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Especialista dá dicas de como obter vitamina D pela alimentação

Nelson Justino, nutricionista e docente do Centro Universitário de João Pessoa, avalia a importância desse hormônio para o organismo humano

No início da pandemia, muito se falou sobre a importância da vitamina D para o organismo humano. Um estudo mostrou que pessoas mais suscetíveis a complicações pela Covid-19 apresentaram deficiência dessa vitamina, que é um hormônio produzido pelo próprio corpo junto à exposição solar e que não precisa de alimentação para obtê-lo. Embora a melhor forma de consegui-la seja com a exposição ao sol, há quem ainda não consiga fazer isso por estar em casa para se prevenir contra a infecção. Então, como consegui-la nos alimentos?

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Por ser lipossolúvel, quando adquirida por meio de comidas, é necessário haver gorduras para ser absorvida no intestino. Segundo o nutricionista e professor e doutor Nelson Justino, do curso de Nutrição do Centro Universitário de João Pessoa – Unipê, alimentos ricos em vitamina D são peixes (sardinha, tilápia e até óleo de fígado de peixe) e frutos do mar de um modo geral, como ostra, camarão, lagosta e também pode ser encontrada na gema do ovo, leites e derivados.

“Esses são os alimentos, pelo menos da nossa cultura, mais ricos, principalmente os queijos gordurosos, que têm quantidade maior de vitamina D, como mussarela, manteiga e reino. Os queijos magros não têm tanta”, diz. Entre os benefícios dela, Nelson aponta a captação de cálcio e fósforo, importantes na calcificação dos ossos e dentes, prevenindo contra osteoporose e cáries, por exemplo – e também melhora o sistema imunológico.

“A vitamina D também está relacionada com a redução da inflamação no organismo e prevenção de algumas doenças, como câncer, diabetes, hipertensão, obesidade”, assinala. Outras complicações possíveis devido a deficiência dela são, por exemplo, deformações dentárias, osteopenia, risco de fratura óssea, aumento de infecções, testosterona baixa e impotência sexual.

A quantidade necessária de vitamina D sempre varia conforme idade, sexo e o estado fisiológico de cada pessoa, como atletas ou grávidas e lactantes. “Mas, de modo geral, é interessante que a quantidade seja em torno de 600 a 1000Ui (unidades internacionais) por dia”, apresenta Nelson. E quando seria interessante suplementar? Quando não puder ser obtida a partir da alimentação ou exposição solar – que pode ser de 90 a 120 minutos por semana.

A quantidade a ser suplementada dependerá também de outros fatores, como o seu estado no indivíduo, ou se ele faz atividade física, entre outras situações. “De modo geral, a gente pede que caso seja suplementada, que seja em torno de 2 mil a 5 mil ao dia. Mas, isso é muito variável. Cada situação é uma situação”, reforça o nutricionista.

Fonte: Unipê – Centro Universitário de João Pessoa

Sugestões de cosméticos para você cuidar bem da pele da face

Mousse com 40% de Vitamina C reduz 5 tipos de rugas e promove clareamento intensivo da pele

Desenvolvido pela Ada Tina Italy, Pure C 40 Ultra traz uma das maiores concentrações de Vitamina C do mercado para atuar profundamente na pele e proporcionar máxima eficácia rejuvenescedora e clareadora, tornando a pele mais jovem e iluminada após 14 aplicações

A poluição, a exposição solar e outros agressores ambientais aos quais estamos constantemente expostos no dia-a-dia causam danos importantes na pele que, a longo prazo, podem acelerar o processo de envelhecimento, que é acompanhado pelo surgimento de manchas, rugas e flacidez. Por isso, devemos utilizar cosméticos diariamente que ajudem a combater esses danos, como o Pure C 40 Ultra.

“Desenvolvido pela marca italiana de dermocosméticos Ada Tina Italy, o Pure C 40 Ultra é um mousse ultraconcentrado formulado com Vitamina C Pura a 40%, uma das maiores concentrações da substância disponível no mercado. Dessa forma, o produto possui alta eficácia na redução de 5 tipos de rugas (profundas, periorais, na testa, entre as sobrancelhas e pés-de-galinha) e no clareamento intensivo da pele, atuando inclusive no tratamento e controle do melasma”, explica o farmacêutico Maurizio Pupo, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Ada Tina Italy.

Sem água em sua formulação, o que evita que a Vitamina C oxide e ajuda a manter a eficácia do ativo, o produto conta com uma tecnologia exclusiva de liberação prolongada da Vitamina C. “Isso faz com que o ativo seja liberado aos poucos na pele durante todo o tempo de uso, o que garante maior eficácia e resultados mais rápidos”, destaca o especialista.

“A Vitamina C é um poderoso ingrediente antioxidante, rejuvenescedor e clareador. Logo, além de estimular a produção de colágeno e combater os danos causados pelos radicais livres, o ativo atua direta e indiretamente sobre a tirosinase, enzima responsável pelo processo de formação do pigmento que dá cor à pele, resultando assim na diminuição da produção de melanina e, consequentemente, da hiperpigmentação da pele”, diz Pupo. Além disso, a Vitamina C presente no Pure C 40 Ultra é altamente estável, mantendo-se eficaz e segura para uso por muito mais tempo que o ácido ascórbico comum.

