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Água Doce cria duas opções de escondidinhos vegetarianos para o novo cardápio

Carro-chefe da marca, o escondidinho é o prato mais vendido nos 80 restaurantes da rede

Água Doce Sabores do Brasil lançou em seu cardápio duas versões diferenciadas de escondidinho para quem aprecia a combinação, mas não consome carne. Dessa forma, os vegetarianos podem apreciar as opções de alho-poró e palmito, que são acompanhados de arroz branco. Os pratos chegaram às unidades da rede em novembro e fazem parte da seção destinada às receitas vegetarianas desenvolvidas pela marca para um público que vem crescendo nos restaurantes.

As novidades fazem parte do cardápio que homenageia os 30 anos de fundação da rede e o Brasil, com as cores aquarela no estilo tropicano. A lista de pratos vegetarianos também conta com estrogonofe de palmito e salada da casa que leva palmito, alface e tomate. “A Água Doce sempre está atenta as necessidades dos clientes. Por este motivo, decidimos incluir versões que além de atender as pessoas que não consomem carne, também agregam para aqueles que preferem opções mais leves no almoço ou jantar, sem adição de proteína animal”, comenta a nutricionista da marca, Jaqueline Lopes.

Fotos: Bruno Marconato

Além das versões de alho-poró e palmito, o escondidinho também está disponível nos sabores tradicional feito com carne de sol, camarão, frango e bacalhau. O prato é o carro-chefe da marca, sendo um dos preferidos dos clientes e campeão de vendas. Para se ter ideia, são vendidos mais de 40 mil escondidinhos por mês nos 80 pontos de operação da Água Doce. Além desta delícia, a marca conta com mais de 300 itens no cardápio entre bebidas, drinques, petiscos, pratos e sobremesas.

Fonte: Água Doce

Arroz de forno vegetariano do Divino Fogão para diversificar ceia da virada

2020 foi uma ano difícil, que exigiu muitas mudanças. Que tal, então, preparar um prato vegetariano para a chegada de 2021? A Divino Fogão ensina o passo a passo, confira:

Arroz de Forno Vegetariano

Ingredientes

2 xícaras (chá) de arroz
350g de mussarela
½ xícara de champignon
1 xícara de ervilha
½ unidade de cebola picada
½ xícara de azeitona verde picada
Salsinha a gosto
1 lata de molho de tomate
Sal a gosto
1 colher de margarina
Orégano a gosto

Modo de preparo

Cozinhe o arroz e reserve. Em uma panela, frite a cebola na margarina, acrescente o molho de tomate e, em seguida, acrescente os outros ingredientes, exceto a mussarela, deixe cozinhando por 5 minutos. Em uma travessa, coloque toda a mistura, cubra com queijo mussarela e orégano. Leve ao forno por 10 minutos.

Tempo de preparo: 30 minutos

Rendimento aproximado: 6 porções

Fonte: Divino Fogão

Carne de jaca verde é opção saudável e criativa

Boa tanto como prato principal quanto como acompanhamento, a carne desfiada de jaca verde é uma opção inusitada e criativa para vegetarianos, veganos, para quem busca alimentação saudável, para quem se importa com os animais e o meio ambiente.

As receitas com esta carne podem ser as mais variadas possíveis, de hambúrgueres, bruschettas e pastéis até saladas, antepastos e ragu defumado.

Os produtos da marca Jakera, fundada em 2018, estão disponíveis em quatro sabores – natural sem tempero, chili, barbecue e jaca-loka (pimentão) – e em embalagens de 200g, 500g, 1kg e 5kg. Todos são veganos, sem nenhuma composição de origem animal no preparo.

Para a fabricação, as jacas são selecionadas e trazidas direto do pomar da empresa, que opta sempre pelas melhores. Desta forma, evita-se o ultraprocessamento da fibra vegetal, garantindo sabor e muita qualidade.

Informações: Jakera, e-mail contato@jakera.com.br ou WhatsApp (11) 2659-4429.

