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Como o desmatamento da maior floresta tropical do mundo interfere na saúde da população?

Covid-19 e outras doenças chegam até nós como consequência da degradação ambiental

A preservação do meio ambiente nunca esteve tão em voga quanto ultimamente, o assunto é de extrema importância, não só pela vida dos seres vivos que ali habitam, mas também para a saúde ambiental do planeta e do ser humano.

A degradação ambiental ocorre há anos, e cada vez mais vemos de perto como esse descaso com as florestas interfere diretamente na vida da população. Estudos científicos já atestaram que o desmatamento gera uma cadeia de acontecimentos complexos, criando meios para que diferentes patógenos mortais se espalhem entre os humanos. Doença de Lyme e a malária, por exemplo, surgiram a partir daí.

São 40 mil espécies de plantas, milhões de insetos e 400 mamíferos que estima-se ter na Amazônia, floresta que ocupa sete milhões de quilômetros quadrados e faz parte de nove países da América do Sul. O especialista em Gestão de Resíduos Sólidos e fundador da Oceano Resíduos, Rafael Zarvos, alerta a necessidade das pessoas entenderem que desmatamento e doenças estão relacionados.

Doenças como a zika, que somada a dengue e chikungunya contabilizaram um aumento de 248% do número de casos no ano de 2019, é exemplo de enfermidade que veio da cena rural para a urbana pelo avanço do desmatamento em áreas florestais. “A destruição da natureza coloca em risco a nossa própria existência. O coronavírus, por exemplo, responsável pela pandemia que vivemos, é fruto do contato de humanos com morcegos”, destaca Rafael.

Em relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), é possível ver que a cada quatro meses o ser humano tem uma infecção originária de problemas relacionados ao meio ambiente, e que 75% das doenças são de origem animal. O consumo de carne crua de animais silvestres, o desmatamento, as mudanças climáticas e o tráfico ilegal de animais silvestres são fatores que contribuem para facilitar o contágio de seres humanos por patógenos que vivem na natureza e nas espécies que ali habitam.

Abaixo, artigo de Rafael Zarvos:

Meio ambiente, problema da destruição e pandemia. As pessoas precisam ter em mente que uma coisa está relacionada com a outra. Infelizmente, somos a única espécie capaz de de destruir e de ameaçar a nossa própria sobrevivência. A destruição da natureza coloca em risco a sobrevivência da espécie humana. A forma como a sociedade está transformando o meio ambiente e reduzindo os habitats, faz com que animais silvestres e seres humanos se aproximem.

Isso potencializa o risco de transmissão de variados patógenos aos seres humanos. Uma publicação recente da biblioteca nacional de medicina aponta que existem cerca de 165 espécies de doenças capaz de causar algum dano ao ser humano. Relatório da ONU mostra que a cada quatro meses a gente tem uma infecção originária de problemas relacionados ao meio ambiente, sendo que 75% das doenças que temos são de origem animal.

O impacto no meio ambiente de maneira negativa, acaba trazendo essas consequências que agora estamos vendo na pele, que é a pandemia originada pelo novo coronavírus. Em relação ao desmatamento, florestas estão sendo derrubadas para pasto, agronegócio. Mudanças climáticas, por conta da alteração da temperatura. Inclusive, uma publicação que saiu hoje (24) em um  jornal diz que a Groenlândia atingiu um ponto irreversível no degelo depois de 40 anos, e resultará no aumento de um milímetro por ano nos oceanos. Parece pouco, mas vai gerar impactos negativos a quem mora em ilhas e perto da costa. Um milímetro faz muita diferença.

A partir do momento que você tem mudanças climáticas com o aumento da temperatura, os micróbios começam a ter uma sobrevida maior. Tráfico ilegal de animais silvestres. Todos esses fatores contribuem, além do consumo da carne crua dos animais silvestres. Em relação ao coronavírus, por exemplo, tudo indica que a contaminação ocorreu pelo morcego no mercado chinês (mas ainda não está comprovado). Na história, para dar outro exemplo com origem já comprovada, o HIV, o vírus da Aids. Tudo indica que ele teria passado para o ser humano na década de 30 por meio de tribos africanas que faziam caça e domesticação de chimpanzés e macaco verde.

Passaram-se todas essas décadas, quando veio a explosão e, teoricamente, o marco zero teria ocorrido nos anos 1980 com um comissário americano que morreu nos Estados Unidos após viagem. Posteriormente, descobriu-se que surgiu, na verdade, em 1959, com registro de um rapaz no Congo que morreu de doença não detectada, mas que teve seu sangue congelado para posterior avaliação.

Ebola é outro exemplo de doença originária de animais silvestres, pois veio por meio do morcego de fruta. A gripe aviária, aqui no Brasil, a zika e por aí vai. Meio ambiente e doenças estão correlacionados, é preciso tomar cuidado. De acordo com o relatório da ONU, quanto maior a diversidade entre as espécies, mais difícil fica essa contaminação, pois passa de uma espécie para outra até chegar na gente. Se você elimina todas as espécies, ou se encurta a distância entre elas, você tem o que estamos vivendo agora: uma pandemia. E a relação de lixo descartado incorretamente e doenças?

