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Abril Vegano: SVB desafia influenciadores e seguidores a provar 30 dias de alimentação à base de vegetais

Nova edição da campanha online incentiva as pessoas a darem o primeiro passo para uma vida de refeições sem carne, leite e ovos   A Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) dá a largada no novo mês com uma proposta acolhedora e atual convidando milhares de pessoas a passarem o mês de abril sem nada de produtos de origem animal, como carne, ovos, leite e derivados.


Em nova edição, o desafio Abril Vegano quer incentivar as pessoas a participarem dessa experiência e conhecer um novo mundo de possibilidades e benefícios à saúde, com uma alimentação repleta de leguminosas, cereais, frutas, legumes e verduras.  

Para orientar os participantes, a campanha online vai contar com publicações, lives e um site específico, onde e-books gratuitos estão disponíveis para baixar. Conteúdos que dão suporte à mudança alimentar, como receitas e informações nutricionais serão compartilhadas nas redes sociais e também em um grupo do Telegram.  

Os quatro influenciadores digitais que toparam o desafio de serem embaixadores da campanha são: os atores e atrizes Day Mesquita, José Trassi, Henrique Camargo e Rayssa Bratillieri. Eles receberam um kit com vários produtos veganos e irão compartilhar as dicas e a rotina em seus perfis. Alguns restaurantes de São Paulo e Rio de Janeiro se aliaram a campanha e receberão os embaixadores para provar pratos veganos do restaurante, sem custo (confira lista abaixo).  

 “Topei o Abril Vegano para melhorar minha alimentação, experimentar coisas novas e, também, pela contribuição e amor pelos animais e para o bem do planeta”, comenta o ator Henrique Camargo.   Os embaixadores convidados serão acompanhados pela Renata Victoratti, nutricionista do Departamento de Campanhas da SVB, garantindo o aporte necessário de nutrientes, além de incluir nas refeições o resgate da memória afetiva dos alimentos presentes na rotina deles e, claro, muito sabor.

“O Abril Vegano é uma oportunidade para as pessoas que estão buscando a exclusão ou redução do consumo de carnes ou derivados do leite a dar esse primeiro passo, contribuindo muito com a saúde. Diversas pesquisas afirmam que, a redução do consumo de carnes e a ampliação do consumo de frutas, legumes, verduras, leguminosas e cereais integrais estão ligadas a menores taxas de obesidade, níveis de colesterol, pressão arterial, diabetes e doenças coronarianas“, explica a nutricionista.  

A SVB defende e estimula a alimentação à base de vegetais por entender que ela é a melhor opção para a saúde, os animais e o planeta. Estudos já identificaram que o consumo de carnes, por exemplo, está diretamente associado ao risco aumentado de doenças crônicas e degenerativas como diabetes, obesidade, hipertensão e alguns tipos de câncer.   

Pelo lado do meio ambiente, a pecuária usa quase 80% das terras aráveis do planeta, mas fornece apenas 37% das proteínas (18% das calorias) consumidas, sendo a maior responsável pela erosão de solos, perda de biodiversidade e contaminação de mananciais aquíferos do mundo. A ONU estima que cerca de 14,5% das emissões de gases do efeito estufa oriundas de atividades humanas têm origem nesse setor.   

Já na questão ética, muitas pessoas não têm ideia do sofrimento e número de animais afetados por essa indústria. São abatidos mais de 10 mil animais terrestres por minuto no Brasil, a maioria frangos, porcos e bois – animais com uma complexa capacidade cognitiva e capazes de sentir dor, medo e alegria da mesma forma que os cães.   Além disso, a produção de carne contribui significativamente para o desperdício global de alimentos, uma vez que são consumidos de 2 a 10 kg de proteína vegetal para produzir apenas 1 kg de proteína de origem animal.    

Site oficial da campanha: abrilvegano.com.br
Restaurantes apoiadores:
https://www.instagram.com/popveganfood/ SP
https://www.instagram.com/hitovegano/ SP
https://www.instagram.com/greenkitchenbr/ SP
https://www.instagram.com/purana.co/ SP
https://instagram.com/restbananaverde/ SP
https://www.instagram.com/orgbistro/ RJ
https://www.instagram.com/sushimarlaranjeiras/ RJ
https://www.instagram.com/tevavegetal/ RJ
https://www.instagram.com/revubr/ RJ  

Fonte: Sociedade Vegetariana Brasileira

Qual é a diferença entre frutas e vegetais?

Frutas e vegetais constituem a base de uma dieta nutritiva, eles contêm vitaminas, minerais, fibras e outros nutrientes. Ambos têm classificação botânica e culinário. Botanicamente as frutas são a estrutura portadora de sementes das plantas com flores, enquanto os vegetais consistem em caules, folhas e outros componentes de plantas comestíveis.

Segundo a nutricionista Adriana Stavro, do ponto de vista culinário, frutas e vegetais são classificados com base no sabor. As frutas geralmente têm sabor doce ou azedo e podem ser utilizadas em sobremesas, lanches ou sucos. Os vegetais têm um sabor mais suave e geralmente são consumidos como acompanhamento ou prato principal.

Neste sentido é fácil conceituar quais alimentos são frutas e quais são considerados vegetais. No entanto, existem diversas plantas que são tecnicamente frutas, embora sejam frequentemente classificadas como vegetais. Os tomates são o exemplo mais conhecido e controverso disso.Outros exemplos comuns de frutas que são confundidos com vegetais incluem o pepino, pimentões, berinjelas, azeitonas, abóboras, vagens de ervilha e quiabo

Embora haja muitas frutas que são confundidas com vegetais, há poucos vegetais que são considerados frutas. No entanto, algumas variedades de vegetais têm um sabor naturalmente mais doce e são usados de forma semelhante às frutas em sobremesas, tortas e assados. Abatata-doce é um deles. Apesar de seu sabor doce, ela é, na verdade, um tipo de raiz vegetal, não uma fruta. A torta de batata doce é uma sobremesa tradicional do Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos. Outros vegetais com sabor naturalmente mais doce incluem beterraba e cenoura.