Deseja adotar uma dieta vegetariana? Conheça produtos que podem ajudar na transição

Entre queijos vegetais e produtos feitos à base de planta, Superbom explica como fazer a mudança de vida da forma mais natural possível

Com a forte presença de movimentos cruelty-free nas redes sociais nos últimos anos, as dietas vegetarianas e veganas – muitas vezes vistas como um estilo de vida – passaram a ser cada vez mais disseminadas e aceitas pela população em geral, conquistando cada vez mais adeptos e simpatizantes. Prova disso é que, enquanto em 2012 apenas 8% da população do Brasil se declarava vegetariana, em 2020, 14% dos brasileiros (ou cerca de 30 milhões de pessoas) afirmaram não consumir nenhum tipo de carne em suas refeições.

O estudo realizado pela Sociedade Vegetariana Brasileira ainda vai além, mostrando que 63% dos entrevistados gostaria de reduzir o consumo de produtos de origem animal em seu dia a dia. Os dados e estimativas indicam que as dietas veganas e vegetarianas, agora não sendo vistas sob uma perspectiva restritiva, tendem a seguir este crescimento e se estabilizar ainda mais no país até 2030.

Seja em dietas vegetarianas, veganas ou flexitarianas (quando a pessoa faz frequentes refeições sem produtos de origem animal, mesmo que não completamente), uma importante pauta é como realizar a transição alimentar de forma gradual e sem extremismos para que a mudança ocorra da maneira mais natural possível. Pensando nisso, a Superbom conta em seu catálogo com diversos produtos que podem facilitar na transição daqueles que desejam adaptar sua alimentação às dietas livres de produtos animais.

“Uma das nossas principais preocupações é oferecer alimentos saborosos e nutritivos que façam com que as pessoas sintam o mesmo prazer de comer carnes e queijos ‘tradicionais’. Nossos produtos vegetais plant-based passam por diversas etapas de curadoria e controle de qualidade que, quando chegam à mesa dos nossos consumidores, fazem com que eles percebam que dietas vegetarianas e veganas não são necessariamente sinônimos de restrição, mas sim de prazer e satisfação”, declara David Oliveira, Diretor de Marketing da empresa.

A Superbom conta em seu catálogo com diversos produtos como carnes plant-based e queijos veganos que são ideais para aqueles que desejam adotar a dieta, mas que têm dificuldade em desapegar de produtos de origem animal. Enquanto as carnes vegetais da marca têm cheiro, sabor e textura semelhantes à da carne tradicional, os queijos são compostos em grande parte por água, amido, óleo de coco e extrato de levedura, sendo livres de leite e qualquer componente animal.

Outra preocupação relatada muitas vezes ao adotar uma dieta vegetariana é ideia de que este estilo de vida pode levar a alguma deficiência nutricional, pois acreditam que os alimentos de origem animal são mais completos nutricionalmente. Cyntia Maureen, nutricionista da Superbom, explica, no entanto, que é importante atentar-se à inclusão de fontes de proteínas vegetais na dieta e, quando necessário, suplementar alguns nutrientes como a vitamina B12. Segundo a profissional, as leguminosas como feijões, grão de bico, lentilha e ervilha (presente nas carnes vegetais da marca) são uma ótima alternativa para substituições, proporcionando uma alimentação que favorece a saciedade e supre as necessidades do organismo.

“As pessoas estão percebendo cada vez mais que dietas vegetarianas e veganas podem ser tanto saborosas quanto nutritivas, trazendo benefícios ao nosso corpo quando feitas de forma balanceada e saudável. Assim como em toda alimentação, equilíbrio é a chave. Minha dica para aqueles que desejam se aventurar nas dietas livres de componentes animais é que fiquem atentos aos rótulos dos produtos e prefiram sempre aqueles que são feitos com alimentos naturais e sem aditivos químicos. Sendo feitos com base em alimentos de verdade, você terá uma alimentação equilibrada e saudável e realizará sua transição alimentar da melhor maneira possível”, finaliza a nutricionista.

Sugestão de produtos disponíveis no catálogo da Superbom para a transição alimentar:

Burger Gourmet Vegan da Superbom

O Burger Gourmet Vegan da Superbom é uma inovação no mercado vegetariano/vegano. Um burguer vegano com cheiro, sabor e textura semelhante ao de origem animal, no entanto, totalmente plant based por ser um hambúrguer à base de ervilha. Com 15g de proteína, esse hambúrguer vegano complementa o cardápio com facilidade, sendo o elemento que faltava para criar os melhores lanches com mais sabor e nutrição. Rico em proteínas vegetais, o hambúrguer de ervilha contém vitaminas A, B9 e B12 além dos minerais zinco e ferro, sendo uma ótima opção para substituir o hambúrguer de origem animal. O hambúrguer pronto sem carne animal da Superbom está disponível em embalagem com 227g.