A peste negra é um exemplo de doença que veio da falta de higiene. Se você descarta o lixo incorretamente, atrai vetores como o rato, por exemplo, que vai se aproximar e é vetor de doenças. Saneamento básico também. Cientistas especulam que o vírus que desencadeará a próxima pandemia já está em circulação, é só uma questão de tempo até sermos atingidos. Isso prova que está mais do que na hora de prestarmos atenção no consumo de produtos, além de pequenos hábitos do dia a dia que podem ser cruciais para ajudar o meio ambiente e a nós mesmos.

 

Sigvaris lança máscaras reutilizáveis produzidas com fios que inativam ação do novo coronavírus

Fios de poliamida Amni Virus-Bac foram desenvolvidos pela Rhodia e contam com agente antiviral e antibacteriano que ajuda a bloquear a contaminação cruzada de vírus e bactérias

Visando auxiliar no combate à proliferação do novo coronavírus, a Sigvaris Group, empresa suíça líder no mercado de acessórios de compressão graduada, lança a máscara de proteção reutilizável Sigvaris Care, feita com a nova tecnologia Amni Virus-Bac, um agente antiviral e antibacteriano capaz de bloquear a contaminação cruzada de vírus e bactérias. Além disso, o tecido retém pouca umidade e tem ação antimicrobiana, o que inibe a proliferação de fungos.

Além de outros vírus, o fio de poliamida Amni Virus-Bac inativa a ação da influenza e do novo coronavírus e elimina bactérias, impedindo que o tecido da máscara seja um meio de propagação de agentes contaminantes. Essa tecnologia rompe a capsula protetora do vírus, impossibilitando que ela “sobreviva” no ambiente da máscara. O efeito é permanente e resiste a inúmeras lavagens. Além disso, a máscara Sigvaris Care promove conforto térmico, seca rapidamente e não precisa passar.

Para os estudantes, a empresa oferece a Sigvaris Care Plus, com fechamento atrás do pescoço para evitar que escorregue do rosto durante as atividades escolares, visando promover maior segurança no retorno às aulas.

A Sigvaris Care e a Sigvaris Care Plus contam, também, com bolso interno para a colocação de filtro de papel ou outro material que crie uma barreira de proteção ainda maior, caso o usuário deseje. As máscaras estão disponíveis nos tamanhos P, M e G e nas cores verde, branca e preta. A venda é feita pelo e-commerce e em casas cirúrgicas.

Cada embalagem vem com duas máscaras (R$ 25,49) e há a opção de comprar kits com 10 e 25 pares de máscaras.

Informações: Sigvaris Group

Eu tive Covid-19 quatro meses atrás, e ainda vivo com os sintomas

Depoimento de Rachel Baum a Jennifer Clopton

Talvez eu nunca melhore.

Não sei o dia exato em que percebi isso. Chegou em algum momento depois que eu cruzei a marca de 100 dias lidando com os sintomas da Covid-19.

Contraí o vírus por volta de 10 de março, e os sintomas ainda persistem. Uma dor de cabeça debilitante. Uma dor aguda entre meus ombros que parece que estou sendo picado por algo quente e nunca desaparece. Sinto um aperto no peito e tosse que ainda requer um inalador para limpar. A névoa cerebral, a falta de jeito e a confusão são tão ruins que fico impressionada com o quanto regredi intelectualmente. Fadiga e náusea avassaladoras vêm e vão, e minha voz geralmente soa como um sussurro, porque não consigo respirar o suficiente para falar mais alto.

Depois de mais de 100 dias lidando com esses sintomas que surgem como ondas, durando e indo sem padrão – finalmente me dei conta de que talvez essa seja minha vida agora. Neste momento, não tenho certeza se isso vai desaparecer. Apenas pode ser o meu novo normal.

Isso está muito longe do meu antigo normal. Eu tenho fibromialgia, mas antes da Covd-19, eu era muito ativa. Eu sou um treinadora aposentada de cães, então sempre estive em movimento. Eu moro perto de um lago e andava de caiaque, às vezes duas vezes por dia, fazendo uma caminhada de cinco quilômetros todos os dias, e comecei a dançar sapateado, praticando 45 minutos a uma hora por dia.

Durante minha doença, e agora sempre que recaio, tudo o que posso fazer é olhar para o lago pela janela. Eu nem tentei dançar sapateado. Eu sei que não tenho energia para isso. Ainda assim, tenho dias em que me sinto muito bem. Eu posso dar um passeio, cozinhar refeições e lavar a roupa. Mas então a recaída chega. Sempre vem. Às vezes, dura um dia ou dois, mas às vezes até dez. Quando isso acontece, sou derrubado, de volta à cama, precisando dormir, me sentindo ansiosa, procurando meu inalador para me ajudar a respirar.

Isso é melhor do que era quando fiquei doente com a Covid-19. No primeiro mês, eu estava doente com todos os sintomas que você ouve falar – náusea, calafrios, dor de cabeça, perda de paladar e olfato. Por alguns dias, não consegui andar porque todo o meu lado esquerdo – minha perna e braço – estava rígido e com dores terríveis. Eu estava com fadiga debilitante e, na pior das hipóteses, não conseguia comer nem respirar fundo. Uma vez, tive que ligar para o 9-1-1 em busca de oxigênio. Com o tempo, vi algumas melhorias, mas para mim, está longe de uma recuperação completa.