Nutricionalmente, quais são as semelhanças?

Frutas e vegetais têm muitas semelhanças em termos de nutrição.Ambos são ricos em fibras, vitaminas, minerais, antioxidantes e naturalmente pobres em sódio e gordura.Devido ao seu sabor doce, as frutas tendem a ter uma quantidade maior de açúcar natural (frutose) e calorias em comparação com a maioria dos vegetais.

Para cada 100g de frutas, as Kcal variam entre 90-646kcal, e a quantidade de açúcar entre 4-34,8g,bem mais que os vegetais folhosos, que a cada 100g contém em média 65-177kcal e 1,4-4,9g de açúcar.

Em comparação com os vegetais, as frutas também podem conter mais fibras . Para cada 100g, a quantidade de fibras varia de 2-15g, enquanto os vegetais folhosos fornecem 1,2-4g. Quando comparamos a quantidade de fibras das frutas com as dos tubérculos as diferenças são menores. Para 100g de frutas, a quantidade de fibras é2-15g e de 1,1-9,5 para os tubérculos.

O conteúdo de água também é altamente variável. Os vegetais folhosos podem ser compostos de 84-95% de água, enquanto as frutas contêm um pouco menos, entre 61-89%, já os tubérculos variam entre 62,3 a 94,6%.

Existem também diferenças de nutrientes entre as diferentes categorias de frutas e vegetais.

Tubérculos: existem inúmeras raízes que constituem uma extensa biodiversidade, assim, eles adicionam variedade à alimentação, além de oferecer vários benefícios, como atividades antioxidantes, diminuição da glicemia, hipocolesterolêmicas, antimicrobianas e imunomoduladoras. Vários constituintes bioativos, como compostos fenólicos, saponinas, proteínas, e ácidos fíticos, são responsáveis pelos efeitos observados. Os tubérculos têm imenso potencial como alimentos funcionais e ingredientes nutracêuticos a serem explorados na redução do risco de doenças e no bem-estar geral. Cenoura, batata, mandioca, beterraba e nabo são tubérculos.

Frutas cítricas: os componentes bioativos presentes nas frutas cítricas incluem vitamina C, betacaroteno, flavonoides, limonoides, ácido fólico e fibra alimentar. São frutas cítricas: abacaxi, acerola, cupuaçu, laranja, lima, limão e tangerina.

Vegetais crucíferos: os vegetais crucíferos ganharam popularidade devido às suas propriedades aparentes de combate ao câncer. Este grande grupo de plantas é diversificado e inclui: rúcula, brócolis, couve-de-bruxelas, repolho, couve. Entre os vários vegetais, o brócolis parece estar mais intimamente associado à redução do risco de câncer em órgãos como o colo, pulmão, próstata e mama. Os efeitos foram atribuídos, às suas quantidades de glicosinolatos,uma classe de glicosídeos contendo enxofre, e seus produtos de degradação, como os isotiocianatos que os diferenciam de outros vegetais.

Frutas vermelhas: as frutas vermelhas são baixas em calorias e ricas em fibras. Eles contêm antioxidantes, como vit C e E, e micronutrientes, como ácido fólico, cálcio, selênio, betacaroteno e luteína. Os fitoquímicos encontrados incluem os polifenóis, juntamente com altas proporções de flavonoides, incluindo antocianinas. As mais consumidas incluem as amoras, framboesa, mirtilo, morangos, açaí e groselha.

Folhas verdes: a família dos vegetais de folhas verdes escuras, fornece muitos nutrientes, como vit A , C, K, antioxidantes, fibras, folato, magnésio, cálcio, ferro, potássio, luteína e a zeaxantina. A ingestão diária destes vegetais indicam relação inversa entre a degeneração macular relacionada à idade, podem ajudar a reduzir o risco de certos tipos de câncer, particularmente os de mama e pulmão, além de contribuir para a prevenção de doenças cardíacas e derrame.

Vegetais verde-escuros: brócolis, espinafre, alface, couve, nabo e mostarda

Vegetais vermelhos e laranja: tomates, pimentão vermelho, cenoura, batata doce, abóbora, abóbora

Feijão e ervilha: feijão vermelho, lentilha, grão de bico e feijão preto. Não inclui feijão verde ou ervilha verde.

Vegetais com amido: batata branca, milho, ervilhas

Outros vegetais: alface americana, feijão verde, cebola

Fruta: todas as frutas frescas, congeladas, enlatadas e secas e sucos de frutas (laranja e suco de laranja, maçã e suco de maçã, banana, uva, melão, frutas vermelhas e passas).

Fonte: Adriana Stavro é nutricionista mestre pelo Centro Universitário São Camilo. Curso de formação em Medicina do Estilo de Vida pela Universidade de Harvard Medical School
Especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional pelo Instituto Valéria Pascoal (VP) Pós-graduada EM Fitoterapia pela Courses4U.

Deseja adotar uma dieta vegetariana? Conheça produtos que podem ajudar na transição

Entre queijos vegetais e produtos feitos à base de planta, Superbom explica como fazer a mudança de vida da forma mais natural possível

Com a forte presença de movimentos cruelty free nas redes sociais nos últimos anos, as dietas vegetarianas e veganas – muitas vezes vistas como um estilo de vida – passaram a ser cada vez mais disseminadas e aceitas pela população em geral, conquistando cada vez mais adeptos e simpatizantes. Prova disso é que, enquanto em 2012 apenas 8% da população do Brasil se declarava vegetariana, em 2020, 14% dos brasileiros (ou cerca de 30 milhões de pessoas) afirmaram não consumir nenhum tipo de carne em suas refeições.

O estudo realizado pela Sociedade Vegetariana Brasileira ainda vai além, mostrando que 63% dos entrevistados gostaria de reduzir o consumo de produtos de origem animal em seu dia a dia. Os dados e estimativas indicam que as dietas veganas e vegetarianas, agora não sendo vistas sob uma perspectiva restritiva, tendem a seguir este crescimento e se estabilizar ainda mais no país até 2030.

