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Conheça seis nutrientes essenciais e entenda como seu corpo precisa deles

Uma dieta equilibrada é fundamental para que o nosso corpo tenha a quantidade suficiente dos nutrientes necessários. A nutróloga Marcella Garcez comenta um pouco sobre cada nutriente que não pode faltar ao organismo

Você sabe quais são os nutrientes essenciais para o nosso organismo? Esses nutrientes são compostos que o nosso corpo ou não produz, ou produz, mas em quantidade insuficiente. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, esses nutrientes devem vir dos alimentos e são vitais ao crescimento, à prevenção de doenças e à manutenção da boa saúde. Eles podem ser divididos em duas categorias: macronutrientes e micronutrientes.

“Os macronutrientes ajudam a fornecer energia e são necessários diariamente e em grandes quantidades. Água, carboidratos, gorduras e proteínas são classificados como macronutrientes. Já os micronutrientes são os minerais e as vitaminas. São necessários ao organismo, porém em menor quantidade se comparado aos macronutrientes”, explica Marcella Garcez, médica nutróloga e professora da Associação Brasileira de Nutrologia.

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Proteínas: presentes em alimentos de origem vegetal e animal, contribuem para a formação dos tecidos. Integram diversas reações metabólicas (na forma de aminoácidos) e são utilizadas na síntese de alguns hormônios. “As proteínas constituem de 15 a 20% da dieta, e a quantidade exata de proteína necessária diariamente depende de uma variedade de fatores, incluindo a sua atividade física e a idade. Algumas fontes do macronutriente são: carne bovina, aves, peixes, ovos, leite, queijos, iogurtes, soja e leguminosas (feijão, lentilha, ervilha, grão de bico)”, afirma Marcella.

Carboidratos: conhecidos como a principal fonte de energia do ser humano, os carboidratos são responsáveis por diversas funções de nosso metabolismo. Por atuarem como combustível para o corpo, seu baixo consumo pode causar diversos prejuízos. São classificados em 3 tipos: monossacarídeos (glicose, frutose e galactose), dissacarídeos (sacarose, maltose e lactose) e polissacarídeos (amido, glicogênio, dextrina e celulose). “A falta de carboidratos nos dificulta de realizar qualquer atividade física, já que são eles que fornecem energia para as células do organismo. A carência do macronutriente pode causar, além disso, dificuldade de concentração, fraqueza, cansaço excessivo, tonturas e dor de cabeça. Apesar de ser necessário ao organismo, o ideal é dar preferência para os alimentos desse grupo que contribuam para uma melhor qualidade de vida. Exemplos de boas fontes saudáveis de carboidratos: mandioca, batata doce, cereais integrais, aveia, abóbora, quinoa, centeio, amaranto, arroz integral, milho, legumes e frutas”, destaca.

Gorduras: “São moléculas complexas compostas por ácidos graxos e glicerol. O organismo precisa de gordura para se desenvolver e produzir energia, mas ela deve ser consumida de maneira consciente. O corpo também usa a gordura para sintetizar os hormônios e outras substâncias necessárias para realizar as atividades do organismo. As gorduras boas são aquelas de origem vegetal, insaturadas, e podem ser encontradas em: azeite de oliva, castanha-de-caju, nozes, chia, sementes oleaginosas, amendoim, abacate. Essas gorduras boas são fontes de ômega 3 e 6, que tem como vantagem a redução do colesterol ruim e o aumento do colesterol bom (HDL), além de auxiliar na prevenção cardíaca e metabólica e na absorção das vitaminas.”

Vitaminas: são substâncias orgânicas que o nosso organismo não consegue produzir. Necessárias em pequenas quantidades e obtidas através de uma alimentação equilibrada, são classificadas em dois grupos: as lipossolúveis (A, D, E, K) e as hidrossolúveis (H,C e complexo B). “Entre os benefícios das vitaminas, estão a melhora da pele e mucosas; fornecimento de energia; melhora da oxigenação celular; auxílio nos processos de cura e rejuvenescimento; ação nos glóbulos vermelhos, células nervosas e no equilíbrio hormonal; ação no tecido conjuntivo; poder oxidante; combate o estresse; e funciona como antibiótico natural e auxilia na cura de doenças e infecções. A melhor maneira de consumir todas as vitaminas necessárias para o bom funcionamento do corpo é fazendo uma alimentação saudável e variada, de preferência incluindo alimentos frescos e biológicos. A suplementação vitamínica também é uma alternativa para prevenir ou tratar a falta de vitaminas e suas consequências – embora o consumo não deva substituir uma boa alimentação”, detalha a médica.

Minerais: “São substâncias de origem inorgânica e possuem função reguladora, contribuindo para a função osmótica, equilíbrio do ácido-básico, estímulos nervosos, ritmo cardíaco, atividade metabólica, construção de ossos e dentes saudáveis, manutenção da hidratação, entre outros. Entre os principais minerais estão: cálcio, magnésio, sódio, potássio, fósforo, ferro, cobre, manganês, iodo e zinco.”

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Água: é a substância mais abundante em nosso organismo, correspondendo a mais de 60% do nosso peso, e está presente em quase todos os alimentos, exceto em óleos, sais e açúcares. “A água é essencial para todas as funções do corpo, como: digestão, absorção e transporte de nutrientes, eliminação de resíduos, controle da temperatura corporal e para diversos outros processos químicos. Está presente em todos os tecidos do organismo e é a base do sangue e de todas as secreções fluídas, como lágrimas, saliva etc. Não existe uma quantidade correta de água a ser ingerida diariamente; isso depende de inúmeros fatores, como o seu nível de atividade física, o clima do local em que vive ou está, seu metabolismo, seu peso, sua dieta, suas condições físicas gerais, se consome álcool ou não, entre outras”, diz.