Frango Vegano em Pedaços à Base de Ervilha

O Frango Vegano à base de ervilha Superbom é uma inovação para o mercado vegetariano. Depois da versão ovolactovegetariana, demos um upgrade e apresentamos a versão de frango vegano que substitui o frango de carne animal.

Enriquecido com vitaminas A, B9 e B12, bem como dos minerais ferro e zinco, o frango vegano pronto é prático e permite excelentes combinações na elaboração de diferentes receitas, como aperitivos, saladas ou pratos quentes.

Com textura macia e sabor único, o frango sem carne animal vem em pedaços e está disponível em embalagem de 400g.

Steak à Base de Ervilha Sabor Frango

Crocante, delicioso e super saudável, os famosos empanados ganharam uma versão vegetariana, à base de ervilha. O Steak Vegetariano sabor Frango da Superbom é uma ótima opção para qualquer refeição. Contém vitaminas A, B9 e B12, e os minerais ferro e zinco. Vai ser difícil resistir!

Linguiça Tradicional à Base de Ervilha

A Linguiça Tradicional à Base de Ervilha Superbom é um alimento ovolactovegetariano pronto para o consumo. É fonte das vitaminas A, B9 e B12, bem como dos minerais ferro e zinco. Excelente combinação no preparo de aperitivos, acompanhamentos ou pratos mais elaborados. Sua textura é macia e, no paladar, é surpreendente.

Salsicha à Base de Ervilha

Excelente na elaboração de cachorro quente vegetariano, a salsicha à base de ervilha é versátil, podendo ser usada em muitas outras preparações.

Com a salsicha ovolactovegetariana seu hot dog nunca mais será o mesmo! A textura é macia e o sabor é surpreendente. Estando disponível em embalagem de 300g, a salsicha ovolactovegetariana substitui a salsicha de carne animal.

Vegan Cheese Mussarela 200g

O Queijo Mussarela Vegano da Superbom não possui leite e não tem nenhum componente de origem animal, além de ser um produto de grande versatilidade. Vegan friendly, esse queijo vegano é um alimento 100% vegetal. Escolha o prato e faço sucesso com deliciosas receitas com queijo vegano. É um produto livre de alergênicos e com um sistema abre e fecha, prático e fácil de armazenar – também disponível na versão 480g.

Vegan Cheese Gourmet Parmesão 200g

O Queijo Vegano sabor Parmesão Gourmet é um alimento 100% vegetal e vegan friendly. Esse queijo vegano é livre de alergênicos e e, em comparação ao queijo brie tradicional, possui baixo valor calórico.

Muito prático, o queijo vegano sabor parmesão não possui leite e não tem nenhum componente de origem animal, podendo ser consumido frio ou quente. Sirva como aperitivo ou prepare deliciosas receitas com queijo vegano.

Sanduíches, macarronadas, molhos ou até mesmo pizzas veganas e pão de queijo vegan agora ficaram bem mais fáceis de preparar e agradar!

Vegetale

A maionese vegana Vegetale é um alimento 100% vegetal, ou seja, não contém leite animal ou qualquer outro componente de origem animal, ou até mesmo que possa causar algum dano ao reino animal.

Sobre a Superbom

Crescimento do veganismo movimenta mercado de produtos substitutos lácteos no Brasil

O mercado de produtos lácteos à base de vegetais cresce e se torna uma grande aposta da indústria no Brasil. O fenômeno observado atualmente no mercado brasileiro já foi presenciado nos Estados Unidos; Associação Brasileira de Supermercado (Abras) avalia que a demanda por produtos vegetarianos é maior do que a oferta no país

Domingo, 1ª de novembro, comemoramos o Dia Mundial do Veganismo. E o mercado de produtos lácteos à base de vegetais é a nova grande aposta da indústrias vegana e vegetariana do Brasil. Após a consolidação dos produtos à base de vegetais que imitam o sabor e a textura da carne animal, como hambúrgueres e embutidos, agora é a vez dos leites vegetais. O grande diferencial neste caso é perfil da demanda, que cresce com a mesma velocidade do surgimento de doenças e intolerâncias associadas ao consumo do leite animal – direcionando um público enorme para os leites alternativos.

