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Global Champagne Day: um convite para celebrar com champanhe

Além da data comemorada nesta sexta-feira, outubro ainda é marcado pelo Dia do Champanhe

Global Champagne Day, evento realizado na França todos os anos, será comemorado de forma virtual no dia 23 de Outubro. De acordo com o site oficial do evento, este é um dia para celebrar, compartilhar e festejar o vinho, o champanhe, os homens e as mulheres. De acordo com os organizadores do evento, as pessoas devem comemorar este dia efervescente desfrutando champanhe e compartilhando as emoções em fotos ou vídeos nas redes sociais com a hashtag #champagneday.

Outro dia especial para os amantes do vinho branco espumante produzido no nordeste da França é o Dia do Champanhe, mundialmente celebrado em 28 de outubro. De acordo com o Gabinete de Comunicação de Champagne, essa data é um convite a todos os amantes do vinho espumante mais festivo do mundo.

Por conta disso a Vinvino, loja virtual de vinhos e espumantes de Curitiba, terá uma promoção especial para comemorar a Global Champagne Day nesta sexta-feira (23), haverá estoque e promoção de espumantes, 3 unidades, com desconto adicional de 5%, e 6 unidades 10%off. São quatro opções diferentes: Cava Don Román Brut ( 3 garrafas, R$192,00, 6 garrafas ,R$363, 79); Cava Don Ramón Demi Sec ( 3 garrafas R$180,37, 6 garrafas, R$ 341, 76); Messias Bairrada Milésime 2014 (3 garrafas, R$ 209, 6 garrafas R$ 397,54); e Filipa Pato 3B( 3 garrafas R$ 339,40 e 6 garrafas R$ 643,08).

Informações/vendas: VinVino – além do site, também é possível comprar via WhatsApp (41) 98725-6329. O frete é grátis para Curitiba e região.

O que explica a alta nas vendas do vinho nacional?

Fatores econômicos, de logística, tributários, avanço da qualidade, diversidade, novas regiões produtoras, desenvolvimento do enoturismo, mudança de hábitos em razão da pandemia e locavorismo contribuem para o ganho de competitividade

Vinícola Miolo

O aumento da venda de vinhos nacionais este ano trouxe uma dose de ânimo à cadeia produtiva da uva e do vinho que há tempos vinha amargando queda na comercialização. Diversos fatores contribuíram para este aumento de competitividade que não está apenas ligado à pandemia do Coronavírus, mas a uma série de outras condições que se somam nos últimos 20 anos.

Melhora expressiva da qualidade, diversidade de estilos com o surgimento de novas regiões produtoras, melhor distribuição e acessibilidade, preço justo, avanços no enoturismo, mudança nos hábitos e, principalmente, o câmbio favorável, colaboraram para este incremento de 37,22% nas vendas de vinhos finos e espumantes, de janeiro a agosto em relação ao mesmo período do ano passado.

Assim, de gole em gole, o setor vitivinícola nacional vem conquistando mais espaço na mesa do brasileiro. Em 2019, por exemplo, segundo dados da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), o Brasil conseguiu romper a barreira dos 2 litros per capita – hoje em 2,13L -, um sonho de muitas safras e que ganha novas perspectivas.

“O que o setor vitivinícola brasileiro semeou desde o início da imigração italiana está sendo colhido. Mas o grande avanço veio nos últimos 20 anos com a profissionalização do setor, que transformou a vitivinicultura brasileira. Esperamos poder seguir brindando”, destaca o presidente da União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), Deunir Argenta.

Quanto à qualidade, a evolução é incontestável, atestada pelas 4.535 premiações conquistadas de 1995 a 2019 em concursos internacionais. Segundo dados da Associação Brasileira de Enologia (ABE), os espumantes lideram as premiações, mas os vinhos tranquilos vêm ampliando seu espaço. Das 259 premiações conquistadas em 14 países no ano passado, por exemplo, 94 foram para vinhos tranquilos, ou seja, quase 40% do total.

“O Brasil tem grandes rótulos de espumantes e de vinhos tranquilos, mas tem também uma diversidade que permite atender diferentes estilos e momentos com excelente relação custo-benefício”, avalia o presidente da ABE, enólogo Daniel Salvador. Atualmente, o Brasil possui 26 regiões produtoras de vinhos em 10 estados brasileiros (BA, ES, GO, MT, MG, PR, PE, RS, SC e SP), o que tem ofertado uma gama de vinhos com terroirs diversos.