“Somente o médico poderá lhe ajudar a determinar qual o volume de água que é apropriado para você, assim como toda a sua dieta, que deve ser baseada nas recomendações de um nutrólogo responsável e de confiança. Ele saberá, por meio do acompanhamento clínico e dos exames, quais as necessidades alimentares e suplementares de cada paciente”, finaliza a nutróloga.

Fonte: Marcella Garcez é médica Nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da ABRAN. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Linha Vitasay50+ ganha novos itens

Pensando em manter a vitalidade e qualidade de vida do público 50+, a marca apresenta três novos produtos: Vitasay50+ Vitaly, Vitasay50+ Serenne e Vitasay50+ Pró Ômega 3

O corpo humano requer cuidados específicos em cada fase da vida e, com a chegada dos 50 anos, algumas vitaminas e minerais podem precisar de suplementação para que o organismo continue funcionando plenamente. Vitasay50+, linha de suplementos alimentares especialista nesta faixa etária, produziu fórmulas com concentrações adequadas de vitaminas, minerais e outros nutrientes. Em 2020 Vitasay50+ traz para o mercado três novos produtos para auxiliar na melhora da libido, humor e qualidade do sono e também manter a saúde do coração.

Conheça os lançamentos:

Vitasay50+ Vitaly: energia e vigor da maca peruana com guaraná associado a vitaminas e minerais. Com a chegada da menopausa, as mulheres podem sofrer uma queda na libido, principalmente por fatores hormonais. A proposta de Vitaly é justamente atender as queixas destes sintomas.

Vitasay50+ Serenne: o sono é vital para o corpo humano, sendo importante para renovar as energias, regular o metabolismo e, liberar hormônios essenciais, como a serotonina, responsável pela sensação de prazer. No entanto, assim como outras características do corpo, o sono muda com a idade, se tornando motivo de preocupação para adultos maduros, que passam a acordar com mais frequência à noite. Por isso, Vitasay50+ Serenne combina o aminoácido triptofano com as vitaminas B3, B6 e ácido fólico. O triptofano auxilia na produção de serotonina, melhorando o humor e a qualidade do sono.

Vitasay50+ Pró Ômega 3: segundo a OMS, em 2015 as doenças cardiovasculares representaram 31% de todas as mortes em nível global, e o ômega 3 pode ser um grande aliado para manter a saúde do coração em dia. Com a tecnologia Low Reflux, patenteada na Europa que proporciona um menor sabor residual de peixe após o consumo, Vitasay50+ Pró Ômega 3, traz 2.000mg de óleo de peixe.

“Estamos constantemente observando as principais necessidades do nosso público, que já supera os 54 milhões de pessoas no Brasil. Vitasay50+ tem como propósito ajudar mulheres e homens que chegaram aos 50 anos a viver com vitalidade essa fase da vida. Muitos já criaram os filhos, a base de toda uma vida, e agora quando começam a ter mais tempo para aproveitar, empreender e viajar, a saúde do corpo precisa acompanhá-los”, comenta Jurema Aguiar de Araujo, Diretora de Marketing da Hypera Pharma.

A linha Vitasay50+

A linha completa de Vitasay50+ tem formulações e concentrações adequadas de vitaminas e minerais. A linha conta com cinco formulações, além dos lançamentos acima:

• Vitasay50+ A-Z Homem – Energia E Concentração
• Vitasay50+ A-Z Mulher- Energia E Disposição
• Vitasay50+ Vitaly- Auxilia na melhora da Libido
• Vitasay50+ Serene – Humor e qualidade do sono
• Vitasay50+ Pró Ômega 3 – Ômega

Informações: Vitasay

Dia Mundial da Osteoporose – confira como a nutrição pode ajudar a prevenir

Nutricionista Adriana Stavro dá algumas sugestões para construir e manter ossos saudáveis

A osteoporose é uma doença crônica que atinge milhões de pessoas em todo o mundo. É uma doença esquelética caracterizada por baixa massa óssea e arquitetura óssea interrompida que aumenta a fragilidade e o risco de fratura. A perda de massa óssea muitas vezes passa despercebida, pois é um processo contínuo, lento e assintomático. A mineralização óssea é afetada pelo metabolismo do cálcio e do fósforo, que é controlado pela vitamina D, paratormônio e calcitonina.

Até recentemente, acreditava-se que a osteoporose atingia principalmente mulheres na pós-menopausa e idosos. Porém,resultados de pesquisas atuais, indicam que esta doença pode ocorrer em indivíduos por volta dos 40 anos, bem como em jovens.

Os fatores de risco que causam o desenvolvimento da osteoporose incluem a insuficiência do pico de massa óssea, o que é particularmente importante em crianças pois cerca de 90% do pico é alcançado antes do término do processo de maturação. Nas meninas sua densidade óssea máxima é por volta dos 18 anos e nos meninos aos 20. Ao longo da vida, é importante manter a densidade óssea e tentar diminuir a perda óssea.

Por isso todos os fatores de risco: intrínsecos (genéticos, raça, sexo, idade), extrínsecos (medicamentos recebidos, influência de doenças crônicas) e aqueles que podem ser potencialmente modificáveis como, baixo peso corporal, tabagismo, consumo excessivo de álcool e de café, sedentarismo e os fatores de risco dietéticos tais como deficiência de cálcio, vitamina D e baixa ingestão proteica devem ser evitados desde o início da vida até a senescência.

