips. Ou, para algo diferente, compre um cortador em espiral e faça macarrão de abobrinha em vez de macarrão em todos os seus pratos favoritos.

Abóbora Butternut

Lebensmittelfotos/Pixabay

Quantidade: 1 xícara, cozido
Carboidratos: 21 gramas
Junto com a vitamina C, é rica em fibras com 6,6 gramas. Você pode descascar, cortar em cubos e assar a 200 graus por cerca de 30 minutos. É um ótimo acompanhamento ou um saboroso recheio de taco. Corte ao meio e leve ao forno inteiro a 180 graus por uma hora e 20 minutos, ou até que esteja macia.

Abóbora Bolota

Diane Blanco/Pixabay

Quantidade: 1 xícara, cozida
Carboidratos: 30 gramas
É uma alta contagem de carboidratos, mas eles têm 9 gramas de fibra para equilibrar. Um minuto no micro-ondas em alta fará com que cada abóbora seja mais fácil de cortar pela metade. Coloque duas colheres de sopa de suco de laranja em cada metade e asse com o lado cortado para cima por 30-45 minutos. Um pouco de canela e noz-moscada vão bem. Ou use-os como taças de entrada e recheie-as com frango, cogumelos e couve.

Abóbora

Heartland Cardiology

Quantidade: 1 xícara, em cubos
Carboidratos: 8 gramas
Se você quiser um doce de abóbora que não seja um latte ou uma fatia de torta, experimente um smoothie. Jogue gelo, 1 banana, uma xícara de iogurte desnatado, ¼ xícara de purê de abóbora e uma pitada de canela e gengibre no liquidificador. Você pode diluir com leite desnatado, se necessário.

Espinafre

Foto: Clara Sander/Pixabay

Quantidade: 2 xícaras, cru
Carboidratos: 2 gramas
Quase não tem carboidratos e muitos nutrientes. Refogue, fresco ou congelado, no alho e azeite, para um acompanhamento simples que funciona com quase tudo. Você também pode usá-lo em saladas ou em omeletes para garantir que toda a família aproveite.

Grão-de-bico


Quantidade: 1 xícara, cozido
Carboidratos: 45 gramas
São ricos em proteínas e fibras. Use-os em saladas, sopas e curry indianos picantes. Ou adicione um pouco de azeitona, suco de limão, alho e tahine (feito de sementes de gergelim) e jogue tudo em um processador de alimentos. A pasta espessa resultante, conhecida como homus (foto), é perfeita para mergulhar com pão sírio, batatas fritas ou mesmo vegetais crus.

Pimentão vermelho

Pixabay

Quantidade: 1 xícara, cru ou cozido
Carboidratos: 9 gramas
Corte-os longitudinalmente para um delicioso e simples lanche cru, sozinho ou para mergulhar em um molho. Use-os com quase qualquer refogado para obter cor e sabor. Você também pode escurecer um na grelha ou no forno. Para um acompanhamento ou prato principal isolado, recheie-os com feijão, arroz, carne ou o que quer que soe bem. Asse a 200 graus por 35 minutos.

Feijões da Marinha

Freepik

Quantidade: 1 xícara, cozido
Carboidratos: 47 gramas
Adicione-os a uma salada simples de frango cozido, pepino, cebola, óleo e suco de limão para um almoço leve e refrescante de verão. Deixe o feijão de molho durante a noite para torná-lo mais fácil de digerir (leia-se: menos gases). Se você estiver com pressa, use 10 xícaras de água para cada quilo de feijão e ferva por 3 minutos. Em seguida, reserve por uma hora ou mais antes de começar a cozinhar.

Fonte: WebMD

Deseja adotar uma dieta vegetariana? Conheça produtos que podem ajudar na transição

Entre queijos vegetais e produtos feitos à base de planta, Superbom explica como fazer a mudança de vida da forma mais natural possível

Com a forte presença de movimentos cruelty-free nas redes sociais nos últimos anos, as dietas vegetarianas e veganas – muitas vezes vistas como um estilo de vida – passaram a ser cada vez mais disseminadas e aceitas pela população em geral, conquistando cada vez mais adeptos e simpatizantes. Prova disso é que, enquanto em 2012 apenas 8% da população do Brasil se declarava vegetariana, em 2020, 14% dos brasileiros (ou cerca de 30 milhões de pessoas) afirmaram não consumir nenhum tipo de carne em suas refeições.

O estudo realizado pela Sociedade Vegetariana Brasileira ainda vai além, mostrando que 63% dos entrevistados gostaria de reduzir o consumo de produtos de origem animal em seu dia a dia. Os dados e estimativas indicam que as dietas veganas e vegetarianas, agora não sendo vistas sob uma perspectiva restritiva, tendem a seguir este crescimento e se estabilizar ainda mais no país até 2030.