A pandemia também impactou o consumo de vinho no Brasil. Em razão do fechamento de bares e restaurantes, o consumo da bebida em casa aumentou, levando as pessoas a visitarem lojas virtuais de vinícolas, comprando vinhos direto da fonte ou então em supermercados, que por serem essenciais nunca fecharam. Ganhando o status de ‘bebida da pandemia’, o vinho brasileiro mostrou estar melhor distribuído, com acessibilidade diante da aceleração do e-commerce e com preço competitivo.

Casa Valduga

A queda da Substituição Tributária (ST) em estados como o RS, SP, SC, PR e BA somam-se a uma série de conquistas que favorecem o vinho nacional. Neste sentido, agora a Uvibra trabalha em conjunto com o Governo do Rio Grande do Sul para que Rio de Janeiro e Minas Gerais sigam o mesmo exemplo.

Para o setor, é evidente que a variação cambial foi determinante para o aumento da competitividade do vinho nacional. “Com o aumento do dólar os importados ficaram mais caros, levando o consumidor a optar pelos nacionais e, assim, fazer grandes descobertas diante da confirmação da qualidade, da melhor distribuição e da acessibilidade favorecida, principalmente, pela aceleração do e-commerce”, analisa Argenta.

Vinícola Góes

Com a retomada segura do turismo, o enoturismo, grande responsável pelo sustento das pequenas vinícolas familiares que são maioria no setor, é mais um dos fortes aliados. Apostando em experiências sensoriais capazes de criar memórias para uma vida inteira, as vinícolas não medem esforços para criar novos atrativos em torno da cultura do vinho. E é justamente isso que vem fidelizando os apreciadores que, além de um bom vinho, buscam vivências únicas. Além disso, o locavorismo (preferência por comprar e consumir o que é local) é uma tendência que ganhou ainda mais adeptos durante a pandemia.

VENDA JANEIRO A AGOSTO (em litros)

PRODUTO20202019
Vinho Fino17.001.33310.137.214
Espumante Brut4.290.1155 .013.139
Espumante Moscatel2.910.0452 .486.218
 24.201.49317.636.571
Fonte: Sisdevin/SEAPDR (Dados coletados em 24/09/2020) | Elaboração: Uvibra

Vinhos e calor: bebida ganha cada vez mais espaço nas estações mais quentes do ano no Brasil

É incontestável que o Brasil é mundialmente conhecido como um país cervejeiro. Mas se o clima tropical com altas temperaturas durante a primavera e o verão exige a busca por bebidas refrescantes, o brasileiro tem ido além e elegido uma nova opção para amenizar, ao menos um pouco, a sensação térmica elevada nesta época do ano: o vinho. E embora carregue o status equivocado de opção que só combina com dias frios, a bebida pode sim ser uma excelente alternativa também para o calor.

Além de refrescantes, os vinhos possuem propriedades benéficas para a saúde humana e têm conquistado cada vez mais adeptos no Brasil. No início deste ano, uma pesquisa realizada pela Ideal Consulting apontou que em 2019 o país ultrapassou pela primeira vez a média dos 2 litros de vinho por habitante. Durante a quarentena, o hábito cresceu mais ainda entre brasileiros. Foram em média 2,81 litros consumidos por adulto somente entre os meses de abril e junho, registrando uma alta de 39% em comparação ao ano anterior.

Para aqueles que já apreciavam a bebida ou os que incluíram o costume de beber vinho a rotina recentemente, o sommelier José Vinícius Chupil, um dos grandes nomes do mercado paranaense, garante que é possível manter a companhia dos vinhos nas estações mais quentes do ano. Para isso, basta escolher as opções com as características ideais para o clima.

“Nesta época do ano, devido ao calor, temos a tendência de tornar a alimentação mais leve e menos calórica, e por sua vez passamos a consumir bebidas mais cítricas e frescas, deixando um pouco de lado as mais encorpadas. E os vinhos também oferecem opções que se encaixam nesse contexto. O ideal é convertemos o consumo para vinhos brancos minerais que harmonizam maravilhosamente com a época. Também os vinhos rosés, que estão cada vez mais em voga no Brasil, além de tintos de corpo leve mais delicados e, até mesmo, os vinhos de corpo mediano”, explica Chupil.

