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Anti-inflamatórios naturais podem auxiliar o tratamento da depressão, diz especialista

Médico generalista Theo Webert indica ações complementares aos medicamentos

Em meio ao Setembro Amarelo, mês dedicado à prevenção ao suicídio, acende-se o alerta sobre as formas de tratamento da depressão – fator ligado à grande parte dos casos desse tipo de morte. Apesar dos tabus que envolvem o tema, a depressão é um transtorno mental muito comum, afetando, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 300 milhões de pessoas em todo o mundo.

Segundo o médico generalista Theo Webert, especialista nos estudos de áreas da medicina voltadas à visão do ser humano de maneira integral, algumas medidas naturais – como práticas de exercícios físicos regulares e consumo de vitaminas –, combinadas a medicamentos farmacológicos e demais terapias, podem ajudar no tratamento da doença.

Isso é possível porque, geralmente, os quadros depressivos estão associados ao desequilíbrio na produção de neurotransmissores, especialmente de serotonina, dopamina, noradrenalina e gaba, explica Webert. “Essas substâncias têm funções especiais na manutenção do humor, do sono, da ansiedade, da ingestão alimentar e da transmissão sensorial”, completa.

Outra substância química ligada à sensação de bem-estar é a endorfina, hormônio responsável por regular as emoções. Sua produção é natural, antes e depois da prática de atividades físicas. “A endorfina é considerada um potente analgésico natural. Ao ser liberada, estimula a sensação de bem-estar e conforto, melhora o estado de humor e alegria, e pode agir na redução do estresse, da ansiedade e da depressão”, pontua.

Além da prática de exercícios, a ingestão de probióticos, ômega-3 e vitaminas B e D para combater inflamações gastrointestinais pode diminuir os sintomas depressivos. Webert esclarece que isso se dá devido à estreita relação entre a depressão e as inflamações nesta área do corpo.

“O consumo desses elementos pode atenuar estímulos pró-inflamatórios para o cérebro que se originam no intestino, através da manutenção da saúde do intestino ou pela estimulação direta da produção de neurotransmissores.”

Para o médico, é necessário consultar profissionais que percebam a depressão como multifatorial e que entendam que, muitas vezes, apenas o medicamento não vai resolver ou nem mesmo amenizar os sintomas.

Foto: Shutterstock

“Um acompanhamento psicoterápico se faz necessário. É preciso ver se depressão não é consequência de distúrbios da tireoide, síndrome de burnout, alterações de cortisol no sistema Hipotálamo-Pituitária-Adrenal (HPA), deficiência de hormônios sexuais como a testosterona, alteração do sono ou deficiências nutricionais, por exemplo. Tudo isso precisa ser avaliado e levado em consideração para que o tratamento seja de fato, efetivo”, encerra.

Fonte: Theo Webert

Quais são os minerais e vitaminas que fortalecem a imunidade

Quando a imunidade está baixa, o organismo fica mais exposto às chamadas doenças oportunistas

Segundo a Fortune Business Insights, o consumo global de suplementos atingiu cerca de US$ 129,6 bilhões em 2021, um crescimento de 8,3% em relação ao ano anterior. No Brasil, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres (Abiad), os suplementos deverão atingir quase R$ 3 bilhões este ano, registrando um incremento de 12%.

Em relação aos suplementos específicos para a saúde imunológica, a Fatpos Global prevê um crescimento médio ao ano de 6,5% para atingir US$ 30,93 bilhões até 2030. Segundo Paula Molari Abdo, farmacêutica pela USP e diretora técnica da Formularium, o mercado teve impacto positivo devido à pandemia de covid-19.

“Já havíamos notado um crescimento na busca de maior qualidade de vida. Com a pandemia, essa preocupação foi intensificada, principalmente em relação ao desenvolvimento do sistema de defesa natural do organismo”, afirma Paula, que também é especialista em Atenção Farmacêutica pela USP e Membro da Anfarmag (Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais).

Segundo ela, o sistema imunológico é composto por uma série de células que mantêm a defesa do corpo, protegendo o organismo contra doenças e infecções causadas por agentes externos como bactérias, vírus e parasitas. Quando a imunidade está baixa, o corpo encontra dificuldade para se proteger, deixando o organismo mais exposto às chamadas doenças oportunistas.

Daí a importância de adotar hábitos saudáveis, incluindo o consumo de vitaminas e ativos que sejam específicos para o bom funcionamento do sistema imunológico. Confira os principais:

Zinco

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A deficiência do zinco no organismo é um convite para infecções virais, já que ele atua diretamente na manutenção do sistema imunológico, desde a barreira da pele até na síntese das hemoglobinas. Também um aliado da cicatrização de feridas, o zinco é encontrado em alimentos como ostras, camarão, carnes, cereais, grãos, castanhas, frutas secas, legumes, hortaliças e tubérculos.