Também não foi uma jornada linear. Tenho bons dias que me deixam esperançosa de que finalmente chutei isso para longe, mas depois recuo. Não há explicação médica para isso que pude encontrar. As radiografias do tórax mostram que meus pulmões estão bem. Os testes de acompanhamento foram negativos e meus níveis de saturação de oxigênio continuam a registrar-se normalmente. Os médicos estão francamente confusos sobre o que está acontecendo e o que fazer sobre isso. A única coisa que parece que posso fazer é tomar Tylenol quando a dor de cabeça surge, manter meus inaladores de manutenção e socorro ao alcance e tentar me ajustar mentalmente a essa nova realidade.

Às vezes fico muito desanimada pensando – o que fiz de errado, por que eu? Mas acho que devo agradecer por ainda estar viva. Ajuda saber que não estou sozinha (mesmo que seja de partir o coração). Quando entrei para o grupo Covid-19 Long Haulers no Facebook, fiquei surpresa ao ler post após post que soava como eu. Atualmente, existem mais de 7.000 pessoas de todo o mundo neste grupo, e elas também ainda estão lutando com uma lista aparentemente interminável de sintomas debilitantes que vêm e vão em ondas. Algumas pessoas são hospitalizadas durante as recaídas e tiveram sintomas muito mais extremos do que eu, então acho que tenho sorte, embora nem sempre seja assim.

Por enquanto, estou tentando me concentrar no que posso controlar. Eu me inscrevi para fazer parte de dois ensaios clínicos em que registro meus sintomas todos os dias para que os pesquisadores possam aprender com pessoas como eu que não melhoraram. Eu tento ajudar outras pessoas no meu grupo do Facebook quando estão com os sintomas com os quais ainda estão lidando. Para minha própria saúde mental, neste momento acabei de decidir que tenho que desistir da ideia de que algum dia vou me recuperar completamente. Tenho que parar de pensar como se estivesse voltando para onde estava antes, porque realmente não sei se isso vai acontecer.

Muitas pessoas melhoram e isso é maravilhoso para elas. Mas, por alguma razão, existem milhares de pessoas por aí que o vírus agarrou e não as liberta.

Se alguém por aí está lidando com isso, eu diria – encontre um grupo de apoio, porque você precisará dele, e isso ajuda muito. Você precisa de pessoas que entendam o que está passando e talvez não encontre isso em sua família ou círculo social.

Neste ponto, depois de experimentar os sintomas por quase quatro meses, estou tentando encontrar as lições positivas da vida para mim. Eu sempre fui uma pessoa que gosta de ir, ir, ir, e isso está me forçando a aprender a desacelerar, diminuir um pouco as coisas e relaxar um pouco mais. Eu estou aprendendo a realmente apreciar os bons dias em que eles chegam e me acompanhar nesses dias e, depois descansar, quando os momentos difíceis chegarem.

Caiaque todos os dias pode não estar mais nas cartas para mim, mas ainda posso apreciar a beleza do lago. Outro dia, pesquei um pouco, e isso me fez sentir melhor. Estou encontrando novas fontes zen em atividades mais calmas que me trazem alegria. Também acho que continuarei contando minha história, porque, infelizmente, acredito que ainda haverá muitos outros como eu. E, realisticamente, não tenho certeza de que todos se recuperem totalmente desse vírus.

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*Rachel Baum vive em Saratoga Springs, Nova York, Estados Unidos e, atualmente, participa de dois estudos que rastreiam sintomas de longo prazo em pacientes que tiveram Covid-19. Ela diz que encontra suporte em no grupo de apoio de Long Haul Covid-19 Fighters no Facebook, e está feliz que um livro que escreveu na época da primeira carreira dela, como bibliotecária, Funeral e Memorial Leituras, Poemas e Homenagens (McFarland, 1999) – esteja agora ajudando muitas pessoas que, infelizmente, precisam enterrar seus entes queridos que foram contaminados com esse vírus.

Fonte:WebMD

Empresa brasileira cria spray cosmético com eficácia comprovada contra novo coronavírus

Patenteado globalmente, produto possui relatórios científicos que atestam eficácia frente ao SARS-CoV-2, comprovação de combate à proliferação de microrganismos e 24h de proteção

A Visto.Bio, empresa 100% brasileira de biotecnologia aplicada à sustentabilidade, apresenta no mercado nacional um produto com capacidade antiviral comprovada frente ao Sars-CoV-2, que em testes laboratoriais comprovou ser eficaz para combater a disseminação do vírus, além de ser um bloqueador de microrganismos com proteção por até 24h. A empresa, que investe em metodologias de colaboração internacional e evolução contínua de seu produto, apostou em inovação e tecnologia de ponta, para criar o novo produto que nasceu como uma resposta à chegada da pandemia.

A empresa desenvolveu uma formulação com um complexo espectro de agentes 100% naturais covicidas, que, em contato com o vírus decompõem imediatamente a bicamada lipídica gordurosa causando sua inativação. A tecnologia é hipoalergênica e foi comprovada contra diversas cepas de coronavírus incluindo o Sars-CoV-2, betacoronavírus e coronavírus canino. Ela pode ser usada tanto no cabelo quanto em roupas para evitar a lavagem frequente.