Embora não exista um cálculo específico sobre o tamanho do mercado brasileiro de produtos livres de proteína animal, a Associação Brasileira de Supermercado (Abras) avalia que a demanda por produtos vegetarianos é maior do que a oferta no país e responde por boa parte dos R$ 55 bilhões faturados pelo segmento de produtos naturais, anualmente. Empresários estimam ainda que o mercado vegano tenha crescido a uma taxa anual de 40%, nos últimos anos, em média.

Os dados refletem um fenômeno social: atualmente, 14% da população se declara vegetariana, segundo pesquisa divulgada pelo Ibope Inteligência, em abril de 2018. Em grandes capitais como São Paulo, Recife, Curitiba e Rio de Janeiro, esse percentual sobe para 16% — o que representa um crescimento de 75% da população vegetariana nessas regiões, nos últimos seis anos. A mesma pesquisa do Ibope Inteligência encomendada pela Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) mostra que 55% dos brasileiros consumiriam mais produtos veganos, se existissem indicações sobre os produtos no ponto de venda.

De olho nesse mercado em ebulição, empresas como a brasileira Vida Veg apostam alto no Brasil. A companhia está prestes a inaugurar a maior e mais moderna fábrica de substitutos lácteos do País, o que irá causar um grande impacto no segmento de produtos veganos, nos próximos anos. O portfólio de produtos 100% vegetal oferece aos consumidores iogurtes, shakes, queijos e a nova linha de leites vegetais frescos nos sabores de coco, amêndoas e castanha-de-caju.

Anderson Rodrigues, diretor executivo da Vida Veg, afirma que os lácteos de origem vegetal produzem menor impacto ambiental em comparação com os produtos de origem animal. “A produção de cada litro de leite de amêndoas ou de coco demanda 70% menos água em comparação ao leite de vaca, além de não precisar explorar nenhum animal”, explica.

A multinacional de origem grega Violife também enxerga o atual momento como oportunidade. O desembarque dos produtos está previsto para setembro e deverá contemplar uma linha completa de queijos do tipo mozzarela, prato, provolone, parmesão, entre outros. Os queijos veganos da Violife estão entre os mais consumidos nos Estados Unidos e ficaram entre as 20 marcas de queijo mais vendidas no Reino Unido em 2018 – sendo o primeiro do tipo vegano a aparecer na tradicional pesquisa da The Grocers.

“O queijo Violife é unanimidade entre as pessoas que já experimentaram. No teste cego, é muito comum confundirem os produtos com o queijo de origem animal”, explica Paulo Treu, diretor da Global Picks Brasil, empresa responsável pela venda no país.

Mercado Americano

O fenômeno observado atualmente no mercado brasileiro já foi presenciado nos Estados Unidos, há alguns anos. O mercado por lá está mais consolidado e com fôlego cada vez maior. De acordo com dados da Consultoria Nielsen, o mercado varejista de leites vegetais nos Estados Unidos apresentou crescimento de 20% no volume de vendas, em comparação a 2017. As receitas destes produtos cresceram 9% no mesmo período, atingindo US$ 1,6 bilhão e representando um percentual de 13% do mercado total de leites. Os iogurtes (+55%), queijos vegetais (+43%) ocuparam lugar de destaque, seguidos pelas carnes vegetais (+24%) e ovos/maioneses (+16%). Um detalhe em comum que pode ser observado é o crescimento na casa dos dois dígitos.

Mais do que um simples movimento ou tendência, o vegetarianismo e o veganismo se tornaram hoje um grande reflexo do comportamento veggie que tomou conta do Brasil.

Fonte: Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB)

Conheça o rodízio de hambúrguer vegetariano

Localizado em Moema, a hamburgueria aposta em um rodízio de mini-hambúrgueres fofos.

O dia do vegetarianismo está chegando e a Mais Burguinho tem um cardápio inteiramente adaptado para os vegetarianos, trazendo opções diversificadas para todos os gostos.

A casa é conhecida por ter rodízios de mini-hambúrgueres, milk-shakes servidos em uma boia de unicórnios e por seu drive-in inaugurado em julho. Alguns dos lanches que fazem parte do cardápio vegetariano são: MB Veget Falafel (pão, burguer de Falafel, queijo prato, maionese artesanal, alface e tomate) e o MB Veget Alho-Poró (pão, burguer de alho-poró, cream cheese, tomate seco e rúcula).