Ter uma alimentação saudável e balanceada, evitar cigarro e álcool, manter-se fisicamente ativo e ingerir quantidades adequadas de cálcio, é um passo importante para construir e manter ossos fortes e saudáveis ao longo de toda a vida. Aqui estão algumas sugestões para construir e manter ossos saudáveis.

Vitamina D

É bem conhecido que a vitamina D promove a absorção de cálcio no intestino e ajuda a manter as concentrações de cálcio sérico adequadas para permitir a mineralização normal dos ossos. Assim, o cálcio e a vitamina D trabalham juntos de forma sinérgica.Você pode obter vitamina D por meio da exposição à luz solar e em pequenas quantidades em alimentos como: peixes gordurosos (salmão, arenque, cavala), fígado, ovos.

Cálcio

Os produtos lácteos são uma excelente fonte de cálcio e boa fonte de proteína. Se você é intolerante a laticínios ou se prefere evitar, existem outras fontes alternativas de alimentos com alto teor de cálcio. Esses incluem: espinafre, sardinha, grão-de-bico, brócolis, aveia, semente de gergelim, ovos, amêndoas.

Vitaminas e Minerais


Embora o cálcio e a vitamina D tenham sido o foco principal da prevenção nutricional da osteoporose, pesquisas recentes esclareceram a importância de vários nutrientes adicionais. Além de laticínios, a ingestão de frutas e vegetais emergiu como um importante fator de proteção modificável para a saúde óssea. Vários nutrientes, incluindo magnésio, potássio, vitamina C, vitamina K, complexo B e carotenoides, mostraram ser importantes aos ossos. Boas fontes incluem: abóbora, beterraba, cenoura, couve, damasco seco, melão, ervilha, acerola, brócolis, caju, couve, espinafre, kiwi, laranja, limão, manga, melão, morango, papaia, tomate, arroz integral, amêndoa, amendoim, castanha-do-pará, gema de ovo, gérmen de trigo, milho, óleos vegetais, semente de girassol, aves, cereais integrais, feijões, leite, carne branca, atum, lentilhas, feijões, cebola e alho.

Proteína e atividade física


A ingestão de proteínas de boa qualidade e a atividade física adequada são os principais estímulos anabólicos para a síntese de proteínas musculares. O treinamento físico leva ao aumento da massa e força muscular, e a combinação de ambos produz maior aumento de proteína muscular que qualquer intervenção isolada. Boas fontes de proteína: frango, carne, peixe, ovos, tofu, soja. Pessoas com diagnóstico de osteoporose precisam ter cuidado com exercícios de alto impacto e certos alongamentos. O seu médico poderá aconselhá-lo melhor.

Cálcio e fósforo


A proporção de cálcio para fósforo também é uma consideração importante, mas a dieta moderna raramente garante o equilíbrio certo entre esses nutrientes. A presença de fosfatos em produtos alimentícios (emulsificantes e estabilizadores de pH) aumenta as concentrações de fósforo na dieta, levando à acidificação dos tecidos corporais e à intensificação da atividade da paratireoide. As glândulas paratireoides produzem paratormônio, que promove a perda de cálcio dos dentes e ossos. A vitamina D é essencial para manter o equilíbrio cálcio-fósforo no corpo e mineralizar a matriz óssea. A deficiência de vitamina D pode ter um efeito prejudicial na qualidade óssea e na absorção de cálcio dos alimentos.

Tabaco

O tabagismo é bem conhecido por ter um efeito adverso na saúde geral e demonstrou retardar o trabalho das células de construção óssea. Fumar também pode resultar em menopausa precoce nas mulheres e aumentar o risco de fratura do quadril. A boa notícia é que o risco de fratura é reduzido naqueles que param de fumar.

Álcool


O consumo excessivo de álcool parece ser um fator de risco significativo para osteoporose e fraturas. Se você for mais velho, mesmo uma pequena intoxicação está associada a um aumento nas quedas, o que pode resultar em fraturas.

Peso corporal

Procure manter um peso corporal saudável , pois estar abaixo ou acima pode aumentar o risco de osteoporose e fraturas. Mesmo após a menopausa, as mulheres com peso saudável podem continuar a produzir pequenas quantidades de estrogênio protetor dos ossos nas camadas de gordura sob a pele. Garantir que você não está muito magro também ajuda a fornecer alguma proteção aos ossos. No entanto, o excesso de peso não ajuda, aumenta o risco de fratura e de desenvolver muitas outras doenças.

Fonte: Adriana Stavro é nutricionista funcional e fitoterapeuta, especialista em doenças crônicas não transmissíveis, mestre do nascimento a adolescência pelo Centro Universitário São Camilo.

Dez vitaminas que ajudam unhas e cabelos e onde encontrá-las

Elas são encontradas em alguns alimentos e, se inseridas no dia a dia auxiliam nesse fortalecimento

Quem não sonha com cabelos fortes e brilhantes, iguais aqueles que vemos nas propagandas. Sem esquecer das sonhadas unhas resistentes que não quebram por nada. Mas você sabia, que algumas vitaminas encontradas nos alimentos podem te ajudar nessa tarefa?

Segundo a nutricionista e pesquisadora Aline Quissak, da Nutri Secrets, um adulto perde em média 100 fios por dia; porém, quando essa quantidade aumenta é bom ficar alerta. E se suas unhas não andam resistindo muito, elas também podem estar sofrendo.