Selênio

Por ser um importante antioxidante, protege o corpo contra o estresse oxidativo. Dentre suas funções, faz o controle dos radicais livres, atuando na resposta do sistema imunológico a infecções. Castanha-do-brasil, nozes, castanha-do-pará, cogumelos e abacate são alimentos ricos em selênio. “Lembrando que o consumo em excesso do selênio pode ser tóxico ao organismo, sendo indicado somente cerca de 50 microgramas ou uma castanha-do-pará pequena ao dia”, alerta Paula.

Vitamina A

Foto: Clara Sander/Pixabay

Dentre suas propriedades, a vitamina A é anti-inflamatória e possui a função de modular a imunidade. É essencial para a manutenção de estruturas externas, como a pele e mucosas. Pode ser encontrada em alimentos de origem vegetal (carotenoides) como espinafre, abóbora, batata-doce e cenoura, e também em alimentos de origem animal (retinoides) como fígado bovino e ovos.

Vitamina B6

Também conhecida como piridoxina, a vitamina é necessária para a manutenção das células no sangue, sendo que sua deficiência pode ocasionar doenças cardiovasculares. Principais fontes alimentares: frango, peixes, nozes, grão-de-bico, milho, banana, batata, abacate, atum, salmão e semente de girassol.

Vitamina B12

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Assim como a B6, também é fundamental para a formação de células sanguíneas, além de auxiliar no funcionamento do sistema nervoso e na síntese do DNA. A B12 é encontrada em alimentos como frutos do mar, fígado bovino, leite e sardinha.

Ômega 3

Foto: Alfonso Charles/Pixabay

Trata-se de um ácido graxo responsável por combater a baixa imunidade e estimular o bom funcionamento do sistema nervoso e imunológico, além de proteger a saúde cardiovascular. Também potencializa a atividade das células brancas do sangue, impedindo que bactérias patógenas causem doenças e infecções. O ômega 3 está presente em peixes como salmão, atum, sardinha, truta e cavala. “Neste caso, o consumo diário recomendado é de cerca de 1,8 gramas, ou seja, 300 gramas de peixe por semana”, diz Paula

Vitamina C

Pela sua função antioxidante, ela protege o organismo dos radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento das células. Além disso, possui papel preventivo contra doenças que afetam o sistema respiratório. Os alimentos ricos em vitamina C são frutas como abacaxi, laranja, acerola, goiaba, limão, tangerina, morango, caju e kiwi, e nos legumes e verduras, como pimentão, rúcula, alho, cebola, tomate, agrião e alface.

Vitamina D

Muito além da saúde óssea, essa vitamina é essencial para diminuir o risco de doenças que afetam o trato respiratório e infecções que atingem o sistema imune. Pode ser obtida por meio da exposição solar e em alimentos como atum, salmão e ovos.

Vitamina E

Assim como a vitamina A, ela modula as funções do sistema imune, atuando no combate a doenças infecciosas. Além disso, a vitamina E possui um antioxidante (α-tocoferol) que retarda o envelhecimento das células, auxilia na cicatrização dos tecidos do corpo e previne doenças do sistema nervoso, como Parkinson e Alzheimer. A vitamina pode ser obtida em óleos vegetais (soja, amendoim, palma, milho, girassol e oliva), nozes, amêndoas, sementes de girassol, kiwi, abacate, espinafre, grãos integrais, peixes e leite de cabra.

Cobre

O mineral ajuda na produção de glóbulos brancos e vermelhos na defesa do organismo, além de propiciar o transporte de ferro no sangue e oferecer uma defesa natural contra os radicais livres. Exemplos de alimentos ricos em zinco: frutos do mar, sementes e nozes.

Folato

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Atuando em conjunto com a vitamina B12, o folato também auxilia na formação de glóbulos vermelhos, sendo fundamental para a atividade das células do sistema nervoso. Pode ser encontrado em feijões, lentilha, aspargos e morangos.

Ferro

O mineral é fundamental no transporte de oxigênio pela hemoglobina no sangue, no metabolismo energético das células e no desenvolvimento dos organismos de defesa imunológica. Neste caso, a boa aliada é a vitamina C, que ativa a absorção do ferro, aumentando a prevenção do envelhecimento precoce das células e a propensão de doenças oftalmológicas. O ferro está presente em vários alimentos como carnes vermelhas, gema de ovo, ostra, tofu, cereais, vegetais verde-escuros, como alface, espinafre e brócolis, frutas secas, oleaginosas como castanhas e nozes e grãos como a ervilha, feijão e o milho.

“Vale lembrar que caso seja difícil manter a ingestão adequada de alimentos em meio a correria do cotidiano, é possível consumir todos estes nutrientes sob a forma de suplementos e complexos vitamínicos. Entretanto, busque antes o acompanhamento de um médico ou nutricionista. Estes profissionais podem ajudar a descobrir suas deficiências nutricionais e os suplementos indicados para você”, finaliza Paula.