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O produto foi selecionado entre as cinco melhores soluções do mundo pelo Pandemic Challenge da Singularity University, grupo norte-americano que explora tecnologias exponenciais para o futuro e para solucionar os problemas mais urgentes do mundo. A nova fórmula é segura para uso em todas as idades, não prejudicial a crianças, animais e plantas. O produto pode ser usado em corpo, cabelo e também preserva tecidos. É um cosmético, hipoalergênico, dermatologicamente testado e sustentável em sua cadeia (incluído frasco 100% reciclável e logística reversa).

Durante o período de distanciamento social, Visto.Bio oferece uma solução para o dia a dia de quem está na linha de frente e precisa circular realizando trabalhos essenciais, para quem é ou convive com pessoas dos grupos de riscos e que recebem cuidados ou serviços profissionais em suas casas (como idosos, pessoas em tratamento home care e outros) e empresas e negócios que oferecem serviços essenciais. Após sua prática aplicação, a secagem ocorre em segundos e sua forma biotecnológica, inodora e hipoalergênica realiza a assepsia de maneira 100% natural, sendo uma verdadeira aliada no combate à disseminação de doenças e microrganismos, reduzindo cargas virais.

Já em comercialização no site da empresa, o produto chega também como importante aliado para auxiliar empresas, escolas, fábricas e varejo na sua gradual reabertura, como por exemplo no ramo da moda, permitindo a proteção das peças e ambientes de forma eficiente, prática e segura para seus funcionários e clientes. Já no setor de transportes, poderá ser utilizado para higienização entre viagens, ou para organizações provedoras de serviços essenciais, como empresas de informação e mídia que precisem reduzir o risco do trabalho de seus profissionais. Academias e centros esportivos já são parte do quadro de clientes da empresa, higienizando os alunos e equipamentos específicos, como sapatilhas e luvas de boxe.

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Vito.Bio Antisséptico – Preço: R$ 150,00 (spray 45ml – cerca de 200 borrifadas/aplicações)

Sobre a Visto.Bio

A Visto.Bio é uma empresa brasileira fundada em 2014, que nasceu com o objetivo de proporcionar equilíbrio entre pessoas, roupas e planeta. No final de 2019, recebeu aporte de 1,2 milhão de reais, sendo o maior cheque da Anjos do Brasil.

A marca já teve como parceiros de varejo o grupo Farm, Natalie Klein, UMA e tem outras grandes redes interessadas no produto para proteger seus clientes e colaboradores. Academias de ginástica também são pontos que podem se beneficiar positivamente, assim como a parceria já existente com o Grupo Bio Ritmo, que já vinha utilizando o produto para a limpeza e proteção de seus equipamentos como sapatilhas e luvas de boxe.

Desde o início de abril, a cada unidade vendida, a marca vem doando outra para hospitais e outras instituições, como a Polícia Militar de São Paulo. Prêmios recebidos: Selecionado entre as 5 melhores soluções do mundo pelo Pandemic Challenge da Singularity University. Prêmios recebidos da Visto.Bio original – Ecoera (categoria Planeta em 2016) / 2016 SXSW (empresa destaque – brasileira) com prêmio retorno em 2017 / Participação no TedX / 1o colocado no mestrado na USP / participação na Braskem Labs / Health Tank Clínica do Amanhã 2018 Inovabra Bradesco.

Informações e vendas –  Visto.Bio

Aya-Tech promove ação solidária para enfrentamento à pandemia de coronavírus

Iniciativas em todo o mundo têm feito da solidariedade uma das práticas diárias de ajuda e conforto aos mais vulneráveis durante a pandemia de coronavírus. No Brasil, a startup de alta tecnologia em P&D Aya-Tech é uma das mais engajadas nas ações de combate à disseminação da doença, promovendo frequentes doações de sua linha de produtos biocosméticos desenvolvidos com nanotecnologia para proteção, qualidade e bem estar da sociedade.

O Microbac Spray é um bactericida multiuso de longa duração que ajuda a higienizar tecidos e superfícies por até 60 dias – ou 20 lavagens – contra bactérias, germes e fungos, protegendo contra contaminações e infecções cruzadas e eliminando 99,9% dos microrganismos. Em versão spray e gel, a linha GY é a primeira – e única – família de antissépticos sem álcool para higienização e hidratação de mãos lançada no Brasil, com efeito residual protetor contra bactérias, germes e vírus*.

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Já o Fly é o primeiro biorrepelente do mercado que ajuda a proteger contra a dengue. Por sua fórmula segura e eficaz, ele pode ser usado até em bebês a partir de 24 meses, com proteção comprovada por até 9 horas contra o Aedes aegypti e por até 8 horas contra pernilongos, borrachudos e outros insetos.

Os kits foram enviados aos assistidos e profissionais de entidades que atuam na linha de frente de acolhimento e assistência médica.

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Para a Bompar – Centro Social Nossa Senhora do Bom Parto, projeto paulista criado há 73 anos e que diariamente atende em média 10 mil pessoas em situação de vulnerabilidade em 52 unidades, a Aya-Tech doou kits de proteção compostos pelos produtos Microbac, GY e FLY aos auxiliares, enfermeiros, médicos, voluntários e integrantes do departamento administrativo.

Médicos e equipes de saúde da Abrapec – Associação Brasileira de Assistência às Pessoas com Câncer receberam a linha GY. Com cinco unidades no interior de São Paulo, a organização não governamental presta suporte socioeconômico, jurídico e reabilitação física-emocional a pacientes em tratamento de câncer em situação de vulnerabilidade social, incluindo atendimento aos familiares e cuidadores.