Existem vários fatores que podem influenciar nesses problemas. Um dos principais é a sua alimentação, já que você pode não estar ingerindo as vitaminas, minerais e proteínas necessários. “Vitaminas A, C, E, do complexo B, zinco, ferro, potássio, biotina, betacaroteno e aminoácidos são importantes para a saúde dos fios e unhas, por isso é fundamental que a pessoa tenha esses alimentos na rotina”, explica a especialista.

A boa notícia é que você não precisa se desesperar. Ingerir alguns alimentos pode te dar aquela forcinha, e para te ajudar nesta tarefa, a nutricionista preparou uma lista especial com alguns deles:

Vitamina complexo B – feijões, lentilhas, ervilhas, brócolis, peixes, leites, aves;

Vitamina C – acerola, goiaba vermelha, laranja, limão, abacaxi, espinafre, rúcula;

Steve Buissinne/Pixabay

Vitamina E – castanhas, amendoim, alho, brócolis, tomate, manga, kiwi, salmão, semente de girassol;

Vitamina A – leite e derivados, espinafres, couve, acelga, agrião, cenoura, manga, mamão, abóbora;

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Zinco – castanhas, cereais integrais, grão de bico, aves, espinafre, semente de abóbora e de linhaça;

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Ferro – carne vermelha, ovo, feijão, lentilha, hortaliças verdes escuras;

Potássio – abacate, pera, banana, leite e derivados, abóbora, batata doce, aveia;

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Biotina – castanhas, amêndoas, nozes, avelãs, ovo, carnes vermelhas;

Betacaroteno – cenoura, batata doce, abóbora, caqui, manga, mamão, melão, melancia, damasco, tangerina;

Aminoácidos – ovo, aves, carne de vaca, atum, salmão, sardinha, quinoa, chia, couve, alface, acelga e milho.

Para finalizar, a nutricionista lembra que é sempre importante procurar um especialista para ajustes individuais. “Quando introduzimos esses alimentos em nossa rotina, eles nos ajudam a fortalecer unhas e cabelos, mas é importante procurar um médico e um nutricionista para analisar o caso”, completa Aline.

Fonte: Nutri Secrets

Importância da alimentação para a saúde da pele no inverno

Durante o inverno, é normal a diminuição das taxas de umidade do ar devido às temperaturas mais frias. Além disso, nesse período a maior parte das pessoas tende a tomar banhos mais quentes e a transpirar menos. Todos esses fatores em conjunto contribuem para a deixar a pele mais sensível e seca.

Por isso, para evitar ou amenizar o ressecamento da pele do corpo e do rosto é muito importante fazer hidratações corporais mais profundas, se atentar ao consumo adequado de água e investir em uma alimentação mais saudável.

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Vários estudos têm demonstrado a influência do consumo de determinados micronutrientes e outros compostos presentes em alimentos na saúde da pele. As vitaminas C e E atualmente são os melhores exemplos já estudados.

Portanto, nessa época do ano, o ideal é consumir vegetais e frutas como brócolis, repolho, cenoura, morango, laranja e limão, que são fontes importantes de vitamina C, e adicionar às refeições alimentos como castanhas, nozes e amêndoas, ricos em vitamina E que ajudam a proteger a pele contra a ação de radicais livres, minimizando os efeitos de envelhecimento precoce das células e, consequentemente, a formação de rugas e ressecamento da pele.

Já a vitamina C, além de combater os radicais livres, fortalece a pele, deixando-a com aparência mais jovem e viçosa, devido à participação na síntese de colágeno e na contribuição para maior firmeza e sustentação da pele.

Além disso, nesse período é muito comum que as pessoas diminuam a ingestão de água e de líquidos em geral, o que acaba intensificando ainda mais o processo de ressecamento da pele. Quando o consumo de água permanece adequado, a cútis tende a permanecer mais macia e elástica. Para aqueles que apresentam uma dificuldade maior em se hidratar durante o clima frio, uma opção é a ingestão de chás a base de ervas naturais, intercalando com o consumo de água.

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Foto: Emily Beeson / Morguefile

Para manter a saúde da pele mesmo em climas frios e secos, é necessário se atentar ao cuidado de dentro para fora, com uma alimentação balanceada e com a ingestão correta de líquidos, e não somente o cuidado externo com o uso de hidratantes e outros cosméticos.

*Bruna Pavão é nutricionista da Grano Alimentos

Como as vitaminas podem amenizar os desconfortos da menopausa

Nutrólogo aponta as opções que podem auxiliar para atenuar e até eliminar alguns sintomas que prejudicam a qualidade de vida da mulher no período de climatério

“Doutor, posso tomar vitaminas para melhorar os efeitos da menopausa?” – esse questionamento é cada vez mais recorrente nos consultórios que atendem pacientes prestes a entrar ou que já estejam no climatério, fase da vida da mulher que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), corresponde à transição entre o período reprodutivo e não reprodutivo.

Climatério é confundido com menopausa, que na verdade é o ápice do processo e corresponde ao momento em que ocorre o último ciclo menstrual, algo que geralmente se dá entre 48 e 50 anos de idade.

Considerando-se que, segundo dados de 2018 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as mulheres são maioria da população brasileira (57,7%), a expectativa de vida delas ao nascer é maior que o dos homens (79,8 anos delas face a 72,7 deles) e que em 2060 haverá mais brasileiros acima de 65 anos do que hoje (25,5% da população face a 10,5% atualmente), o assunto “Saúde da Mulher” ganha cada vez mais relevância no contexto nacional.