MultiGold Molico restaura nutrientes para preservar potência do corpo e mente do público 50+

O envelhecimento é uma realidade, mas é só mais um ciclo natural da vida, assim como a infância, a adolescência, a fase adulta. O número de pessoas com idade acima de 50 anos é uma crescente constante, e dados do IBGE revelam que o público entre 50 e 59 anos já corresponde a 12,4% da população brasileira. Da mesma forma, a expectativa de vida, que em 1940 era de 45,5 anos passou para 76,3 anos em 2018 (IBGE, 2019). Existe até um nome para este fenômeno: Revolução Prateada. Trata-se de uma realidade global que abraça o envelhecimento saudável da população e, portanto, o aumento da longevidade.

A alimentação é uma das principais aliadas da saúde, sobretudo, nesses anos de vida que vamos, pouco a pouco, ganhando a mais. É por isso que quanto mais cedo cultivarmos hábitos alimentares saudáveis, maiores são as chances de termos uma saudabilidade resistente e, por consequência, uma melhor qualidade de vida

“Porém, junto ao crescimento da expectativa de vida e do avanço da idade, outros fatores evoluem em comunhão: ganhamos maturidade, novas prioridades, segurança de escolher o que queremos, mas, ao mesmo tempo, temos que acompanhar os fatores fisiológicos”, explica Gisele Pavin, Gerente Sênior de Nutrição, Saúde e Bem-Estar da Nestlé.

A energia não é mais a mesma, a concentração diminui e as escolhas alimentares e o estilo de vida passam a ser ainda mais relevantes nessa fase da vida. Quanto antes começarmos, mais sucesso teremos na manutenção da nossa saúde.

E, se por um lado há chances desses fatores acometerem, por outro há uma série de ações, comportamentos e marcas dedicadas a oferecer soluções necessárias para preservar a saúde, física e mental, a independência e o bem-estar do corpo, da mente e da alma. São escolhas que se fazem hoje para que o estado saudável se perpetue.

Molico oferece aos consumidores um portfólio completo, que atende diferentes necessidades. Todas as versões contêm o Mix Restaura+: 12 vitaminas e minerais que ajudam a restaurar o que os adultos perdem todos os dias. E pensando na evolução dessa jornada de nutrição adulta, Molico apresenta um lançamento exclusivo para o Canal Farma: Molico Multigold: a combinação das funcionalidades de Molico em um único produto, especialmente desenvolvido para restaurar os principais nutrientes dos brasileiros 50+. Saúde dos ossos, formação dos músculos, mobilidade, apoio à imunidade e fibras para o equilíbrio do corpo, além do MIX Restaura+.

“De acordo com uma pesquisa realizada em 2020 pela Plataforma Gente, 68% dos brasileiros acima de 55 anos, se identificam com a frase: “Nunca pensei que chegaria tão bem na idade em que estou”. Molico Multigold anda de mãos dadas com este público para oferecer restauração multibenefícios para preservar o bem-estar físico e mental. E é assim que os adultos 50+ ganham liberdade para escolher o que querem fazer, aonde querem ir e quem querem ser: esportistas, artistas, turistas, empresários, chefs de cozinha…” detalha Stephanie Arnesen, Head de Marketing de Leites da Nestlé Brasil.

Pesquisa revela quais são as vitaminas mais recomendadas para os brasileiros

Levantamento da Vitamine-se mostra os suplementos alimentares essenciais na rotina de mais de 60 mil pessoas

Uma pesquisa realizada pela Vitamine-se, startup brasileira que oferece suplementos personalizados, mostrou quais são as vitaminas mais indicadas para os brasileiros. O levantamento foi realizado com uma base de 61 mil respostas do Quiz proprietário da plataforma da empresa e revelou que os 5 compostos mais recomendados são: magnésio quelato, ômega 3, triptofano, vitamina D3 e luteína.

Em 2020, 59% dos lares brasileiros possuíam pelo menos uma pessoa consumindo suplementos alimentares, segundo pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres (Abiad). Nesse sentido, o site da startup utiliza inteligência artificial e machine learning, aliado a experiência de nutricionistas para personalizar a experiência e recomendar os melhores nutrientes para o usuário — considerando o estilo de vida, objetivos e necessidades de cada pessoa.

“Normalmente, a busca por vitaminas e minerais se baseia em 2 pilares: saúde ou estética. Quando o nosso Quiz recomenda uma vitamina, ele se baseia nas principais preocupações da pessoa, visando o que ela quer resolver. Isso nos mostra que a maioria das pessoas está buscando um estilo de vida saudável, e a suplementação está muito relacionada a isso”, explica Thais Bonelly, Head de Nutrição na Vitamine-se.