Seja em dietas vegetarianas, veganas ou flexitarianas (quando a pessoa faz frequentes refeições sem produtos de origem animal, mesmo que não completamente), uma importante pauta é como realizar a transição alimentar de forma gradual e sem extremismos para que a mudança ocorra da maneira mais natural possível. Pensando nisso, a Superbom conta em seu catálogo com diversos produtos que podem facilitar na transição daqueles que desejam adaptar sua alimentação às dietas livres de produtos animais.

“Uma das nossas principais preocupações é oferecer alimentos saborosos e nutritivos que façam com que as pessoas sintam o mesmo prazer de comer carnes e queijos ‘tradicionais’. Nossos produtos vegetais plant-based passam por diversas etapas de curadoria e controle de qualidade que, quando chegam à mesa dos nossos consumidores, fazem com que eles percebam que dietas vegetarianas e veganas não são necessariamente sinônimos de restrição, mas sim de prazer e satisfação”, declara David Oliveira, Diretor de Marketing da empresa.

A Superbom conta em seu catálogo com diversos produtos como carnes plant-based e queijos veganos que são ideais para aqueles que desejam adotar a dieta, mas que têm dificuldade em desapegar de produtos de origem animal. Enquanto as carnes vegetais da marca têm cheiro, sabor e textura semelhantes à da carne tradicional, os queijos são compostos em grande parte por água, amido, óleo de coco e extrato de levedura, sendo livres de leite e qualquer componente animal.

Outra preocupação relatada muitas vezes ao adotar uma dieta vegetariana é ideia de que este estilo de vida pode levar a alguma deficiência nutricional, pois acreditam que os alimentos de origem animal são mais completos nutricionalmente. Cyntia Maureen, nutricionista da Superbom, explica, no entanto, que é importante atentar-se à inclusão de fontes de proteínas vegetais na dieta e, quando necessário, suplementar alguns nutrientes como a vitamina B12. Segundo a profissional, as leguminosas como feijões, grão de bico, lentilha e ervilha (presente nas carnes vegetais da marca) são uma ótima alternativa para substituições, proporcionando uma alimentação que favorece a saciedade e supre as necessidades do organismo.

“As pessoas estão percebendo cada vez mais que dietas vegetarianas e veganas podem ser tanto saborosas quanto nutritivas, trazendo benefícios ao nosso corpo quando feitas de forma balanceada e saudável. Assim como em toda alimentação, equilíbrio é a chave. Minha dica para aqueles que desejam se aventurar nas dietas livres de componentes animais é que fiquem atentos aos rótulos dos produtos e prefiram sempre aqueles que são feitos com alimentos naturais e sem aditivos químicos. Sendo feitos com base em alimentos de verdade, você terá uma alimentação equilibrada e saudável e realizará sua transição alimentar da melhor maneira possível”, finaliza a nutricionista.

Sugestão de produtos disponíveis no catálogo da Superbom para a transição alimentar:

Burger Gourmet Vegan da Superbom

O Burger Gourmet Vegan da Superbom é uma inovação no mercado vegetariano/vegano. Um burguer vegano com cheiro, sabor e textura semelhante ao de origem animal, no entanto, totalmente plant based por ser um hambúrguer à base de ervilha. Com 15g de proteína, esse hambúrguer vegano complementa o cardápio com facilidade, sendo o elemento que faltava para criar os melhores lanches com mais sabor e nutrição. Rico em proteínas vegetais, o hambúrguer de ervilha contém vitaminas A, B9 e B12 além dos minerais zinco e ferro, sendo uma ótima opção para substituir o hambúrguer de origem animal. O hambúrguer pronto sem carne animal da Superbom está disponível em embalagem com 227g.

Frango Vegano em Pedaços à Base de Ervilha

O Frango Vegano à base de ervilha Superbom é uma inovação para o mercado vegetariano. Depois da versão ovolactovegetariana, demos um upgrade e apresentamos a versão de frango vegano que substitui o frango de carne animal.

Enriquecido com vitaminas A, B9 e B12, bem como dos minerais ferro e zinco, o frango vegano pronto é prático e permite excelentes combinações na elaboração de diferentes receitas, como aperitivos, saladas ou pratos quentes.

Com textura macia e sabor único, o frango sem carne animal vem em pedaços e está disponível em embalagem de 400g.