Seja em dietas vegetarianas, veganas ou flexitarianas (quando a pessoa faz frequentes refeições sem produtos de origem animal, mesmo que não completamente), uma importante pauta é como realizar a transição alimentar de forma gradual e sem extremismos para que a mudança ocorra da maneira mais natural possível. Pensando nisso, a Superbom conta em seu catálogo com diversos produtos que podem facilitar na transição daqueles que desejam adaptar sua alimentação às dietas livres de produtos animais.

“Uma das nossas principais preocupações é oferecer alimentos saborosos e nutritivos que façam com que as pessoas sintam o mesmo prazer de comer carnes e queijos ‘tradicionais’. Nossos produtos vegetais e plant-based passam por diversas etapas de curadoria e controle de qualidade que, quando chegam à mesa dos nossos consumidores, fazem com que eles percebam que dietas vegetarianas e veganas não são necessariamente sinônimos de restrição, mas sim de prazer e satisfação”, declara David Oliveira, Diretor de Marketing da empresa.

A Superbom conta em seu catálogo com diversos produtos como carnes plant-based e queijos veganos que são ideais para aqueles que desejam adotar a dieta, mas que têm dificuldade em desapegar de produtos de origem animal. Enquanto as carnes vegetais da marca têm cheiro, sabor e textura semelhantes à da carne tradicional, os queijos são compostos em grande parte por água, amido, óleo de coco e extrato de levedura, sendo livres de leite e qualquer componente animal.

Outra preocupação relatada muitas vezes ao adotar uma dieta vegetariana é ideia de que este estilo de vida pode levar a alguma deficiência nutricional, pois acreditam que os alimentos de origem animal são mais completos nutricionalmente. Cyntia Maureen, nutricionista da Superbom, explica, no entanto, que é importante atentar-se à inclusão de fontes de proteínas vegetais na dieta e, quando necessário, suplementar alguns nutrientes como a vitamina B12. Segundo a profissional, as leguminosas como feijões, grão de bico, lentilha e ervilha (presente nas carnes vegetais da marca) são uma ótima alternativa para substituições, proporcionando uma alimentação que favorece a saciedade e supre as necessidades do organismo.

“As pessoas estão percebendo cada vez mais que dietas vegetarianas e veganas podem ser tanto saborosas quanto nutritivas, trazendo benefícios ao nosso corpo quando feitas de forma balanceada e saudável. Assim como em toda alimentação, equilíbrio é a chave. Minha dica para aqueles que desejam se aventurar nas dietas livres de componentes animais é que fiquem atentos aos rótulos dos produtos e prefiram sempre aqueles que são feitos com alimentos naturais e sem aditivos químicos. Sendo feitos com base em alimentos de verdade, você terá uma alimentação equilibrada e saudável e realizará sua transição alimentar da melhor maneira possível”, finaliza a nutricionista.

Sugestão de produtos disponíveis no catálogo da Superbom para a transição alimentar:

Burger Gourmet Vegan da Superbom

O Burger Gourmet Vegan da Superbom é uma inovação no mercado vegetariano/vegano. Um burguer vegano com cheiro, sabor e textura semelhante ao de origem animal, no entanto, totalmente plant based por ser um hambúrguer à base de ervilha.

Com 15g de proteína, esse hambúrguer vegano complementa o cardápio com facilidade, sendo o elemento que faltava para criar os melhores lanches com mais sabor e nutrição. Rico em proteínas vegetais, o hambúrguer de ervilha contém vitaminas A, B9 e B12 além dos minerais zinco e ferro, sendo uma ótima opção para substituir o hambúrguer de origem animal.

O hambúrguer pronto sem carne animal da Superbom está disponível em embalagem com 227g.

Frango Vegano em Pedaços à Base de Ervilha

O Frango Vegano à base de ervilha Superbom é uma inovação para o mercado vegetariano. Depois da versão ovolactovegetariana, demos um upgrade e apresentamos a versão de frango vegano que substitui o frango de carne animal.

Enriquecido com vitaminas A, B9 e B12, bem como dos minerais ferro e zinco, o frango vegano pronto é prático e permite excelentes combinações na elaboração de diferentes receitas, como aperitivos, saladas ou pratos quentes.

Com textura macia e sabor único, o frango sem carne animal vem em pedaços e está disponível em embalagem de 400g.

Steak à Base de Ervilha Sabor Frango

Crocante, delicioso e super saudável, os famosos empanados ganharam uma versão vegetariana, à base de ervilha. O Steak Vegetariano sabor Frango da Superbom é uma ótima opção para qualquer refeição. Contém vitaminas A, B9 e B12, e os minerais ferro e zinco. Vai ser difícil resistir!

Linguiça Tradicional à Base de Ervilha

A Linguiça Tradicional à Base de Ervilha Superbom é um alimento ovolactovegetariano pronto para o consumo. É fonte das vitaminas A, B9 e B12, bem como dos minerais ferro e zinco. Excelente combinação no preparo de aperitivos, acompanhamentos ou pratos mais elaborados. Sua textura é macia e, no paladar, é surpreendente.

Salsicha à Base de Ervilha

Excelente na elaboração de cachorro quente vegetariano, a salsicha à base de ervilha é versátil, podendo ser usada em muitas outras preparações.

Com a salsicha ovolactovegetariana seu hot dog nunca mais será o mesmo! textura é macia e o sabor é surpreendente. Estando disponível em embalagem de 300g, a salsicha ovolactovegetariana substitui a salsicha de carne animal.

Vegan Cheese Mussarela 200g

O Queijo Mussarela Vegano da Superbom não possui leite e não tem nenhum componente de origem animal, além de ser um produto de grande versatilidade. Vegan friendly, esse queijo vegano é um alimento 100% vegetal. Escolha o prato e faço sucesso com deliciosas receitas com queijo vegano. É um produto livre de alergênicos e com um sistema abre e fecha, prático e fácil de armazenar – também disponível na versão 480g.Vegan Cheese Gourmet Parmesão 200g

O Queijo Vegano sabor Parmesão Gourmet é um alimento 100% vegetal e vegan friendly. Esse queijo vegano é livre de alergênicos e e, em comparação ao queijo brie tradicional, possui baixo valor calórico.