Efeitos comuns no climatério e ajuda das vitaminas

No Manual de Atenção Integral à Saúde da Mulher no Climatério/Menopausa, editado em 2008 pelo Ministério da Saúde, já constavam informações esclarecedoras sobre esse período da saúde feminina. Diz o documento:

Neste período, de acordo com a integridade de sua saúde, além de fatores culturais, sociais, psicológicos e emocionais, as mulheres poderão apresentar maior ou menor sintomatologia. Podem observar transformações no seu corpo, com sintomas diversos, estranhos, incompreensíveis e muitas vezes difíceis de serem verbalizados, destacando-se as ondas de calor, suores ‘frios’, insônia, tristeza, instabilidade emocional, modificações nos hábitos sexuais, na pele e na distribuição da gordura corporal, com modificações da silhueta. A intensidade dos sintomas e ou dos sinais clínicos é influenciada principalmente por três fatores:

1. Ambiente sociocultural em que vive;
2. Situação pessoal (estado psicológico), conjugal, familiar e profissional;
3. Diminuição de estrogênio endógeno.

Nesse contexto, a alimentação balanceada, bem como a necessidade em casos específicos de a mulher fazer uso de suplementação ganham importância.

O chefe de nutrologia do Instituto Dante Pazzanese e diretor do serviço de nutrologia do HCor, Daniel Magnoni, informa que a obtenção de doses diárias recomendadas de vitaminas e minerais é difícil de ser alcançada, seja devido à correria do dia a dia, seja por meio da alimentação, que nem sempre supre as necessidades do organismo.

“Durante a menopausa, a suplementação acaba sendo uma possibilidade indicada para que mulheres alcancem um equilíbrio ideal de vitaminas e minerais”, destaca o nutrólogo, que completa: “As vitaminas A, B12, ácido fólico, D e os minerais cálcio e zinco em conjunto desenvolvem um papel fundamental na divisão e diferenciação celulares, processos essenciais à renovação de tecidos como a pele, cabelos e unhas. Em especial as vitaminas A, biotina, C, iodo e zinco contribuem para a integridade e função da pele e, consequentemente, sua aparência”.

A boa notícia é que a ciência da nutrição tem avançado a passos largos e hoje já há uma nova geração de suplementos que contemplam as principais necessidades do público feminino.

“Isso é essencial para enfrentar os desconfortos do climatério e, principalmente, da menopausa. As mulheres que não conseguem manter uma dieta equilibrada devem buscar ajuda médica e, diante da necessidade de suplementação, pesquisar as inúmeras opções existentes, inclusive uma mais recente na forma de gomas, que representa uma nova geração, não necessitam de água para serem ingeridas, são de fácil transporte e têm sabor agradável”, afirma o médico.

Magnoni destaca os atributos de certas vitaminas e minerais para a saúde de mulheres que estão na fase do climatério, mas também àquelas que se encontram em outras fases da vida:

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• As vitaminas A, C e E, além do zinco e da coenzima Q10, apresentam ação antioxidante. Desta forma, protegem o organismo da ação dos radicais livres, que causam, entre outros efeitos prejudiciais, o envelhecimento precoce.
• A transformação de carboidratos, proteínas e gorduras em elementos que as células possam utilizar em suas diferentes funções, conta com a participação das vitaminas B6, B12, ácido fólico, biotina e zinco.

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• A ação das vitaminas B6, B12, biotina, C e dos minerais cálcio e iodo, tanto individualmente, quanto em conjunto, é fundamental para a extração de energia dos nutrientes e seu aproveitamento pelas células, contribuindo para a disposição e bem-estar.
• O processo de formação, desenvolvimento e maturação dos elementos do sangue conta com a participação do ácido fólico, vitamina B6 e vitamina B12.

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• A presença das vitaminas A, B6, B12, ácido fólico, C, D, E e zinco em associação, favorece o bom funcionamento do sistema de defesa do organismo.

Magnoni, por fim, aconselha que, aos primeiros sinais do climatério, as mulheres procurem orientação médica para auxiliá-las da melhor forma possível nessa fase da vida.

Conheça nutrientes essenciais e entenda como seu corpo precisa deles

Uma dieta equilibrada é fundamental para que o nosso corpo tenha a quantidade suficiente dos nutrientes necessários. Marcella Garcez comenta um pouco sobre cada nutriente que não pode faltar ao organismo

Você sabe quais são os nutrientes essenciais para o nosso organismo? Esses nutrientes são compostos que o nosso corpo ou não produz, ou produz, mas em quantidade insuficiente. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, esses nutrientes devem vir dos alimentos e são vitais ao crescimento, à prevenção de doenças e à manutenção da boa saúde. Eles podem ser divididos em duas categorias: macronutrientes e micronutrientes.

“Os macronutrientes ajudam a fornecer energia e são necessários diariamente e em grandes quantidades. Água, carboidratos, gorduras e proteínas são classificados como macronutrientes. Já os micronutrientes são os minerais e as vitaminas. São necessários ao organismo, porém em menor quantidade se comparado aos macronutrientes”, explica Marcella Garcez, médica nutróloga e professora da Associação Brasileira de Nutrologia.

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Proteínas: presentes em alimentos de origem vegetal e animal, contribuem para a formação dos tecidos. Integram diversas reações metabólicas (na forma de aminoácidos) e são utilizadas na síntese de alguns hormônios. “As proteínas constituem de 15 a 20% da dieta, e a quantidade exata de proteína necessária diariamente depende de uma variedade de fatores, incluindo a sua atividade física e a idade. Algumas fontes do macronutriente são: carne bovina, aves, peixes, ovos, leite, queijos, iogurtes, soja e leguminosas (feijão, lentilha, ervilha, grão de bico)”, afirma Marcella.