Steak à Base de Ervilha Sabor Frango

Crocante, delicioso e super saudável, os famosos empanados ganharam uma versão vegetariana, à base de ervilha. O Steak Vegetariano sabor Frango da Superbom é uma ótima opção para qualquer refeição. Contém vitaminas A, B9 e B12, e os minerais ferro e zinco. Vai ser difícil resistir!

Linguiça Tradicional à Base de Ervilha

A Linguiça Tradicional à Base de Ervilha Superbom é um alimento ovolactovegetariano pronto para o consumo. É fonte das vitaminas A, B9 e B12, bem como dos minerais ferro e zinco. Excelente combinação no preparo de aperitivos, acompanhamentos ou pratos mais elaborados. Sua textura é macia e, no paladar, é surpreendente.

Salsicha à Base de Ervilha

Excelente na elaboração de cachorro quente vegetariano, a salsicha à base de ervilha é versátil, podendo ser usada em muitas outras preparações.

Com a salsicha ovolactovegetariana seu hot dog nunca mais será o mesmo! A textura é macia e o sabor é surpreendente. Estando disponível em embalagem de 300g, a salsicha ovolactovegetariana substitui a salsicha de carne animal.

Vegan Cheese Mussarela 200g

O Queijo Mussarela Vegano da Superbom não possui leite e não tem nenhum componente de origem animal, além de ser um produto de grande versatilidade. Vegan friendly, esse queijo vegano é um alimento 100% vegetal. Escolha o prato e faço sucesso com deliciosas receitas com queijo vegano. É um produto livre de alergênicos e com um sistema abre e fecha, prático e fácil de armazenar – também disponível na versão 480g.

Vegan Cheese Gourmet Parmesão 200g

O Queijo Vegano sabor Parmesão Gourmet é um alimento 100% vegetal e vegan friendly. Esse queijo vegano é livre de alergênicos e e, em comparação ao queijo brie tradicional, possui baixo valor calórico.

Muito prático, o queijo vegano sabor parmesão não possui leite e não tem nenhum componente de origem animal, podendo ser consumido frio ou quente. Sirva como aperitivo ou prepare deliciosas receitas com queijo vegano.

Sanduíches, macarronadas, molhos ou até mesmo pizzas veganas e pão de queijo vegan agora ficaram bem mais fáceis de preparar e agradar!

Vegetale

A maionese vegana Vegetale é um alimento 100% vegetal, ou seja, não contém leite animal ou qualquer outro componente de origem animal, ou até mesmo que possa causar algum dano ao reino animal.

Sobre a Superbom

Wickbold lança wrap com vegetais na formulação

Feito com cenoura, batata-doce e tomate, o novo Tá Pronto! une saudabilidade e praticidade em forma de tortilha, duas tendências do setor de alimentação que ganharam ainda mais destaque na quarentena

O isolamento social faz com que os consumidores cozinhem mais e, na hora de preparar as receitas, eles buscam alimentos mais nutritivos e práticos. De olho nessa tendência, a Wickbold , que já é a líder brasileira no segmento de pães especiais e saudáveis, acaba de anunciar mais um lançamento que reforça a missão de nutrir e inspirar pessoas para uma vida equilibrada. É o novo Tá Pronto Vegetais, que chega para oferecer uma refeição rápida, saudável e saborosa.

O lançamento atende às principais tendências do setor de alimentação: Inovação, já que é inédito e possui vegetais de verdade na formulação; saudabilidade, ao reunir a cenoura, o tomate e a batata-doce para garantir saciedade e menor índice calórico; versatilidade, com um sabor coringa que combina com qualquer recheio e possibilita diversas receitas; experiência de consumo diferenciada, com textura de massa fininha, leve e crocante; e praticidade, pois é só esquentar e rechear.

“Estudamos de forma permanente o mercado e vemos uma demanda cada vez maior por produtos que ajudem o consumidor a ter uma alimentação saudável, mas que seja também descomplicada, isso tudo sem abrir mão do sabor. O wrap se adapta bem a essa realidade, pois pode ser preparado de forma rápida e com infinitas possibilidades de combinações”, explica Denise Pacheco, coordenadora de marketing da companhia.

O tamanho da tortilha também merece destaque, já que ela é maior em relação a outros produtos similares oferecidos nas gôndolas, permitindo a produção de sanduíches bem recheados sem que a massa do wrap quebre ao ser manuseada.

“Nossa expertise de mais de 80 anos no mercado brasileiro de pães colaborou para o desenvolvimento de um produto único, que promete agradar e fazer sucesso. Temos grandes expectativas nesse sentido”, conta a executiva.