Muito prático, o queijo vegano sabor parmesão não possui leite e não tem nenhum componente de origem animal, podendo ser consumido frio ou quente. Sirva como aperitivo ou prepare deliciosas receitas com queijo vegano.

Sanduíches, macarronadas, molhos ou até mesmo pizzas veganas e pão de queijo vegan agora ficaram bem mais fáceis de preparar e agradar!

Vegetale

A maionese vegana Vegetale é um alimento 100% vegetal, ou seja, não contém leite animal ou qualquer outro componente de origem animal, ou até mesmo que possa causar algum dano ao reino animal.

Fonte: Superbom

Safra do mês de outubro: nutricionista lista quais os alimentos saudáveis

Frutas e vegetais (FV) estão disponíveis durante o ano todo, mas você sabia que cada estação tem sua própria lista de frutas e vegetais?

Consumir alimentos da safra tem muitos benefícios dentre eles:

=São mais abundantes, portanto, custam menos.
=Comprar sazonalmente, garantirá o consumo de variedade, o que o ajudará a ter uma alimentação balanceada.
=Recebem menos pesticidas porque estão dentro do seu ciclo natural de cultivo
=São mais saborosos e nutritivos
=Têm aroma mais acentuado

Confira os alimentos da safra de outubro

Frutas

-Abacaxis são deliciosos, com poucas calorias e ricos em nutrientes e antioxidantes.

-Acerola é fonte de vitamina C e minerais importantes

-Banana-nanica: mais doce e muito aromática. É mais rica em potássio de todas as variedades de banana.

-Banana prata: não é tão doce quanto a maioria das outras bananas. É a variedade mais consumida no Brasil. Assim como a banana-maçã, é importante fonte de manganês além do potássio.

Foto: Giovanni42/Pixabay

-Cajus são ricos em fibras e gorduras saudáveis. Eles também contêm vitaminas e minerais benéficos à saúde

-Mangas contêm alto nível de vitamina C, fibras e pectina tornando-se uma fruta perfeita que ajuda no controle do alto nível de colesterol

-Caqui é uma fruta de clima tropical, e por isso é cultivado em praticamente todo o país. É uma excelente fonte de vitaminas C e E que, ambas auxiliam na defesa e no bom funcionamento do organismo. Além disso, possui um elevado teor de fibras, o que contribui para o bom funcionamento do intestino.

Pixabay

-Jabuticaba: fonte de fito químicos que ajudam a prevenir o câncer, ótimo para a saúde do fígado e previne o envelhecimento.

-Laranja lima é uma fruta para bebês e gestantes. É muito recomendada por ser menos ácida e com vitamina C em abundância, possuindo ainda antioxidantes e características com ação anti-inflamatória.

Legumes

-Alcachofra, aspargo, berinjela, beterraba, ervilha, fava, pepino, tomate caqui.

Verduras

-Almeirão, catalonha, cebolinha, coentro, espinafre, hortelã, mostarda.

É importante comer verduras e legumes pois estes alimentos fornecem nutrientes vitais para a saúde e manutenção do corpo:

-São naturalmente pobres em gordura e calorias e sem colesterol.

-Os vegetais são fontes de vitaminas e minerais.

-Dieta rica em verduras e legumes pode reduzir o risco de várias doenças, dentre elas, problemas cardíacas, derrame, diabetes, hipertensão e muitas outras.

Pescados:

Foto: Tarasov/Pixabay

Atum, bonito, corvina, lambari, linguado, pintado, robalo, salmão, tilápia.

O peixe é uma excelente fonte de proteína de alta qualidade. As espécies gordurosas também contêm ácidos graxos ômega-3 saudáveis para o coração e outros benefícios, incluindo proteção da visão e melhora da saúde mental. Além disso é fácil de preparar e muito gostoso.

Fonte: Adriana Stavro é Nutricionista Mestre pelo Centro Universitário São Camilo. Especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) pelo Hospital Israelita Albert Einstein, Pós-graduada em Nutrição funcional pela VP e em Fitoterapia pela Courses4U

Estação das flores e cores: quais alimentos típicos e benefícios de consumi-los durante o período?

Na hora de comprar frutas, legumes e verduras para consumir em casa, existem alguns fatores que devem ser levados em consideração, são eles: preço, se estão frescos, orgânicos ou não e que além de não conter agrotóxicos, também priorizam a sazonalidade dos produtos, e a escolha de alimentos mais frescos fazem toda a diferença.

Segundo o próprio Guia Alimentar para a População Brasileira, feito pelo Ministério da Saúde, o consumo de alimentos regionais, oriundos da agricultura familiar, que respeitam a natureza e técnicas agrícolas naturais são infalíveis para melhorar a saúde. Por esse motivo, com a entrada da primavera, nada melhor que aproveitar os FLVs da estação. E você sabe quais são eles?

Principais vantagens de escolher esses produtos

Além de gerar economia para o bolso, as frutas da estação saem do pé na hora certa e chegam ao consumidor de forma mais fresca e saborosa. Para escolher as frutas da safra, a Raízs, foodtech que conecta pequenos produtores de orgânicos com consumidores das cidades, possui um supermercado online com diversas opções de frutas da época, desde as mais comuns, até algumas que não estão sempre disponíveis nos supermercados, sacolões e hortifrutis, sempre respeitando a sazonalidade e o tempo da natureza.

Além disso, a foodtech comercializa produtos orgânicos 25% mais baratos que os habituais, isso porque elimina intermediários da cadeia e faz uma ligação direta entre produção e cliente.

Quais são os produtos da época?

De acordo com o Organis – Associação de Promoção dos Orgânicos, na primavera, a safra de frutas é marcada pela alta da acidez, com a presença do kiwi, maracujá, abacaxi, e outras como mamão, morango, manga e pêssego.