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Carboidratos: conhecidos como a principal fonte de energia do ser humano, os carboidratos são responsáveis por diversas funções de nosso metabolismo. Por atuarem como combustível para o corpo, seu baixo consumo pode causar diversos prejuízos. São classificados em 3 tipos: monossacarídeos (glicose, frutose e galactose), dissacarídeos (sacarose, maltose e lactose) e polissacarídeos (amido, glicogênio, dextrina e celulose). “A falta de carboidratos nos dificulta de realizar qualquer atividade física, já que são eles que fornecem energia para as células do organismo. A carência do macronutriente pode causar, além disso, dificuldade de concentração, fraqueza, cansaço excessivo, tonturas e dor de cabeça. Apesar de ser necessário ao organismo, o ideal é dar preferência para os alimentos desse grupo que contribuam para uma melhor qualidade de vida. Exemplos de boas fontes saudáveis de carboidratos: mandioca, batata doce, cereais integrais, aveia, abóbora, quinoa, centeio, amaranto, arroz integral, milho, legumes e frutas”, destaca.

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Gorduras: “São moléculas complexas compostas por ácidos graxos e glicerol. O organismo precisa de gordura para se desenvolver e produzir energia, mas ela deve ser consumida de maneira consciente. O corpo também usa a gordura para sintetizar os hormônios e outras substâncias necessárias para realizar as atividades do organismo. As gorduras boas são aquelas de origem vegetal, insaturadas, e podem ser encontradas em: azeite de oliva, castanha-de-caju, nozes, chia, sementes oleaginosas, amendoim, abacate. Essas gorduras boas são fontes de ômega 3 e 6, que tem como vantagem a redução do colesterol ruim e o aumento do colesterol bom (HDL), além de auxiliar na prevenção cardíaca e metabólica e na absorção das vitaminas.”

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Foto: Jeltovski

Vitaminas:  são substâncias orgânicas que o nosso organismo não consegue produzir. Necessárias em pequenas quantidades e obtidas através de uma alimentação equilibrada, são classificadas em dois grupos: as lipossolúveis (A, D, E, K) e as hidrossolúveis (H,C e complexo B). “Entre os benefícios das vitaminas, estão a melhora da pele e mucosas; fornecimento de energia; melhora da oxigenação celular; auxílio nos processos de cura e rejuvenescimento; ação nos glóbulos vermelhos, células nervosas e no equilíbrio hormonal; ação no tecido conjuntivo; poder oxidante; combate o estresse; e funciona como antibiótico natural e auxilia na cura de doenças e infecções. A melhor maneira de consumir todas as vitaminas necessárias para o bom funcionamento do corpo é fazendo uma alimentação saudável e variada, de preferência incluindo alimentos frescos e biológicos. A suplementação vitamínica também é uma alternativa para prevenir ou tratar a falta de vitaminas e suas consequências – embora o consumo não deva substituir uma boa alimentação”, detalha Marcella.

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Ilustração: 123RF

Minerais: “São substâncias de origem inorgânica e possuem função reguladora, contribuindo para a função osmótica, equilíbrio do ácido-básico, estímulos nervosos, ritmo cardíaco, atividade metabólica, construção de ossos e dentes saudáveis, manutenção da hidratação, entre outros. Entre os principais minerais estão: cálcio, magnésio, sódio, potássio, fósforo, ferro, cobre, manganês, iodo e zinco.”

água com frutas

Água: é a substância mais abundante em nosso organismo, correspondendo a mais de 60% do nosso peso, e está presente em quase todos os alimentos, exceto em óleos, sais e açúcares. “A água é essencial para todas as funções do corpo, como: digestão, absorção e transporte de nutrientes, eliminação de resíduos, controle da temperatura corporal e para diversos outros processos químicos. Está presente em todos os tecidos do organismo e é a base do sangue e de todas as secreções fluídas, como lágrimas, saliva etc. Não existe uma quantidade correta de água a ser ingerida diariamente; isso depende de inúmeros fatores, como o seu nível de atividade física, o clima do local em que vive ou está, seu metabolismo, seu peso, sua dieta, suas condições físicas gerais, se consome álcool ou não, entre outras”, diz.

Marcella ressalta: “Somente o médico poderá lhe ajudar a determinar qual o volume de água que é apropriado para você, assim como toda a sua dieta, que deve ser baseada nas recomendações de um nutrólogo responsável e de confiança. Ele saberá, por meio do acompanhamento clínico e dos exames, quais as necessidades alimentares e suplementares de cada paciente”.

Fonte: Marcella Garcez é médica nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. A médica é Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Pele madura tem menor firmeza e hidratação, saiba como tratá-la

Além de tratamentos em clínica, cremes e cápsulas prescritas por dermatologistas melhoram a qualidade da pele madura, que sofre com deficiência natural de estrogênio

Na faixa etária dos 40 aos 50 anos, as rugas se acentuam e a pele começa a ficar marcada com “rugas em repouso”, a flacidez já está em um grau moderado e as queixas são de perda do contorno facial e formação do aspecto “buldogue” das bochechas caídas.