Com toque extrasseco e aveludado graças a sua inovadora textura “Cream to Powder”, que promove rápida absorção não oleosa, o produto reduz rugas e linhas de expressão, diminui a flacidez, ilumina e uniformiza a pele em apenas 14 dias de uso com uma única aplicação diária.

“Em testes clínicos, o produto mostrou, após 14 aplicações, ter eficácia de 75% no clareamento da pele, 83% na redução dos sinais do envelhecimento e 83% no aumento da firmeza, promovendo assim melhora global da aparência da pele”, afirma o diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Ada Tina Italy. Hipoalergênico e dermatologicamente testado, o Pure C 40 Ultra é livre de óleo mineral, parabenos, ingredientes ou testes em animais, sendo assim cruelty free. “Quanto ao modo de uso, o produto deve ser aplicado sobre a pele previamente limpa e seca antes de deitar-se”, finaliza Pupo.

Vita D Cream rejuvenesce, promove luminosidade e hidrata pele ressecada e com rugas

Antiaging da Buona Vita age suprindo a necessidade de vitamina D em peles maduras e desvitalizadas

O Vita D Cream tem a função de suprir integralmente as necessidades do tecido cutâneo, proporcionando a desaceleração dos sinais de envelhecimento e resultando em uma pele mais saudável, com textura restaurada, uniformização da cor e luminosidade, além de deixá-la mais firme e com menos linhas de expressão.

A ação do produto deve-se à sinergia entre a exclusiva tecnologia Vitamina D Like com um pool de ativos que inclui principalmente o Revinage (Vitamina A Like) e o Óleo de Rosa Mosqueta (possui alto poder de regeneração dos tecidos), o que promove rejuvenescimento, devolve luminosidade e oferece hidratação às peles maduras e desvitalizadas.

O produto é potencializado com a exclusiva tecnologia Vitamina D Like, um ativo que age de maneira similar à Vitamina D e atua restaurando as funções dos receptores da Vitamina D lesados pelo processo de envelhecimento, controlando também os fatores de crescimento e agindo na diferenciação e proteção celular.

Hidratação e ação antienvelhecimento de peles maduras e desvitalizadas. Indicado para rugas, flacidez e falta de luminosidade.

O Vita D Cream deve ser usado duas vezes ao dia, de manhã e à noite, após a limpeza e tonificação da pele. Preço: R$ 180,00

Creme para massagem facial com óleo de Monoï tem ação nutritiva e melhora elasticidade da pele

Monoi Face, da Buona Vita, traz o óleo de Monoï de Tahiti, extrato de coco, manteiga de cupuaçu e de karitê, além de óleo vegetal, para nutrir a pele e promover hidratação facial poderosa

O creme para massagem facial com óleo de Monoï e ingredientes naturais traz poderosa ação nutritiva para auxiliar nas manobras de massagem facial (rosto, pescoço e colo). O produto melhora a hidratação e elasticidade, proporcionando uma aparência mais saudável e radiante à pele.

Além do óleo de Monoï (com propriedades suavizantes, calmantes e purificantes), o creme traz: extrato de coco (hidratante, emoliente, antienvelhecimento, nutritivo e tônico); manteiga de cupuaçu (hidratante que confere toque agradável, macio e suave à pele); manteiga de karitê (ação hidratante, emoliente, nutritiva, antioxidante e protetor); e óleo vegetal (previne o ressecamento da pele, auxilia no restabelecimento da hidratação da pele, normalizando e reforçando a estrutura do manto hidrolipídico).

Poderosa ação nutritiva advinda de ingredientes naturais. Pode ser usado de manhã e à noite após limpeza e tonificação. Preço: R$ 80,00

Empresas se unem e criam plataforma para auxiliar pacientes, familiares e profissionais de saúde

Addora surge com missão de gerar informação segura e criar comunidade de saúde e bem-estar. Projeto pretende educar brasileiros sobre importância da vitamina D para saúde 

A Addora é uma iniciativa que nasceu em um programa de aceleração de negócios e-health, o HyperaHub, promovido pela Hypera Pharma, uma das maiores empresas farmacêuticas do Brasil. Tem como propósito aproximar marcas da companhia, como Addera D3, de pacientes, familiares e profissionais de saúde que gostam de aprender, ensinar e trocar ideias a respeito dos assuntos mais importantes relacionados ao bem-estar. A plataforma estreou auxiliando esses públicos no cuidado com a saúde, ao facilitar seu acesso à informação de qualidade sobre vitamina D.

“Nós sentimos que a população ainda tem um conhecimento restrito quando o assunto é vitamina D e seus inúmeros benefícios, e a startup Insight Technologies and Healthcare Education está nos dando um importante suporte no desafio de desenvolver novos canais de comunicação e iniciativas que de fato conecte e converse com a população interessada em saúde, nutrição e qualidade de vida”, explica Marcelo Albertotti, diretor de Marketing de medicamentos de prescrição crônicos da Hypera Pharma.

Addora oferece uma plataforma de navegação intuitiva e aborda temas como vitamina D e infância, imunidade, saúde óssea, entre outros, de forma didática e leve. Ainda disponibiliza uma central de downloads para o internauta baixar infográficos, receitas, curiosidades e orientações de saúde e ter consigo estes conteúdos. E, se ainda assim o público ficar com alguma dúvida, pode ficar tranquilo. No rodapé da página há um espaço dedicado para esclarecer qualquer questão.