Já com relação às verduras da época, é neste período que o almeirão, o brócolis e o espinafre aparecem em abundância; e no caso dos legumes, os mais comuns são: abobrinha, alcachofra, berinjela, beterraba, ervilha, tomate e cenoura.

É a hora certa de aproveitar as cores e sabores da estação Todos esses produtos estão disponíveis no site Raízs, que entrega na Capital Paulista, Campinas e Região, Grande ABC e Litoral, clique aqui e veja as opções.

Consumir café e vegetal e diminuir carnes processadas influencia gravidade do Covid-19

Estudo com dados de pacientes britânicos cruzou a gravidade da Covid-19 com hábitos alimentares para concluir que severidade dos casos tem relação também com alimentação potencialmente inflamatória

O estado nutricional influencia a imunidade, mas a associação específica entre quais alimentos pioram ou evitam graus severos da doença ainda é uma conexão difícil. Apesar disso, um estudo recente da Northwestern University (Chicago – EUA), publicado em junho no periódico Nutrients, constata que alimentos como café e vegetais podem ajudar a evitar casos graves de Covid-19, enquanto carnes processadas estão relacionadas ao desenvolvimento de maior severidade da doença.

“O sistema imunológico desempenha um papel fundamental na suscetibilidade de um indivíduo e na resposta a doenças infecciosas, incluindo Covid-19. Um dos principais fatores modificáveis que afetam a função imunológica é o comportamento alimentar que influencia o estado nutricional. Estudos ecológicos do Covid-19 relatam correlações favoráveis com vegetais e padrões alimentares específicos, como a dieta mediterrânea. Alguns suplementos dietéticos foram encontrados para ter uma associação com a infecção SARS-CoV-2. No entanto, os pesquisadores deste estudo recente usaram dados da Inglaterra, do UK Biobank, e relataram que o consumo de café e vegetais foi associado favoravelmente ao desenvolvimento de quadros leves da doença, após a infecção pelo vírus”, explica Marcella Garcez, médica nutróloga, diretora e professora da Associação Brasileira de Nutrologia.

Foram analisados dados de 37.988 pessoas entre 40 e 70 anos de idade no início do estudo, das quais 17% testaram positivo para Covid-19. Embora o fator nutricional possa teoricamente impactar a suscetibilidade à Covid-19, poucas investigações testaram especificamente a hipótese. O baixo nível de vitamina D está associado à infecção, gravidade e mortalidade pela doença, segundo estudos; alto consumo de álcool e menor consumo de café e chá foram associados à gravidade da doença também.

Na investigação pela base de dados britânica, os pesquisadores concluíram que o consumo habitual de 1 ou mais xícaras de café por dia foi associado a uma redução de cerca de 10% no risco de Covid-19 em comparação com menos de 1 xícara/dia. “O café não é apenas uma fonte importante de cafeína, mas contribui com dezenas de outros constituintes; incluindo muitos implicados na imunidade. Entre muitas populações, o café é o principal contribuinte para a ingestão total de polifenóis, em particular os ácidos fenólicos. Café, cafeína e polifenóis têm propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, de forma que o consumo de café se correlaciona favoravelmente com biomarcadores inflamatórios, como PCR, interleucina-6 (IL-6) e fator de necrose tumoral α (TNF-α), que são também associados à gravidade e mortalidade de Covid-19. O consumo de café também foi associado a um menor risco de pneumonia em idosos”, explica a médica.

No caso das frutas e vegetais, explica Marcella, elas são fontes dietéticas ricas em vitaminas, folato, fibra e vários fitoquímicos, como carotenoides e flavonoides. “Essas substâncias têm propriedades anti-inflamatórias, antibacterianas e antivirais e, portanto, são imunoprotetoras. No estudo atual, o consumo de pelo menos 0,67 porções por dia de vegetais (cozidos ou crus, excluindo batatas) foi associado a um menor risco de infecção por Covid-19. Estudos ecológicos recentes do Covid-19 relatam que países com alto consumo de alimentos com atividade antioxidante potente ou antienzima conversora de angiotensina (ACE), como repolho cru ou fermentado, têm uma taxa de mortalidade por Covid-19 mais baixa em comparação com outros países”, explica.

Segundo os pesquisadores, estudos de vegetais e alimentos fermentados relataram que cada aumento de grama por dia no consumo médio nacional de repolho, pepino ou vegetais fermentados diminuiu o risco de mortalidade para Covid-19 em 11% a 35%.

Já o consumo de carne processada de apenas 0,43 porções/dia foi associado a um maior risco de Covid-19 no UK Biobank. No entanto, o consumo de carne vermelha não apresentou risco, sugerindo que a carne não processada não está relacionada a casos graves. “Carne processada refere-se a qualquer carne que foi transformada por meio de salga, cura, fermentação, defumação ou outro processo para realçar o sabor ou melhorar a preservação”, explica a médica nutróloga.

Salsichas, bacon e presunto são os principais contribuintes para a ingestão de carne processada e geralmente contêm sal enriquecido com nitratos e/ou nitritos. Conservantes e outros aditivos estão sendo usados cada vez mais, embora sejam difíceis de medir em estudos observacionais. “Carnes processadas também são características de uma dieta de estilo ocidental, o que pode afetar adversamente a imunidade”, explica a médica.

“Apesar da limitação do estudo, como não ter dados simultâneos de pandemia sobre outros fatores de risco estabelecidos (distanciamento e uso de máscaras), esse é um trabalho importante para pensarmos em incluir vegetais e café na dieta, e principalmente limitar o consumo de carnes processadas, com o objetivo de melhorar a imunidade”, finaliza Marcella.