E para que essas vitaminas servem? A nutricionista explica:

Foto: Jeltovski

Magnésio quelato: cerca de 60% do magnésio é encontrado nos ossos, enquanto o restante está nos chamados “tecidos moles” — músculos, veias e artérias, pele, articulações e órgãos. O magnésio está presente principalmente em alimentos integrais ou em suplementos. Sua maior funcionalidade é auxiliar no funcionamento neuromuscular e no equilíbrio dos eletrólitos, além de ajudar no metabolismo de proteínas, carboidratos, gorduras e a formação de dentes e ossos;

Ômega 3: segundo o Ministério da Saúde, o ômega 3 é considerado um alimento funcional, o que significa que seu consumo deve ser regulado na dieta. Rico em uma gordura saudável proveniente de peixes, o ômega 3 não é produzida pelo nosso corpo, mas é essencial para uma dieta balanceada. Auxilia na função cerebral e cardíaca;

Triptofano: 40% da população brasileira que sofre com algum transtorno do sono, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). A alta procura pelo triptofano se da por ele ser um aminoácido que ajuda na produção da serotonina, neurotransmissor associado ao sono e que também está diretamente relacionado à regulação do humor e ao controle do estresse. Nosso corpo não consegue produzi-lo, então é importante obter através de suplementação ou alimentos ricos;

Vitamina D3: auxilia na formação de ossos e dentes e também na manutenção de níveis de cálcio no sangue. Suplementar pode ajudar a normalizar os níveis de vitamina D em pessoas com deficiência. Além disso, auxilia no bom funcionamento do sistema imunológico, no processo de divisão celular e no funcionamento muscular;

Luteína: essencial para o bom funcionamento do organismo, a Luteína pode ser suplementada se não houver um consumo adequado através da alimentação. Ajuda na saúde da visão, previne o envelhecimento precoce da pele e contribui para a proteção da mesma contra luz UV, azul e radicais livres.

A falta de vitaminas traz diversos problemas para a saúde, pois elas ajudam a manter o equilíbrio de muitas funções corporais. E, para quem quiser descobrir quais as vitaminas mais indicadas, o Quiz da Vitamine-se está disponível clicando aqui.

Fonte: Vitamine-se

Issviva: marca de produtos e experiências para acompanhar a mulher durante a menopausa

Lançada pela Essity, tem o objetivo de reduzir os sintomas e elevar a qualidade de vida no climatério, em todas as fases e em todos os lugares

O climatério, período marcado por alterações hormonais com sinais e sintomas característicos, vai muito além da menopausa. Enquanto esta é marcada pela última menstruação, que ocorre, em média, ao redor dos 50 anos, o climatério é uma etapa da vida da mulher, compreendendo desde a pré-menopausa, a perimenopausa (menopausa precoce) e todos os anos que advêm após a interrupção do ciclo menstrual.

Trata-se de uma fase de profunda transformações, com impacto na saúde física e mental da mulher. Embora as ondas de calor (ou fogachos) sejam o sintoma mais conhecido, a queda gradativa na produção de estrogênio provoca um verdadeiro ataque na autoestima e na vida sexual da mulher. As alterações hormonais causam queda de cabelo, pele seca, suor noturno, ressecamento vaginal, perda da libido, dificuldade para dormir, alterações de humor e comprometem os ossos e as juntas, podendo levar à limitação dos movimentos.

A boa notícia é que não é mais preciso passar por tudo isso sozinha. Para acompanhar a mulher em todas as fases deste período, com menos sintomas, mais leveza e qualidade de vida, a Essity está lançando a Issviva, marca de produtos e experiências inteiramente dedicada à menopausa.

“Queremos apoiar a mulher neste momento da vida em que ela se sente mais frágil, não só com produtos específicos para cada sintoma, mas criando uma comunidade de sustentação para a troca de informações e experiências. Queremos que ela não se sinta sozinha e entenda a menopausa como mais uma etapa da vida e não como um fim”, explica Cristina Arbeláez Diretora de Marketing.

Plataforma exclusiva Issviva

Para estabelecer um canal de comunicação com a mulher na menopausa, a Issviva terá uma plataforma digital onde vai levar informação de qualidade e disponibilizar produtos específicos, testados e aprovados pela Anvisa.

A rede de apoio vai contar com médicos especializados em ginecologia, sexualidade humana, psicologia e saúde mental, além de depoimentos de mulheres que estão passando – e superando – os efeitos da menopausa, entre elas influenciadoras digitais.

O portfólio inclui vitaminas e produtos para combater os principais sintomas da menopausa. Seus benefícios vão desde melhorar a beleza da pele e dos cabelos até reduzir os distúrbios do sono, a incontinência urinária, as alterações digestivas (estômago e intestinos), fortalecer os ossos, a saúde mental e a vida sexual. “Vamos ajudar e ser um suporte durante a menopausa, uma parceira para amenizar um momento que ainda é tratado com tabu. Nosso objetivo é educar e melhorar a qualidade de vida das mulheres desde os primeiros sinais da pré-menopausa até o fim”, diz Cristina.

A Essity já está presente no Brasil com a Libresse, marca de produtos para menstruação e proteção íntima feminina. Com o lançamento da Issviva, torna-se parceira da mulher em todas as etapas da vida reprodutiva, desde a primeira menstruação até a menopausa.

Lançada em maio de 2022, a plataforma está disponível aqui.