De acordo com o especialista, as condições de temperatura para armazenar e servir são cruciais para um consumo agradável. “Outra qualidade que faz desses vinhos opções ideais para os dias mais quentes, é o fato de que eles podem ser servidos numa temperatura mais baixa, o que os torna muito mais agradáveis. Os vinhos brancos, por exemplo, ficam bem interessantes ao ser degustados a uma temperatura média de 6 a 8 graus. Os rosés entre 8 e 10 graus e os tintos se prestam muito bem a uma temperatura entre 14 e 16 graus, ficando simplesmente magníficos mais frescos”, explica o sommelier.

No entanto, o profissional ressalta que vinhos jamais devem ser servidos com gelo. “Quando falamos em refrescar o vinhos, não é sobre colocar gelo na taça, isso prejudica e dilui os aromas, a textura e o sabor. A temperatura deve ser controlada deixando a garrafa numa climatização mais adequada” , detalha.

Entre os vinhos brancos, bastante tradicionais no Brasil, o especialista destaca o Abreu Garcia Sauvignon Blanc (Vinícola Campo Belo – Brasil – Preço médio: R$ 75,00). “É um vinho que expressa muito bem a personalidade do seu terroir. Com coloração amarelo palha com tons esverdeados e aroma que exala frutas tropicais, destacando-se notas elegantes de abacaxi, maracujá e goiaba, é um vinho que tem grande vivacidade e boa textura. É muito convidativo a uma nova taça e harmoniza muito bem principalmente com mexilhões, ostras e peixes magros, que também são alimentos que combinam muito com o calor”, sugere Vinicius.

Nos rosés, uma opção é o Pouca Roupa Rosado (João Portugal Ramos – Portugal – Preço médio: R$ 69,00). “O nome deste vinho vem do monte onde as videiras estão plantadas no sul de Portugal, e uma das qualidades que me encantam nesse exemplar é a cor, um rosé com um tom mais vibrante. O aroma traz jovialidade através do seu frescor, frutas vermelhas e algo de floral. Na boca tem médio corpo, é puro, alegre e tem como grande virtude o seu preço. Para mim, um verdadeiro achado. Também combina muito com comidas leves como peixes, rattatouille de legumes, camarão salteado e aves brancas”, conta o sommelier.

Mas para quem não abre mão dos tintos, a dica é o Sfizio Pinot Noir (Vinicola Legado – Brasil – Preço médio: R$ 110,00). “Este vinho é um belo exemplar do terroir paranaense. Desenvolvido com muita técnica e cuidado, o Sfizio Pinot Noir é delicado nos aromas, com predominância de frutas vermelhas como cerejas, groselhas e um tempero especiado, tudo isso conjugou uma bela trama. Casa perfeitamente com frutos do mar em caçarola e carne de aves como peru ou pato. Um vinho alegre, fino e provocativo”, garante o especialista em vinhos.

Confira mais opções de rótulos especiais para as estações mais quentes do ano:

• Dicas de vinhos brancos: Thera Chardonnay Lote 1 (Vinícola Thera – Brasil – Preço médio: R$ 159,00) e Muscadet Vielles Vignes Sèvre et Maine AOC Loire (Château des Gillieres – França – Preço médio: R$ 220,00)
• Dicas de vinhos rosés: Château de Porcieux (Côtes de Provence – França – Preço médio: R$ 110,00)
• Dicas de vinhos tintos: Dolcetto Cozzo Mário (Cozzo Mário – Itália – Preço médio: R$ 120,00) e Revoltosa (Vinã La Prometida – Chile – Preço médio: R$ 112,00)

Rótulo da Vinícola Góes é premiado em concurso internacional

Na 17ª edição do Decanter World Wine Awards em Londres, o mais novo rótulo da Vinícola Góes obteve 90 pontos em sua avaliação

Fruto de pesquisa, investimento em tecnologia, avaliações criteriosas e muito compromisso para entregar os melhores produtos ao consumidor, a Vinícola Góes lançou recentemente o vinho Reserva Sauvignon Blanc que, logo em suas primeiras semanas desde o lançamento, obteve a Medalha de Prata no principal concurso de vinhos do mundo na atualidade, o Decanter World Wine Awards 2020.

O vinho foi elaborado com a variedade Sauvignon Blanc (100%), colhidas em São Roque, interior de São Paulo, no mês de junho de 2019. As uvas foram cultivadas por meio da técnica da dupla poda, em que a maturação dos cachos e sua colheita ocorrem no inverno.

“Os dias ensolarados, as noites frias e o clima seco, característicos do nosso inverno, criam condições ideais para que a uva amadureça com qualidade. As frutas concentram mais açúcares e compostos fenólicos, possibilitando a produção de vinhos de grande qualidade”, destaca o enólogo Fábio Góes.