Fonte: Marcella Garcez é médica nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. A médica é Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Problemas sérios que quem não consome frutas e vegetais pode ter (e dicas para inclui-los na dieta)

Não se engane: vegetais e frutas são componentes importantes da dieta humana, ricos em macro (carboidratos, gorduras e proteínas) e micronutrientes (vitaminas e minerais), e você pode ter sérios problemas ao optar por não consumi-los

Apenas um em cada três brasileiros consome frutas e vegetais regularmente, um número baixo. Mas ainda há aquelas pessoas que não comem esses alimentos de jeito nenhum, o que pode ser extremamente perigoso. “Frutas e vegetais contêm importantes compostos bioativos que demonstraram ter efeitos benéficos na saúde humana. Eles são fontes e ricos em vitaminas A, C, E e K e minerais como potássio, magnésio, cálcio. Além disso, também são uma boa fonte de fibras alimentares e possuem propriedades antioxidantes, além de fornecer também macronutrientes, como proteínas, carboidratos e gorduras boas”, explica a médica nutróloga Marcella Garcez, professora e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

“Sabemos que é impossível obter todos esses nutrientes de uma única fruta ou vegetal; portanto, é necessário incluir uma variedade de frutas e vegetais na dieta. Mas quem não consome frutas e vegetais está mais sujeito a deficiências e uma infinidade de doenças”, completa a médica.

De acordo com Marcella, algumas das doenças causadas pela deficiência de vitaminas incluem: escorbuto (causado pela deficiência de vitamina C), cegueira noturna (causada por deficiência de vitamina A), doença hemorrágica ou distúrbio hemorrágico (causado pela deficiência de vitamina K), anemia, osteoporose e bócio, que são doenças causadas pela deficiência de minerais (ferro, cálcio e iodo, respectivamente), entre outras.

Abaixo, a médica explica mais seis sérias consequências ao não consumir frutas e vegetais:

Problemas cardiovasculares: uma dieta rica em frutas e vegetais reduz o risco de problemas cardiovasculares e complicações futuras. “Estima-se que o risco de doenças cardíacas entre os indivíduos que ingerem mais de cinco porções de frutas e vegetais por dia seja reduzido em 20%, em comparação com aqueles que comem menos de três porções por dia”, afirma a médica. De acordo com a revisão Effects of Vegetables on Cardiovascular Diseases and Related Mechanisms, o consumo de vegetais está inversamente correlacionado ao risco de doenças cardiovasculares.

“Pesquisas de vários estudos epidemiológicos mostram que vegetais como aspargos, aipo, alface, brócolis, cebola, tomate, batata, soja e gergelim têm grande potencial na prevenção e tratamento de doenças cardiovasculares. Esses vegetais apresentam ação protetora do coração principalmente por seus efeitos antioxidantes, anti-inflamatórios e antiplaquetários”, diz a médica nutróloga.

“Frutas e vegetais ajudam a regular a pressão arterial e a glicose no sangue; eles também têm um efeito favorável no perfil lipídico. Além disso, previnem danos ao miocárdio, modulam as atividades enzimáticas, regulam a expressão gênica e as vias de sinalização associadas a doenças cardiovasculares”, conta a médica.

Problemas digestivos: frutas e vegetais são uma boa fonte de fibras, o que estimula o bom funcionamento do intestino, melhorando a saúde imunológica, e ajuda na digestão adequada e fácil dos alimentos. “Frutas ricas em vitamina C e potássio, como maçãs, laranjas e bananas, são particularmente boas para a digestão. De acordo com um estudo publicado na revista Nature Chemical Biology, vegetais de folhas verdes contêm sulfoquinovose, um açúcar que atua como fonte de energia para a bactérias benéficas da microbiota intestinal, formando uma barreira protetora que impede o crescimento e a colonização por bactérias ruins, que podem causar constipações, distensões, dores abdominais e cólicas”, diz a médica.

Câncer: as evidências sugerem que a inclusão de frutas e vegetais na dieta reduz o risco de câncer. As bagas (uvas, pepino, abóbora, melão e melancia, por exemplo) contêm antocianina, que demonstrou um efeito inibidor no câncer de cólon. “Os vegetais crucíferos (brócolis, couve-flor, couve de Bruxelas, nabos e folhas verdes escuras) também demonstraram ter um efeito preventivo contra o câncer. Um estudo publicado no Journal of Food and Drug Analysis descobriu que o polifenol floretina presente nas maçãs inibe o crescimento das células do câncer de mama”, explica a médica.

Distúrbios metabólicos: segundo Marcella, a síndrome metabólica é caracterizada por glicose no sangue aumentada, pressão arterial elevada, dislipidemia e obesidade abdominal. “Uma dieta rica em frutas e vegetais está associada a um risco reduzido de diabetes mellitus, dislipidemia, hipertensão e obesidade. A ingestão de vitamina C, devido ao seu efeito antioxidante, demonstrou ter uma associação inversa com a síndrome metabólica. Alimentos ricos em fibras ajudam a reduzir a lipoproteína de baixa densidade e equilibrar os níveis de glicose no sangue”, diz a médica. Uma dieta que promove o consumo de vegetais e frutas para melhorar o controle da pressão arterial é particularmente útil na prevenção de doenças metabólicas.

Visão: vegetais de folhas verdes e frutas coloridas contêm carotenoides, que aumentam o desempenho visual do olho e ajudam a prevenir doenças oculares relacionadas à idade, segundo a médica nutróloga. “Os carotenoides luteína e zeaxantina têm ação protetora contra cataratas; também ajudam na prevenção de doenças oculares relacionadas ao envelhecimento e degeneração macular”, completa.

Depressão: numerosos estudos encontraram ligações entre o consumo de frutas e vegetais e a depressão. Estudos mostram que a depressão é menos provável em pessoas que consomem uma variedade maior de frutas e vegetais.

Como incluir na dieta?

Muitas pessoas simplesmente não gostam do sabor de frutas e vegetais, mas é improvável que elas não gostem de todos. “O ideal é tentar achar frutas e vegetais cujos sabores agradem ao paladar”, diz a médica. Abaixo, ela dá pequenas dicas de como adicionar mais vegetais e frutas à dieta:

*Experimente sucos de frutas com verduras (por exemplo morango com couve);
*Invista nas vitaminas de frutas, que podem ajudar a diversificar os nutrientes;

Foto: Cook For Your Life


*Inclua vegetais folhosos, como o espinafre, na omelete;
*Tente comer verduras e vegetais em sopas;
*Faça preparações em receitas que incluam vegetais, como o macarrão com brócolis ou couve;

*Refogue e acrescente mais temperos aos vegetais.