“Ocorre a diminuição dos coxins de gordura da face, a bochecha começa a murchar, então, além da consulta a um dermatologista, que poderá propor alguns tratamentos como toxina botulínica e estimuladores do colágeno, os cremes devem ser usados para melhorar a qualidade da pele, sua hidratação e a questão das manchas”, afirma a farmacêutica e diretora científica da Biotec Dermocosméticos, Mika Yamaguchi.

Mas sabe por que isso acontece? “O hormônio estrogênio aumenta a elasticidade, firmeza, produção de matriz extracelular e hidratação. Há uma deficiência natural desse hormônio após esse período, então isso contribui para a menor elasticidade, firmeza e hidratação da pele madura”, completa a especialista em dermo e nutricosméticos.

Além disso, outro tratamento que deve ser feito, segundo a farmacêutica, é o de manchas, justamente porque nessa idade elas podem ter várias origens, sejam hormonais, por exposição solar, poluentes ambientais, poluentes digitais, estresse, cigarro e o próprio envelhecimento sistêmico.

“As hormonais são as mais difíceis de serem tratadas, as demais com um bom tratamento tópico e oral e acompanhamento médico são passíveis de tratamentos; mas as manchas do melasma caracterizam uma doença crônica, em que é necessário um acompanhamento contínuo para controle”, diz a especialista.

Pensando nas necessidades da pele madura, Mika afirma que é necessário o uso de ativos que melhorem os seguintes parâmetros: reepitelização da epiderme, auto-hidratação, redensificação, luminosidade e combate à inflamação. Por isso ela sugere os seguintes tratamentos:

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Reepitelização da epiderme: uso de cremes com os ativos Hyaxel e SWT-7, que vão hidratar a pele profundamente, ao mesmo tempo em que ajudam no preenchimento das células. “As cápsulas também devem ser usadas, com ativos como Exsynutriment e Bio-Arct, que juntos promoverão uma melhora da síntese de colágeno, com melhora da firmeza e do funcionamento celular”, afirma.

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Foto: Jeltovski

Auto-hidratação: a farmacêutica sugere os ativos Hyaxel e Arct-Alg, que juntos melhorarão a hidratação natural da pele, triplicando a produção de energia das células da pele. As vitaminas orais indicadas são Exsynutriment (silício para melhorar a sustentação e a flacidez da pele) e In.Cell, que combina vários nutrientes para beneficiar a saúde da pele.

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Redensificação: a união de Scupltessence, Progeline e Densiskin em um mesmo creme promove o redesenho e rearquitetura facial, com efeito ‘Dermorelax’. Para ingestão oral, além de Exsynutriment e In.Cell, a farmacêutica sugere Glycoxil, um ingrediente que tem a capacidade de diminuir os malefícios do açúcar e carboidratos na pele.

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Luminosidade: por meio da associação entre Superox C (aumenta produção de colágeno e ácido hialurônico), Silpearl (associação de silício biodisponível com nutrientes funcionais da pérola para restaurar a luminosidade e o equilíbrio hídrico da pele), Arct-Alg (triplica produção de energia celular) e Overnight Repair (poderoso defensor ambiental além de anti-idade e hidratante), o creme diminui o aspecto opaco da pele, melhorando seu brilho natural. Nas cápsulas, Mika sugere Glycoxil para evitar as manchas provenientes dos malefícios do açúcar e carboidratos, e Bio-Arct, antioxidante que triplica a produção energética, melhorando o aporte de nutrientes.

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Combate à inflamação: para tratar a pele inflamada, Mika sugere Pro Barrier Repair e Connect Cell, que vão minimizar os efeitos da inflamação, além de restabelecer a comunicação celular. Para as cápsulas, além de Glycoxil e Bio-Arct, é indicada a suplementação de FC Oral, um modulador inflamatório, com efeito antioxidante e hidratante.

Mika lembra que, antes de qualquer tratamento, é necessário consultar um médico para personalizar as fórmulas de acordo com a necessidade do paciente.

Fonte: Biotec Dermocosméticos–  SAC: 0800-7706160

Conheça as deficiências nutricionais mais comuns e saiba como evitá-las

Sempre ouvimos falar da importância de consumir uma ampla variedade de vitaminas e minerais, mas muitas vezes só nos damos conta da importância desses nutrientes quando temos problemas de saúde.

“Algumas deficiências nutrológicas se manifestam através de sintomas, como cansaço excessivo, falta de energia, palidez e queda no sistema imunológico. Outras, não se manifestam através de sintomas perceptíveis e podem passar despercebidas pelos portadores, que, só mais tarde, podem perceber a deficiência quando estiverem com a saúde debilitada”, afirma Marcella Garcez, médica nutróloga e professora da Associação Brasileira de Nutrologia.

Conheça as deficiências nutritivas mais comuns, os sintomas que elas trazem e saiba quais alimentos consumir para evitá-las:

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Ferro: a principal função do ferro no organismo é transportar o oxigênio no sangue por meio da hemoglobina existente nos glóbulos vermelhos. “A consequência mais comum desse déficit é a anemia, na qual ocorre uma diminuição no número de glóbulos vermelhos e, consequentemente, a diminuição da capacidade do sangue de transportar oxigênio. Os sintomas geralmente incluem: cansaço, fraqueza, enfraquecimento do sistema imunológico e prejuízo da função cerebral”, explica a Marcella. Segundo ela, as melhores fontes alimentares de ferro são: carne vermelha, vegetais verde-escuros, leguminosas, algas, cereais integrais, castanhas, sementes de gergelim e abóbora, açúcar mascavo, coentro, uva passa e damasco seco.