O preço é o mesmo que o de carne, R$ 49,90; no drive-in é R$ 60,00 de terça a sexta e R$ 65,00 nos fins de semana.

Mais Burguinho: Alameda dos Anapurus, 1991 – Moema – São Paulo. Telefone: 11 94593-1890
Salão: terça a domingo – das 18h às 23h e, aos sábados, das 14h às 23h
Drive-in: sexta, sábado e domingo: das 19h às 23h59

Dicas valiosas para reduzir o consumo de carne

Nutricionista explica como substituir a carne animal do cardápio

As mudanças de hábitos alimentares parece ser um dos principais objetivos dos brasileiros nos últimos anos. De acordo com pesquisa divulgada pelo Instituto Datafolha, em 2018, 63% dos brasileiros querem reduzir o consumo de carne.

Para ajudar quem faz parte desta estatística, Jessica Santos, nutricionista da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis, lista algumas dicas para reduzir o consumo de carne e ter uma alimentação mais saudável:

Começar aos poucos: a melhor forma do organismo se acostumar com a nova alimentação é mudar gradualmente, começando por um dia da semana. “Quando tentamos introduzir novos costumes na rotina bruscamente há maior chance de não nos adaptarmos e desistirmos”, explica. “Carnes 100% plant-based que imitam a carne animal, além de serem enriquecidas com nutrientes, são algumas opções de alimentos que podem ajudar no novo hábito alimentar sem abrir mão do sabor e da nutrição”, sugere.

Ter refeições mais equilibradas: a nutricionista comenta que o consumo equilibrado de verduras, grãos, frutas e, principalmente, leguminosas, pode ser suficiente para suprir os nutrientes da carne.

Comer com moderação: para quem está acostumado a comer em grandes quantidades, reduzir as porções de comida aos poucos também ajuda a estabelecer o novo hábito. Outra dica é se alimentar nos horários certos, estabelecendo uma rotina. “Com isso, a pessoa evita a ingestão exagerada de alimentos quando for comer e até dos famosos snacks entre uma refeição e outra”, explica.

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Preparar as refeições: outra dica é montar o próprio cardápio e até deixar marmitas prontas para a semana, tornando as refeições mais práticas durante o dia a dia. “Além disso, o hábito de cozinhar a própria comida ajuda na descoberta desse novo paladar e na criação de pratos diferentes de acordo com o gosto pessoal de cada um”.

Sugestão de produtos para quem busca reduzir o consumo de carne

O Burger Gourmet Vegan Superbom é semelhante ao de origem animal, porém feito à base de ervilha e saboroso, ideal para composição de lanches saborosos e nutritivos.

Outras opções de proteínas plant-based são: a minicoxinha vegana, a steak vegano sabor peixe e o frango vegano em pedaços. Todos feito à base de proteína da ervilha com características e sabor semelhantes dos produtos de origem animal.

Informações: Superbom

Prato colorido é mesmo sinônimo de alimentação saudável?

Nutricionista da Superbom desmistifica os conceitos da crença popular e explica os benefícios de uma refeição mais elaborada no dia a dia

Não é de hoje que o prato colorido é um dos conceitos mais discutidos na nutrição moderna. O incentivo à sua inclusão na alimentação das pessoas surgiu com força quando, em 1991, o programa “5 ao Dia” foi implementado nos Estados Unidos a partir da aliança de diversas instituições de saúde.

Apoiado pela Organização Mundial da Saúde, o programa que estimula o consumo diário de cinco porções de hortaliças, legumes e frutas de diferentes cores foi amplamente disseminado ao redor do mundo até chegar no Brasil, difundido pelo Instituto Brasileiro de Orientação Alimentar, é até hoje uma pauta em alta nos consultórios de nutricionistas.

Cyntia Maureen, nutricionista parceira da Superbom, marca alimentícia focada na produção de produtos saudáveis, explica que, quando fala-se em prato colorido, deve-se considerar principalmente os alimentos in natura como frutas, verduras e legumes. Segundo a profissional, além de nutrientes essenciais, esses alimentos contam também com compostos bioativos e fibras que são os responsáveis pela ação protetora do organismo, sendo ideal que em todas as refeições frutas ou vegetais crus tenham presença confirmada.