Vale lembrar que cultivo, produção, maturação e envase são todos realizados em solo paulista. Um reconhecimento desta relevância é um importante indicador de que a estratégia da Vinícola Góes, de apostar no desenvolvimento de produtos premium e no aprimoramento da qualidade de suas castas cultivadas na cidade de São Roque, tem gerado bons resultados e aponta um caminho promissor.

O Vinho Branco Tempos de Góes Reserva Sauvignon Blanc apresenta cor amarelo claro e aspecto límpido e brilhante. Seus aromas lembram figos, maracujá, goiaba, um toque de especiarias e arruda. No paladar, o sabor frutado que aparece no aroma se confirma, além de uma agradável acidez, que permanece prolongado na boca, realçando o frescor natural. Harmoniza bem com saladas (sem vinagre), pratos vegetarianos, grãos, tortas salgadas, peixes grelhados ou com molho de ervas, espaguete alho e óleo ou com frutos do mar e bacalhau assado. Deve ser consumido a temperatura de 10ºC a 12ºC.

Informações: Vinícola Góes

Vinhos premiados Conde Francesco Marone Cinzano chegam ao Brasil

Trazidos com exclusividade ao Brasil pela Importadora Vinhos Novo Chile, os rótulos da Erasmo unem a expertise do Conde Francesco Marone Cinzano e a dedicação dos profissionais chilenos

Três rótulos premiados da Erasmo, marca chilena de vinhos premium assinada pelo Conde Francesco Marone Cinzano, chegaram com exclusividade ao Brasil pela Importadora Vinhos Novo Chile.

O destaque vai para o Erasmo 2009, que alcançou 94 pontos no Guia Descorchados e figurou na lista dos 20 melhores blends do Chile. Elaborado tradicionalmente com as uvas do corte bordalês (Cabernet Sauvignon, Merlot e Cabernet Franc), importadas exclusivamente da França para sua produção, o rótulo é produzido sem filtragem, ao estilo dos tintos de guarda.

Além disso, amadureceu por 18 meses em barricas de carvalho francês e envelheceu por 5 anos em garrafa antes de chegar aos mercados. Proprietário da Col d’Orcia, uma das melhores e mais tradicionais vinícolas produtoras de Brunello di Montalcino, o Conde Francesco Marone Cinzano reproduziu neste rótulo a nobreza de sua família e o estilo do Velho Mundo.

“Ao contrário dos vinhos do Novo Mundo, que em sua grande parte são feitos para consumo imediato, este exemplar traz consigo a tradição européia de vinificação”, indica David Giacomini, proprietário e curador da Importadora Vinhos Novo Chile.

Conforme preza a filosofia da marca ítalo-americana, Erasmo 2009 é vinificado em quantidades limitadas, com tratamento orgânico e uso de leveduras selvagens. “São escolhas que buscam unir o melhor do terroir de Caliboro, no Vale do Maule; a expertise de Francesco Marone Cinzano e a dedicação dos profissionais chilenos que atuam no processo produtivo”, complementa Giacomini.

Raros e exclusivos

Para quem busca vinhos raros e com blends inusitados, a Vinhos Novo Chile apostou na importação do Erasmo Garnacha Alicante 2016. De safra única, foi condecorado com 93 pontos na edição 2018 do Guia Descorchados e eleito Vinho Revelação no mesmo ano.

Suculento e equilibrado, traz intensos aromas de frutas vermelhas frescas e nuances de avelãs tostadas, resultantes do estágio em carvalho francês por três meses. “Trouxemos as últimas 900 garrafas deste vinho especial para o Brasil, que representa todo o potencial de inovação da Erasmo”, adiciona David Giacomini.

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Já o saboroso Erasmo Rosé de Mourvèdre 2019 – eleito o melhor rosado do Chile na última edição do Descorchados – é a sugestão para quem aprecia rótulos frescos, jovens e bem elaborados. Apresentando-se como o equilíbrio perfeito entre a nobreza da uva europeia com as condições climáticas mais ásperas de sua região produtora, traz aromas de frutas vermelhas, framboesas e flores selvagens, com acidez refrescante e equilíbrio com final frutado.