“A HyperaPharma analisou uma série de alternativas de soluções tecnológicas de complemento aos seus produtos e viu na Insight Technologies and Healthcare Education o parceiro adequado para o objetivo de educar o mercado em uma dinâmica de comunidade para um tema tão importante”, afirma o sócio-fundador da Innoscience, Maximiliano Carlomagno, consultoria parceira que executa o HyperaHub com a Hypera Pharma para a marca Addera D3.

Mais que plataforma, uma comunidade

“Levando em consideração a era do consumo 4.0, em que as pessoas usam a tecnologia a seu favor e procuram o máximo de informações reais sobre as suas necessidades, nós sugerimos a criação não só de uma plataforma de conteúdo, mas de uma comunidade digital focada em pessoas que queiram também receber informações sobre a vitamina D”, complementa Leonardo Zimmerman da Insight Technologies and Healthcare Education.

E para fazer parte desta comunidade dedicada à saúde é muito simples: basta completar a inscrição disponível no portal Addora e receber respostas para dúvidas, dicas para prevenir doenças e cuidar da saúde, tudo em um só lugar. Confira acessando o site.

Fonte: Hypera Hub

 

Nutren Senior expande portfólio com lançamento de sopas nutritivas

Disponível em dois sabores, produto voltado para pessoas 50+ traz fórmula com proteína, cálcio e vitamina D

O mercado de suplementação adulta se encontra hoje no seu melhor estágio: Com projeção de crescimento na casa de duplo dígito em 2020, a categoria de suplementação adulta ascende com a crescente demanda por produtos que contribuam para o bem-estar e fortalecimento do sistema imunológico. Com isso, Nutren Senior – complemento alimentar da Nestlé desenvolvido especialmente para pessoas acima de 50 anos – acaba de ampliar seu portfólio com o lançamento do produto no formato sopa instantânea.

Disponível em dois sabores, feijão com carne e frango com aveia, a novidade chega como uma opção a mais para quem busca refeições mais leves e nutritivas. Após um estudo de mercado e junto aos consumidores em que foi identificado que com o passar dos anos a digestão e mastigação podem vir a se tornar uma complicação, a equipe de Nutren Senior desenvolveu a linha de sopas como uma opção de refeição ou ‘lanche rápido’.

“Grande parte da nossa inovação vem da constante preocupação em estudar o mercado e ouvir nossos consumidores”, ressalta a gerente de marca, Vivian Beppu. “Por isso desenvolvemos as sopas: era algo que ainda estava em falta no mercado para os sêniores. Conseguimos desenvolver um produto prático e saboroso, que além de rico em proteínas e cálcio possui outros nutrientes como vitamina D e zinco”, conclui Vivian.

As sopas Nutren Senior têm 50% menos sódio do que as versões similares no mercado, além de 16 gramas de proteína, cálcio, vitamina D e nutrientes essenciais para uma dieta balanceada., o produto pode ser encontrado em farmácias e supermercados ao preço sugerido de R$ 7,00.

Fonte: Nutren Senior

Confira quais alimentos são ricos em vitamina D

Por que você precisa de vitamina D

É importante para os ossos, células sanguíneas e sistema imunológico. Você obtém a maior parte de sua vitamina D da luz solar pela pele. Apenas alguns minutos por dia em suas mãos e rosto devem fazer o truque. Mas você também pode obtê-la pela alimentação. Se você estiver em casa, doente ou for idoso, pode não receber vitamina D suficiente. Converse com seu médico se achar que seus níveis estão baixos.

Quanto você precisa?

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A maioria dos adultos precisa de cerca de 15 microgramas (mcg) por dia. Isso diminui para 10 mcg em bebês e até 20 mcg em adultos com 71 anos ou mais. Nos rótulos, você pode ver as quantidades de vitamina D listadas em unidades internacionais (UI). Um único micrograma é igual a 40 unidades internacionais.

Suco de laranja

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Foto: Ju00c9SHOOTS/Pexels

Nesse caso, é melhor comprá-lo do que fazer você mesmo em casa. Isso ocorre porque a vitamina D não vem das laranjas, mas dos fabricantes que a adicionam ao suco. Procure as palavras “fortificadas com vitamina D” no rótulo. Você recebe cerca de 2,5 mcg por cada copo. Desfrute de um copo de suco de laranja, mas não exagere. Além de nutrientes, também é embalado com açúcar e calorias.

Truta arco-íris

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Se você está procurando um prato principal saudável e com uma quantidade decente de vitamina D, tente grelhar um pouco de truta arco-íris. Tem 16 mcg em uma porção de 85 gramas. Adicione um pouco de manteiga com limão e ervas para uma refeição saborosa.

Salmão

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Uma porção de 85 gramas de salmão pode fornecer 10 a 18 mcg de vitamina D, dependendo do tipo. O coho selvagem está na extremidade baixa, com 10 mcg, e o salmão enlatado está no topo, com 18. Outros peixes gordurosos, como cavala, arenque e sardinha, também têm um bom índice de vitamina D. Para uma refeição fácil de preparar, experimente bolinhos de peixe assados ​​com salmão da lata.

Cogumelo Portobello

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Você pode obter 8 mcg de vitamina D quando come 85 gramas de cogumelos portabello. Mas você pode trazê-los para fora para ver o sol por alguns segundos.Faça isso porque a luz UV do sol aumenta o nível de vitamina D em muitos cogumelos, principalmente nos portobellos. Para uma alternativa a um prato de carne, pincele os cogumelos portobello com azeite e cozinhe-os na grelha.