Pandemia: dicas de como fortalecer as defesas do organismo e elevar a autoestima

Chefe de nutrologia do Instituto Dante Pazzanese, Daniel Magnoni, orienta sobre importância de manter os níveis adequados de vitaminas do Complexo B, (principalmente Biotina e Ácido Fólico), para proteção da pele e fortalecimento de unhas e cabelos, além de Cálcio e Vitamina D que auxiliam com o bom funcionamento do organismo

Muitos meses de pandemia, incertezas, home office, com ou sem crianças, restrições, má alimentação, correria, estresse e mais uma série de imprevistos que são resolvidos ao longo de cada semana. Como equilibrar a saúde diante de uma rotina tão atribulada? Mais ainda, como manter a boa aparência da pele, unhas e cabelos e participar de inúmeras reuniões on-line?

“Dietas que combinam vitaminas e minerais são muito importantes, não somente para imunidade, mas para o organismo de modo geral, pois a ação desses nutrientes auxilia não só com o sistema imunológico, mas também ajudam a reforçar a autoestima. Vitaminas do Complexo B, principalmente Biotina e Ácido Fólico, Cálcio e Vitamina D são essenciais nesse sentido, além de reforçar as defesas do organismo auxiliam na proteção da pele e fortalecimento de unhas e cabelos”, explica o chefe de nutrologia do Instituto Dante Pazzanese, em São Paulo, Daniel Magnoni.

Com a pandemia, cuidar da imunidade passou a ser item prioritário para 65% das pessoas. E 70% revelaram que consomem suplementos para apoiar o seu sistema imunológico, de acordo com um recente levantamento da DSM Nutrição e Saúde Humana, que entrevistou 12 mil pessoas, em 24 países, para entender as percepções e atitudes dos consumidores nas questões de saúde imunológica e nutricional.

“A alimentação das pessoas, que já não era ideal, piorou por conta da pandemia e a procura por suplementos aumentou. Mas é importante destacar que o médico deve ser procurado para uma avaliação mais precisa e orientações sobre suplementos, quando necessário. O segmento evoluiu de forma expressiva e hoje conta com várias opções em cápsulas, comprimidos, gotas, inclusive uma nova geração em formato de gomas mastigáveis, mais práticas, que reúnem vitaminas e minerais que suprem as necessidades diárias do organismo”, destaca Magnoni.

Aliados da imunidade e do bem-estar

Vitaminas do Complexo B – de maneira geral, as vitaminas que compõem o Complexo B, auxiliam com a absorção e ativação de nutrientes. Cada uma delas tem suas especificidades como, por exemplo: a Vitamina B7 (biotina), que também auxilia no combate à queda de cabelo, além de fortalecer as unhas e manter a saúde da pele e a Vitamina B9 (folacina ou ácido fólico), responsável pela formação de proteínas, entre elas a hemoglobina (presente nos glóbulos vermelhos no sangue).

Vitamina D – trata-se de um hormônio, classificado como vitamina, que é sintetizado pela exposição à luz solar. É um regulador do sistema imune e auxilia com a absorção de minerais como o cálcio, fundamental na formação de ossos e dentes.

Cálcio – ideal para manter a saúde óssea e auxiliar diretamente na prevenção de osteopenia e osteoporose, principalmente entre o público 60+. A combinação entre cálcio e a Vitamina D3 é fundamental para o metabolismo ósseo e a deficiência de qualquer um deles irá prejudicar que esse processo se realize.

Fonte: Instituto Dante Pazzanese

Vegetarianismo: tudo que é preciso saber para considerar esta dieta

Uma dieta pode ser saudável mesmo sem a presença de proteína animal

Embora faça parte da mesa do brasileiro, as proteínas de origem animal não são as únicas fontes de aminoácidos essenciais que necessitamos para o bom funcionamento do organismo. É possível encontrar o mesmo nutriente em combinações simples.

Segundo a nutricionista da clínica Atual Nutrição, Cátia Medeiros, é perfeitamente possível alcançar as necessidades orgânicas diárias, por meio de substituições. “A famosa dupla do arroz e feijão consegue nos dar um suporte no consumo de um bom perfil proteico, pois o que falta em um alimento está no outro, e quando os unimos na refeição, chegamos ao que era esperado vir por meio de uma carne, por exemplo”.

Isso quer dizer que, apesar do nosso organismo precisar dos nutrientes que a proteína animal fornece, ela não é a única fonte. Com as adaptações corretas, o corpo com uma dieta vegetariana é totalmente saudável.

De olho nas vitaminas

Para retirar de vez o consumo de proteína animal da dieta, é preciso buscar orientação para substitui-la com alimentos que forneçam os nutrientes necessários para o corpo, e não se tenha o risco de ter uma deficiência proteica, desenvolvimento de anemia, alteração de sistema nervoso, entre outros.

Ao serem excluídos alimentos de origem animal, nutrientes como vitamina B12, cálcio, ferro e zinco, podem ter seu consumo comprometido. Também pode ocorrer deficiência de ácido graxo ômega-3, fornecido pelos peixes e ovos, por exemplo.

“Além disso, a grande ingestão de fatores antinutricionais, presentes em inúmeros alimentos vegetais que, se não forem inativados corretamente, ou tiverem sua ingestão devidamente orientada, poderão comprometer a absorção de vários nutrientes, aumentando o risco de deficiências nutricionais”, comenta Cátia.