Terras ancestrais

Os rótulos Erasmo são provenientes de uma das mais antigas e tradicionais zonas vitivinícolas do Chile: o Vale do Maule, mais precisamente na região de Caliboro. A região – um assentamento assim fundado e nomeado por povos pré-colombianos – recebeu seus primeiros vinhedos na segunda metade do século 16. Novamente no século 19 foi construída no local uma adega em adobe, recondicionada pelo visionário Conde Francesco como sede da Reserva di Caliboro no início da década de 90. Um investimento realizado antes mesmo da explosão das exportações chilenas.

“Buscávamos algo novo no Chile e encontramos ali um território único, dotado de um clima ideal para uma viticultura natural, com excelente amplitude térmica e solos aluviais. Às margens do Rio Perquilauquén, vimos que seria possível produzir grandes vinhos de tratamento orgânico, sem uso de irrigação e com leveduras selvagens – tamanha a riqueza da microbiodiversidade local”, conta Francesco Marone Cinzano.

Hoje a vinícola recebe a assessoria enológica de Donato Lanatti, considerado um dos maiores enólogos italianos; e é gerenciada por César Opazo e Augusto Reyes, homens chilenos que conhecem em detalhes as particularidades do terroir. O próprio nome da vinícola surgiu como homenagem a um dos colaboradores nativos do período de implantação do projeto Reserva di Caliboro.

“Erasmo me ajudou a compreender o clima e o solo desta região tão peculiar. Um nome que nos remete também à Grécia Antiga e que representa bem nossa mescla entre conhecimentos ancestrais e técnicas tradicionais da vitivinicultura europeia”, explica Francesco. Já o pássaro dos rótulos remete ao condor, animal sagrado dos povos incas.

Os três vinhos já podem ser encontrados no site DaGirafa e nas melhores adegas do país.

Cinco motivos para aderir à tendência do vinho bag-in-box

O aumento do consumo no Brasil aumenta o interesse em embalagens de vinho maiores e mais práticas, de janeiro a julho o brasileiro consumiu 737,5 mil litros de vinho nesse formato

O mercado de vinhos no Brasil está em franca ascensão. As previsões pré-pandemia já eram animadoras para a vinícolas e lojas especializadas, mas nem os mais otimistas poderiam prever a explosão de vendas. Afinal, o vinho se tornou a bebida da quarentena. Por ser mais intimista, combina perfeitamente com momentos mais tranquilos, se encaixa na rotina familiar, harmoniza com as refeições do dia a dia e até acompanha os momentos de “Netflix and chill”.

Além das tradicionais garrafas de 750ml, um outro formato de embalagem de vinho tem feito muito sucesso durante a pandemia: a bag-in-box. Com um nome autoexplicativo – o termo bag-in-box significa, literalmente, bolsa na caixa – e a premissa de facilitar a vida de quem ama vinhos, esse tipo de embalagem caiu no gosto dos brasileiros. Ainda de acordo com a Ideal Consulting, o consumo de vinhos bag-in-box no Brasil foi de 737,5 mil litros, no período de janeiro a julho.

Atenta a essa tendência de consumir vinhos, a VinVino loja online lista cinco motivos escolher uma bag-in-box para chamar de sua:

1. A bag-in-box é prática e acessível.
2. A embalagem de 3 ou 5 litros facilita o consumo de vinhos no dia a dia.
3. Como a bebida fica armazenada na geladeira, o vinho sempre fica na temperatura certa para consumo.
4. Tem uma excelente relação custo X benefício. Não é à toa que os restaurantes usam as bag-in-box para comercializar vinhos em taças.
5. Geram menos resíduos, uma bag-in-box pode economizar até cinco garrafas e cinco rolhas.

A Vinvino loja online tem ótimas opções de bag-in-box de vinhos nacionais e importados da vinícolas Castellamare, Messias e Olaria. Confira:

Tintos


Olaria Bag in Box tinto, 5 litros – Portugal – R$ 171,92
Castellamare Tinto Merlot Bag in Box, 5 litros – Brasil – R$ 119,85


Castellamare Tinto Cabernet Sauvignon Bag in Box, 5 litros – Brasil – R$ 119,85
Messias Bag in Box tinto, 3 litros – Portugal – R$ 96,41
Castellamare Tinto Moscato Bag in Box, 3 litros – Brasil – R$ 62,70

Brancos e Rosés


Olaria Bag in Box branco, 5 litros – Portugal – R$ 172,06
Olaria Bag in Box rose, 5 litros – Portugal – R$ 172,06
Messias Bag in Box branco, 5 litros – Portugal – R$ 140,42