Iogurte

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Foto: Profet77/Pixabay

Os fabricantes de iogurte costumam adicionar vitamina D ao produto. Normalmente, você pode obter 3 mcg em uma porção de 236ml. Escolha o iogurte natural com pouca gordura para reduzir o açúcar, a gordura e as calorias. Para um lanche saudável, cubra frutas frescas com iogurte natural com pouca gordura e nozes trituradas.

Atum

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O humilde atum light de uma lata leva um boa quantidade de vitamina D, em comparação com outros alimentos. Você recebe 6 mcg em uma porção de 85 gramas. Quando você faz um sanduíche, em vez de maionese, experimente uma mistura de mostarda Dijon, azeite e suco de limão para mantê-lo mais saudável.

Leite

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Seja seu leite integral, achocolatado ou com baixo teor de gordura, o produtor provavelmente o fortificou com cerca de 3 mcg de vitamina D por xícara. Então, se você tem uma escolha, qual o tipo que provavelmente deveria escolher? (Dica: não é o achocolatado). Sim, baixo teor de gordura é o caminho. Experimente de manhã com cereais integrais e com pouco açúcar, também frequentemente enriquecidos com vitamina D.

Leites não lácteos

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Quer sejam feitos de soja, amêndoas ou arroz, os fabricantes normalmente fortalecem esses produtos com 2,5 a 3 mcg de vitamina D por xícara. Às vezes, essas bebidas também contêm muita gordura, açúcar e calorias; portanto, verifique cuidadosamente o rótulo. Adicione um pouco de cremosidade não oleosa ao seu smoothie pós-treino com uma xícara de leite de amêndoa.

Fatores de risco para baixos níveis de vitamina D

Vários fatores aumentam suas chances de ter baixos níveis de vitamina D:

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=Idade: sua pele e rins já não são como antes.
=Pele mais escura: não converte a luz solar também.
=Problemas digestivos: doença de Crohn, doença celíaca e os problemas com a digestão de gordura podem limitar seus níveis.
=Obesidade: a gordura retém a vitamina D e impede que ela entre no sangue.

Você está com pouca vitamina D?

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O seu médico pode testar seu sangue para verificar seus níveis de vitamina D. Isso é muito importante se você é uma pessoa que não sai muito de casa (não toma sol) ou apresente sinais de baixa vitamina D, como osteoporose ou dores nos músculos ou ossos. Uma quantidade normal para adultos é superior a 20 nanogramas por mililitro (ng / mL). Em menores de 12 anos pode ser um problema de saúde. Suplementos podem ajudar, mas converse com seu médico primeiro e não exagere. Níveis de vitamina D acima de 100 ng/ml podem ser arriscados.

Fonte: WebMD

Cogumelos são gostosos e saudáveis: aprenda receitas de pratos nutritivos

Incentivar o consumo desse produto rico vitaminas essenciais e proteína é uma forma de turbinar sua saúde, imunidade e de auxiliar seus pequenos e médios produtores neste momento de crise. A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo tem desenvolvido diversas ações para evitar ou reduzir a perda da produção desses agricultores junto à chefes de cozinha renomados, à bancos de alimentos e ao incentivo de venda direta aos consumidores, por meio de delivery. Que tal aproveitar a chegada do final de semana para preparar um prato gostoso e nutritivo com esses fungos?

A Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA) e a Coordenadoria de Desenvolvimento dos Agronegócios (Codeagro), ambas instituições ligadas à Secretaria de Agricultura, possuem o livro “Cogumelo – Variedades e Receitas”, com informações e receitas sobre os diversos tipos de cogumelo, como o cogumelo Champignon de Paris, Portobello, Shiitake, e Shimeji. Segundo a publicação, os cogumelos são importantes na dieta alimentar, devido à presença de proteínas de alto valor biológico em sua composição, carboidratos, fibras, vitaminas do complexo B, minerais e baixa quantidade de gordura.

“Cogumelos ainda são a única fonte não animal de vitamina D natural. Todas as outras fontes alimentares naturais de vitamina D são de origem animal, de aves ou frutos do mar. Os cogumelos cultivados contêm um esterol vegetal chamado ergosterol, que é o precursor da vitamina D². Em cogumelos frescos, o ergosterol é estimulado a converter em vitamina D² pela luz ultravioleta, luz solar ou luzes artificiais”, afirma Daniel Gomes, pesquisador da APTA. Os níveis de vitamina D de variedades comuns de cogumelos estão listados abaixo para uma porção padrão de 100 g. Recomenda-se 200 UI para adultos até os 50 anos.

Variedade de cogumelo

cogumelos

Champignon de Paris – 3 Unid/100g – 4% do % Diaria (200 UI)
Shiitake (Cozido) 26 Unid/100g – 13% do % Diaria (200 UI)
Fonte: USDA National Nutrients Database
*15% do consumo da necessidade diária de vitamina D, é considerada um ótimo consumo por poção.

Como escolher cogumelos

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Cada cogumelo comestível possui uma forma, sabor e textura, o que proporciona diversos tipos de preparação pelos consumidores. Na hora de comprar no mercado, é preciso estar atento se o cogumelo está firme, se apresenta cheiro agradável, coloração uniforme e um leve brilho na superfície. “Eles não devem ter danos físicos, como amassados, arranhões, estarem partidos ou quebrados, encharcados, manchados, com a presença de bolor e insetos dentro da embalagem”, afirma Gomes.