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Ao Hospital São Paulo, um dos mais importantes centros de saúde, pesquisa e ensino do país, fundado há 84 anos na capital paulista e mantido pela SPDM – Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina, a Aya-Tech doou a linha GY de antissépticos para as mãos e o Microbac, um poderoso bactericida para aplicação em máscaras, jalecos e roupas e que potencializa a proteção dos EPIs.

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Produtos GY foram igualmente doados para a Associação Novo Mundo, em Santos, no litoral de São Paulo. A ONG presta atendimento educacional e alimentação diária a mais de 100 crianças em sua creche período integral.

Em Santa Catarina, funcionários e pacientes do Lar de Idosos Irmão Joaquim receberam produtos GY. Em versão gel e spray, eles são ideais para proteger contra o coronavírus e hidratar a pele mais fina e frágil de quem já está na terceira idade. Em parceria com o SESI/FIESC, antissépticos foram distribuídos também a outras entidades que acolhem idosos, como o Lar dos Velhinhos de Zulma, a Associação Casa Irmã Dulce e o Pérolas Residencial Geriátrico.

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Em Minas Gerais, a Santa Casa de Misericórdia de Barbacena recebeu produtos da linha GY, o higienizante Microbac e o bioreplente Fly. Entidade filantrópica fundada no século 19, o hospital concentra atendimentos a 51 municípios.

Já para Campo Grande, capital do Estado de Mato Grosso do Sul, foram enviados kits de proteção para o projeto Fraternidade na Rua, que integra a ação global humanitária Amor Sem Fronteiras para acolhimento e ajuda a moradores de rua. Para quem quiser colaborar com o projeto, o Fraternidade na Rua aceita doações via site, clique aqui.

Todos os produtos Aya-Tech são dermatologicamente testados e produzidos com ativos naturais, obedecendo aos mais rígidos padrões e normas de segurança, qualidade e higiene. A Aya-Tech não realiza testes em animais.

Informações: Aya-Tech

Cinco fatos que usuários de lentes de contato precisam saber durante pandemia

Um novo estudo tranquiliza quem usa o produto e mostra quais os cuidados necessários para garantir a saúde e o bem-estar em tempos de Covid-19

Em meio ao avanço do novo coronavírus, o cuidado com a higiene e limpeza dos itens pessoais deve ser redobrado. As medidas de prevenção adotadas e repassadas pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial de Saúde (OMS) devem ser seguidas corretamente para garantir a segurança e o conforto de todos nesse momento, inclusive daqueles que utilizam lentes de contato.

De acordo com nova pesquisa publicada no jornal Contact Lens & Anterior Eye (CORE) os usuários de lentes de contato podem ficar tranquilos enquanto ao seu uso durante a pandemia, desde que seguindo adequadamente as orientações de higiene.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quase um em cada cinco brasileiros (19%) possui alguma necessidade de correção visual. Por isso, uma das principais recomendações é manter as mãos sempre limpas e evitar levá-las aos olhos.

De acordo com a Thais Packer, oftalmologista da Johnson & Johnson Vision é importante seguir as orientações fornecidas pelas autoridades de saúde pública. “Nesse momento é importante conscientizarmos toda a população com informações relevantes sobre prevenção na propagação do novo vírus. Para os usuários de lentes de contato, a rotina não precisa mudar, desde que as recomendações de cuidados sejam seguidas rigorosamente”.

Confira as cinco dicas dos especialistas sobre lentes de contato para ter segurança e conforto:

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Foto: J. Durham/MorgueFile

1. Você pode continuar usando as lentes de contato: atualmente, não há evidências científicas de que os usuários de lentes de contato tenham um risco mais elevado de contrair o novo coronavírus em comparação com os usuários de óculos. Consulte o seu oftalmologista com perguntas.

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2. Os bons hábitos de higiene são essenciais: a lavagem e a secagem completas das mãos são essenciais, assim como o uso e o cuidado adequados das lentes de contato, garantindo uma boa higiene do estojo das lentes de contato e limpando regularmente os óculos com água e sabão. Esses hábitos podem ajudá-lo a manter-se saudável e longe de consultórios ou hospitais neste momento.

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3. Os óculos regulares não oferecem proteção extra: nenhuma evidência científica comprova os rumores de que os óculos comuns oferecem proteção contra o novo coronavírus, uma posição apoiada pelos Centros dos EUA para Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

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Freepik

4. Mantenha as mãos longe do rosto: se é usuário de lentes de contato, óculos ou mesmo se não precisa de correção visual, evite tocar o nariz, a boca e os olhos com as mãos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e as recomendações do CDC.

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5. Se estiver doente, interrompa o uso temporariamente: os usuários de lentes de contato que estiverem doentes devem voltar temporariamente a usar óculos. Você pode retomar o uso de novas lentes de contato e estojos de lentes assim que você voltar à saúde total.

Fonte: Acuvue / Johnson & Johnson Vision

Cuidados com cabelos, unhas e pele para evitar contaminação

O vírus da Covid-19 pode permanecer vivo mesmo fora do corpo humano e, como não sabemos ao certo o tempo que sobrevive, é importante mantermos os cuidados e as orientações que as autoridades de saúde recomendam: lavar as mãos frequentemente, manter o isolamento e o distanciamento social.