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Iodo: é um mineral necessário para a síntese dos hormônios tireoidianos que regulam as funções do organismo. “Os hormônios da tiroide estão envolvidos em muitos processos do corpo, tais como o crescimento, a regulagem metabólica, o desenvolvimento do cérebro e a manutenção dos ossos”, diz a nutróloga. Segundo ela, a deficiência do mineral tem como consequência mais comum o aumento da glândula tireoide, também conhecido como bócio; essa condição pode ocasionar aumento da frequência cardíaca, falta de ar e ganho de peso. “Há várias boas fontes alimentares de iodo, como as algas, peixes e ovos. O Brasil, a fim de prevenir e controlar o problema, adotou a medida de adicionar o micronutriente ao sal de cozinha. Isso causou uma redução na taxa de prevalência de pessoas com bócio”, completa.

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Vitamina D: é produzida a partir da pele quando exposta à luz solar, e sua ação clássica é regular o fornecimento de cálcio e fósforo ao organismo. Dessa forma, ela atua nos ossos, no intestino e nos rins. Além disso, estudos têm mostrado que a deficiência de vitamina D está associada ao maior risco de várias doenças crônicas, como tumores, problemas cardiovasculares, imunológicos e infecciosos. “A falta da Vitamina D muitas vezes não provoca sintomas perceptíveis; em outras situações, os sintomas só se desenvolvem ao longo dos anos. Entre eles estão: queda na imunidade, fraqueza muscular, perda óssea e aumento do risco de fraturas. Em crianças, pode causar atrasos de crescimento e raquitismo”, alerta a nutróloga. Infelizmente, poucos alimentos contêm quantidades significativas de vitamina D. Algumas fontes do nutriente são: óleo de fígado de bacalhau, peixes gordos (como salmão, cavala, sardinha ou truta) e gema do ovo. Por isso, além da alimentação, muitas vezes é recomendado ao paciente aumentar a exposição ao sol e ingerir vitamina D por meio de suplemento alimentar”, complementa.

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Vitamina B12:  vitamina necessária para o desenvolvimento e manutenção das funções do sistema nervoso. Sem ela, a mielina que recobre os nervos sofre um desgaste chamado desmielinização, processo que ocorre tanto em neurônios de nervos periféricos, quanto naqueles da substância branca do cérebro. “A deficiência de vitamina B12 causa anemia, acompanhada ou não por dificuldade para andar e parestesias ou formigamentos de distribuição simétrica, principalmente nas pernas, pés e mãos. Pode haver ainda palidez, inchaço, hiperpigmentação da pele, icterícia e fraqueza muscular. Outros problemas são menos frequentes, mas podem ocorrer: má absorção de nutrientes, infertilidade, trombose, alterações de memória, confusão mental e demência.” A vitamina B12 está presente em boas quantidades nos alimentos de origem animal, especialmente no salmão, atum, fígado, carne de porco, leite e derivados, ovos e ostras.

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Cálcio: participa da força óssea, estrutura de ossos e dentes, impulsos nervosos, contrações musculares, coagulação do sangue e da permeabilidade celular. Os sintomas mais evidentes da falta de cálcio se refletem na fraqueza dos ossos, dando origem à osteoporose. Além disso, a falta do mineral pode causar dor na coluna, depressão, ansiedade, unhas fracas, cáries e artrite. “Alguns alimentos ricos em cálcio são: leite e derivados, sardinhas, brócolis, aveia, amêndoas, manjericão, couve, feijão, rúcula, ovo, grão-de-bico, tofu e laranja. É necessário ficar atento, pois alguns alimentos diminuem a capacidade do organismo de absorver cálcio. É o caso do sal, café, alguns tipos de chás, refrigerantes, chocolate e gorduras”, afirma Marcella.

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Vitamina A: “Ela ajuda a formar e manter a pele saudável, aumenta a imunidade, cuida dos dentes, ossos e membranas celulares, além de trazer benefícios para a visão. Os primeiros sintomas de falta de vitamina A são: dificuldade para adaptar-se à visão noturna, acne, cabelo seco, unhas quebradiças, falta de apetite e prejuízo do sistema imunológico. A deficiência de vitamina A é mais comum em pessoas com desnutrição, idosos e em casos de doenças crônicas, como a doença inflamatória intestinal. Alguns alimentos ricos em vitamina A: ovos, cenoura, fígado, batata doce, manga, espinafre, pimentão, damasco e acerola.”

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Magnésio: considerado o segredo para a longevidade. Participa da síntese de proteínas, do transporte de energia, contribui para o funcionamento de algumas enzimas essenciais, para o equilíbrio do cálcio, potássio e sódio, no funcionamento celular, é necessário para a atividade hormonal e participa mais de 300 reações químicas que ocorrem diariamente no organismo. “A carência de magnésio pode ser perigosa, pois altera o funcionamento do nosso organismo, podendo ocasionar em alterações do ritmo cardíaco, má circulação sanguínea, espasmos musculares, gases, cálculos renais e convulsões. “Alguns alimentos ricos em magnésio recomendados são: abacate, couve, espinafres, beterraba, banana, grão-de-bico, mandioca, lentilhas, quiabo, batata com casca, uva passa, arroz integral, aveia, granola, amendoim, castanhas, nozes e abóbora”, sugere.

Por fim, Marcella ressalta: “O acompanhamento nutrológico é essencial, pois, assim como a falta, o excesso dos nutrientes também pode ser prejudicial. Apenas um profissional saberá montar uma dieta eficiente e indicar suplementos seguros para o paciente”, finaliza.

Fonte: Marcella Garcez é médica nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. A médica é Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.