Por serem vendidos frescos, eles podem conter pequenos resquícios de terra de cultivo, o que é normal. A limpeza, no momento da preparação do prato, deve ser feita com um pano. Além da versão fresca, os consumidores podem adquirir os produtos enlatados ou em conservas.

A APTA desenvolve diversas pesquisas científicas e ações que visam incentivar o consumo de cogumelos frescos e possui forte atuação junto à cadeia de produção e suas associações. As pesquisas desenvolvidas pela Agência em pós-colheita, por exemplo, resultam em melhorias aos cogumelos comercializados. Além disso, Gomes atua em algumas áreas da gastronomia em conjunto com chefes de cozinha e revistas de gastronomia para levar o cogumelo em grandes eventos do setor, aproximando produtores, chefes e consumidores.

Risoto de Shiitake

Jeferson Urias Urias por Pixabay risoto shitake cogumelo
Foto meramente ilustrativa: Jeferson Urias Urias/Pixabay

Ingredientes: Caldo de frango
1 peito de frango sem pele (150 g)
3 e ½ xícaras (chá) de água
1 colher (chá) de alecrim
1 colher (chá) de ervas finas
1 colher (chá) de tomilho
6 ramos de salsinha
2 colheres (chá) de sal

Modo de preparo
Lave o frango e reserve. Em uma panela, coloque o frango, a água, os temperos e o sal. Deixe cozinhar por aproximadamente 20 minutos e reserve o caldo.

Ingredientes: Risoto
1 bandeja de cogumelos Shiitake (200g)
2 e ½ colheres (sopa) de manteiga
1 cebola pequena
2 dentes de alho médios
1 colher (sopa) de azeite
1 xícara (chá) de arroz arbóreo
¼ xícara (chá) de queijo parmesão ralado

Modo de preparo
Lave os cogumelos, corte-os em lâminas e reserve. Em uma panela, derreta suas colheres (sopa) de manteiga, refogue os cogumelos e reserve. Descasque, lave e pique a cebola e o alho. Em uma panela, refogue no azeite, a cebola e o alho e acrescente o arroz. Em seguida, coloque uma xícara (chá) do caldo de frango quente e deixe secar um pouco. Coloque mais meia xícara (chá) do caldo, deixe secar e repita o processo por mais duas vezes. Depois de pronto, acrescente o cogumelo, coloque o restante da manteiga e o queijo parmesão ralado. Deixe descansar na panela tampada por cerca de cinco minutos. Sirva quente.

Bolinho de arroz com cogumelos Portobello

BOLINHO ARROZ COGUMELO ANPC
Foto meramente ilustrativa/ANPC

Ingredientes
¼ de cebola roxa média
2 dentes de alho pequeno
1 ramo de cebolinha
4 ramos de salsinha
1 xícara (chá) de cogumelo Portobello
2 xícaras (chá) de arroz cozido
2 ovos
2 colheres (sopa) de leite integral
¾ xícara (chá) de farinha de trigo
3 xícaras (chá) de óleo de soja

Modo de preparo
Lave, descasque e pique a cebola roxa e o alho. Lave e pique a cebolinha, a salsinha e o cogumelo. Misture todos os ingredientes picados com o arroz cozido, os ovos, o leite e acrescente a farinha, aos poucos, para dar liga. Em seguida, faça bolinhos, modelando com duas colheres e disponha-os em uma assadeira untada com óleo, ou com papel manteiga. Leva ao freezer para congelar, por aproximadamente 50 minutos. Em uma panela, aqueça o óleo de soja. Retire os bolinhos do freezer e frite-os por imersão no óleo quente. Escorra-os em papel absorvente e sirva em seguida.

Fonte: Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo

Sete alimentos saudáveis que são ricos em vitamina D

A vitamina D é o único nutriente que seu corpo produz quando exposto à luz solar. No entanto, até 50% da população mundial pode não ter sol suficiente e 40% dos residentes nos EUA, por exemplo, são deficientes em vitamina D).

Isso ocorre em parte porque as pessoas passam mais tempo em ambientes fechados, usam protetor solar do lado de fora e seguem uma dieta ocidental pobre em boas fontes dessa vitamina. O valor recomendado é de 800 UI (20 mcg) de vitamina D por dia por alimentos.

1. Salmão

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O salmão é um peixe gordo popular e uma excelente fonte de vitamina D. De acordo com o Banco de Dados de Composição de Alimentos do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, uma porção de 100 gramas de salmão de criação contém 526 UI de vitamina D, ou 66% do valor diário (VD). Se o salmão for selvagem ou cultivado, pode fazer uma grande diferença.

Em média, o salmão capturado na natureza contém 988 UI de vitamina D por porção de 100 gramas, ou 124% da VD. Alguns estudos descobriram níveis ainda mais altos no salmão selvagem – até 1.300 UI por porção. No entanto, o salmão de criação contém apenas 25% dessa quantidade. Ainda assim, uma porção de salmão cultivado fornece cerca de 250 UI de vitamina D, ou 32% de VD.

Resumo: salmão selvagem contém cerca de 988 UI de vitamina D por porção, enquanto o salmão de criação contém 250 UI, em média. Isso representa 124% e 32% do VD, respectivamente.