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“Os cabelos têm papel de fômites na infecção pelo coronavírus, ou seja, objetos, locais ou superfícies que são capazes de absorver e carregar o vírus”, explica Paula Ferreira,
médica do corpo clínico do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

É importante entender que ao encostar a mão em alguma superfície que possa estar contaminada, como maçanetas, portas, itens do supermercado, maquininhas de cartão, e depois passar a mão nos cabelos, o vírus pode ser transferido para os cabelos. A médica alerta para o momento de distração: “é ao passar a mão nos fios contaminados e depois ter contato com alguma parte da face que a pessoa vai se contaminar com o coronavírus”.

Paula dá algumas orientações:

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– Ao voltar da rua, busque ir direto para o banho. Não se esqueça de colocar toda a roupa que estava usando para lavar.
– Ao lavar os cabelos, deixe o xampu agir por, no mínimo, 30 segundos. Na hora do enxágue, procure inclinar a cabeça para trás ou para frente, evitando que o xampu entre em contato com seu rosto.
– Para pessoas com cabelos compridos, o ideal é prender os fios ao sair na rua, diminuindo a superfície que pode ser contaminada. Mesmo com os fios presos, é imprescindível lavar os cabelos.
– Caso seja extremamente necessário que você saia várias vezes no mesmo dia, o recomendado é tomar banho e lavar os cabelos em todas as vezes que retornar para casa, evitando o contato com objetos da residência antes do banho.

Pele

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Ainda não há confirmações de estudos médicos que comprovem a contaminação por feridas na pele. Isso porque a Covid-19 é uma doença nova, então o seu comportamento e as diferentes formas de contaminação ainda estão em fase de descoberta.

“Pesquisadores chineses descobriram e sequenciaram o genoma do vírus, identificando que o principal receptor do nosso corpo que permite a entrada no vírus no organismo é o receptor ACE II. Esse receptor está presente na mucosa oral, nasal e ocular e nas camadas mais profundas da pele”, comenta a especialista. Quando a pele está se regenerando de uma ferida, por exemplo, fica “mais fácil” de chegar a essa camada, explica a médica.

Por isso, mesmo que não haja relatos de contaminação dessa forma, as feridas na pele podem ser uma via de contágio. “É melhor que as feridas sejam protegidas quando houver exposição, descartando o risco de transmissão”, aconselha.

Unhas

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Assim como os cabelos, as unhas também podem carregar o vírus. A principal medida que as autoridades mundiais de saúde estão orientando para evitar a contaminação da Covid-19 é lavar as mãos por, pelo menos, 20 segundos. “A atenção ao lavar as unhas é fundamental para garantir que o vírus não permaneça na região, e unhas compridas podem dificultar a limpeza total, por isso a recomendação é mantê-las curtas nesse momento”, ressalta Paula.

Sobre retirar as cutículas, a especialista afirma: “é um procedimento desnecessário e prejudicial à saúde das unhas”. Além disso, ela lembra ainda que como pode causar feridas na pele, torna-se um meio de contágio do coronavírus, mesmo que ainda não haja relatos de contaminação dessa forma.

Fonte: Libbs Farmacêutica

Novo coronavírus é capaz de infectar neurônios humanos

Karina Toledo | Agência Fapesp

Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) acabam de confirmar, por meio de experimentos feitos com cultura de células, que o novo coronavírus (SARS-CoV-2) é capaz de infectar neurônios humanos.

A infecção e o aumento da carga viral nas células nervosas foram confirmados pela técnica de PCR em tempo real, a mesma usada no diagnóstico da Covid-19 em laboratórios de referência. O grupo coordenado pelo professor do Instituto de Biologia Daniel Martins-de-Souza também confirmou que os neurônios expressam a proteína ACE-2 (enzima conversora de angiotensina 2, na sigla em inglês), molécula à qual o vírus se conecta para invadir as células humanas. Nos próximos dias, a equipe pretende investigar de que modo o funcionamento dessas células nervosas é alterado pela infecção.

A pesquisa está sendo conduzida no âmbito de um projeto aprovado pela Fapesp na chamada “Suplementos de Rápida Implementação contra Covid-19”, como parte da força-tarefa criada pela Unicamp (leia mais aqui).

“Vamos comparar as proteínas e demais metabólitos presentes nas culturas celulares antes e após a infecção. A ideia é observar como o padrão das moléculas muda e, com base nessa informação, tentar contar a história de como o vírus atua no sistema nervoso central”, explica Martins-de-Souza à Agência Fapesp.

No experimento, realizado pela pós-doutoranda Fernanda Crunfli, foram usados uma linhagem celular cerebral humana e também neurônios humanos obtidos a partir de células-tronco pluripotentes induzidas (IPS, na sigla em inglês).

O método consiste, inicialmente, em reprogramar células adultas – que podem ser provenientes da pele ou de outro tecido de fácil acesso – para fazê-las assumir estágio de pluripotência semelhante ao de células-tronco embrionárias. Esta primeira parte foi realizada no laboratório do professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Stevens Rehen, no Instituto DOR de Pesquisa e Ensino. Em seguida, o time de Martins-de-Souza induziu, por meio de estímulos químicos, as células IPS a se diferenciarem em células-tronco neurais – um tipo de célula progenitora que pode dar origem a diversas células do cérebro, como neurônios, astrócitos e oligodendrócitos.