Informações: VinVino  – também é possível fazer sua compra via WhatsApp (41) 98725-6329

Vinícola Julia Kemper Wines com novidades no Brasil

Produtora portuguesa é uma das mais importantes da região do Dão (acaba de ganhar prêmio como melhor da região), produz vinhos biológicos (orgânicos/ biodinâmicos), e prepara muitas ações e grandes lançamentos no mercado brasileiro

Quando foi chamada para uma conversa com o pai no ano 2000, a bem-sucedida advogada lisboeta Julia de Melo Kemper, não tinha ideia da reviravolta que daria a vida dela. António Melo queria passar à filha uma missão: a continuação do legado de mais de 400 anos da família, de tradicional história na agricultura do Dão, onde o patriarca mantinha, em Oliveira – Mangualde, a Quinta do Cruzeiro.

Julia, que recusara a herança em outras oportunidades, desta vez decidiu abraçar a ideia. Em 2003, a advogada tornou-se também agricultora. E foi assim que iniciei uma grande aventura, alargando o meu horizonte até ao mundo onde tudo começou: a Natureza”, diz Julia Kemper. Não à toa, os vinhos Julia Kemper Wines colecionam prêmios, caso do recente conquistado na Feira de Vinhos do Dão, onde levou o prêmio de melhor vinho branco da região.

A opção desde o início foi pela agricultura biológica, afinal Julia já conhecia e apreciava a filosofia biodinâmica de Rudolf Steiner. “Nem me passou pela cabeça não tratar a minha terra como o fazia com a minha família: biodinamicamente”, costuma dizer Julia Kemper. “As nossas vinhas passaram a ser prados onde toda a vida labora, para me ajudar a produzir as melhores e mais saudáveis uvas para vinho”, completa a produtora.

A primeira colheita, de 2008, chegou ao mercado dois anos depois, em 2010. E o sucesso instantâneo de crítica e público mostrou que as escolhas de Julia estavam corretas. “A imprensa portuguesa e estrangeira começou a espalhar que havia boas novas no Dão”, lembra a produtora. Vieram prêmios em concursos dentro e fora de Portugal, reconhecimento da imprensa especializada e um número cada vez maior de clientes interessados em experimentar o novo vinho do Dão, do qual tão bem falava-se.

E apenas dez anos depois do lançamento, os vinhos elegantes, com deliciosa acidez, aromas florais e uma textura incrível de Julia Kemper chegam a praticamente metade do planeta.

Respeito com a natureza

Com produção orgânica e vegan, a Julia Kemper Wines respeita o terroir do Dão, extraindo o melhor da vinha de forma natural, sem adição de compostos químicos na produção.

Enoturismo

Bem mais que vinhos, Julia se dedica a toda uma história na cultura vinífera de Portugal, enaltecendo a tradição de seus valores junto a modernidade em produzir vinhos. E para compartilhar dessa experiência, a vinícola oferece degustações guiadas por profissionais que explicam sobre a história de cada rótulo e sua produção. A “viagem” acontece na Adega em Oliveira – Mangualde, no Dão ou na Embaixada da vinícola no bairro de Príncipe Real, em Lisboa.

Vinhos no Brasil

No Brasil, Julia Kemper Wines é representada por duas importadoras: Caves Santa Cruz (com sede em São Paulo), e a Mayer Importadora (com sede em Florianópolis). E apresenta os seguintes vinhos orgânicos e biodinâmicos: Julia Kemper Elpenor; Julia Kemper Branco, Julia Kemper Touriga Nacional 2012 e Julia Kemper Vinhas Selecionadas 2012 e Julia Kemper Elpenor Blanc de Noir 2018.

Em breve a vinícola lançará por aqui o tinto da linha do excelente Julia Kemper Curiosity – Edição Limitada (previsto para início de setembro). O nome do vinho e a arte do rótulo são inspirados na saga da Nasa e da nave que usou para chegar a Marte – a demanda ancestral de alargar o conhecimento.