Substituições que dão certo

Problemas nutricionais podem ocorrer com qualquer pessoa, por isso atentar-se às substituições é fundamental para oferecer ao organismo tudo que ele precisa, e com os vegetarianos não é diferente.

“Para substituição desses alimentos de origem animal, é preciso garantir um consumo diário de leguminosas (feijão de qualquer tipo, soja, ervilha, lentilha, grão-de-bico) junto aos cereais (milho, arroz, trigo etc.) é essencial para que se obtenha todos os aminoácidos necessários à síntese de proteínas pelo organismo”, explica Cátia.

Foto: Nicole Franzen

Quanto à ingestão de ferro, a nutricionista explica que as fontes vegetais do mineral não fornecem boa absorção como a de origem da proteína animal, por isso, é importante consumir alguma fonte de vitamina C para que o organismo consiga absorvê-lo.

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“Para garantir a ingestão diária de ferro é necessário o consumo diário de cereais integrais, aumento da ingestão de leguminosas e oleaginosas em geral, de sementes e frutas secas, usar melado ou açúcar mascavo como adoçante, e ingerir mais fontes de vitamina C junto às refeições principais”, acrescenta Cátia.

Foto: Everyday Health

A nutricionista ainda explica que é preciso evitar o consumo exagerado de fibras, pois elas podem diminuir o consumo energético, pois oferecem grande sensação de saciedade, diminuindo a absorção de minerais como ferro, zinco, selênio. “A dica é utilizar uma mistura entre cereais integrais e refinados”, completa.

Para quem está considerando o vegetarianismo, Cátia salienta a importância de se conversar com um profissional especialista, pois a quantidade de nutrientes que precisa ser ingerido tem como base de cálculo, idade, metas como hipertrofia, emagrecimento e manutenção de massa magra. “Mas geralmente de 0,75g a 1g /kg de peso/dia, já é suficiente. Lembrando que este cálculo é feito não por grama do alimento, mas por grama de proteína presente no alimento”, finaliza.

Cátia Medeiros tem 13 anos anos de experiência na área, formada em Nutrição pela Unitri – Centro Universitário do Triângulo, com especialização em Nutrição Clínica pelo Ganep – Centro de Nutrição Humana de São Paulo, especialista em Fitoterapia e Nutrição Esportiva pelo Cefit, assim como em atendimento Gestacional e Pediatria. É fundadora da clínica Atual Nutrição.

Teve Covid? Veja o que priorizar na alimentação para ajudar no tratamento de supostas sequelas

Forma grave e leve da doença pode deixar algumas sequelas, por isso a alimentação é ser peça fundamental para ajudar na recuperação após os sintomas da doença

Ainda estamos distantes da vacinação completa da população, então é comum que algumas dúvidas surjam, principalmente no que se refere à recuperação da doença. “Para as pessoas que tiveram a forma grave da doença, além de inúmeras queixas, a recuperação da massa muscular perdida está entre as prioridades. Para as pessoas com quadros leves entre as diversas queixas da ‘long-covid’ estão, o cansaço físico e emocional, a fraqueza muscular, a falta de ar, as alterações de paladar e olfato, as disfunções circulatórias, que podem ter várias consequências, desde a formação de pequenos coágulos até a queda de cabelos”, explica a médica nutróloga Marcella Garcez, diretora e professora da Associação Brasileira de Nutrologia.

“Por esse motivo, para ajudar no tratamento dessas sequelas e acelerar a recuperação, é necessário priorizar alguns alimentos”, acrescenta a médica. Para pacientes que apresentaram casos graves da doença, a médica diz que a recuperação da massa muscular, além de sessões de fisioterapia e exercícios físicos orientados, requer aumentar o aporte de proteínas, calculadas de acordo com as necessidades individuais, inseridas em um plano alimentar.

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“As principais fontes proteicas são as carnes, ovos, laticínios e leguminosas. No caso de não atingir o aporte proteico mínimo, suplementos podem ser indicados, sempre após o jantar, para não impactar no apetite. O principal benefício é a recuperação da massa muscular, mediada por fisioterapia e atividade física”, explica Marcella.

A médica destaca que, nos quadros mais leves e para pacientes que enfrentam o long-covid, vários alimentos funcionais podem ser inseridos no hábito alimentar, como aqueles ricos em ácidos graxos ômega 3 (nozes, peixes de agua fria, linhaça e chia), alimentos ricos em polifenóis (as frutas vermelhas e o chocolate amargo), alimentos fontes de ativos vasculotônicos (as pimentas, especiarias, gengibre e canela), que ainda ajudam na recuperação do paladar e olfato e, ainda, alimentos enriquecidos com probióticos (iogurtes, kefir e kombucha) e fibras prebióticas presentes nas frutas e farelos, que ajudam na recuperação da microbiota, impactada pelos medicamentos e melhoram o perfil inflamatório do organismo.