Por fim, a médica diz que em casos em que o paciente não consegue mesmo disfarçar o gosto das frutas e verduras, ainda é possível consumir alguns desses alimentos na forma liofilizada. “A liofilização ou criodessecação é um processo de desidratação em que o produto é congelado sob vácuo e o gelo formado, sublimado. Esse processo é utilizado em alimentos que apresentam um alto teor de água. O resultado é um pó que pode ser adicionado ao arroz, feijão, macarrão, molho e preparações caseiras, conferindo os nutrientes do alimento sem interferir no sabor”, diz a médica. “O mais importante é buscar um meio de incluir esses alimentos, que são fundamentais para a saúde”, finaliza.

Fonte: Marcella Garcez é médica nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Lanche do bem: boas opções para comer entre as refeições

Renata Guirau, especialista em nutrição do Oba Hortifruti, lista opções fáceis e saudáveis para incluir em uma rotina corrida e também ensina receitas para diversificar o cardápio da semana

Manter o funcionamento do organismo, controlar o apetite e a glicemia, dar energia e até minimizar sintomas de refluxo e gastrite. Esses são alguns dos benefícios de incluir os lanches entre as refeições principais. Renata Guirau, nutricionista do Oba Hortifruti, esclarece que comer pequenas porções antes do almoço e do jantar pode ser a chave do sucesso para ter uma alimentação equilibrada, a saúde em dia e o corpo em forma.

“Os lanches são uma boa estratégia para garantir o fracionamento da alimentação, evitando que se coma demais em refeições após longos períodos em jejum. Também podem ser interessantes para pessoas com problemas gástricos, que precisam comer aos poucos, ao longo do dia”, ressalta Renata.

Entretanto, um cuidado importante é na escolha do que consumir. Priorizando a praticidade, muitas pessoas acabam recorrendo aos produtos industrializados que, na grande maioria das vezes, apresentam alto valor calórico e são ricos em gorduras e açúcares – o que pode pôr em xeque todas as vantagens dos snacks.

Para quem sente aquela fominha bater nos intervalos entre refeições principais, a nutricionista do Oba Hortifruti listou cinco escolhas mais saudáveis e que também são fáceis de serem incluídas na rotina:

Freepik

=Frutas em geral: são boas fontes de fibras, vitaminas e minerais, além de baixas em calorias. (Exceto o abacate e o coco, que possuem valor calórico mais alto).

Foto: Goshadron/Pixabay

=Frutas secas: além das propriedades das frutas em si, são opções fáceis de carregar na bolsa e que não precisam de refrigeração.

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=Oleaginosas: castanhas, nozes, amêndoas, avelãs são ótimos snacks para matar a fome e também são fontes de fibras, minerais e gorduras boas que ajudam a prevenir doenças.

=Iogurte e queijos: são escolhas ricas em proteínas em vitaminas do complexo B. Para o transporte e armazenamento, vale apostar em uma bolsa térmica.

=Vegetais: pode parecer estranho, mas vegetais também são excelentes opções.

“Palitinhos de cenoura e de pepino, tomate cereja, brócolis cozido, podem e devem fazer parte do lanche da manhã ou lanche da tarde. São ótimos por serem de baixa calorias e boas fontes de nutrientes”, salienta Renata.

Não sinto fome, e agora?

Renata esclarece que para pessoas saudáveis, não há prejuízo em pular os lanchinhos. O mais indicado é sempre respeitar a fome. “Uma dica é se manter organizado e com boas opções à mão. Com consciência de que, se sentir fome, existem opções saudáveis, mas também que, para a maioria das pessoas, tudo bem não realizar os lanches todos os dias”.

Além das indicações anteriores, a nutricionista também sugere receitas simples e nutritivas para incrementar o cardápio:

Bolo integral de banana

Ingredientes
2 xícaras de farinha de aveia
4 bananas nanicas maduras
4 ovos
1 xícara de uvas passas
1 xícara de leite desnatado ou leite vegetal
1 col de sopa de canela
1 col de sopa de fermento em pó

Modo de preparo
Deixe as uvas passas hidratando no leite por 20 minutos. Bata tudo no liquidificador, deixando 2 bananas para decoração. Corte as bananas restantes em rodelas e coloque por cima da massa. Leve ao forno por cerca de 30 minutos.

Barrinha de cereal caseira

Ingredientes
1 xícara de aveia em flocos
1/4 xícara de semente de linhaça
1/4 de xícara de coco ralado
1/2 xícara de castanha do Pará picadas
1/4 xícara de nozes picadas
1/2 xícara de ameixas secas sem caroço
1/2 xícara de uvas passas
6 col de sopa de mel
1 pitada de canela em pó

Modo de preparo
Hidrate as ameixas e bata no mixer com o mel.Misture os demais ingredientes em uma vasilha separada e, após bater o mel com a ameixa, misture com a parte seca da receita. Acomode em uma forma coberta com papel manteiga. Leve ao forno, em fogo baixo, por cerca de 15 minutos. Retire do forno e deixe esfriar bem antes de cortar.

Vegetais com patê

Ingredientes
1 lata de atum (opcional)
3 col de sopa de creme de ricota
2 col de sopa de cheiro verde picadinho
1 cenoura ou 1 pepino cortado em formato palito

Modo de preparo
Misture o creme de ricota e o cheiro verde. Quem desejar, pode acrescentar a lata de atum. Acrescente sal e pimenta (ou o tempero que você preferir). Consuma os palitos de cenoura e/ou pepino com o patê.