A vinícola será uma das estrelas no evento “Vinhos de Portugal”, que ocorre entre os dias 23 e 25 de outubro (em formato digital esse ano). “Com as nossa ações, apresentações e comunicação dos vinhos da vinícola Julia Kemper Wines no Brasil, pretendo aproveitar o interesse crescente dos brasileiros pelo vinho e nomeadamente o vinho português. Ainda mais especificamente pelo recrudescer da região do Dão no mundo e, claro, também no Brasil. Com entrada dos vinhos da nossa vinícola e a elegância da região que os caracteriza, espero a sua entrada na restauração brasileira, como parceira ideal para apreciar os nossos vinhos. E que haja muita saúde!”, diz Julia

Conheça os vinhos Julia Kemper no Brasil clicando no nome:

Julia Kemper Elpenor Blanc de Noir 2018

Julia Kemper Elpenor Tinto (orgânico e biodinâmico)

Julia Kemper Branco (Orgânico)

Julia Kemper Touriga Nacional 2012 (orgânico e biodinâmico)

Julia Kemper Vinhas Selecionadas 2012 (orgânico e biodinâmico)

Fonte: Julia Kemper Wines

 

Semana do cliente: VinVino oferece desconto especial

A loja online concede 15% off em em vinhos nacionais e importados até domingo (20), com frete grátis para todo o Brasil

A VinVino loja online oferece 15% off e frete grátis para todo o Brasil em todos os rótulos nacionais e importados até domingo (20). A ação alusiva ao Dia do Cliente, comemorado ontem (15), é uma forma do e-commerce agradecer aos seus clientes pelo crescimento exponencial registrado nos últimos meses.

Para ter acesso ao desconto, basta digitar o cupom CLIENTEVV no site.

A VinVino tem como principais diferenciais a atenção ao cliente na hora da escolha dos rótulos para a compra, trazendo possibilidades de harmonizações e combinações específicas para datas comemorativas e momentos marcantes da vida das pessoas. A loja online possui as melhores condições de armazenamento e de higiene no momento de entrega dos produtos. Além disso, é reconhecida pela agilidade e pontualidade na entrega.

Informações: VinVino – é possível fazer sua compra via WhatsApp (41) 98725-6329. O frete é grátis para Curitiba e região.

Vila Don Patto realiza live sobre vinhos e curiosidades nesta sexta-feira

Transmissão conta com as participações da sommelier Marina Florian e do diretor do complexo, Tulio Patto

Com lives sobre diversos assuntos relacionados ao cotidiano do complexo turístico e enogastronômico, a Vila Don Patto fará nesta sexta-feira, 11 de setembro, às 20 horas, uma transmissão sobre vinhos e suas curiosidades no canal oficial do Instagram .

Para quem não sabe, a vinicultura faz parte do DNA da Vila Don Patto, que foi fundada pelo filho do patriarca da família, Julio Patto, há mais de um século. Quando José dos Santos Patto chegou ao Brasil, vindo de Portugal, aos 19 anos, fundou a adega “Minho e D´Ouro” e começou ali uma jornada no universo de uvas e vinhos. É justamente essa história de família, aliada aos conhecimentos da especialista, que Tulio Patto conversará mais com Marina Florian, do canal @derepentesommelier.

Atualmente, além da Adega localizada no complexo, na qual é possível comprar os sucos integrais e vinhos chilenos da casa, a Vila Don Patto comercializa seus produtos em sua loja virtual, recém-inaugurada, disponível clicando aqui.

Informações: Vila Don Patto

Vinhos portugueses do Alentejo para provar no Brasil

Maior região de Portugal é uma das favoritas de enófilos do mundo todo

Não é segredo que o Alentejo, maior região de Portugal, é também um grande produtor de vinhos do país. Diversos vinhos premiados são desenvolvidos em terras alentejanas, o que explica porque este destino está entre os favoritos de enófilos do mundo todo.

Quem viaja para a região pode visitar as inúmeras herdades produtoras e adegas e viver experiências maravilhosas, como provas de vinhos, refeições harmonizadas, piqueniques nos vinhedos e até workshops temáticos. Na época das vindimas, que já estão a todo vapor este ano, muitas propriedades convidam os visitantes a participar do processo da colheita e pisa das uvas!

Também é possível provar muitos dos vinhos alentejanos aqui no Brasil. Confira alguns dos rótulos disponíveis em lojas, adegas e importadoras brasileiras:

Caiado – Adega Mayor

Foto: Gonçalo Villaverde

Situada em Campo Maior, esta é a primeira adega de autor de Portugal, além de ser uma referência arquitetônica no mundo todo, considerada por muitos uma verdadeira obra de arte. O vinho Caiado é um rótulo jovem, com personalidade e grande abrangência gastronômica, além de um aroma envolvente e cheio de frutas. Sua versão branca é versátil, fresca e muito harmoniosa.