“Também estamos começando testes com astrócitos humanos e, em breve, saberemos se o vírus infecta essas células, que dão suporte ao funcionamento dos neurônios e são as mais abundantes do sistema nervoso central”, conta Martins-de-Souza.

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Testes estão sendo feitos em cultura de células por pesquisadores da Unicamp para investigar como a infecção muda o padrão de proteínas e outros metabólitos presentes nas amostras (imagem: neurônios derivados de células-tronco neurais / Giuliana S. Zuccoli)

Efeitos no cérebro

Como explica Martins-de Souza, estudos feitos em outros países sugerem que o SARS-CoV-2 tem tropismo pelo sistema nervoso central, ou seja, uma certa propensão a infectar as células nervosas. “Mas ainda não sabemos se o vírus realmente consegue atravessar a barreira hematoencefálica [estrutura que protege o cérebro de substâncias tóxicas e patógenos presentes na circulação sanguínea] e, caso consiga, que tipo de impacto pode causar no tecido nervoso. Tentaremos buscar pistas que ajudem a elucidar essas dúvidas”, diz o pesquisador.

Os experimentos in vitro com isolados virais estão sendo feitos no Laboratório de Estudos de Vírus Emergentes (Leve) do Instituto de Biologia da Unicamp, que tem nível 3 de biossegurança (em uma escala que vai até 4) e é coordenado pelo pesquisador José Luiz Proença Módena.

Participam dos testes os pós-graduandos Gabriela Fabiano de Souza e Stéfanie Primon Muraro, orientandas de Módena, e Ana Campos Codo e Gustavo Gastão Davanzo, sob a orientação do professor Pedro Moraes Vieira.

Os testes de metabolômica e proteômica serão conduzidos no Laboratório de Neuroproteômica, coordenado por Martins-de-Souza, pelos pós-doutorandos Victor Corasolla Carregari e Pedro Henrique Vendramini. Para isso, será usado um espectrômetro de massas, equipamento capaz de discriminar diferentes substâncias presentes em uma solução com base no peso molecular de cada uma.

“Além de investigar se a quantidade de uma determinada proteína na amostra aumenta ou diminui após a infecção, também pretendemos avaliar como está o nível de fosforilação e de glicosilação das moléculas. Esses dois mecanismos bioquímicos são usados pela célula para ativar ou desativar rapidamente a função desempenhada pelas proteínas. Isso nos dará pistas sobre as vias metabólicas que são alteradas nos neurônios em resposta ao novo coronavírus”, conta Martins-de-Souza.

Manifestações neurológicas

Em um vídeo divulgado no site da Unicamp, o neurologista Li Li Min comenta as manifestações neurológicas já observadas em pacientes com Covid-19, entre elas perda de olfato e paladar, confusão mental, derrame e dor muscular (sem relação com alguma lesão no músculo).

Segundo o pesquisador, estima-se que até 30% dos infectados pelo novo coronavírus possam apresentar algum sintoma neurológico. Min é coordenador de Educação e Difusão do Conhecimento do Instituto de Pesquisa sobre Neurociências e Neurotecnologia (BRAINN), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid) apoiado pela Fapesp.

Empresa cria primeiro antisséptico brasileiro sem álcool para mãos

Desenvolvida pela Aya-Tech, linha GY combate bactérias, fungos e vírus em hospitais e ambientes corporativos e domésticos

A Aya-Tech, empresa brasileira de alta tecnologia em P&D para saúde, anuncia o lançamento da linha de antissépticos GY sem álcool para higienização das mãos contra bactérias, fungos e vírus – agentes causadores de várias doenças, entre elas a Covid-19.

O segredo está na fórmula, desenvolvida pela engenheira química Fernanda Checchinato, CEO da Aya Tech e Doutora em Ciência e Engenharia de Materiais pela Universidade Federal de Santa Catarina e por Lyon, na França.

O GY Antisséptico Spray traz em sua composição óleo essencial de melaleuca, poderoso antisséptico extraído de folhas da árvore australiana tea tree (ou árvore do chá) com propriedades anti-inflamatórias, antifúngicas e cicatrizantes e eficiência comprovada contra bactérias e vírus*, e clorexidina, substância amplamente utilizada em hospitais e no meio médico como excelente antisséptico que mata bactérias e vírus*, entre eles o Influenza A, H1N1, herpes, adenovirus e coronavírus*, entre outros.

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Com ativos vegetais – e sem parabenos, sulfatos ou ftalatos (compostos químicos que limpam, mas agridem a pele e estão relacionados a uma ampla gama de problemas adversos à saúde, incluindo danos ao fígado, rins e pulmão) -, o GY Antisséptico Spray desinfeta, hidrata e refresca a pele. Basta borrifar uma pequena quantidade do produto nas mãos e espalhar bem até total absorção.

O GY Antisséptico Gel é também facilmente aplicado e absorvido pela pele, contendo as mesmas propriedades hidratantes, desinfetantes, antibacterianas, antifúngicas e antivirais da versão spray. A única diferença é que, além do óleo de melaleuca e ingredientes de origem vegetal, o GY Gel tem como princípio ativo o dihidrocloreto de octenidina, um potente antibacteriano de amplo espectro muito utilizado em procedimentos médicos, inclusive em neonatos, para combate a bactérias gram-positivas e gram-negativas.