Fonte: Oba Hortifruti

uNeVie lança perfumes sólidos em embalagem de madeira

Produto tem três opções de aroma: Fleur, Terre e Citrique

Você vai adorar os novos perfumes sólidos, 100% naturais, vegetais, biodegradáveis, feitos à mão, compactos, sem fixadores sintéticos e com blend de óleos essenciais que não agridem o olfato. À base de manteiga, o produto é mais profundamente absorvido pela pele do que versões líquidas, e sua fixação é de cerca de seis a oito horas, dependendo de cada organismo. E também vai se encantar com a bela e delicada embalagem composta por duas partes independentes que facilitam sua reutilização e reciclagem: madeira (na parte externa) e alumínio (interna).

São três aromas que contam com hidrolatos agroflorestais brasileiros para escolher aquele que mais combina com sua personalidade ou adquirir os três para usar de acordo com suas emoções e estado de espírito:

Fleur – blend floral com notas suaves e toque romântico que remetem à a sensação de beleza natural

Terre – blend amadeirado com notas fortes e marcantes que sugerem o frescor e a energia de árvores e plantas

Citrique – blend cítrico com notas refrescantes e efervescentes que instigam o olfato

Os perfumes são produtos multifuncionais, pois podem ser utilizados como hidratante de cutícula e leave-in para cabelo e barba. E como todos os produtos uNeVie são livres de petrolatos, silicone, sulfatos, parabenos e lauril.

Valores: de R$ 40,90 a R$ 43,80 (dependendo do aroma)

uNeVie Saboaria e Cosméticos Naturais vendas: varejo e atacado

Informações: SAC – sac@unievie.com.br; (11) 96792-1789 (WhatsApp)

Desafio de leites vegetais: ONG incentiva pessoas a adotarem dieta mais saudável e sustentável

Projeto ajuda intolerantes e novos adeptos do vegetarianismo a substituir o leite

A ONG internacional Sinergia Animal lançou o Desafio dos Leites Vegetais, uma ferramenta gratuita pensada para as pessoas que querem ou precisam parar de consumir laticínios de origem animal. Durante sete dias, os inscritos recebem comunicações diárias com dicas, receitas com substituições e informações sobre os impactos na saúde e no meio ambiente causados pelo consumo de leite animal.

“O projeto visa ajudar vegetarianos, que de acordo com pesquisa Ibope já são 14% da população brasileira, a fazerem a transição para o veganismo, estilo de vida que exclui o consumo de todos os tipos de produtos de origem animal. Além disso, também contempla pessoas que sentem desconforto digestivo após a ingestão de lactose, que segundo levantamento do Instituto Datafolha representam 35% dos brasileiros acima de 16 anos, e aqueles que desejam simplesmente explorar novas receitas”, explica Mirelle Coppi, coordenadora de ativismo e comunicações da Sinergia Animal.

Ela destaca que retirar o leite de origem animal da alimentação faz muitas pessoas descobrirem novos ingredientes e sabores. “Uma das vantagens dos leites vegetais é a diversidade: você pode fazê-lo com diversos insumos, desde soja, aveia, passando por todos os tipos de castanhas e sementes. Essa variedade pode tornar nossa alimentação muito mais nutritiva e também mostra que as alternativas podem muitas vezes ser baratas e acessíveis”, lembra Coppi, destacando que no desafio os inscritos aprendem não apenas a fazer o próprio leite vegetal, mas também diversas receitas como molhos, tortas e patês. 

Os hábitos de consumo dos brasileiros estão mudando

Foto: Steve Buissinne/Pixabay

Uma pesquisa realizada pela Euromonitor revelou que preocupações com a saúde, meio ambiente e bem-estar animal estão mudando os hábitos de consumo de produtos animais no Brasil. Entre 2013 e 2018, por exemplo, o consumo de bebidas vegetais como leite de coco, arroz, amêndoas e de outras castanhas registrou um crescimento de 35% ao ano no Brasil.

Não são poucos os motivos que explicam essa transformação. Segundo estudo realizado pela Universidade de Oxford, as emissões de gases de efeito estufa causados pela produção de leite de origem animal são até três vezes maiores do que as de alternativas vegetais. Ao mesmo tempo, estudos têm relacionado o consumo de leite de vaca com desenvolvimento de cânceres de próstata e de mama e de diabetes. Além disso, a produção de leite animal levanta preocupações a respeito da forma como as vacas são tratadas na pecuária industrial.

Conheça os benefícios de algumas das principais alternativas:

Leite de amêndoas

O leite de amêndoa é um dos mais utilizados e tem um sabor especial de nozes! É baixo em calorias, menos gordura saturada e mais gordura insaturada do que o leite de vaca. Quando feito em casa, é um dos leites vegetais que mais agrada as pessoas. Além de ter benefícios para a saúde, como gorduras saudáveis e alto índice de vitamina E. 

Leite de soja

É uma das alternativas com maior teor de proteína e menor impacto na pegada de carbono (muito menor que o leite de vaca!). As pessoas também consomem leite de soja por conter isoflavonas, que, de acordo com pesquisadores, têm efeitos anticâncer. Rico em cálcio e fósforo, pode ajudar a prevenir doenças cardíacas e osteoartrose. Também possui alto teor de ferro e vitaminas do grupo B, como folato e B6.

Leite de aveia

Foto: Antonis Achilleos – Food Stylist: Rishon Hanners

Você verá que a aveia produz um leite cremoso com sabor suave, perfeito tanto para bebidas quentes quanto para ser utilizado em várias receitas! Pode ser feito facilmente em casa e, portanto, é uma alternativa barata. Fornece mais vitamina B2 do que o leite de vaca e é rico em fibras e carboidratos de absorção lenta.

“Ainda é comum encontrar pessoas com receios sobre dietas vegetais, especialmente quando se trata de sabor — o que é absolutamente normal, já que a maioria de nós cresceu mergulhado em uma cultura alimentar muito dependente do consumo de animais. Mas o universo da alimentação vegetal é imenso e possui opções para todos os gostos. E é tendo em mente essa enorme variedade de sabores e das diferentes preferências das pessoas que propomos o desafio”, conta Coppi. 

Informações: Desafio dos Leites Vegetais da Sinergia Animal