Guadalupe – Quinta do Quetzal


Nas encostas de Vidigueira, a Quinta do Quetzal também impressiona por sua arquitetura. Um de seus edifícios é uma construção moderna com restaurante, loja e galeria de arte. No entanto, a produção preserva antigas tradições e técnicas vinícolas, apostando no caráter verdadeiramente alentejano. O Guadalupe tinto tem um sabor intenso com notas de frutos vermelhos. O branco, por sua vez, possui um paladar frutado, com um final cítrico e mineral.

Herdade de São Miguel – Casa Relvas


A Casa Relvas é uma grande produtora com essência familiar e que investe fortemente na sustentabilidade. Suas vinhas contam com a presença de adoráveis ovelhas, que ajudam a reduzir o uso de herbicidas e adubos químicos durante o inverno. A Herdade de São Miguel foi a primeira linha de vinhos da Casa Relvas: o tinto é equilibrado, redondo e com aroma maduro; o branco, por sua vez, é bastante mineral e harmonioso, com aroma complexo e fina acidez.

Herdade dos Grous – Herdade dos Grous


A Herdade dos Grous é uma excelente produtora localizada em Albernôa. O vinho que leva seu nome é feito com uvas colhidas à mão, o que resulta em um produto elegante e de altíssima qualidade, com sabor encorpado. O branco é fino e delicado, enquanto o tinto é concentrado e estruturado.

Malhadinha – Herdade da Malhadinha Nova


Os 450 hectares da Herdade da Malhadinha Nova, em Albernôa, englobam uma adega moderna, um hotel de charme e um delicioso restaurante. Alicerce da marca, o Malhadinha é finamente trabalhado, desenvolvido com o casamento de castas criteriosamente selecionadas, apresentando um aroma complexo e paladar cheio. Conta com o calor e a generosidade típicos do Alentejo e é extremamente elegante.

Monte Velho – Esporão


A Herdade do Esporão é extremamente conhecida mundialmente por seus deliciosos vinhos e azeites. Situada próximo a Évora, principal cidade alentejana, trabalha com um sistema de produção biodinâmico, evitando ao máximo danos ao solo. O Monte Velho é um vinho versátil produzido há mais de 25 anos. Com um perfil equilibrado e gastronômico, é elaborado segundo as tradições alentejanas e apenas com uvas locais. Muitos dizem que é o próprio Alentejo em uma taça!

Pêra-Manca – Cartuxa


É impossível falar de vinhos alentejanos e não mencionar o Pêra-Manca, considerado um dos melhores do mundo. A fama se deve ao fato de ser uma bebida encorpada, complexa e elegante, além de muito exclusiva: sua produção não ultrapassa as 30 mil garrafas. Situada também nos arredores de Évora, a Cartuxa preserva a riqueza de sua memória arquitetônica e histórica em sua propriedade, que existe há muitos séculos.

Rio dos Patos – Herdade do Sobroso

Herdade do Sobroso

Inserida em uma paisagem ímpar nas proximidades do Rio Guadiana, a Herdade do Sobroso, com seus 1,6 mil hectares, conta com uma das mais extensas vinhas plantadas da região. O Rio dos Patos é uma homenagem aos mais de 2 mil anos de história e tradição na produção de vinhos junto ao Guadiana. Feito com uvas colhidas manualmente, tem uma versão branca fresca e elegante e um tinto intenso e vibrante.

Vila Santa – João Portugal Ramos


Com um nome que faz referência ao conhecido “Milagre das Rosas”, protagonizado pela Rainha Santa Isabel em Estremoz, o Vila Santa foi o primeiro vinho do projeto pessoal de João Portugal Ramos. As uvas são colhidas manualmente e, para o tinto, passam pela tradicional pisa a pé, resultando em um vinho carnudo, poderoso e cheio. O branco tem um sabor complexo e uma frescura mineral de grande elegância.

Sobre o Alentejo

Considerado o destino mais genuíno de Portugal, o Alentejo é a maior região do país. Privilegiando um lifestyle tranquilo em que a experiência de viver bem dá o tom, conta com belas praias intocadas e cidades repletas de atrações ímpares, como castelos e monumentos históricos. Detentor de cinco títulos da Unesco e diversos outros prêmios e reconhecimentos internacionais no setor do turismo, o Alentejo oferece opções para todos os tipos de viajantes, sejam famílias, casais em lua de mel ou aventureiros. A promoção turística internacional do Alentejo é cofinanciada pelo Alentejo 2020, Portugal 2020 e pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (Feder).

Informações: Turismo do Alentejo