Uso corporativo e doméstico

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A linha GY de antissépticos sem álcool é única no Brasil. Além de promover total assepsia das mãos, não resseca a pele, é dermatologicamente testada e chega ao mercado em embalagens spray de 60 ml, com durabilidade de ação de até seis horas, e frascos de 60 e 100 gramas para a versão gel.

Pela facilidade de uso e manuseio, tanto o gel quanto o spray são perfeitos para carregar na bolsa ou na mochila ou ainda para oferecer aos clientes para higienizar e hidratar as mãos em pequenos comércios e espaços fechados, como açougues, padarias, armarinhos de bairro e até mesmo em meios de transporte via aplicativos. A comercialização é em nível nacional e os produtos podem ser encontrados em farmácias, supermercados e nos e-commerce da Amazon e das lojas Americanas.

Já para o mercado corporativo, a Aya-Tech oferece a linha GY de antissépticos sem álcool em versão galão. A produção é sob consulta e sob demanda, para uso exclusivo em dispensers em locais de grande circulação de pessoas, clientes e funcionários, a exemplo de indústrias, condomínios, postos de gasolina, hipermercados, hospitais, clínicas, unidades básicas de saúde, hotéis, shoppings, instituições de ensino e repartições públicas, além de atacadistas e grandes mercados e varejistas.

Manter as mãos limpas e higienizadas é uma importante forma de prevenção contra diversos tipos de doenças, principalmente as infectocontagiosas. É uma das recomendações mais veementes para prevenção e controle da Covid-19 e prática a ser adotada irrestritamente durante e pós pandemia. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o simples ato de lavar e desinfetar as mãos pode reduzir em até 40% o risco de inúmeras outras patologias, como infecções, diarreias, resfriados e conjuntivite, entre outras.

Informações: Aya-Tech

*De acordo com literatura e artigos científicos da área médica

Luvas descartáveis dão sensação enganosa de segurança

Nos supermercados, na feira semanal, na vida cotidiana: cada vez mais pessoas são vistas não apenas com máscaras faciais, mas também com luvas descartáveis para se protegerem do coronavírus Sars-Cov-2. Há semanas que as luvas estão esgotadas em muitas farmácias em todo o mundo.

O uso de luvas descartáveis é uma ideia óbvia, afinal, a infecção pelo coronavírus é causada por gotículas, por exemplo, através da tosse ou espirro, mas também pelo tato: quando se toca em alguma coisa, os patógenos passam para as mãos. Tocando o rosto, olhos, nariz ou boca com as mãos, o vírus acaba entrando no corpo.

Embora luvas descartáveis sejam usadas em consultórios médicos ou por paramédicos, ela protegem as mãos apenas de contaminação grosseira, como sangue ou outros fluidos corporais.

Elas só conseguem proteger da contaminação por bactérias e vírus por um período muito curto. Pois o material usado nas luvas descartáveis é poroso, e quanto mais elas são usadas, mais facilmente os patógenos podem penetrar por meio da membrana supostamente protetora.

Essa é uma das razões pelas quais uma equipe médica limpa e desinfeta as mãos cuidadosamente após o uso de luvas descartáveis. Elas não substituem, de forma alguma, essas simples regras de higiene.

Luvas descartáveis só protegem contra vírus e bactérias por muito pouco tempo

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Envato

Luvas de uso único feitas de vinil, látex ou nitrila transmitem uma sensação de esterilidade, mas essa sensação de segurança é enganosa. Embora muitas pessoas acabem tomando mais cuidado para não tocar no rosto quando usam luvas descartáveis, isso acontece acidentalmente com frequência.

Luvas descartáveis podem até aumentar o risco de uma infecção, pois a pele começa a suar muito rapidamente sob as luvas. E o clima quente e úmido é o ambiente ideal para bactérias e vírus de todos os tipos.

O pneumologista Jens Mathews descreve as luvas descartáveis como “espalhadoras” do coronavírus. Além de não oferecerem proteção, são contraproducentes, explica. Em muito pouco tempo, uma luva descartável usada tem muito mais bactérias em sua superfície do que uma mão recém-lavada, diz o médico.

Já há anos o médico Ojan Assadian, presidente da Sociedade Austríaca de Higiene Hospitalar, adverte contra o uso incorreto de luvas descartáveis. “Eu não recomendaria, de forma alguma, que pessoas sem treinamento médico usassem luvas descartáveis no dia a dia”, afirma.

“É preciso certo nível de conhecimento e prática para retirá-las de tal maneira que os microrganismos coletados permaneçam em suas superfícies e os usuários das luvas não os espalhem pelas mãos, pulsos ou mangas da camisa ao tirá-las”, explica o infectologista em entrevista ao site pflege-online.de.

luvas descartaveis

Quem quer proteger a si e aos outros do coronavírus pode, portanto, se ater às medidas de proteção e higiene e deixar as luvas descartáveis de lado. Quem mesmo assim preferir utilizar luvas de uso único deve ao menos descartá-las corretamente após o uso e não – como infelizmente é observado com frequência no momento – simplesmente jogá-las fora.

Jogar luvas descartáveis usadas na rua ou em espaço público ou “esquecê-las” em carrinhos de compras é um comportamento negligente e antissocial. Como as máscaras de proteção, elas devem ser descartadas em saco fechado no lixo não reciclável.

Fonte: Climatempo