2. Arenque e sardinha

sardinhas em lata pixabay
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O arenque é um peixe comido em todo o mundo. Pode ser servido cru, enlatado, defumado ou em conserva. Este peixe pequeno também é uma das melhores fontes de vitamina D. O arenque fresco do Atlântico fornece 216 UI por porção de 100 gramas, o que representa 27% do VD.

Se você não gosta de peixe fresco, o arenque em conserva também é uma boa fonte de vitamina D, fornecendo 112 UI por porção de 100 gramas, ou 14% da VD. No entanto, o arenque em conserva também contém uma grande quantidade de sódio, que algumas pessoas consomem muito.

As sardinhas enlatadas também são uma boa fonte de vitamina D – uma lata contém 177 UI, ou 22% da VD. Outros tipos de peixe gordo também são boas fontes de vitamina D. O linguado e a cavala fornecem 384 UI e 360 ​​UI por metade de um filete, respectivamente.

Resumo: o arenque contém 216 UI de vitamina D por porção de 100 onças. Arenque em conserva, sardinha e outros peixes gordurosos, como o alabote e a cavala, também são boas fontes.

3. Óleo de fígado de bacalhau

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O óleo de fígado de bacalhau é um suplemento popular. Se você não gosta de peixe, tomar óleo de fígado de bacalhau pode ser a chave para obter certos nutrientes que não estão disponíveis em outras fontes.

É uma excelente fonte de vitamina D – com cerca de 448 UI por colher de chá (4,9 ml), com uma enorme quantidade de 56% do VD. Ele é usado há muitos anos para prevenir e tratar a deficiência em crianças. O óleo de fígado de bacalhau também é uma fonte fantástica de vitamina A, com 150% da VD em apenas uma colher de chá (4,9 ml). No entanto, a vitamina A pode ser tóxica em grandes quantidades.

Portanto, tenha cuidado com o óleo de fígado de bacalhau, certificando-se de não tomar muito. Além disso, ele é rico em ácidos graxos ômega-3, dos quais muitas pessoas são deficientes.

Resumo: óleo de fígado de bacalhau contém 448 UI de vitamina D por colher de chá (4,9 ml), ou 56% da VD. Também é rico em outros nutrientes, como vitamina A e ácidos graxos ômega-3.

4. Atum em conserva

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LuminiIslandWild

Muitas pessoas gostam de atum em conserva por causa de seu sabor e métodos fáceis de armazenamento. Também, geralmente, é mais barato do que comprar peixe fresco.

O atum light enlatado comporta até 268 UI de vitamina D em uma porção de 100 gramas, que é de 34% do VD. Também é uma boa fonte de niacina e vitamina K). Infelizmente, o atum enlatado contém metilmercúrio, uma toxina encontrada em muitos tipos de peixes. Se acumular no seu corpo, poderá causar sérios problemas de saúde.

No entanto, alguns tipos de peixe representam menos riscos do que outros. Por exemplo, o atum light é ​​tipicamente uma escolha melhor do que o atum branco – é considerado seguro comer até 170 gramas por semana.

Resumo: o atum enlatado contém 268 UI de vitamina D por porção. Escolha atum leve e coma 170 gramas ou menos por semana para evitar o acúmulo de metilmercúrio.

5. Gemas de ovos

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Foto: Ponce Photography

As pessoas que não comem peixe devem saber que frutos do mar não são a única fonte de vitamina D. Ovos inteiros são outra boa fonte, além de alimentos maravilhosamente nutritivos. Enquanto a maioria das proteínas de um ovo é encontrada no branco, a gordura, as vitaminas e os minerais são encontrados principalmente na gema.

Uma gema de ovo típica contém 37 UI de vitamina D, ou 5% da VD. Os níveis de vitamina D na gema de ovo dependem da exposição ao sol e do conteúdo de vitamina D na alimentação dos frangos. Quando recebem o mesmo alimento, as galinhas criadas livres, que tomam sol, produzem ovos com níveis 3 a 4 vezes mais altos.

Além disso, os ovos de galinhas que recebem ração enriquecida com vitamina D podem ter até 6.000 UI de vitamina D por gema. São 7 vezes o VD. A escolha de ovos de galinhas criadas fora ou comercializadas com alto teor de vitamina D pode ser uma ótima maneira de atender às necessidades diárias.

Resumo: ovos de galinhas criadas comercialmente contêm apenas cerca de 37 UI de vitamina D por gema. No entanto, os ovos de galinhas criadas fora ou alimentados com rações enriquecidas com vitamina D contêm níveis muito mais altos.

6. Cogumelos

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Excluindo alimentos fortificados, os cogumelos são a única boa fonte vegetal de vitamina D. Como os humanos, os cogumelos podem sintetizar essa vitamina quando expostos à luz UV. No entanto, os cogumelos produzem vitamina D2, enquanto os animais produzem vitamina D3.

Embora a vitamina D2 ajude a aumentar os níveis sanguíneos de vitamina D, ela pode não ser tão eficaz quanto a vitamina D3. No entanto, os cogumelos selvagens são excelentes fontes de vitamina D2. De fato, algumas variedades embalam até 2.300 UI por porção de 100 gramas – quase três vezes o VD (30).