Embalagens e mercado

O lançamento da linha de wraps Tá pronto! marcou a entrada da Wickbold na categoria de massas tipo tortilhas. Além da novidade Vegetais, os consumidores podem encontrar dois sabores: Original, feito à base de massa branca tradicional; e 100% Integral, inédito no mercado brasileiro nessa divisão de produtos. Todas as embalagens foram elaboradas para ajudar a rotina do consumidor. Além de oferecer proteção ao produto, o fechamento em sistema zip torna mais fácil de manusear e de guardar.

A versão Vegetais pode ser encontrada nas principais gôndolas do País por um preço médio de R$ 5,99.

Informações: Wickbold

Dietas à base de plantas ricas em carboidratos podem melhorar a sensibilidade à insulina

Nem todo carboidrato é um vilão e piora a saúde de diabéticos, segundo estudo publicado em julho no Journal of Diabetes & Metabolism

Ao contrário do que muita gente imagina, nem todo carboidrato é um vilão. Novos estudos são enfáticos ao dizer que dietas baseadas em vegetais ricas em carboidratos podem melhorar a sensibilidade à insulina e outros marcadores de saúde em indivíduos com diabetes tipo 1, de acordo com dois estudos de caso publicados por pesquisadores do Physicians Committee for Responsible Medicine no Journal of Diabetes & Metabolism.

“Ambos os estudos de caso acompanharam indivíduos com diabetes tipo 1 que adotaram dietas baseadas em vegetais ricas em carboidratos complexos – incluindo frutas, vegetais, grãos integrais e legumes. As equipes de saúde dos pacientes monitoraram seu controle de açúcar no sangue, fatores de risco de doenças cardíacas e outras medidas de saúde antes e depois da mudança na dieta”, diz a médica nutróloga Marcella Garcez, professora e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran). Nos dois casos, houve melhora da sensibilidade à insulina.

Um estudo de caso acompanhou uma paciente do sexo feminino que foi diagnosticada com diabetes tipo 1 em 2018. Na época, seu A1c (teste de hemoglobina glicada) era de 8,7%. Ela inicialmente adotou uma dieta pobre em carboidratos (menos de 30 gramas de carboidratos por dia) e rica em gorduras, rica em carnes e laticínios. O açúcar no sangue estabilizou, mas ela precisava de mais insulina por grama de carboidrato consumido. Seu colesterol total também aumentou de 175 para 221 mg/dL.

Em janeiro de 2019, ela mudou para uma dieta baseada em vegetais, eliminando laticínios, ovos e carne. A paciente conseguiu diminuir a dosagem de insulina, manter o nível de A1c em 5,4% e baixar o nível de colesterol para 158 mg/dL. “Este estudo desafia o conceito errado de que os carboidratos são o inimigo quando se trata de diabetes. A paciente neste estudo de caso experimentou o oposto: adicionar mais carboidratos saudáveis à dieta estabilizou seu controle glicêmico, reduziu suas necessidades de insulina e melhorou sua saúde geral”, diz Marcella.

O outro indivíduo, um homem de 42 anos que foi diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 25, eliminou os produtos de origem animal de sua dieta e mudou para uma dieta baseada em vegetais. Ele aumentou seu consumo de carboidratos de 150 gramas para 400-450 gramas por dia. Depois de adotar uma dieta à base de vegetais rica em carboidratos complexos, ele perdeu peso, exigiu menos insulina e reduziu sua A1c – uma medida dos níveis de açúcar no sangue durante um período de 3 meses – de 6,2% para uma faixa entre 5,5-5,8%.

Os autores observam que um pequeno estudo anterior apoiou os resultados dos estudos de caso, descobrindo que uma dieta rica em carboidratos e fibras melhorou o controle glicêmico em 10 pessoas com diabetes tipo 1. Como uma próxima etapa, os autores sugerem que ensaios clínicos randomizados são necessários para verificar as descobertas dos estudos de caso, avaliar sua generalização e quantificar a eficácia das dietas à base de plantas no controle do diabetes tipo 1.

Estudos anteriores descobriram também que dietas com baixo teor de gordura à base de plantas podem ser benéficas para aqueles com diabetes tipo 2. A pesquisa também mostrou que aqueles que têm uma dieta baseada em vegetais têm aproximadamente metade do risco de desenvolver diabetes tipo 2, em comparação com os não vegetarianos. “Décadas de pesquisa provaram que uma dieta baseada em vegetais pode ser benéfica para aqueles com diabetes tipo 2. Agora, esses estudos de caso inovadores estão oferecendo esperança de que o mesmo pode ser verdade para aqueles com diabetes tipo 1”, finaliza Marcella.

Fonte: Marcella Garcez é médica nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. A médica é Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.