“Quando o prato é colorido naturalmente, e não com conservantes ou corantes alimentares, nós temos uma grande quantidade de nutrientes e substâncias funcionais que vão trazer diversos benefícios para nossa saúde. E isso inclui a prevenção do câncer e de doenças crônicas não transmissíveis, o aumento da imunidade e a melhora na qualidade de vida” explica Cyntia.

No entanto, ainda existe uma dúvida geral sobre quais alimentos de fato devem estar presentes em um prato colorido. Segundo a nutricionista, para que seja nutricionalmente equilibrado, ele deve conter vegetais crus ou cozidos e assados, carboidratos (de preferência os integrais) e proteínas animais e vegetais. No caso de uma alimentação vegetariana, é importante atentar-se ainda mais à inclusão de fontes de proteínas vegetais na dieta. As leguminosas como feijões, grão de bico, lentilha e ervilha são uma ótima alternativa para aqueles que não comem carne, proporcionando-os uma alimentação que favorece a saciedade e supre as necessidades do organismo.

Mas será que um prato tão elaborado e com tantos elementos é superior em valores calóricos? Segundo Cyntia, não necessariamente. Com mais vegetais e frutas, o prato colorido tende a ser até menos calórico, dependendo do que se coloca nele. Ela explica que folhas como couve e agrião, por exemplo, têm uma quantidade de nutrientes acima da média e valor calórico baixo, mas reitera a importância de não se prender apenas às calorias do alimento, mas focar principalmente nos nutrientes presentes nos mesmos.

Ainda segundo a nutricionista, a variedade de alimentos é fundamental para criar novos estímulos ao organismo, fazendo com que ele trabalhe da forma mais eficiente e protetora possível.

“Não tenha medo de ‘comida de verdade’! Desfrute das cores que a natureza nos oferece e ganhe a vida que está contida nos alimentos vivos. Cuidado com os produtos ultra processados que encontramos nos mercados, pois muitos dizem ser saudáveis, mas na realidade, não são. Fique atento aos rótulos e prefira sempre aqueles que são feitos com produtos naturais, como é o caso da Superbom. Estes são feitos com base em alimentos de verdade para que você tenha uma alimentação equilibrada e saudável!”.

Sugestão de produtos disponíveis no catálogo da Superbom para turbinar suas refeições:

Frango Vegano em Pedaços à Base de Ervilha

O Frango Vegano à base de ervilha Superbom é uma inovação para o mercado vegetariano. Depois da versão ovolactovegetariana, demos um upgrade e apresentamos a versão de frango vegano que substitui o frango de carne animal. Enriquecido com vitaminas A, B9 e B12, bem como dos minerais ferro e zinco, o frango vegano pronto é prático e permite excelentes combinações na elaboração de diferentes receitas, como aperitivos, saladas ou pratos quentes. Com textura macia e sabor único, o frango sem carne animal vem em pedaços e está disponível em embalagem de 400g.

Suco de Uva Integral 1 litro

O suco de uva integral Superbom é um produto 100% natural, produzido a partir de uma única variedade de uva: a Isabel. Tendo características próprias e extremamente marcantes dessa uva, esse saboroso suco de uva tem um sabor único desde 1925. Excelente como acompanhamento para refeições, lanches, também é indicado para pré e pós treino, o suco de uva integral Superbom é uma bebida saudável que oferece muitos benefícios à saúde e também está disponível em 300 ML ou 1 L.

Suco de Tangerina Integral 1 litro

O Suco de Tangerina Integral da Superbom é um suco produzido 100% da fruta, feito especialmente para quem deseja ter uma vida mais equilibrada. Saboroso, o suco de tangerina é uma bebida saudável feita a partir de frutas selecionadas que oferecem a doçura característica da tangerina somada ao valor energético da vitamina C, ajudando a prevenir inflamações no sistema respiratório.

Geleia de Amora

Além da qualidade, a geleia de amora dá um toque especial aos pratos, é fonte de fibras solúveis, importante na atuação reguladora do intestino. E para aqueles que praticam atividades físicas, também são excelentes fontes de energia. Geleia 100% fruta de amora com sementes.

Geleia de Morango com Chia

Além da qualidade, a geleia de morango com chia dá um toque especial aos pratos, é fonte de fibras solúveis, importante na atuação reguladora do intestino. E para aqueles que praticam atividades físicas, também são excelentes fontes de energia. Geleia 100% fruta de morango com chia.