Mas além de priorizar esses alimentos saudáveis, devemos nos afastar de alguns que pioram a inflamação no corpo. “Os alimentos ricos em açúcar, particularmente doces e guloseimas que levam açúcar branco adicionado; os industrializados ultraprocessados, que são aqueles que trazem grande quantidade de açúcar, sódio, gorduras modificadas, corantes e conservantes; aqueles ricos em gorduras trans e modificadas, como as margarinas, gorduras saturadas de origem animal e frituras de imersão; os refrigerantes e bebidas alcoólicas em excesso; enfim, todos esses alimentos devem ser evitados, para não atrapalhar o processo de recuperação do corpo”, diz a médica.

Foto: Jeltovski

Como a mudança do paladar pode prejudicar na reposição de vitaminas ou na alimentação, pois alguns alimentos têm seu sabor alterado pelas mudanças no paladar e olfato, o que pode impactar no apetite e consumo alimentar, em alguns casos, é indicada a reposição de vitaminas, minerais e outros compostos bioativos por meio de suplementos, segundo prescrição médica. “Precisamos repor vitaminas em todos os casos em que as carências sejam identificadas por avaliação clínica e exames laboratoriais e nos casos que o consumo alimentar não seja suficiente para suprir as necessidades mínimas diárias. Dessa forma, o corpo contará com substratos para acelerar a recuperação”, finaliza a médica.

Fonte: Marcella Garcez é médica nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Nutricionista da Herbalife dá dicas para reforçar as defesas por meio de uma boa alimentação

Uma alimentação saudável é essencial para o bom funcionamento do sistema imunológico, segundo Susan Bowerman, diretora sênior global de educação e treinamento em nutrição da Herbalife Nutrition.

“Quando paramos para pensar em tudo o que esse sistema faz por nosso corpo, é fácil perceber por que precisamos tanto dele. Afinal, ele funciona como um pequeno exército que protege o organismo, identificando qualquer coisa estranha – vírus, bactérias ou parasitas – os encontra e faz o possível para destruí-los”, afirma a diretora.

Susan explica, ainda, quais características deve ter a dieta de uma pessoa que deseja melhorar seu sistema imunológico. “Seu corpo depende dos nutrientes adequados e de um estilo de vida saudável para ter uma boa defesa”.

Por isso, invista nos seguintes alimentos:

Proteínas: o sistema imunológico possui glóbulos brancos que atuam como “forças especiais” que produzem anticorpos para identificar e destruir vírus e bactérias. Os anticorpos são proteínas, por isso é necessário que a dieta tenha quantidades adequadas desse nutriente para produzi-los. As proteínas são formadas por aminoácidos; nove dos quais são chamados “aminoácidos essenciais” e devem ser consumidos por meio dos alimentos, pois o corpo sozinho não pode produzi-los. Algumas boas fontes são peixes, aves, carnes magras, ovos, legumes, soja e laticínios. As proteínas de origem animal têm todos os aminoácidos essenciais nas proporções certas. Já as proteínas vegetais, devem ser combinadas para fornecer todos os aminoácidos essenciais, com exceção da soja que tem todos os aminoácidos essenciais de forma balanceada.

Frutas e vegetais: são elementos-chave ao corpo, pois fornecem diferentes vitaminas e minerais que contribuem para o funcionamento do sistema imunológico. Entre eles está a vitamina A, que contribui para a saúde da pele e dos tecidos do trato respiratório e digestivo, e atuam como a primeira linha de defesa; A vitamina C, que promove a produção de anticorpos, além da vitamina D, folato, vitamina B6 e B12. As frutas e os vegetais também fornecem fitonutrientes, substâncias bioativas importantes que atuam como antioxidantes.

Lácteos: manter o sistema digestivo em boas condições é importante para a função imunológica. Nele existem trilhões de bactérias que atuam em inúmeras funções na promoção da saúde. Algumas ajudam a digerir as fibras dos alimentos, enquanto outras produzem certos nutrientes, como a vitamina K. E quando o organismo é povoado por essas bactérias “boas”, elas eliminam as bactérias potencialmente perigosas que tentam entrar no trato digestivo.

Algumas das melhores fontes de “bactérias do bem” são produtos lácteos, como o iogurte natural e o kefir. Antes de tentar qualquer coisa ou comida nova, lembre-se de perguntar ao seu médico se você pode consumi-los e qual é a quantidade recomendada. Também é importante lembrar que algumas pessoas sofrem com condições de saúde que afetam suas defesas. Nesses casos, a dieta sozinha não consegue melhorar a função de um sistema imunológico comprometido. No entanto, nas pessoas saudáveis, comer bem pode ajudar a manter o sistema imunológico forte.

Vitaminas e minerais que fortalecem o sistema imunológico

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Vitamina A: uma das principais funções da vitamina A é sua contribuição para a visão e a saúde da pele. Também ajuda o sistema imunológico e nas mucosas, que atuam como barreiras contra infecções.
Onde é encontrada: a vitamina A é encontrada em alguns alimentos de origem animal, como fígado, ovos e manteiga, pronta para o corpo usá-la. Mas a maioria das pessoas a obtêm na forma de betacaroteno.