Por outro lado, os cogumelos cultivados comercialmente são frequentemente semeados no escuro e contêm muito pouco D2. No entanto, certas marcas são tratadas com ultravioleta (luz UV). Esses cogumelos podem fornecer de 130 a 450 UI de vitamina D2 por 100 gramas.

Resumo: cogumelos podem sintetizar vitamina D2 quando expostos à luz UV. Apenas cogumelos selvagens ou cogumelos tratados com luz UV são boas fontes de vitamina D.

7. Alimentos fortificados

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As fontes naturais de vitamina D são limitadas, especialmente se você é vegetariano ou não gosta de peixe. Felizmente, alguns produtos alimentares que naturalmente não contêm vitamina D são enriquecidos com esse nutriente.

Leite de vaca: é o tipo de leite mais consumido, é naturalmente uma boa fonte de muitos nutrientes, incluindo cálcio, fósforo e riboflavina. Em vários países, o leite de vaca é enriquecido com vitamina D. Ele geralmente contém cerca de 115-130 UI por xícara (237 ml), ou cerca de 15% a 22% do VD.

Leite de soja: como a vitamina D é encontrada quase exclusivamente em produtos de origem animal, os vegetarianos e veganos correm um risco particularmente alto de não obter o suficiente. Por esse motivo, substitutos do leite à base de plantas, como o de soja, costumam ser fortificados com esse nutriente e outras vitaminas e minerais normalmente encontrados no leite de vaca. Um copo (237 ml) normalmente contém 107-117 UI de vitamina D, ou 13-15% do VD.

Suco de laranja: cerca de 75% das pessoas em todo o mundo são intolerantes à lactose e outros 2% a 3% têm alergia ao leite. Por esse motivo, alguns países fortalecem o suco de laranja com vitamina D e outros nutrientes, como o cálcio. Uma xícara (237 ml) de suco de laranja fortificado no café da manhã pode fazer você começar o dia com até 100 UI de vitamina D, ou 12% do VD.

Cereais e aveia: certos cereais e aveia instantânea também são enriquecidos com vitamina D. Meia xícara (78 gramas) desses alimentos pode fornecer 54–136 UI, ou até 17% do VD. Embora cereais fortificados e aveia forneçam menos vitamina D do que muitas fontes naturais, eles ainda podem ser uma boa maneira de aumentar a ingestão.

Resumo

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Seu corpo precisa de vitamina D para absorver o cálcio. Isso faz com que o suficiente de vitamina D e cálcio seja crucial para manter a saúde óssea e prevenir a osteoporose. Passar um tempo ao sol é uma boa maneira de obter sua dose diária de vitamina D. No entanto, é difícil para muitas pessoas conseguir exposição solar suficiente.

Obter o suficiente apenas da sua dieta pode ser difícil, mas não impossível. Os alimentos listados neste artigo são algumas das principais fontes de vitamina D disponíveis. Comer muitos desses alimentos ricos em vitamina D é uma ótima maneira de garantir que você receba o suficiente desse nutriente importante.

Fonte: Healthline

Vitamina D tem papel importante no tratamento da depressão, mostra estudo

Pesquisa clínica aponta que ausência do nutriente aumenta em até 75% o risco de desenvolvimento da doença

A falta de vitamina D pode aumentar o risco de depressão em pessoas com mais de 50 anos. É o que aponta o estudo feito na Irlanda e publicado no Journal of Post-Acute e Long-Term Care Medicine. Especialistas responsáveis pela pesquisa acompanharam 3.965 pessoas nesta faixa etária durante quatro anos e constaram que 400 pessoas haviam desenvolvido depressão. Os participantes do grupo com nível baixo de vitamina D foram os que mostraram um risco 75% maior de apresentar a doença.

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O psiquiatra Kalil Dualibi, presidente do Departamento Científico de Psiquiatria da Associação Paulista de Medicina (APM), corrobora com a pesquisa e reforça que relação entre o nível de vitamina D e a saúde mental é estudada há séculos pela comunidade médica. “Para se ter como exemplo, em textos do Tratado de Hipócrates já havia menções sobre o hábito de tomar banho de sol para melhorar o humor”, explica.

A vitamina D pode ser útil para prevenir a depressão e também ajudar no tratamento de pacientes que já apresentam quadro depressivo. Para Dualibi, é fundamental verificar o nível de vitamina D nos pacientes com depressão e fazer suplementação sempre que necessário. “Atendi um paciente frustrado por estar em tratamento há tempos sem ter sucesso. Quando pedi exames, a vitamina D dele estava baixíssima, perto de 8ng/ml. Depois da suplementação, ele melhorou muito e nem precisei alterar as medicações”, afirma o médico.

Para o especialista, pessoas com depressão devem ter atenção especial quando o assunto é o nível de vitamina D – assim como as que apresentam doenças crônicas como diabetes, hipertensão e osteoporose. “Pacientes com depressão também estão entre os grupos de risco porque eles costumam não ter vontade de sair de casa e a exposição ao sol é muito importante para produção da vitamina D”, lembra o especialista.

A falta do nutriente também está associada à diminuição da imunidade e ao comprometimento da massa óssea, o que pode favorecer o desenvolvimento de osteoporose. Sem o nível ideal de vitamina D, apenas entre 10% e 15% do cálcio é absorvido pelo organismo. Além disso, a ausência da vitamina tem relação com a evolução do raquitismo e até alguns tipos de câncer.