Fonte: Superbom

 

Por que deveríamos adotar uma dieta à base de vegetais?

Mais do que nunca, manter uma alimentação mais verde deveria fazer parte de nossa vida cotidiana não apenas para melhorar a nossa saúde, mas também para ter mais sustentabilidade

Nos últimos anos, cada vez mais pessoas estão aderindo à ideia de reduzir o consumo de carne e manter uma alimentação à base de vegetais, também conhecida como plant-based diet. Para se ter ideia, uma pesquisa recente realizada nos Estados Unidos com 2 mil pessoas mostra que 71% delas estão dispostas a incorporar alimentos plant-based no dia a dia. Além disso, 53% afirmaram que as carnes já não compõem a maior parte do cardápio e outros 23% se consideram flexitarianos por consumirem carnes apenas em alguns dias da semana.

Aqui no Brasil, os números seguem a mesma tendência. De acordo com dados da Sociedade Vegetariana Brasileira, 14% da população já se declara vegetariana, o que equivale a 30 milhões de pessoas. Um aumento de 75% desde 2012.

Essa mudança de comportamento acontece por vários motivos. Além de ser uma alimentação livre de colesterol e relativamente baixa em gorduras saturadas, a proposta traz um apelo ecológico por se tratar de alimentos que consomem menos água e energia para serem produzidos, além de ter menor emissão de carbono.

No caso dos norte-americanos, a pesquisa mostra que “contribuir com o meio ambiente” é o principal fator para 40% dos entrevistados deixarem a carne de lado, seguido pelo fato de pais serem guiados pelas escolhas de seus filhos que estão deixando de consumi-la (36%) ou a busca das pessoas por se sentirem mais éticos em suas escolhas alimentares (30%). Ainda segundo a pesquisa americana, boa parte dessas pessoas (65%) buscam fontes de proteína vegetal ao consumir barras de proteína e shakes e 56% das pessoas entrevistadas obtêm proteína por meio da ingestão de alimentos conhecidos por serem uma alta fonte de proteína.

Entre os pontos de atenção para quem segue uma alimentação sem carne está o consumo adequado de proteína, que deve ser de cerca de 1g por quilo de peso* – quantidade que precisa ser maior no caso dos esportistas. No entanto, cada vez mais pessoas tomam consciência de que as dietas à base de plantas não são desprovidas desse nutriente.

Nesse quesito, a proteína isolada da soja se destaca pelo seu alto valor biológico, já que possui todos os aminoácidos essenciais e tem excelente biodisponibilidade, ou seja, é bem aproveitada pelo organismo. Por este motivo, ela é cada vez mais incluída em alimentos que vêm atender as necessidades desse público.

Seja verde

Salada grega

De acordo com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, a produção mundial de alimentos precisará aumentar em cerca de 70% para ser suficiente para todas as pessoas até 2050. E, para dar conta dessa demanda, precisará superar questões ambientais, como a disponibilidade de terra, água e recursos energéticos.

A agência ainda aponta que a criação de animais para consumo de carne, ovos e leite é responsável por gerar 14,5% dos gases de efeito estufa, sendo a segunda maior fonte de emissões e maior que todos os meios de transporte combinados.

Não é à toa que entidades, como a The American Society of Clinical Nutrition (Sociedade Americana de Nutrição Clínica), orienta desde já que a maioria das pessoas adote uma dieta à base de plantas. Afinal, além dos benefícios nutricionais oferecidos pelas proteínas vegetais, há várias vantagens ambientais sendo, assim, mais sustentável:

1. Exige menos água

horta cenouras
Foto: Pixabay

A produção de proteína isolada de soja, por exemplo, usa muito menos água do que a carne de porco ou bovina. Para se ter ideia, são 38 litros por kg de proteína vegetal produzida, enquanto a carne exige mais de 1.600 litros de água por quilo.

2. Tem menor emissão de carbono

mulher fertilizando jardim plantas freepik
Freepik

A produção de proteína isolada de soja emite de oito a 80 vezes menos carbono do que a carne bovina e outras proteínas de origem animal, incluindo gases, como dióxido de carbono e metano. São 2,4 kg em comparação a 178 kg.