Betacaroteno: poderoso antioxidante e também uma substância precursora da vitamina A que ajuda o corpo a atingir o nível ideal da mesma. O benefício de fornecer vitamina A na forma de betacaroteno é que o corpo transforma apenas o necessário, eliminando o resto (processo conhecido como homeostática).
Onde é encontrado: em frutas e vegetais alaranjados e amarelos, como cenoura, abóbora, pimentão e laranja. Também está presente em vegetais de folhas verdes, como espinafre, alface, brócolis e em suplementos alimentares.

Vitamina C: necessária para o crescimento e reparo de tecidos, ajuda na absorção de ferro e é um importante antioxidante. O corpo não produz nem armazena vitamina C, portanto, é muito importante incluir alimentos ricos nela na dieta diária.
Onde é encontrada: em frutas e verduras, como melões, morangos, kiwi, frutas cítricas, tomates, repolho, couve-flor, pimentão, melancia, mamão e couve-de-bruxelas.

Selênio: oligoelemento essencial, ou seja, um elemento necessário em quantidades muito pequenas obtido por meio dos alimentos. Contribui para produzir enzimas antioxidantes, importantes para prevenir danos às células, para a produção normal de espermatozóides, para manter cabelos e unhas saudáveis, mas também para o funcionamento normal do sistema imunológico e da tireoide; E ainda protege as células dos danos causados pela oxidação.
Onde é encontrado: vegetais, peixe, marisco, carne vermelha, grãos, ovos, frango, fígado e alho.

Zinco: mineral essencial, cumpre inúmeras funções em nosso corpo: é importante para cabelos, unhas, pele e ossos. Ajuda na fertilidade, na síntese de proteínas, no crescimento e reparo de tecidos e no metabolismo de macronutrientes (proteínas, gorduras e carboidratos), além de ter um papel importante para o sistema imunológico funcionar corretamente.
Onde é encontrado: alimentos ricos em proteínas contêm grandes quantidades de zinco. Carne vermelha, porco e cordeiro, nozes, grãos integrais, legumes, fermento e a maioria das aves e peixes. Laticínios e ovos também contêm zinco, mas em menor quantidade. Alguns cereais e leguminosas fornecem o nutriente, mas contêm “fitato”, substância que dificulta sua absorção.

Existe uma grande variedade de produtos no mercado, como o Multivitaminas Herbalife Nutrition, que fornece 22 vitaminas e minerais para contribuir para uma boa nutrição.

Fonte: Susan Bowerman é Diretora Sênior Global de Educação e Treinamento em Nutrição da Herbalife Nutrition. Estudou biologia com honras e se formou como Mestre em Ciência e Nutrição de Alimentos pela Universidade Estadual do Colorado. Nutricionista certificada pela Academia de Nutrição e Dietética como especialista Nutrição Esportiva, Obesidade e Controle de Peso. Diretora assistente do Centro de Nutrição Humana da Universidade da Califórnia. Professora assistente de nutrição na Universidade Pepperdine e de nutrição do Departamento de Ciência e Nutrição de Alimentos da Universidade Politécnica Estadual da Califórnia.

Vigor entra na categoria plant-based e lança primeira linha de bebidas vegetais

Vigor 100% Vegetal é o primeiro produto de origem vegetal da empresa

Com o propósito de oferecer mais uma opção aos consumidores e atender às novas necessidades, a Vigor Alimentos entrou em um novo segmento do setor e lançou, no fim de 2020, Vigor 100% Vegetal, a primeira linha de origem vegetal da empresa. A novidade é uma bebida livre de qualquer ingrediente de origem animal, que chega com um portfólio variado: Amêndoa, Amêndoa sem Adição de Açúcares, Arroz, Coco e Coco com Chocolate.

A busca por opções desse tipo já é uma realidade no setor de alimentos, especialmente quando se fala em bebidas. Segundo estudo da Euromonitor International, houve crescimento de 12% no consumo de outras alternativas do leite, excluindo soja, de 2019 para 2020 no Brasil. Ainda segundo a pesquisa, a perspectiva de ampliação da demanda pelo segmento não para por aí: é prevista uma taxa de crescimento de 13%, ano a ano, em volume de vendas no varejo para o período de 2020 a 2025 no país.

Atenta ao cenário, a marca traz ao varejo uma linha que proporciona diferencial de sabor e variedade, e que entrega importantes benefícios nutricionais. Vigor 100% Vegetal é fonte de cálcio e rico em vitaminas e zinco, além de não conter lactose, colesterol, glúten, aromatizantes e soja. O produto é prático e extremamente versátil, podendo ser consumido puro, combinado com café, capuccino e achocolatado, batido com frutas em vitaminas, ou até usado na culinária, em diversas receitas salgadas e doces.

Vigor 100% Vegetal está disponível em embalagem de 1 litro, nos principais pontos de venda do país, pelo preço sugerido de R$ 13,99.