Fontes de Vitamina D: o sol não precisa ser sua única alternativa

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Além da exposição ao sol de áreas específicas do corpo, como braços e pernas – durante 15 a 45 minutos, entre o período das 10h às 16h30 –, e sem filtro solar, o nível ideal de vitamina D pode ser alcançado também por fonte alimentar. Porém, garantir a ingesta adequada vitamina D só com alimentação é extremamente difícil.

De acordo com o médico para atingir 2.000UI de vitamina D seria preciso ingerir cerca de 422g de salmão por dia ou 706g de sardinha (seis latas) ou ainda 80 gemas de ovo. Uma opção mais prática e que não compromete a saúde é a suplementação. Atualmente no mercado, é possível encontrar a vitamina D em cápsulas moles, de fácil ingestão, como o lançamento de Addera D3 2000UI.

Vitamina D para veganos e vegetarianos melhora sistema imune

Alternativa vegana à Vitamina D3, obtida da lanolina (gordura extraída da lã da ovelha), a vitamina D vegana da Pharmapele provém do cogumelo e ajuda no tratamento da psoríase e prevenção do câncer, diminui a resistência à insulina, ajuda no controle da obesidade e regula o desenvolvimento de funções

O número de pesquisas que tem como alvo a vitamina D vem aumentando. Principalmente os estudos sobre os problemas relacionados à queda dos seus níveis ideais. “A deficiência de vitamina D é apontada como um problema de saúde pública em todo o mundo. Dependendo da população estudada, a hipovitaminose D pode acometer até 90% dos indivíduos”, explica Luisa Saldanha, farmacêutica e diretora científica da Pharmapele.

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“Esse dado é preocupante, porque cada vez mais os estudos relacionam a Vitamina D não só com uma função de metabolismo do cálcio e saúde óssea, mas com questão imunológica, participando de funções essenciais à manutenção do equilíbrio do organismo”, acrescenta. Por esse motivo, a Pharmapele apresenta a Veg-D, vitamina D obtida dos cogumelos Portobello, representando uma alternativa vegana à vitamina D3, de origem animal, geralmente extraída da lanolina (gordura da lã da ovelha).

De acordo com a especialista, a vitamina D está envolvida em diversos processos do organismo, como: homeostase do cálcio (normaliza o metabolismo ósseo protegendo contra osteoporose, quedas e fraturas); sistema imunológico (efeito imunomodulador sobre as células do sistema imune); sistema cardiovascular (controle da função cardíaca e da pressão arterial); sistema neuromuscular (protege contra sarcopenia e aumenta a força muscular); obesidade (deficiência de vitamina D é um dos fatores que desencadeia o acúmulo de gordura corporal); desenvolvimento de funções cerebrais (protegendo contra demência e esclerose múltipla); além de sua atuação no pâncreas e no tratamento de doenças como psoríase e cânceres.

“O ativo inibe a proliferação celular. Uma descontrolada proliferação das células pode estar associada a mutações específicas, podendo acarretar doenças como psoríase e até mesmo câncer. No caso da atuação no pâncreas, a vitamina D está relacionada à diminuição da resistência insulínica, estímulo e liberação de insulina e diminuição do risco de diabetes melito tipo 2”, afirma a farmacêutica.

Câncer

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De acordo com Luisa, estudos epidemiológicos mostram associação entre baixos níveis sanguíneos de vitamina D (25-OHD) e risco aumentado para o desenvolvimento de alguns tipos de cânceres, sendo os mais estudados os de mama, colorretal e de próstata.

“A vitamina D também tem ação inibitória na angiogênese (crescimento de novos casos a partir dos já existentes), provavelmente pela inibição do fator de crescimento endotelial vascular; esse processo é fundamental para o crescimento de tumores sólidos, então acredita-se que essa atividade antiangiogênica seja um dos mecanismos responsáveis por sua capacidade de supressão tumoral”, diz a farmacêutica.

Indicações

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Foto: Jeltovski

A suplementação de vitamina D é segura e indicada para todos os indivíduos de todas as faixas etárias, respeitando-se o diagnóstico prévio de deficiência ou insuficiência da vitamina D, explica a farmacêutica. “O diagnóstico é obtido de forma muito rápida, fazendo um simples exame sanguíneo. De posse do resultado do exame e diagnóstico médico, é feita a suplementação com a dose adequada para cada caso e faixa etária”, diz a farmacêutica.

Ela enfatiza, no entanto, que certos indivíduos, antes mesmo de algum diagnóstico, já são considerados grupo de risco, pois se encaixam em algumas características que vão favorecer a deficiência da vitamina D no organismo. São eles: pacientes com quadro de raquitismo ou osteomalácia; portadores de osteoporose, idosos com história de quedas e fraturas; obesos; grávidas e lactantes; pacientes com síndromes de má-absorção; pós-cirurgia bariátrica; insuficiência renal ou hepática; hiperparatiroidismo; pessoas que fazem uso de medicações que interfiram no metabolismo da vitamina D (anticonvulsivantes, glicocorticoides, antifúngicos, antirretrovirais, colestiramina, orlistat); doenças granulomatosas e linfomas.

“É importante ressaltar que toda a condição que limite a exposição solar pode potencialmente causar hipovitaminose D e podem ser acrescentados à lista indivíduos em regime de fotoproteção e usuários de vestimenta religiosa (véu, burca, paramentos ou batina)”, finaliza.

Fonte: Pharmapele