3. Faz o uso mais eficiente da terra

mulher podando plantas jardim poda leek garden
São necessários 8 m2 de terra por quilo da proteína vegetal em comparação com 1.311 m² de terra para a carne bovina.

Confira o infográfico com os dados da pesquisa:

info

*Reference: Román, D. D. L., Guerrero, D. B., & Luna, P. P. G. (2012). Dietoterapia, nutrición clínica y metabolismo. Ediciones Díaz de Santos.

 

Rede de fish & chips brasileira é primeira a vender “peixe” vegano no Brasil

O “Fakie Fish”, do Sirène Fish & Chips, é feito a partir da proteína texturizada de soja e está disponível nas lojas da rede nas cidades de Balneário Camboriú, Curitiba e São Paulo

Receita típica da Inglaterra, o fish n’ chips está conquistado o paladar dos brasileiros e, agora, ganha uma versão vegana na descolada rede Sirène Fish & Chips. O “Fakie Fish” é a incomparável e surpreendente aposta da rede para os clientes que reduziram ou não consomem proteína animal. Feito à base de soja não transgênica, o preparo utiliza técnicas chinesas aprimoradas pelos séculos.

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Dados da última pesquisa Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística), divulgada em 2018, apontam que cerca de 30 milhões de brasileiros já se declaram vegetarianos, cerca de 14% da população. Segundo a mesma pesquisa, nas regiões metropolitanas de São Paulo, Curitiba, Recife e Rio de Janeiro, esse valor sobe ainda mais, chegando a 16%.

A releitura do fish n’ chips, intitulada “Fakie n’ Chips”, leva o “Fakie Fish” acompanhado pelas deliciosas batatas do Sirène. O preparo exclusivo será comercializado nas unidades da rede espalhadas pelo Brasil com preços a partir de R$ 33,00. “É a nossa manobra para a galera que não curte muito carne voltar a se sentir em casa no Sirène”, comenta o sócio fundador da rede Sirène, Alexandre Lopes. Além do “Fakie n’ Chips”, entram no cardápio molhos, também veganos, e o Sandufish, tradicional sanduíche do empreendimento que ganha uma versão vegetariana.

“Estamos confiantes, pois além de resgatar clientes antigos que deixaram de frequentar o Sirène por falta de opção vegana/vegetariana (mas que ainda gostam da nossa atmosfera), também poderemos atender outros tipos de público que talvez nunca chegassem a conhecer nosso empreendimento. Nos tornaremos, assim, um lugar ainda mais democrático e aumentaremos a diversidade”, complementa Lopes.

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A origem do “Fakie”

Nos esportes de prancha, a palavra “fakie” significa andar para trás com a cauda ou “rabeta” voltada à direção da viagem. Comumente usada em conjunto com o nome de uma manobra, como “fakie ollie” ou “fakie to fakie 900”, o termo dá a entender que a manobra foi realizada de forma correta, porém com sentido contrário. As manobras realizadas de fakie geralmente recebem uma maior pontuação nos campeonatos por conta do grau de dificuldade elevado.

No universo do skate, a palavra dá sentido ao que não é normal, que não é usual ou que é incomum, ou seja, algo autêntico. Além disso, a palavra “fake”, de grafia similar, significa “falso” em inglês e, atualmente, é usada para denominar contas ou perfis usados na internet para ocultar a identidade real de um usuário.

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Dessa forma, o peixe vegano do Sirène foi batizado de “fakie” para fazer essa conexão com o universo do skate que a marca já está inserida e, também, dar sentido ao peixe que não é proveniente do animal, podendo ser entendido como um “peixe falso”.

“Identificamos a necessidade de oferecer ao nosso público alguma outra opção vegana além de apenas batatas fritas. Percebemos que, a cada dia que passa, temos mais pessoas adeptas ao vegetarianismo e veganismo que deixam de frequentar o Sirène por um tempo, por falta de opções. Nós já tínhamos essa vontade, mas levamos cerca de dois anos para encontrar substitutos ideais de proteína não animal, que atendessem as nossas exigências de qualidade. Agora, em parceria com a Germinou, incluímos esse surpreendente alimento feito de à base de soja não transgênica ao nosso cardápio”, finaliza Lopes.

Fakie and Chips (1) (002)

O “Fakie n’ Fish” está disponível nas unidades de Balneário Camboriú (SC), Curitiba (PR) e São Paulo (SP).

Informações: Sirène